VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
..........................................Sociedade Feminina -...................19:30hs.
QUARTA:.....................Culto de Oração -.........................19:30hs.
SÁBADO:......................Projeto Boas Novas -..................15:30hs.
..........................................Culto da Mocidade -....................19:30hs.
DOMINGO:..................Escola Bíblica Dominical -..........08:00hs.
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Culto de Ação de Graças

17 de jan de 2013

Devocional Boa Semente 17/01/2013


Qualquer que comete pecado, também comete iniqüidade; porque o pecado é iniqüidade(1 João 3:4).
TOSQUIANDO O PECADO
O escritor J. N. Darby comenta em uma nota de rodapé de sua tradução da Bíblia: "Pecado é ilegalidade – ausência do princípio da lei". Atualmente o conceito de "pecado" está ausente do pensamento da maioria das pessoas e, portanto, não faz qualquer sentido. Como Arthur Krystal afirma em sua resenha de uma serie de livros sobre os 'pecados capitais': "Provavelmente é correto dizer que nos tornamos dessensibilizados para com a palavra, senão para com a Palavra”.
Não considerar a Bíblia como a Palavra de Deus acaba na negação da realidade da ira de Deus contra o pecado, do inferno, do julgamento eterno, e da responsabilidade individual por cada ato que cometemos. Hoje ao invés de pecado, a sociedade fala de traumas de infância, tendência genética a determinado comportamento, e até mesmo nossa "química cerebral". Krystal observa que "o pecado se torna neutralizado [quando] tosquiado pelo medo e pela repugnância religiosos... O pecado tem sido cooptado pelos terapeutas".
O pior é que as igrejas têm ensinado isso também. Alguns pregadores escolhem somente as porções palatáveis da Palavra de Deus, e não confrontam nem o pecado nem o comportamento pecaminoso das pessoas. Sob o pretexto de "não julgar", eles fecham os olhos para o pecado e o justificam usando os argumentos dos terapeutas, desprezando assim Deus e Sua Palavra.
Nós que cremos somos responsáveis por revelar a força das verdades de Deus em uma cultura mergulhada nas trevas, como os profetas e apóstolos em seus dias. Não podemos transformar o pecado em "histórias bíblicas" sem a menor relevância para a nossa vida.
Não podemos esquecer que Deus leva tão a sério o pecado que enviou Seu Filho para morrer na cruz para nos resgatar dos grilhões do pecado! Se Deus trata essa questão assim, como podemos tratá-la de outra forma?

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