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19 de jan de 2013

História do hino 306 – O caminho da cruz


 Hugh Mddleton Brock, o avô da autora, estava muito doente na sua cama de onde todos sabiam que não se levantaria. Sua querida esposa Clara e alguns dos seus filhos estavam a seu lado. “Meu neto, Charlie, já chegou?” Perguntava ele. “Ainda não”, vinha à resposta. O Sargento Charles Swigert voltava da Segunda Guerra Mundial, onde servia na Europa, “Preciso vê-lo!” Repetia Brock. Finalmente, depois de viajar dia e noite de um lado do país para o outro, Charlie chegou. “Aqui estou, vovô” disse ele. Com grande alívio, Hugh pôde ver que ele estava são, bem de saúde, com a ferida, que recebera na guerra, já sarada. Os outros não ouviram tudo que se passou entre aqueles dois que se amavam muito, mas uma coisa clara ouviu distintamente: “Charlie, para o céu pela cruz irei; nenhum outro vou achar!”. Antes de um novo dia amanhecer, Hugh Brock já tinha partido para estar com Jesus.
  Jessie Brown Pounds escreveu esta letra em 1906. De acordo com Charles H. Gabriel, no seu livro Singers and Their Songs (Cantores e Seus Cânticos), ela quis “dar ênfase a uma verdade que é constantemente presente nos ensinos de Cristo, que o cristão heróico não segue a linha de menos resistência”. O hino é geralmente cantado lembrando que o único caminho para o céu é pela cruz de Cristo, o que está certo. Mas é preciso perceber que a autora também enfatizou a cruz que Cristo nos manda levar. A terceira estrofe diz:
Os caminhos maus deste mundo deixei;
Jamais neles vou seguir,
Sigo, pois Jesus, com a minha cruz,
No caminho que ao céu conduz

 Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_535.htm, que cita Brock, Clara Earle. , Conversação com a autora em cerca de 1946.

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