VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

3 de jan de 2013

SAÍDA DO EGITO


A separação e a partida dos israelitas do Egito estão bastante relacionadas com o fato de serem libertos da espada do anjo destruidor. Na mesma noite em que o sangue do cordeiro pascal foi espalhado nos umbrais das portas, os israelitas deram as costas para o Egito e seu povo, e deixaram para sempre os cenários de idolatria e escravidão. Cada elo que os havia prendido foi quebrado, e o povo estava livre para servir ao Deus vivo e verdadeiro.
Como deve ter sido majestosa e real a partida daquele país malfadado! No meio da noite, entre os gritos dos egípcios que lamentavam a morte de seus primogênitos, os israelitas foram embora rápida e silenciosamente!
“O Egito se alegrou quando eles saíram” (Sl 105.38), e o Faraó os apressou a sair do meio de seu povo. Os israelitas podiam afirmar com segurança: “O SENHOR nos tirou com mão forte do Egito, da casa da servidão” (Êx 13.14) e Aquele que os tirou dali nunca mais os levaria de volta.
A separação do cristão do mundo está intimamente ligada à sua salvação. A Bíblia fala sobre “nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai” (Gl 1.3,4).
A cruz de Cristo é a porta para fugirmos de um mundo condenado, e também é o lugar de refúgio do pecador culpado. Pela cruz, o crente é crucificado para o mundo e separado para Deus. 
Muitos não enxergam isto – ou não querem enxergar. Gabam-se da cruz como a libertação da ira vindoura, mas ignoram seu poder de separá-los do mundo. 
Sentem-se à vontade no Egito – os ímpios são seus companheiros. E apesar de falarem sobre um dia viverem no Céu, agarram-se a tudo o que puderem do mundo ou, usando uma frase popular, “querem o
melhor dos dois mundos”.
Não é “a vontade de Deus nossa Pai” que seus filhos façam alianças impuras com a sociedade. Ele falou tão claramente sobre isto que ninguém pode alegar ignorância.
(John Ritchie - Do Egito a Canaã)

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