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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

18 de mar de 2013

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 1, dia 25)

Jó 32-34


Jó 32

 (1) ENTÃO aqueles três homens cessaram de responder a Jó; porque era justo aos seus próprios olhos. (2) E acendeu-se a ira de Eliú, filho de Baraquel, o buzita, da família de Rão; contra Jó se acendeu a sua ira, porque se justificava a si mesmo, mais do que a Deus. (3) Também a sua ira se acendeu contra os seus três amigos, porque, não achando que responder, todavia condenavam a Jó. (4) Eliú, porém, esperou para falar a Jó, porquanto tinham mais idade do que ele. (5) Vendo, pois, Eliú que já não havia resposta na boca daqueles três homens, a sua ira se acendeu. (6) E respondeu Eliú, filho de Baraquel, o buzita, dizendo: Eu sou de menos idade, e vós sois idosos; receei-me e temi de vos declarar a minha opinião. (7) Dizia eu: Falem os dias, e a multidão dos anos ensine a sabedoria. (8) Na verdade, há um espírito no homem, e a inspiração do Todo-Poderoso o faz entendido. (9) Os grandes não são os sábios, nem os velhos entendem o que é direito. (10) Assim digo: Dai-me ouvidos, e também eu declararei a minha opinião. (11) Eis que aguardei as vossas palavras, e dei ouvidos às vossas considerações, até que buscásseis razões. (12) Atentando, pois, para vós, eis que nenhum de vós há que possa convencer a Jó, nem que responda às suas razões; (13) Para que não digais: Achamos a sabedoria; Deus o derrubou, e não homem algum. (14) Ora ele não dirigiu contra mim palavra alguma, nem lhe responderei com as vossas palavras. (15) Estão pasmados, não respondem mais, faltam-lhes as palavras. (16) Esperei, pois, mas não falam; porque já pararam, e não respondem mais. (17) Também eu responderei pela minha parte; também eu declararei a minha opinião. (18) Porque estou cheio de palavras; o meu espírito me constrange. (19) Eis que dentro de mim sou como o mosto, sem respiradouro, prestes a arrebentar, como odres novos. (20) Falarei, para que ache alívio; abrirei os meus lábios, e responderei. (21) Que não faça eu acepção de pessoas, nem use de palavras lisonjeiras com o homem! (22) Porque não sei usar de lisonjas; em breve me levaria o meu Criador.

Jó 33

 (1) ASSIM, na verdade, ó Jó, ouve as minhas razões, e dá ouvidos a todas as minhas palavras. (2) Eis que já abri a minha boca; já falou a minha língua debaixo do meu paladar. (3) As minhas razões provam a sinceridade do meu coração, e os meus lábios proferem o puro saber. (4) O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida. (5) Se podes, responde-me, põe em ordem as tuas razões diante de mim, e apresenta-te. (6) Eis que vim de Deus, como tu; do barro também eu fui formado. (7) Eis que não te perturbará o meu terror, nem será pesada sobre ti a minha mão. (8) Na verdade tu falaste aos meus ouvidos; e eu ouvi a voz das tuas palavras. Dizias: (9) Limpo estou, sem transgressão; puro sou, e não tenho iniqüidade. (10) Eis que procura pretexto contra mim, e me considera como seu inimigo. (11) Põe no tronco os meus pés, e observa todas as minhas veredas. (12) Eis que nisso não tens razão; eu te respondo; porque maior é Deus do que o homem. (13) Por que razão contendes com ele, sendo que não responde acerca de todos os seus feitos? (14) Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso. (15) Em sonho ou em visão noturna, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama. (16) Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução, (17) Para apartar o homem daquilo que faz, e esconder do homem a soberba. (18) Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada. (19) Também na sua cama é castigado com dores; e com incessante contenda nos seus ossos; (20) De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível. (21) Desaparece a sua carne a olhos vistos, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem. (22) E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte. (23) Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão, (24) Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate. (25) Sua carne se reverdecerá mais do que era na mocidade, e tornará aos dias da sua juventude. (26) Deveras orará a Deus, o qual se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça. (27) Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou. (28) Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz. (29) Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem, (30) Para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes. (31) Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei. (32) Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te. (33) Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.

Jó 34

 (1) RESPONDEU mais Eliú, dizendo: (2) Ouvi, vós, sábios, as minhas razões; e vós, entendidos, inclinai os ouvidos para mim. (3) Porque o ouvido prova as palavras, como o paladar experimenta a comida. (4) O que é direito escolhamos para nós; e conheçamos entre nós o que é bom. (5) Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito. (6) Apesar do meu direito sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão. (7) Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água? (8) E caminha em companhia dos que praticam a iniqüidade, e anda com homens ímpios? (9) Porque disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus. (10) Portanto vós, homens de entendimento, escutai-me: Longe de Deus esteja o praticar a maldade e do Todo-Poderoso o cometer a perversidade! (11) Porque, segundo a obra do homem, ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho. (12) Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo. (13) Quem lhe entregou o governo da terra? E quem fez todo o mundo? (14) Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego, (15) Toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó. (16) Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som da minha palavra. (17) Porventura o que odiasse o direito se firmaria? E tu condenarias aquele que é justo e poderoso? (18) Ou dir-se-á a um rei: Oh! vil? Ou aos príncipes: Oh! ímpios? (19) Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos. (20) Eles num momento morrem; e até à meia-noite os povos são perturbados, e passam, e os poderosos serão tomados não por mão humana. (21) Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos. (22) Não há trevas nem sombra de morte, onde se escondam os que praticam a iniqüidade. (23) Porque Deus não sobrecarrega o homem mais do que é justo, para o fazer ir a juízo diante dele. (24) Quebranta aos fortes, sem que se possa inquirir, e põe outros em seu lugar. (25) Ele conhece, pois, as suas obras; de noite os transtorna, e ficam moídos. (26) Ele os bate como ímpios que são, à vista dos espectadores; (27) Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos, (28) De sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos. (29) Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só, (30) Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo. (31) Na verdade, quem a Deus disse: Suportei castigo, não ofenderei mais. (32) O que não vejo, ensina-me tu; se fiz alguma maldade, nunca mais a hei de fazer? (33) Virá de ti como há de ser a recompensa, para que tu a rejeites? Faze tu, pois, e não eu, a escolha; fala logo o que sabes. (34) Os homens de entendimento dirão comigo, e o homem sábio que me ouvir: (35) Jó falou sem conhecimento; e às suas palavras falta prudência. (36) Pai meu! Provado seja Jó até ao fim, pelas suas respostas próprias de homens malignos. (37) Porque ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras.

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