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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

19 de abr de 2013

Racionalizações (I Samuel 15.1-35)

Embora tenha conhecido pessoas assim, não consegui de modo algum entender a perspectiva de Saul. Como alguém pode ser tão incompetente? Ele desobedeceu a ordem direta do Senhor ao guardar não apenas algumas coisas proibidas, mas ao apropriar-se de tudo o que tivesse algum valor.
Além de não ter bom senso, Saul não sentia vergonha. Em vez de sentir-se humilhado por sua culpa, ele levantou um monumento para si a fim de comemorar o dia. Acã pelo menos teve percepção suficiente para envergonhar-se do seu pecado. Mas não Saul! De alguma forma, ele conseguiu torcer os eventos e rearranjar os fatos para descrever-se como campeão de Deus.
A resposta de Samuel é inestimável: “Então que balido de ovelhas é esse que ouço com meus próprios ouvidos? Que mugido de bois é esse que estou ouvindo?” I Samuel 15.14).
É surpreendente como fatores simples podem atingir um coração enganador.
Vejo dois princípios eternos em ação na história de Saul, os quais merecem nossa atenção.
Primeiro: Como você termina é muito mais importante do que como começa. Ninguém sai da faculdade pensando: “Tudo bem, como posso agora fracassar?”. Nenhuma noiva ou noivo diz aos convidados: “Aproveitem a festa; isto não vai durar mais que alguns anos”. Só quando uma mulher ou um homem acaba bem é que podemos chamar essa vida de bem sucedida. Um bom começo não garante um bom fim. Os finais felizes resultam de boas escolhas e disciplina constante posta em prática durante uma vida inteira e fielmente mantida.
Segundo: A racionalização é desobediência porque recusa aceitar a verdade. Ouvi dizer que a mentira mais destrutiva é aquela que você conta a si mesmo. Racionalizar é uma forma insidiosa de auto-engano. Começa aos poucos – no geral com algo inocente – e vai torcendo devagar a mente para transmitir a verdade de maneira favorável. No final a mente auto-iludida racionaliza tudo tão vantajosa, tão automaticamente, que a pessoa não percebe como seus pensamentos e seu comportamento se tornaram absurdos. E – nunca se esqueça disso – ninguém está imune.
Dia a dia com os heróis da fé – Dr. Charles Swindoll

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