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Culto de Ação de Graças

19 de jun de 2013

AS MARCAS DO MESTRE

A extraordinária grama
O que faríamos se não existisse gramíneas no mundo? Essa família de organismos facilmente se qualifica como realeza no mundo vegetal, pois são as plantas mais úteis e necessárias aos seres humanos de todo a terra.
Claro que não estou falando da grama decorativa variada que existe por aí. São bonitas, mas nem tão necessárias. Estou falando do trigo, de onde o pão — o “sustentador da vida” — é derivado. O trigo é um tipo de grama. Pense no arroz, que alimenta quase toda a população do mundo. É uma grama. Pense também no milho, que também alimenta a população mundial. Ele também é grama. Existe, também, a aveia e coisas parecidas; tudo grama.
Sem esses cereais, como são chamados. A vida humana existiria somente em uma escala bem menor. Sem a grama, os animais não teriam pasto. No decorrer dos séculos, o homem teria de fazer tudo a pé, e carregar seus fardos, em vez de transportá-los no lombo dos animais — ou em carroças puxadas por animais.
Sem grama, não haveria cidades movimentadas, pois as cidades exigem grandes estoques de alimentos que somente os cereais oferecem. O mundo teria continuado uma agricultura de subsistência — um mundo de lavouras pequenas e pequenas vilas. A fome viveria rondando mentes e estômagos, pois só os cereais têm vida longa nas prateleiras. A civilização moderna possivelmente não existiria, pois a tecnologia é fruto da abundância.
Se estudarmos bem de perto a natureza da grama, veremos como ela é espetacular. Por exemplo, é bom para a grama servir de pasto, ou ser cortada. A maioria das plantas nasce nas pontas de seus caules, e se a ponta for cortada, a planta não cresce mais. A grama, porém, cresce a partir da base. Cortar a ponta de uma grama faz com que novas mudas apareçam dos brotos que estão na base.
Além disso, a grama ainda se beneficia das pisadas dos animais! Muitos tipos de grama se espalham a partir de mensageiros, e quando estes são cortados pelos cascos do gado, normalmente a raiz se parte, e é enterrada. Novas plantas nascem dessas novas raízes.
Existe, portanto, um relacionamento benéfico entre os animais que pastam e a grama que é pastada. Os animais enchem a barriga com folhas e caules novos, e ficam satisfeitos. A grama, por seu lado, é incentivada a se espalhar quando é cortada e pisoteada, e também é fertilizada pelo estrume dos animais.
Os carnívoros entre nós apreciam outro benefício da grama, pois sem ela não haveria gado pastando, e não haveria carne à mesa. Caçar seria a única forma de satisfazer o desejo do ser humano de comer carne.
Já corremos a lista de agradecimentos em relação à grama? De jeito nenhum! A grama também preserva o solo: quando a grama é espalhada, ela forma torrões, que absorve a chuva e impedem a erosão do solo. Repetindo, em muitas partes do mundo, móveis, barcos, casas e até canos são feitos de grama — pois bambu também é grama, e o bambu é usado na fabricação de muita coisa útil.
Somos, sim, afortunados em viver num mundo abastado de grama! Mas como isso aconteceu? Foi um acidente da natureza que deu existência à família das plantas que quase imploram para serem comidas? Absurdo! Isso é contrário a cada princípio que pode ser descoberto na natureza. Como é que em praticamente todas as variedades de plantas, o crescimento acontece pela extremidade, mas com a grama é diferente? Até parece que alguém planejou que a grama fosse boa para homens e animais.
E esse é, acreditamos, o caso. Alguém criou a grama com as características necessárias que preservam a civilização para o ser humano. Sabemos que essa pessoa é Deus. Em Gênesis, a Bíblia afirma que Deus disse: “Produza a terra relva, ervas que deem semente [...] e fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez” (Gn 1.11).
Deus também criou a grama apropriada para fogueiras — suprindo-nos com madeira para o fogo e oferecendo-nos um exemplo poderoso da fragilidade de nossos corpos físicos. “Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; mas a palavra do Senhor permanece para sempre” (1Pe 1.24,25).
Nosso tempo no mundo é curto. Mas sabemos que temos um lugar eterno. Esta também é a mensagem da Bíblia. O patriarca Jó era muito consciente disso, há milhares de anos. Ele afirmou: “Porque sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (19.25,26).
Só não sabia o nome de seu Redentor, mas nós sabemos. Seu nome é Jesus Cristo, Filho de Deus e Deus com Deus (cf. Jo 1.1; Fp 2.6, e outros). A Bíblia também diz: “O aguilhão da morte é o pecado [...]. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.56,57).
O Redentor de Jó pode ser também o seu Redentor, se você invocar o nome dele.
Old Scot
(Pulpit Helps)

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