VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

20 de jun de 2013

NÃO EXISTE “PECADINHO”

Algumas pessoas acham, sem base nenhuma, que existem pecadões e pecadinhos. Acham que alguns pecados são permitidos e outros não o são. Todo pecado é perversidade aos olhos de Deus, de acordo com sua palavra, e nenhum pecado tem permissão para acontecer. Pecar prejudica muito a nós e aos outros.
Ninguém consegue se safar das consequências do pecado. Até mesmo Moisés, um homem escolhido e ungido por Deus, e que foi o primeiro líder de Israel, pagou um alto preço pelo que considerava um “pecadinho”. Deus mandou que ele falasse com a rocha para conseguir água dali. Embora a raiva pudesse ser uma boa desculpa. Moisés bateu na pedra com sua vara, como havia feito antes, desobedecendo à ordem de falar com ela. Alguns podem achar isso um “pecadinho de nada”, mas continuou sendo desobediência à voz de Deus. Moisés não acreditou que Deus realizaria outro milagre por meio de um simples bate-papo com a rocha (Nm 20.10-12). Por causa do pecado de Moisés e do pecado de Arão, os dois irmãos nunca entraram na Terra Prometida, pela qual haviam se esforçado tanto no objetivo de levar o povo de Deus até ela.
Circunstâncias especiais não justificam nenhum pecado. Pecado continua sendo rebeldia contra Deus, não importam as circunstâncias. Certa vez o símbolo da presença de Deus, a Arca da Aliança caiu em mãos inimigas, onde ficou durante sete meses. Sempre que a arca era levada para fora de Israel, acontecia alguma destruição à cidade onde ela estava. Muito sabiamente, os infiéis perceberam que estavam sendo atormentados pelo Deus verdadeiro. A arca foi, então, devolvida rapidamente aos israelitas. Quando o povo de Deus olhou dentro da arca, talvez justificadamente, para ver se estava tudo certo, 57.000 israelitas morreram (1Sm 6.18-20). Os pagãos olharam dentro da arca, mas nada lhes aconteceu. Os filhos de Deus, aqueles que conheciam a lei de Deus, e deveriam obedecer-lhe, sofreram grande perda quando desobedeceram ao mandamento do Senhor e foram examinar o interior da arca. Apenas uma “leve” infração da lei resultou em terríveis consequências a muitas pessoas.
Os israelitas não tinham permissão para tocar na arca. Apenas os levitas tinham permissão para movê-la, e, mesmo assim seguindo um ritual apropriado. Uma vez, quando a arca estava sendo transportada, ela balançou na carroça. Uzá estendeu a mão para equilibrá-la (2Sm 6.2-7). A Bíblia diz que Deus se irou contra esse erro e matou o homem. Uau! “Mas Uzá só queria impedir que a arca caísse!”, você pode pensar. Desobediência nunca é justificável. O pecado é sempre um erro. 
Saul era rei. Uma das instruções divinas era para que ele matasse todos os amalequitas. Infelizmente, Saul teve uma ideia que achou melhor. Ele poupou a vida do rei Agague e de seus melhores rebanhos. Ele obedeceu a Deus parcialmente ao destruir todos os outros habitantes da cidade. Por causa desse “pecadinho” insignificante, Deus rejeitou Saul como rei, e em breve outro escolhido tomou seu lugar (1Sm 15.1-23). Deus deixou bem claro para Saul que seu pecado de rebeldia era equivalente aos pecados de iniquidade e idolatria. Não foi um pecadinho insignificante.
Na época em que a igreja primitiva estava passando por grande crescimento, vários cristãos ofereceram muito de seus bens para a causa de Cristo. Não receberam ordem nenhuma para agir assim; simplesmente queriam contribuir, e ver a igreja crescer. Um casal — Ananias e Safira— foi pego no fervor das ofertas. Os dois venderam uma propriedade. Parece que contaram a todo mundo que estavam entregando tudo o que haviam recebido, mas, na verdade, haviam ofertado apenas parte do dinheiro (At 5.1-10). Por causa dessa mentira, os dois morreram na hora. “Mas o dinheiro era deles, e o casal não tinha de ofertar nada!” E não tinha mesmo, porém meia mentira continua sendo uma mentira, e o pecado dos dois causou a morte deles. Uma mentirinha branca continua sendo pecado. Nenhum pecado é justificável aos olhos de Deus.
Algumas pessoas acham que alguns pecados são de grande importância, mas outros o são. A Bíblia não ensina tal coisa. Deus é um Deus santo e odeia o pecado. É verdade que a graça de Deus às vezes no poupa do merecido castigo (Rm 5.19-20;6.1,2), contudo Deus espera que deixemos de pecar contra ele. É por isso que ele nos oferece seu favor e misericórdia, embora não os mereçamos. Não receber as consequências imediatas de nosso pecado não significa que Deus está aprovando nossas atitudes.
Roubar um centavo de alguém continua sendo roubo. Trair o cônjuge “apenas” uma vez continua sendo adultério. Garantir ao policial que você não estava dirigindo acima do limite permitido continua sendo falsidade. Dizer aos seus pais que você não estava na companhia de um amigo que eles não aprovam, quando você estava, continua sendo enganação.
O pecado é indesculpável aos olhos de Deus. É verdade que quando somos salvos nossos pecados, todos eles, são perdoados — passados, presentes e futuros. Se somos salvos, não acabaremos no inferno porque continuamos pecando, mas o pecado nos separa de Deus, rouba-nos o privilégio do seu poder em nossas vidas, furta nossa alegria e, muitas vezes, provoca a ira do Senhor, e traz sérias consequências sobre nós.
Aos olhos de Deus não existe isso de “pecadinho”. Nenhum pecado é aceitável, e deve ser evitado a todo custo. Quando pecamos, devemos nos arrepender e buscar o perdão de Deus (1Jo 1.9).
(The Bible View)

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