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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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15 de out de 2013

A CRÍTICA E A AUTO-CRÍTICA


Crítica:
A crítica é uma prática que todos nós gostamos e muitas vezes caímos no erro de fazer. O que temos que entender, é que todo comentário levantado contra alguém, deve ser antes de tudo uma exortação a nós mesmo. Visto que somos tão inacabados quanto qualquer outro ser humano. (Mt.7:3-5). 
Eu defino a crítica como sendo dupla: Crítica Construtiva e Destrutiva (embora haja alguns que não concordam com essa terminologia).
Como crítica construtiva, vamos pensar no sentido de Deus usar-nos numa abordagem frança e honesta com alguém. Face a face com o objetivo de construir carácter e convicção- Mas não se esqueçam esta abordagem deve ser exclusivamente pessoal (Mt.18:15).
Como crítica destrutiva, como o próprio nome já diz, ela é tecida com a finalidade de destruir. Na maioria das vezes não é feita face a face, e nem de maneira séria e honesta. Esta tende a difamar, detonar, até mesmo desprestigiar a personalidade e o carácter de alguém, sendo que o que é visto como crítica, não tem nada a ver com a própria pessoa, e sim com algum ato da mesma, em este mereça ser criticado. Mais a avalanche se torna tão genérica que acabamos englobando até mesmo a vida pessoal, pichando não apenas o seu ministério, o qual julgamos ser censurado, como também a sua própria imagem. (Ecl.7:16).
Auto-Crítica:
É o que deveria ser comum como bom senso de vida, no cerne da igreja hoje em dia. Considero a auto-crítica como uma virtude á ser alcançada (Fl.4:12) Embora eu esteja muito aquém da sua totalidade. Contudo o pouco que tenho colocado em prática tem sido saudável para minha vida cristã. 
A auto-crítica é a capacidade de se analisar, de falar consigo mesmo (Rm.7:18 e 24a). Sei que a nossa preferência é “bancar” o psicólogo, colocar todos no divã; mais que tal, nós mesmos nos colocarmos no “divã de Deus”?
Nos prostarmos, abrindo a alma e espremendo o coração diante Dele. Fazendo uma reciclagem de tudo o que temos feito como gente até aqui; acatando os pontos positivos e considerando os negativos, levando-os à presença do Pai. Certamente vamos chegar à uma única conclusão, queridos: —Miseráveis homens (mulheres) que somos! E reconheceremos que o Senhor tem uma grande impossi-bilidade, pois Ele não pode criar nada, mais belo do que Ele mesmo!
Esta é uma área de reflexão tremenda queridos. Que Deus nos ajude a ser menos em crítica, e ter mais auto-crítica. (Ecl.7:16).
Newton Cesar

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