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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

22 de out de 2013

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 7, dia 18)

Isaías 31-33


Isaías 31

 (1) AI dos que descem ao Egito a buscar socorro, e se estribam em cavalos; e têm confiança em carros, porque são muitos; e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel, e não buscam ao SENHOR. (2) Todavia também ele é sábio, e fará vir o mal, e não retirará as suas palavras; e levantar-se-á contra a casa dos malfeitores, e contra a ajuda dos que praticam a iniqüidade. (3) Porque os egípcios são homens, e não Deus; e os seus cavalos, carne, e não espírito; e quando o SENHOR estender a sua mão, tanto tropeçará o auxiliador, como cairá o ajudado, e todos juntamente serão consumidos. (4) Porque assim me disse o SENHOR: Como o leão e o leãozinho rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra ele uma multidão de pastores, não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o SENHOR dos Exércitos descerá, para pelejar sobre o monte Sião, e sobre o seu outeiro. (5) Como as aves voam, assim o SENHOR dos Exércitos amparará a Jerusalém; ele a amparará, a livrará e, passando, a salvará. (6) Convertei-vos, pois, àquele contra quem os filhos de Israel se rebelaram tão profundamente. (7) Porque naquele dia cada um lançará fora os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que vos fabricaram as vossas mãos para pecardes, (8) E a Assíria cairá pela espada, não de poderoso homem; e a espada, não de homem desprezível, a consumirá; e fugirá perante a espada e os seus jovens serão tributários. (9) E de medo passará a sua rocha, e os seus príncipes terão pavor da bandeira, diz o SENHOR, cujo fogo está em Sião e a sua fornalha em Jerusalém.

Isaías 32

 (1) EIS que reinará um rei com justiça, e dominarão os príncipes segundo o juízo. (2) E será aquele homem como um esconderijo contra o vento, e um refúgio contra a tempestade, como ribeiros de águas em lugares secos, e como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta. (3) E os olhos dos que vêem não olharão para trás; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos. (4) E o coração dos imprudentes entenderá o conhecimento; e a língua dos gagos estará pronta para falar distintamente. (5) Ao vil nunca mais se chamará liberal; e do avarento nunca mais se dirá que é generoso. (6) Porque o vil fala obscenidade, e o seu coração pratica a iniqüidade, para usar hipocrisia, e para proferir mentiras contra o SENHOR, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento venha a ter falta de bebida. (7) Também todas as armas do avarento são más; ele maquina invenções malignas, para destruir os mansos com palavras falsas, mesmo quando o pobre chega a falar retamente. (8) Mas o liberal projeta coisas liberais, e pela liberalidade está em pé. (9) Levantai-vos, mulheres, que estais sossegadas, e ouvi a minha voz; e vós, filhas, que estais tão seguras, inclinai os ouvidos às minhas palavras. (10) Porque num ano e dias vireis a ser turbadas, ó mulheres que estais tão seguras; porque a vindima se acabará, e a colheita não virá. (11) Tremei, mulheres que estais sossegadas, e turbai-vos vós, que estais tão seguras; despi-vos, e ponde-vos nuas, e cingi com saco os vossos lombos. (12) Baterão nos peitos, pelos campos desejáveis, e pelas vinhas frutíferas. (13) Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e sarças, como também sobre todas as casas onde há alegria, na cidade jubilosa. (14) Porque os palácios serão abandonados, a multidão da cidade cessará; e as fortificações e as torres servirão de cavernas para sempre, para alegria dos jumentos monteses, e para pasto dos rebanhos; (15) Até que se derrame sobre nós o espírito lá do alto; então o deserto se tornará em campo fértil, e o campo fértil será reputado por um bosque. (16) E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. (17) E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre. (18) E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso. (19) Mas, descendo ao bosque, cairá saraiva e a cidade será inteiramente abatida. (20) Bem-aventurados vós os que semeais junto a todas as águas; e deixais livres os pés do boi e do jumento.

Isaías 33

 (1) AI de ti, despojador, que não foste despojado, e que procedes perfidamente contra os que não procederam perfidamente contra ti! Acabando tu de despojar, serás despojado; e, acabando tu de tratar perfidamente, perfidamente te tratarão. (2) SENHOR, tem misericórdia de nós, por ti temos esperado; sê tu o nosso braço cada manhã, como também a nossa salvação no tempo da tribulação. (3) Ao ruído do tumulto fugirão os povos; à tua exaltação as nações serão dispersas. (4) Então ajuntar-se-á o vosso despojo como se ajunta a lagarta; como os gafanhotos saltam, assim ele saltará sobre eles. (5) O SENHOR está exaltado, pois habita nas alturas; encheu a Sião de juízo e justiça. (6) E haverá estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; e o temor do SENHOR será o seu tesouro. (7) Eis que os seus embaixadores estão clamando de fora; e os mensageiros de paz estão chorando amargamente. (8) As estradas estão desoladas, cessou o que passava pela vereda, ele rompeu a aliança, desprezou as cidades, e já não faz caso dos homens. (9) A terra geme e pranteia, o Líbano se envergonha e se murcha; Sarom se tornou como um deserto; e Basã e Carmelo foram sacudidos. (10) Agora, pois, me levantarei, diz o SENHOR; agora me erguerei. Agora serei exaltado. (11) Concebestes palha, dareis à luz restolho; e o vosso espírito vos devorará como o fogo. (12) E os povos serão como as queimas de cal; como espinhos cortados arderão no fogo. (13) Ouvi, vós os que estais longe, o que tenho feito; e vós que estais vizinhos, conhecei o meu poder. (14) Os pecadores de Sião se assombraram, o tremor surpreendeu os hipócritas. Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? Quem dentre nós habitará com as labaredas eternas? (15) O que anda em justiça, e o que fala com retidão; o que rejeita o ganho da opressão, o que sacode das suas mãos todo o presente; o que tapa os seus ouvidos para não ouvir falar de derramamento de sangue e fecha os seus olhos para não ver o mal. (16) Este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas. (17) Os teus olhos verão o rei na sua formosura, e verão a terra que está longe. (18) O teu coração considerará o assombro dizendo: Onde está o escrivão? Onde está o que pesou o tributo? Onde está o que conta as torres? (19) Não verás mais aquele povo atrevido, povo de fala obscura, que não se pode compreender e de língua tão estranha que não se pode entender. (20) Olha para Sião, a cidade das nossas solenidades; os teus olhos verão a Jerusalém, habitação quieta, tenda que não será removida, cujas estacas nunca serão arrancadas e das suas cordas nenhuma se quebrará. (21) Mas ali o glorioso SENHOR será para nós um lugar de rios e correntes largas; barco nenhum de remo passará por ele, nem navio grande navegará por ele. (22) Porque o SENHOR é o nosso Juiz; o SENHOR é o nosso legislador; o SENHOR é o nosso rei, ele nos salvará. (23) As tuas cordas se afrouxaram; não puderam ter firme o seu mastro, e nem desfraldar a vela; então a presa de abundantes despojos se repartirá; e até os coxos dividirão a presa. (24) E morador nenhum dirá: Enfermo estou; porque o povo que habitar nela será absolvido da iniqüidade.

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