VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

24 de dez de 2013

NATAL — PRESENTE DE DEUS

A história do Natal não está confinada a uma época especial do ano. Desde o nascer da história, tem havido uma busca incessante por paz e felicidade, pois Deus colocou em cada coração um desejo que só pode ser satisfeito por ele mesmo.
Todos os anos, à época de Natal, sua beleza e mistério enchem nossas mentes e corações. A primeira festa de Natal foi organizada pelas cortes celestiais para as pessoas mais humildes da terra. Os pastores, e talvez suas ovelhas, observaram em êxtase e totalmente maravilhados enquanto a glória do Senhor iluminava o cenário.
Nenhuma língua nem caneta de qualquer pessoa que seja poderá expressar adequadamente a música maravilhosa que o Céu produziu naquela noite quando o coro celestial rompeu no palco e revelou o verdadeiro desejo de Deus para seus filhos perdidos.
E não é enternecedor saber que os anjos contaram àqueles humildes pastores onde encontrar o menino Jesus e como reconhecê-lo? Depois de acharem o Menino, os pastores não puderam se conter, e saíram espalhando a história a outras pessoas, que, por sua vez, ficaram espantadas e maravilhadas com as coisas que ouviram.
O mesmo acontece a cada nova geração. Alguns ouvem, ficam transbordando de alegria, e saem a contar aos outros. Se algo vale a pena ser preservado, devemos, então, passá-lo adiante.
Um pastor caminhava por uma estrada de terra, no estado americano de Ohio, quando ouvia uma melodiosa voz infantil, e parou para ouvir. Sabendo que estava num local de depravação, o pastor orou: “Ó, Deus, envie alguém que me leve até essa voz”.
Enquanto escutava, a porta da casa se abriu, é uma mulher esquálida o convidou:
— Entre.
— Aqui fora está bom. Mas gostaria de saber de onde vem esta voz tão doce.
— Dali, de perto da cerca — a mulher respondeu, e despareceu.
Ele passou por cima da cerca, e viu uma menina sentada no chão, conversando consigo mesma.
— Bom dia, irmãzinha — o pastor cumprimentou.
A garota levantou o rosto e perguntou se o pastor tinha tabaco.
— Não, não mastigo isso. Onde você mora?
— Ali, com a veia Sal — a menina respondeu, apontando pra um casebre.
— Ela é sua mãe?
— Não; tenho mãe, não. Nunca tive nem pai nem mãe — só a veia Sal.
O pastor disse que gostaria de conhecer a mulher. A garota chamou: “Vem cá, Sal. Tem um homem aqui querendo falá com ocê.
— Esta menina é sua? — o pastor perguntou à velha.
— Não. Só crio. Está comigo desde os dois anos.
— A senhora me daria a menina?
— Claro, mas não vale muito. Ela não consegue ficar em pé.
O pastor pediu que a velha arrumasse a mala da criança, e a resposta foi que a menina estava usando tudo o que possuía. A criança de onze anos estava imunda, era aleijada das pernas e dos pés. O pastor levou a menina até a casa de um amigo, não muito longe dali. A esposa do amigo deu banho na criança e deixou-a apresentável.
No dia seguinte, quando voltou com mais roupa, tudo que o pastor reconheceu foram os lindos olhos e a doce voz da menina.
O tempo passou, e a menina aprendeu a amar Jesus. Ela ganhou pernas artificiais, e recebeu aulas de música. Logo que completou vinte e um anos, a moça foi para as Ilhas Fiji como missionária, e, dali, foi levada para o céu alguns anos depois.
A história que os pastores ouviram encontrou abrigo no coração daquela criança, e, embora aparentemente não tivesse muito potencial, ela também foi contar aos outros a história Daquele que veio trazer paz na terra aos simples e desejosos de ouvir.
“Onde está o que nasceu Rei dos judeus? Pois vimos sua estrela.”
Muitos jovens começam a vida cheios de esperança. Viram a Luz e desejaram satisfazer seus corações. Mas, de alguma forma, perderam a visão da Luz.
Adoniran Judson, filho de um ministro do evangelho, iniciou os estudos com muitas ambições. Era um excelente aluno, mas perdeu de vista a Luz orientadora, e, em consequência, quase perdeu a vida. Na faculdade, e na universidade, Adoniram passou a admirar grandemente um jovem de ideias incrédulas. Mas Deus é fiel e cuidou de Adoniram, embora o rapaz desejasse se mudar para outra parte do país em busca de aventuras.
Adoniram morou na cidade de Nova Iorque e fez parte de uma companhia teatral, com a intenção de se firmar no grupo. Mais tarde, retornou à casa do tio, onde havia guardado seu cavalo, e iniciou outra jornada.
Na primeira noite dessa jornada, ele se hospedou em uma pensão; seu quarto era vizinho ao de um jovem que estava morrendo. Os gemidos do homem perturbaram Adoniram. Sua mente ficou angustiada, cheia de dúvidas. Será que esse homem é cristão e está preparado para morrer, ou está perdido pra sempre?Adoniram se perguntou o que o amigo ateu da faculdade diria, caso pudesse ler seus pensamentos.
Quando o dia amanheceu, Adoniram perguntou sobre o enfermo, e lhe disseram: — Está morto, pobre coitado. Foi um aluno brilhante na universidade”. Quando ouviu o nome do falecido, Adoniram entendeu que se tratava do amigo do passado. Adoniram repetiu aquele nome várias vezes, comentando: “Está perdido pra sempre”,
Naquele mesmo dia, Judson reiniciou sua jornada, só que em direção ao lar. Mais uma vez, seguiu a Luz da Estrela. Ele foi fazer o seminário teológico, e sob os cuidados de homens de Deus, Adoniram encontrou perdão para seus pecados, e não desejava mais ser famoso. Agradar a Deus era seu único objetivo na vida.
E que vida! O Monumento do Feno marca o local da pilha de feno onde Adoniram e seus amigos se reuniam para orar. O monumento se tornou a terra natal de missões nos Estados Unidos. Agora, Adoniram queria falar de Jesus e da salvação a todo mundo.
Só na eternidade conheceremos o impacto total da decisão de Judson naquela manhã, lá na pensão. Sem dúvida nenhuma, muitos em Burma, onde ele foi ser missionário, e pessoas de outros lugares, irão se levantar e chamá-lo de abençoado, dizendo: “Agradeço porque você atravessou meu caminho, pois foi você quem me falou sobre o Amigo dos pecadores”.
Dizem que o dr. B. H. Carroll, fundador do Seminário Teológico Batista de Fort Worth, Texas, foi despertado na juventude depois de ter escorregado na infidelidade, e ter sido cristão nominal antes disso.
Ele foi dispensado do Exército Confederado, por invalidez. Estava pobre e cheio de dívidas. Com o espírito profundamente amargurado, jurou nunca mais colocar os pés numa igreja. Mas sua mãe insistiu que ele a acompanhasse numa reunião fora da cidade. O culto se deu em um enorme galpão de madeira, em 1865. Carroll gostou dos cânticos, mas não da mensagem.
Ele relembrou: “Num domingo, o lugar estava lotado. Fiquei fora do salão, apoiado nas muletas, só ouvindo. Depois de o pastor ter pregado por algum tempo, ele desceu da plataforma, e me assustou ao dizer: “Você fica distante, zombando de nós que somos pessoas simples. Mas o que é que você possui?”
Carroll continuou: “Meu coração respondeu: ‘Absolutamente nada’. Como se tivesse ouvido minha resposta silenciosa, o pastor perguntou: ‘Existe neste mundo algo que valha a pena tentar e que lhe ofereça uma única promessa que seja?’
“Meu coração respondeu novamente: ‘Absolutamente nada. Tudo leva a um abismo sem fim’”.
O pastor fez o apelo, e o jovem foi à frente, mas não foi salvo naquele dia. Mais tarde, depois do último sermão da conferência, enquanto as pessoas se retiravam, algumas senhoras começaram a cantar junto ao púlpito:
Ó TERRA DE DESCANSO, POR TI SUSPIRO!
QUANDO CHEGARÁ O MOMENTO
EM QUE DESCANSAREI MINHAS ARMAS
E HABITAREI EM PAZ NO CÉU?
De repente, as palavras de Jesus atravessaram a mente de Carroll: “Vinde a mim, todos vós cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei”. Naquele momento, o descanso tomou conta de sua alma, e permaneceu pelo resto da vida.
Gostamos de cumprimentar familiares e amigos com um “Feliz natal”, porém, a não ser que abramos espaço para Jesus em nossos corações, possivelmente o Natal será uma coisa vazia. Jesus está à porta do seu coração, esperando ser convidado para entrar. “Se alguém abrir a porta, entrarei, e cearei com ele e ele comigo.”
Neste ano, vamos nos empenhar em compartilhar a história do Natal com outras pessoas e, assim, iluminar o canto onde vivemos.
Elbert Ison
(Sword of the Lord)

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