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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

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Culto de Ação de Graças

22 de mar de 2014

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 11, dia 17)

Atos  24-26
 
Atos  24
 
  (1) E, CINCO dias depois, o sumo sacerdote Ananias desceu com os anciãos, e um certo Tértulo, orador, os quais compareceram perante o presidente contra Paulo. (2) E, sendo chamado, Tértulo começou a acusá-lo, dizendo: Visto como por ti temos tanta paz e por tua prudência se fazem a este povo muitos e louváveis serviços, (3) Sempre e em todo o lugar, ó potentíssimo Félix, com todo o agradecimento o queremos reconhecer. (4) Mas, para que não te detenha muito, rogo-te que, conforme a tua eqüidade, nos ouças por pouco tempo. (5) Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos; (6) O qual intentou também profanar o templo; e nós o prendemos, e conforme a nossa lei o quisemos julgar. (7) Mas, sobrevindo o tribuno Lísias, no-lo tirou de entre as mãos com grande violência, (8) Mandando aos seus acusadores que viessem a ti; e dele tu mesmo, examinando-o, poderás entender tudo o de que o acusamos. (9) E também os judeus consentiam, dizendo serem estas coisas assim. (10) Paulo, porém, fazendo-lhe o presidente sinal que falasse, respondeu: Porque sei que já vai para muitos anos que desta nação és juiz, com tanto melhor ânimo respondo por mim. (11) Pois bem podes saber que não há mais de doze dias que subi a Jerusalém a adorar; (12) E não me acharam no templo falando com alguém, nem amotinando o povo nas sinagogas, nem na cidade. (13) Nem tampouco podem provar as coisas de que agora me acusam. (14) Mas confesso-te isto que, conforme aquele Caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas. (15) Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos. (16) E por isso procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens. (17) Ora, muitos anos depois, vim trazer à minha nação esmolas e ofertas. (18) Nisto me acharam já santificado no templo, não em ajuntamentos, nem com alvoroços, uns certos judeus da Ásia, (19) Os quais convinha que estivessem presentes perante ti, e me acusassem, se alguma coisa contra mim tivessem. (20) Ou digam estes mesmos, se acharam em mim alguma iniqüidade, quando compareci perante o conselho, (21) A não ser estas palavras que, estando entre eles, clamei: Hoje sou julgado por vós acerca da ressurreição dos mortos. (22) Então Félix, havendo ouvido estas coisas, lhes pôs dilação, dizendo: Havendo-me informado melhor deste Caminho, quando o tribuno Lísias tiver descido, então tomarei inteiro conhecimento dos vossos negócios. (23) E mandou ao centurião que o guardasse em prisão, tratando-o com brandura, e que a ninguém dos seus proibisse servi-lo ou vir ter com ele. (24) E alguns dias depois, vindo Félix com sua mulher Drusila, que era judia, mandou chamar a Paulo, e ouviu-o acerca da fé em Cristo. (25) E, tratando ele da justiça, e da temperança, e do juízo vindouro, Félix, espavorido, respondeu: Por agora vai-te, e em tendo oportunidade te chamarei. (26) Esperando ao mesmo tempo que Paulo lhe desse dinheiro, para que o soltasse; pelo que também muitas vezes o mandava chamar, e falava com ele. (27) Mas, passados dois anos, Félix teve por sucessor a Pórcio Festo; e, querendo Félix comprazer aos judeus, deixou a Paulo preso.
 
Atos  25
 
  (1) ENTRANDO, pois, Festo na província, subiu dali a três dias de Cesaréia a Jerusalém. (2) E o sumo sacerdote e os principais dos judeus compareceram perante ele contra Paulo, e lhe rogaram, (3) Pedindo como favor contra ele que o fizesse vir a Jerusalém, armando ciladas para o matarem no caminho. (4) Mas Festo respondeu que Paulo estava guardado em Cesaréia, e que ele brevemente partiria para lá. (5) Os que, pois, disse, dentre vós, têm poder, desçam comigo e, se neste homem houver algum crime, acusem-no. (6) E, havendo-se demorado entre eles mais de dez dias, desceu a Cesaréia; e no dia seguinte, assentando-se no tribunal, mandou que trouxessem Paulo. (7) E, chegando ele, rodearam-no os judeus que haviam descido de Jerusalém, trazendo contra Paulo muitas e graves acusações, que não podiam provar. (8) Mas ele, em sua defesa, disse: Eu não pequei em coisa alguma contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César. (9) Todavia Festo, querendo comprazer aos judeus, respondendo a Paulo, disse: Queres tu subir a Jerusalém, e ser lá perante mim julgado acerca destas coisas? (10) Mas Paulo disse: Estou perante o tribunal de César, onde convém que seja julgado; não fiz agravo algum aos judeus, como tu muito bem sabes. (11) Se fiz algum agravo, ou cometi alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; mas, se nada há das coisas de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles; apelo para César. (12) Então Festo, tendo falado com o conselho, respondeu: Apelaste para César? para César irás. (13) E, passados alguns dias, o rei Agripa e Berenice vieram a Cesaréia, a saudar Festo. (14) E, como ali ficassem muitos dias, Festo contou ao rei os negócios de Paulo, dizendo: Um certo homem foi deixado por Félix aqui preso, (15) Por cujo respeito os principais dos sacerdotes e os anciãos dos judeus, estando eu em Jerusalém, compareceram perante mim, pedindo sentença contra ele. (16) Aos quais respondi não ser costume dos romanos entregar algum homem à morte, sem que o acusado tenha presentes os seus acusadores, e possa defender-se da acusação. (17) De sorte que, chegando eles aqui juntos, no dia seguinte, sem fazer dilação alguma, assentado no tribunal, mandei que trouxessem o homem. (18) Acerca do qual, estando presentes os acusadores, nenhuma coisa apontaram daquelas que eu suspeitava. (19) Tinham, porém, contra ele algumas questões acerca da sua superstição, e de um tal Jesus, morto, que Paulo afirmava viver. (20) E, estando eu perplexo acerca da inquirição desta causa, disse se queria ir a Jerusalém, e lá ser julgado acerca destas coisas. (21) E, apelando Paulo para que fosse reservado ao conhecimento de Augusto, mandei que o guardassem até que o envie a César. (22) Então Agripa disse a Festo: Bem quisera eu também ouvir esse homem. E ele disse: Amanhã o ouvirás. (23) E, no dia seguinte, vindo Agripa e Berenice, com muito aparato, entraram no auditório com os tribunos e homens principais da cidade, sendo trazido Paulo por mandado de Festo. (24) E Festo disse: Rei Agripa, e todos os senhores que estais presentes conosco; aqui vedes um homem de quem toda a multidão dos judeus me tem falado, tanto em Jerusalém como aqui, clamando que não convém que viva mais. (25) Mas, achando eu que nenhuma coisa digna de morte fizera, e apelando ele mesmo também para Augusto, tenho determinado enviar-lho. (26) Do qual não tenho coisa alguma certa que escreva ao meu senhor, e por isso perante vós o trouxe, principalmente perante ti, ó rei Agripa, para que, depois de interrogado, tenha alguma coisa que escrever. (27) Porque me parece contra a razão enviar um preso, e não notificar contra ele as acusações.
 
Atos  26  
 
 (1) DEPOIS Agripa disse a Paulo: É permitido que te defendas. Então Paulo, estendendo a mão em sua defesa, respondeu: (2) Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, de que perante ti me haja hoje de defender de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus; (3) Mormente sabendo eu que tens conhecimento de todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso te rogo que me ouças com paciência. (4) Quanto à minha vida, desde a mocidade, como decorreu desde o princípio entre os da minha nação, em Jerusalém, todos os judeus a conhecem, (5) Sabendo de mim desde o princípio (se o quiserem testificar), que, conforme a mais severa seita da nossa religião, vivi fariseu. (6) E agora pela esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais estou aqui e sou julgado. (7) À qual as nossas doze tribos esperam chegar, servindo a Deus continuamente, noite e dia. Por esta esperança, ó rei Agripa, eu sou acusado pelos judeus. (8) Pois quê? julga-se coisa incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos? (9) Bem tinha eu imaginado que contra o nome de Jesus Nazareno devia eu praticar muitos atos; (10) O que também fiz em Jerusalém. E, havendo recebido autorização dos principais dos sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles. (11) E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui. (12) Sobre o que, indo então a Damasco, com poder e comissão dos principais dos sacerdotes, (13) Ao meio-dia, ó rei, vi no caminho uma luz do céu, que excedia o esplendor do sol, cuja claridade me envolveu a mim e aos que iam comigo. (14) E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões. (15) E disse eu: Quem és, Senhor? E ele respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; (16) Mas levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para te pôr por ministro e testemunha tanto das coisas que tens visto como daquelas pelas quais te aparecerei ainda; (17) Livrando-te deste povo, e dos gentios, a quem agora te envio, (18) Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim. (19) Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial. (20) Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento. (21) Por causa disto os judeus lançaram mão de mim no templo, e procuraram matar-me. (22) Mas, alcançando socorro de Deus, ainda até ao dia de hoje permaneço dando testemunho tanto a pequenos como a grandes, não dizendo nada mais do que o que os profetas e Moisés disseram que devia acontecer, (23) Isto é, que o Cristo devia padecer, e sendo o primeiro da ressurreição dentre os mortos, devia anunciar a luz a este povo e aos gentios. (24) E, dizendo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz: Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar. (25) Mas ele disse: Não deliro, ó potentíssimo Festo; antes digo palavras de verdade e de um são juízo. (26) Porque o rei, diante de quem também falo com ousadia, sabe estas coisas, pois não creio que nada disto lhe é oculto; porque isto não se fez em qualquer canto. (27) Crês tu nos profetas, ó rei Agripa? Bem sei que crês. (28) E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão! (29) E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias. (30) E, dizendo ele isto, levantou-se o rei, o presidente, e Berenice, e os que com eles estavam assentados. (31) E, apartando-se dali falavam uns com os outros, dizendo: Este homem nada fez digno de morte ou de prisões. (32) E Agripa disse a Festo: Bem podia soltar-se este homem, se não houvera apelado para César. 

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