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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

17 de abr de 2014

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 12, dia 12)

Hebreus  8-11

Hebreus  8

 (1) ORA, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, (2) Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem. (3) Porque todo o sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; por isso era necessário que este também tivesse alguma coisa que oferecer. (4) Ora, se ele estivesse na terra, nem tampouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei, (5) Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou. (6) Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas. (7) Porque, se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda. (8) Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança, (9) Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor. (10) Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo; (11) E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior. (12) Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais. (13) Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.

Hebreus  9

 (1) ORA, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre. (2) Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candelabro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o santuário. (3) Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o santo dos santos, (4) Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança; (5) E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente. (6) Ora, estando estas coisas assim preparadas, a todo o tempo entravam os sacerdotes no primeiro tabernáculo, cumprindo os serviços; (7) Mas, no segundo, só o sumo sacerdote, uma vez no ano, não sem sangue, que oferecia por si mesmo e pelas culpas do povo; (8) Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo, (9) Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço; (10) Consistindo somente em comidas, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correção. (11) Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, (12) Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. (13) Porque, se o sangue dos touros e bodes, e a cinza de uma novilha esparzida sobre os imundos, os santifica, quanto à purificação da carne, (14) Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo? (15) E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna. (16) Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador. (17) Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive? (18) Por isso também o primeiro não foi consagrado sem sangue; (19) Porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo, e aspergiu tanto o mesmo livro como todo o povo, (20) Dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado. (21) E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério. (22) E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. (23) De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. (24) Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; (25) Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; (26) De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. (27) E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, (28) Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.

Hebreus  10

 (1) PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. (2) Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado. (3) Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados, (4) Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. (5) Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste; (6) Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. (7) Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade. (8) Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei). (9) Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. (10) Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. (11) E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; (12) Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, (13) Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. (14) Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. (15) E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: (16) Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: (17) E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. (18) Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado. (19) Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, (20) Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, (21) E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, (22) Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, (23) Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. (24) E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, (25) Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (26) Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, (27) Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. (28) Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. (29) De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? (30) Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. (31) Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo. (32) Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições. (33) Em parte fostes feitos espetáculo com vitupérios e tribulações, e em parte fostes participantes com os que assim foram tratados. (34) Porque também vos compadecestes das minhas prisões, e com alegria permitistes o roubo dos vossos bens, sabendo que em vós mesmos tendes nos céus uma possessão melhor e permanente. (35) Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. (36) Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. (37) Porque ainda um pouquinho de tempo, E o que há de vir virá, e não tardará. (38) Mas o justo viverá pela fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. (39) Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma.

Hebreus  11

 (1) ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (2) Porque por ela os antigos alcançaram testemunho. (3) Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. (4) Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala. (5) Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. (6) Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. (7) Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé. (8) Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. (9) Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. (10) Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus. (11) Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido. (12) Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar. (13) Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. (14) Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria. (15) E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar. (16) Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade. (17) Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. (18) Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar; (19) E daí também em figura ele o recobrou. (20) Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, no tocante às coisas futuras. (21) Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão. (22) Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos. (23) Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei. (24) Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, (25) Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; (26) Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. (27) Pela fé deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível. (28) Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse. (29) Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios, se afogaram. (30) Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias. (31) Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias. (32) E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas, (33) Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, (34) Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos. (35) As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; (36) E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. (37) Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (38) (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra. (39) E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, (40) Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados.

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