VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
..........................................Sociedade Feminina -...................19:30hs.
QUARTA:.....................Culto de Oração -.........................19:30hs.
SÁBADO:......................Projeto Boas Novas -..................15:30hs.
..........................................Culto da Mocidade -....................19:30hs.
DOMINGO:..................Escola Bíblica Dominical -..........08:00hs.
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Culto de Ação de Graças

8 de set de 2014

TRÊS GRANDES VERDADES

Texto: João 12:44-48
Introdução: Temos expressa, no versículo 44, a majestade de Cristo em toda a sua beleza e explendor. E a primeira verdade que extraímos do mesmo é que:
I. Jesus é Deus
Quem crê em mim, não crê em mim, mas naquele que me enviou”.
Quando, no fim do seu ministério, Jesus declarou aos seus discípulos “Credes em Deus, crede também em mim”, Ele não se considerava, está claro, um mero homem, nem um simples profeta, mas “O Verbo que se fêz carne e habitou entre os homens”.
O apóstolo João, a Seu respeito, dá o seguinte testemunho: “E vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
Indiscutivelmente essas palavras atestam, de modo inequívoco e com muita clareza, a divindade de Jesus. Deus foi manifesto em Cristo, e Cristo revelou a Deus: “Quem me vê, vê aquele que me enviou.”
Qualquer criatura que entrega a sua vida a Jesus não a confia à mãos humanas e frágeis, porém ao Todo-Poderoso, Àquele que disse: “É me dado todo o poder nos céus e na terra.
Por conseguinte, todo homem que vai a Ele está seguro. Ninguém o arrebatará das Suas mãos.
Agora, perguntamos: Quem poderá arrancar uma alma das mãos de Deus? Ninguém!
Isto é confortador, alegra-nos e enche-nos da certeza de que nosso futuro não está oscilando em mãos duvidosas, e, sim firmado nas do Senhor dos exércitos, do Criador do Universo, do bendito Filho de Deus, ou do próprio Deus.
O verso seguinte expõe outra verdade, que,
II. Jesus é a Luz que Ilumina o Coração
Eu, que sou a luz, vim ao mundo a fim de todo o que crê em mim não permaneça nas trevas.
Já o profeta Isaías havia dito que “Sobre os que habitavam na região da sombra da morte, resplandeceu a luz.” O homem que é iluminado pela luz vivificante de Cristo não errará o caminho para o céu. Ele não só achará o entendimento, como também o coração e a vontade. Esclarece o entendimento, para compreendê-lo; o coração, para amá-lo; e a vontade, para aceitá-lo.
Alguém jamais se voltou para Ele, que não fosse banhado de luz - luz espiritual, vitalizante e eterna.
Assim como todo o que se volta para o sol recebe luz e calor, assim toda alma que se volve para Cristo recebe luz salvadora e é beneficiada com o santo calor do seu divino Espírito. A vida que Jesus ilumina reflete, conseqüentemente Sua luz.
Ele mesmo afirmou: “Quem crê em mim não permanece em trevas.
Seja, pois, Jesus Cristo a vossa luz, a luz do vosso coração.
Ainda se nos depara, nos dois versículos finais, outra grandiosa verdade:
III. Jesus Apregoa um Juízo Final Inevitável.
Quem me despreza e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a palavra que eu falei, essa o julgará.
Sim, não podemos fugir à realidade de um julgamento final. Se os homens reconhecem a necessidade de um ajuste de contas entre eles, com mais razão Deus deve ajustar as suas contas com os homens.
Paulo diz: “Todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo houver feito por meio de corpo, bem ou mal.
Declara mais que há “determinado um dia para julgar os segredos dos homens, conforme o seu evangelho”, dia que será anunciado com estrepitoso alarme:
Porque a última trombeta soará, e os mortos levantar-se-ão da sepultura revestidos de incorruptibilidade.” E nós, os que estivermos vivos, seremos  transformados. O dito apóstolo elucida o fato nessas palavras:
Os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamento com eles.
Pois bem. Todos os mortais, quaisquer que sejam os seus nomes, raças e idiomas, apresentar-se-ão perante Cristo, para responder pela sua incredulidade, pelo seu descaso, seu desprezo e por tudo quanto praticaram à luz da sua consciência, da pregação e sob a paciência de Deus.
Este é o motivo de o Salvador dizer: “Aquele que me despreza e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a palavra que falei, essa julgará.
Conclusão: Oh! que a idéia de um juízo vindouro possa exercer poderosa influência em vossa convicção religiosa! Falemos e precedamos como quem espera ser julgado inevitavelmente por Aquele que veio ao mundo para nos iluminar a vida.
Pr. Ivanildo Eufrásio da Costa

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