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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

7 de mai de 2015

Devocional Boa Semente 07/05/2015

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento (Lucas 15:7).

DEUS SE ALEGRA POR UM

Será que a proporção está certa aqui? Será que a alegria pode ser maior por um único pecador que se volta a Deus do que por 99 justos?

Essa declaração é entendida quando temos em mente que “o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10). Quando ele fala aqui sobre um pecador arrependido, isso significa que tal pessoa reconheceu a própria perdição e se rendeu ao Senhor. Os “justos” não são o grupo alvo do coração do Senhor Jesus. E por que deveriam ser? Porque pecadores que se consideram “justos” não sentem qualquer necessidade de arrependimento. Afinal, eles acham que fazem boas obras, são corretos, religiosos, respeitam o próximo e, portanto, para quê se arrepender do certo? A graça de Deus não tem valor para esse tipo de gente. O trágico é que o Senhor sabe que “pessoas boas” não existem, pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).

Quem sabe que precisa de arrependimento anseia por graça e perdão. Na parábola do filho pródigo, o pai afirma: “Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se” (Lucas 15:32).

Nós estávamos “mortos em ofensas e pecados”, mas ele “nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)”, e “nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2:1 e 5-6).

É por isso que Deus se alegra tanto: porque pelo sacrifício de seu Filho, os mortos recebem vida!

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