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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

21 de mar de 2013

Três homens em três cruzes

A crucificação de três homens fora da cidade de Jerusalém mudou o curso da história do mundo. Os executores lhes cravaram pregos através dos pulsos e os tornozelos e os deixaram esperando a morte. Ainda hoje, mais de dois mil anos depois, o mundo fala sobre aquelas mortes.
Alguém escreveu: “Um homem morreu sentindo-se culpado e com a culpa sobre si. Outro morreu como pecador, mas sem a culpa sobre si. O terceiro morreu com culpa sobre si, sem ser culpado.” Junto a esta citação, faço uma descrição simples e profunda de algumas diferenças entre essas mortes.
O primeiro dos ladrões recebeu a punição merecida. Ele foi condenado por um juiz, mas parece ter morrido com raiva; desi mesmo por ter sido pego; do juiz que o sentenciou, e talvez de todos os que o decepcionaram na vida. Ele parecia estar furioso com o homem chamado Jesus, que estava ao seu lado, pendurado como criminoso, sem salvar a si e aos outros da morte, mesmo afirmando ser a luz e a esperança do mundo (Lucas 23:39).
O outro ladrão, no início, se juntou aos outros que insultavam Jesus (Mateus 27:37-44). Mas mudou seu coração e disse ao primeiro ladrão: “Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. […] Jesus lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:40-43).
Essas palavras demonstram que o perdão e a vida eterna são dados a todos os que creem em Jesus para o perdão dos pecados. Três homens em três cruzes Somente a fé em Cristo determina o nosso destino eterno (João 3:16-18; Atos 16:31; Romanos 4:5; Efésios 2:8-9; Tito 3:5).
O segundo ladrão demonstrou o que é necessário para ser da família de Deus e em resposta a essa simples expressão de fé, Jesus lhe perdoou. O segundo ladrão morreu como pecador, mas sem a culpa sobre si. Deus colocou a culpa deste ladrão sobre Jesus, que levou sobre si o pecado do mundo naquele dia.
Mas três dias depois, Jesus ressuscitou para mostrar que a Sua morte não fora um erro. As marcas no corpo de Jesus deram a todos os discípulos as evidências para crerem que Ele tinha morrido por suas vidas. Esta também é a nossa história, estávamos lá, pois Deus tomou o nosso lugar, suportando nossos pecados. E a nossa resposta será como a do primeiro ou do segundo ladrão?
A fé faz diferença. Se você ainda não tem essa fé, mas quer tê-la, peça a Deus. Você não será o primeiro a clamar, “…Ajuda- -me na minha falta de fé!” (Marcos 9:24).
Pai Celeste, obrigado por ajudar-nos a ver que esta é a Tua história. No sofrimento do Teu Filho, vemos o Teu sofrimento e o Teu amor por nós. Na morte de Jesus, vemos o pagamento pelos nossos erros, e a tua oferta de perdão. Na ressurreição de Jesus vemos a garantia de que o Senhor está completamente satisfeito com o preço que Jesus pagou por nós.
E Pai, obrigado por também nos ajudar a ver que esta é a nossa história. No primeiro ladrão, vemos nosso primeiro desejo de odiar, rejeitar Teu amor, deixar nossa raiva nos afastar de ti e dos outros. Obrigado por tocar nossos corações, pois desta maneira podemos nos ver como o segundo ladrão, que caiu em si antes de ser tarde demais.
—Mart DeHaan

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