VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
..........................................Sociedade Feminina -...................19:30hs.
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DOMINGO:..................Escola Bíblica Dominical -..........08:00hs.
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Culto de Ação de Graças

16 de ago de 2014

O PRÊMIO DO PASTORADO

1 Pedro 5.2-4
O propósito da mensagem: Já que a  maioria de nós somos companheiros de ministério, precisamos uns dos outros. Nosso trabalho é único em responsabilidade, exigências, tristezas e alegrias. O objetivo desta mensagem é encorajar e desafiar vocês.
Como pastores, nossa vocação é a mais nobre entre todas. Ser pastor não significa pesquisar um número de profissões e decidir-se pelo pastorado. Este trabalho envolve o chamado de Deus e a submissão do homem. O pastor não prega só porque tem que dizer alguma coisa; ele prega porque tem alguma coisa a dizer.
Talvez alguns entre nós estejam fatigados pelo trabalho. Outros estão desiludidos, decepcionados com pessoas em quem confiavam ou se tornaram cépticos por causa das inconstâncias da vida eclesiástica. Quem sabe um pastor mais jovem tenha começado seu ministério com grandes expectativas, mas a novidade perdeu o brilho por causa politicagem religiosa. O que a maioria de nós precisamos é um encontro estimulante e uma experiência mais profunda com Jesus Cristo.
Consideremos alguns aspectos do trabalho pastoral.
I. O PRIVILÉGIO DO PASTORADO
Servir ao Senhor, seja em que categoria for, é uma grande honra — Salmo 84.10. Compartilhar a Palavra de Deus é uma honra especial. Em 1 Pedro 5.2-3 descobrimos três tarefas que o pastor deve realizar.
A. Alimentar o rebanho. Que privilégio é poder colocar-se diante de nossa congregação e apresentar-lhe uma mensagem nova, vinda de Deus!
1 Coríntios 9.16. As palavras do escritor Vance Havner parecem apropriadas: “Ai do pregador que se acostuma a encarar almas e corações famintos aos domingos pela manhã! Há muitos dramas concentrados em qualquer reunião dominical; drama suficiente para encher uma prateleira de livros. Quanto sofrimento e desilusões se escondem nas roupas de domingo! Pregar é uma atividade emocionante. Talvez haja um Samuel ou um Daniel sentado nos bancos da igreja; pode haver um João Batista preparando-se para ser a voz que clama no deserto. Nunca faça pouco caso de sua igreja, mesmo que seja pequena e inexpressiva.
Alimente o rebanho! 2 Timóteo 4.2 - - “Pregue a Palavra”. O dr. John Hall afirmou: “Nenhum pastor terá vivido em vão se as seguintes palavras puderem ser escritas em seu túmulo: ‘Ele fez o povo entender a Bíblia’”.
Uma boa definição de pregação é encontrada em Neemias 8.8: “E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse”.
John Ruskin descreveu a tarefa da pregação do seguinte modo: “É quando homens e mulheres chegam exaustos dos afazeres da semana, e um homem enviado com uma mensagem, que significa vida ou morte, tem apenas 30 minutos para alcançar o coração de cada um em particular ... para convencê-los de suas fraquezas, fazê-los se envergonhar de seus pecados, avisá-los do perigo à frente ... 30 minutos para ressuscitar um morto”.
B. Apascentar o rebanho - - 1 Pedro 5.2: “... tendo cuidado dele...” (como um pastor cuida de suas ovelhas).
O privilégio do pastorado permite que conheçamos nosso rebanho intimamente. Dividimos as alegrias de uma vida que nasce num parto; a alegria do amor durante as preparações de um casamento; a alegria do nascer de novo. Quando surgem problemas, temos o privilégio de ajudar nosso povo a encontrar soluções. Somos os primeiros a ser chamados quando há tragédia e morte.
C. Seja um exemplo para o rebanho — 1 Pedro 5.3
Em 1 Coríntios 11.1, Paulo escreve: “Sede meus imitadores, como também sou de Cristo”. As igrejas precisam de líderes que sejam servos e de servos que sejam líderes! O apelo constante da Bíblia é para que o povo de Deus tenha a mente de Cristo. O coração de Jesus estava no povo! Ao olhar as multidões, Jesus via mais do que os disfarces e as máscaras que usavam. Ele via seus sofrimentos, frustrações, medos e necessidades. Para ficarmos mais parecidos com Cristo, precisamos ter mais compaixão por nosso rebanho, cuidar mais dele e entendê-lo melhor. João 13.35: “Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”.
O pastor pode ter muito estudo, habilidade e requinte; seu escritório pode estar coberto de diplomas; ele pode fazer sermões empolgantes, e ainda assim ser mal sucedido — se não tiver amor pela igreja.
II. O PREÇO DO PASTORADO — Hebreus 13.17
A. O pastor será responsabilizado
Um dia ele vai ter que prestar contas de sua vida e de seu trabalho. Nem sempre é fácil manter um espírito amoroso e gentil. Temos que lidar com diversos tipos de pessoas, tais como:
Joana Fofoqueira, que se propôs a colocar lenha na fogueira.
Francisco Arroz-de Festa, que é tão comprometido com o trabalho de Deus quanto um piloto kamikaze em sua décima nona missão.
Cida Mão-de-Vaca, sempre se opondo a novas idéias.
João Saduceu, aquele que ora assim: “Senhor, se vai haver uma faísca de reavivamento nesta reunião, por favor, jogue água nela”.
B. O pastor é vulnerável
Toda vez que damos uma chance para o amor, também damos uma chance para o sofrimento. O clássico exemplo disto encontra-se em 1 Samuel 30.1-6. Davi e seus soldados voltaram da batalha e encontraram o acampamento queimado, e descobriram que suas mulheres e filhos tinham sido levados cativos. Davi e os soldados foram consumidos pelo sofrimento. “Muito se angustiou”. Os homens falaram em apedrejar Davi! Ele reagiu do modo que deveríamos: “se esforçou no Senhor seu Deus”. Precisamos sempre nos lembrar que Deus não se esqueceu de nós nem nos abandonou.
C. O pastor é suscetível
Nunca se esqueça de que você é humano e fraco. O medo de Paulo em 1 Coríntios 9.27 era de fracassar. Jeremias 17.9 afirma: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso...”; 2 Coríntios 4.7: “Temos este tesouro em vasos de barro”.
III. OS SOFRIMENTOS DO PASTORADO
Se o pastor literal tem problemas com as ovelhas, o pastor espiritual tem ainda mais, pois lida com seres humanos. Em 2 Coríntios 11.27-28 observamos algumas pinceladas dos sofrimentos experimentados pelo apóstolo Paulo.

  • Atos 20.19: “Servindo ao Senhor com toda humildade, e com muitas lágrimas
  • Atos 20.31: “... não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas
  • 2 Coríntios 2.4: “... em muita tribulação e angústia do coração vos escrevi, com muitas lágrimas
  • Filipenses 3.18: “... e agora também digo, chorando

É doloroso perceber que nossos conselhos são recebidos com desprezo. É triste ver pessoas se desencaminhando ou insistindo em nunca tomar uma posição sobre nada (sabemos que o meio da estrada é lugar para faixas amarelas e animais atropelados). No entanto, precisamos continuar amando essas pessoas. É sempre cedo demais para desistir. A tarefa que Deus nos deu é imensa e interminável.
Não nos esqueçamos de que nosso objetivo principal é ganhar para Cristo as almas perdidas. Nosso trabalho não é construir chiqueiros mais confortáveis em países longínquos, mas levar o pródigo de volta para Deus.
Conta-se que o general Stonewall Jackson precisava atravessar um rio com seu exército, durante a noite, e ordenou aos engenheiros que providenciassem uma passagem para a artilharia e as carroças.
O general chamou o chefe da caravana, que era ferreiro, e deu-lhe instruções para que atravessasse as carroças o mais depressa possível.
Os engenheiros começaram a planejar uma ponte, usando toda sua capacidade e experiência. Tudo que o ferreiro sabia era que alguma coisa precisava ser feita. Assim, ele juntou alguns homens e fez uma ponte precária com pedras, troncos e pedaços de madeira.
Bem de madrugada, o ferreiro acordou o general Jackson e informou: “Senhor, já atravessamos todas as carroças para o outro lado do rio. O general perguntou, surpreso: “Onde estão os engenheiros?” O ferreiro respondeu: “Estão lá numa barraca, projetando uma ponte”. Façamos o trabalho, e pronto!
IV. O PREÇO DO PASTORADO — 1 Pedro 5.4
Um dia, o homem de Deus, no lugar onde Deus o colocou, sob as circunstâncias de Deus, fazendo o trabalho de Deus, receberá uma recompensa incorruptível das mãos de Jesus Cristo, o Sumo Pastor.
No entanto, ainda nesta vida, temos alegrias no serviço do Mestre e experimentamos sua presença e recebemos sua ajuda. Por exemplo:
Alegria quando uma criança aponta para nós e orgulhosamente anuncia: “Aquele homem lá é o meu pastor!”
…quando os jovens agradecem porque os ajudamos em momentos decisivos.
…quando os pais agradecem porque os ajudamos a orientar seus filhos.
…quando vemos pessoas a quem evangelizamos aceitarem a Cristo.
…experimentamos a ventura de saber que estamos nas mãos de Deus e no lugar onde ele nos colocou.
Quando temos todas estas coisas, não precisamos nos valer de politicagem; nem de dar jeitinhos; nem de contatos importantes; nem pedir que alguém nos apadrinhe para obtermos uma posição mais alta. Se você está no lugar onde Deus o quer, fazendo a vontade dele, o que mais pode desejar?
Que imensa alegria sentiremos quando virmos Jesus face a face e nos colocarmos diante dele! Pastor, continue olhando para o alto! A alegria vem ao amanhecer! Tito 2.13.
Pense nas palavras de Charles Gabriel: “Quando todos os meus labores e provações terminarem, e eu estiver seguro naquela linda praia, só de estar perto do querido Senhor, a quem adoro, será, para todo o sempre, glória para mim.
Quando por sua graça, eu olhar seu rosto, isso será glória para mim!
Pr. Charles Swilling
(Sounding Out the Word)

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