VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
..........................................Sociedade Feminina -...................19:30hs.
QUARTA:.....................Culto de Oração -.........................19:30hs.
SÁBADO:......................Projeto Boas Novas -..................15:30hs.
..........................................Culto da Mocidade -....................19:30hs.
DOMINGO:..................Escola Bíblica Dominical -..........08:00hs.
..........................................Culto Oficial -..............................19:00 hs.

Culto de Ação de Graças

31 de mar de 2013

O dia sem nome

Leitura: Romanos 8:18-25

Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos. Romanos 8:25

Em um bosque onde há carvalhos com mais de 150 anos, há o cemitério de uma igreja, onde está enterrada uma mulher em cuja lápide há apenas uma palavra gravada: “Esperando”.
Uma amiga minha conhece um pastor idoso que proferiu um sermão inspirador na Sexta-feira Santa intitulado: “É sexta--feira, mas o domingo está chegando.” Numa cadência que cresceu em ritmo e volume, o sermão contrastou a situação do mundo na sexta-feira — quando parecia que as forças malignas haviam triunfado — com a situação do domingo da Páscoa. Os discípulos que sobreviveram àqueles dias nunca mais duvidaram de Deus. Eles aprenderam que quando Deus parece mais ausente, Ele na verdade está mais próximo do que jamais esteve.
Apesar disso, o sermão não mencionou um dia — sábado — aquele dia sem nome. O que os discípulos viveram em escala menor, nós o experimentamos em escala universal. É sábado no planeta Terra; será que o domingo algum dia chegará?
Aquela sexta-feira escura no Gólgota pode ser chamada santa pelo que aconteceu no domingo. A Páscoa causou uma ruptura no universo que despencava rumo à decadência. E algum dia Deus ampliará o milagre da Páscoa em escala universal.
Enquanto isso, nós aguardamos com esperançosa expectativa, vivendo nossas vidas, no sábado — um dia sem destaque.
É sábado, mas o domingo está chegando. 
—PY

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Deus transformou o pior acontecimento da história na maior das vitórias.

Despontar da esperança

Leitura: 1 Coríntios 15:20-28

E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo. Marcos 16:2

Imagine se numa noite fôssemos dormir sabendo que o sol não reapareceria na manhã seguinte. Pense no frio, na escuridão infinita, nos dedos inevitáveis da morte que se moveriam gradualmente por toda a terra. As plantas murchariam, as flores definhariam, as árvores morreriam e toda a vida pereceria por ausência de luz solar.
Mas louvado seja Deus, pois o sol surge todos os dias! Os seus raios calorosos, que transmitem vida, preenchem a terra. A “morte” de um pôr do sol todos os dias é seguida pela “ressurreição” de um amanhecer no dia seguinte — e a nossa esperança se renova. A cada manhã, os raios do sol nos lembram que a longa noite de pecado e escuridão dará lugar ao dia eterno, no céu.
A nossa ressurreição em Jesus Cristo é ainda mais certa do que o despontar do sol. A noite escura da morte caiu sobre Ele, e o Seu corpo sem vida foi colocado no sepulcro. Mas Ele ressuscitou! E em Sua ressurreição está a promessa da nossa própria ressurreição. O apóstolo Paulo declarou: “Porque assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1 Coríntios 15:22).
Na próxima vez que você observar o nascer do sol e ver seus raios iluminarem o céu da manhã, permita que a esperança preencha o seu coração. É um lembrete da sua própria ressurreição!
—DCE

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A ressurreição de Cristo é a garantia da nossa ressurreição!

Uma manhã de alegria surpreendente - Parte 3

Devocional Boa Semente 31/03/2013

E Jesus, dando um grande brado, expirou. E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo (Marcos 15:37-38).

VÉU RASGADO, CAMINHO ABERTO

O Senhor Jesus veio ao mundo voluntariamente, por causa de Seu absoluto amor pelo Pai e pelos perdidos. Ele sacrificou Sua vida também voluntariamente. Maravilhados e em adoração, olhamos para a cruz onde o Príncipe da vida abriu mão de Sua vida, bradando em alta voz ao entregar Seu espírito nas mãos de Seu Pai. "Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la", disse acerca de Sua vida (João 10:18).
Ele saiu dessa enorme batalha como Vitorioso ao destruir aquele que tinha o poder da morte, o diabo (Hebreus 2:14). O pecado foi expiado e o poder de Satanás, aniquilado. Que vitória indescritível!
Como Cristo glorificou a Deus e quão grande deve ter sido o regozijo no céu pelo cumprimento da obra da redenção!
Deus não hesitou em mostrar à humanidade que o caminho para Ele agora estava livre. Ele fez que o véu do templo, que até então bloqueara o acesso para o Santo dos santos, se rasgasse de alto a baixo. Foi como se o Pai dissesse: "Venham a minha presença todos os que confessaram seus pecados e creram em Cristo. Aqui vocês podem ser adoradores na luz plena de minha presença e do Meu amor".
A raça humana revelou - e ainda revela - sua impiedade e hostilidade para com Deus ao rejeitar Cristo totalmente. Mas através da morte de Seu Filho, Deus também revelou Sua santidade e justiça, bem como Seu amor e graça para todos os que se aproximam dEle confessando a culpa do próprio pecado.
O véu ainda permanece rasgado. O caminho ainda permanece aberto. O Pai ainda permanece desejoso de se fazer conhecido.

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 2, dia 8)

Êxodo 38-40

Êxodo 38

 (1) FEZ também o altar do holocausto de madeira de acácia; de cinco côvados era o seu comprimento, e de cinco côvados a sua largura, era quadrado; e de três côvados a sua altura. (2) E fez-lhe as suas pontas nos seus quatro cantos; da mesma peça eram as suas pontas; e cobriu-o de cobre. (3) Fez também todos os utensílios do altar; os cinzeiros, e as pás, e as bacias, e os garfos, e os braseiros; todos esses pertences fez de cobre. (4) Fez também, para o altar, um crivo de cobre, em forma de rede, na sua cercadura em baixo, até ao meio do altar. (5) E fundiu quatro argolas para as quatro extremidades do crivo de cobre, para os lugares dos varais. (6) E fez os varais de madeira de acácia, e os cobriu de cobre. (7) E pôs os varais pelas argolas aos lados do altar, para com eles levar o altar; fê-lo oco e de tábuas. (8) Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se reuniam, para servir à porta da tenda da congregação. (9) Fez também o pátio do lado meridional; as cortinas do pátio eram de linho fino torcido, de cem côvados. (10) As suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre; os colchetes destas colunas e as suas molduras eram de prata; (11) E do lado norte cortinas de cem côvados; as suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre, os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata. (12) E do lado do ocidente cortinas de cinqüenta côvados, as suas colunas dez, e as suas bases dez; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata. (13) E do lado leste, ao oriente, cortinas de cinqüenta côvados. (14) As cortinas de um lado da porta eram de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três. (15) E do outro lado da porta do pátio, de ambos os lados, eram cortinas de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três. (16) Todas as cortinas do pátio ao redor eram de linho fino torcido. (17) E as bases das colunas eram de cobre; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata; e o revestimento dos seus capitéis era de prata; e todas as colunas do pátio eram cingidas de prata. (18) E a cobertura da porta do pátio era de obra de bordador, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; e o comprimento era de vinte côvados, e a altura, na largura, de cinco côvados, conforme as cortinas do pátio. (19) E as suas quatro colunas e as suas quatro bases eram de cobre, os seus colchetes de prata, e o revestimento dos seus capitéis, e as suas molduras, também de prata. (20) E todas as estacas do tabernáculo e do pátio ao redor eram de cobre. (21) Esta é a enumeração das coisas usadas no tabernáculo do testemunho, que por ordem de Moisés foram contadas para o ministério dos levitas, por intermédio de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. (22) Fez, pois, Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, tudo quanto o SENHOR tinha ordenado a Moisés. (23) E com ele Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, um mestre de obra, e engenhoso artífice, e bordador em azul, e em púrpura e em carmesim e em linho fino. (24) Todo o ouro gasto na obra, em toda a obra do santuário, a saber, o ouro da oferta, foi vinte e nove talentos e setecentos e trinta siclos, conforme ao siclo do santuário; (25) E a prata dos arrolados da congregação foi cem talentos e mil e setecentos e setenta e cinco siclos, conforme o siclo do santuário; (26) Um beca por cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário; de todo aquele que passava aos arrolados, da idade de vinte anos para cima, que foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta. (27) E houve cem talentos de prata para fundir as bases do santuário e as bases do véu; para as cem bases cem talentos; um talento para cada base. (28) E dos mil e setecentos e setenta e cinco siclos fez os colchetes das colunas, e cobriu os seus capitéis, e os cingiu de molduras. (29) E o cobre da oferta foi setenta talentos e dois mil e quatrocentos siclos. (30) E dele fez as bases da porta da tenda da congregação e o altar de cobre, e o crivo de cobre e todos os utensílios do altar. (31) E as bases do pátio ao redor, e as bases da porta do pátio, e todas as estacas do tabernáculo e todas as estacas do pátio ao redor.

Êxodo 39

 (1) FIZERAM também as vestes do ministério, para ministrar no santuário, de azul, e de púrpura e de carmesim; também fizeram as vestes santas, para Arão, como o SENHOR ordenara a Moisés. (2) Assim se fez o éfode de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim e de linho fino torcido. (3) E estenderam as lâminas de ouro, e as cortaram em fios, para tecê-los entre o azul, e entre a púrpura, e entre o carmesim, e entre o linho fino com trabalho esmerado. (4) Fizeram-lhe ombreiras que se ajuntavam; e uniam-se em suas duas pontas. (5) E o cinto de obra esmerada do éfode, que estava sobre ele, formava com ele uma só peça e era de obra semelhante, de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, como o SENHOR ordenara a Moisés. (6) Também prepararam as pedras de ônix, engastadas em ouro, lavradas com gravuras de um selo, com os nomes dos filhos de Israel. (7) E as pôs sobre as ombreiras do éfode por pedras de memória para os filhos de Israel, como o SENHOR ordenara a Moisés. (8) Fez-se também o peitoral de obra de artífice, como a obra do éfode, de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido. (9) Quadrado era; duplo fizeram o peitoral; o seu comprimento era de um palmo, e a sua largura de um palmo dobrado. (10) E engastaram nele quatro ordens de pedras; uma ordem de um sárdio, de um topázio, e de um carbúnculo; esta era a primeira ordem; (11) E a segunda ordem de uma esmeralda, de uma safira e de um diamante; (12) E a terceira ordem de um jacinto, de uma ágata, e de uma ametista; (13) E a quarta ordem de um berilo, e de um ônix, e de um jaspe, engastadas em engastes de ouro. (14) Estas pedras, pois, eram segundo os nomes dos filhos de Israel, doze segundo os seus nomes; como gravuras de selo, cada uma com o seu nome, segundo as doze tribos. (15) Também fizeram para o peitoral cadeiazinhas de igual medida, obra de ouro puro trançado. (16) E fizeram dois engastes de ouro e duas argolas de ouro; e puseram as duas argolas nas duas extremidades do peitoral. (17) E puseram as duas cadeiazinhas de trança de ouro nas duas argolas, nas duas extremidades do peitoral. (18) E as outras duas pontas das duas cadeiazinhas de trança puseram nos dois engastes; e as puseram sobre as ombreiras do éfode na frente dele. (19) Fizeram também duas argolas de ouro, que puseram nas duas extremidades do peitoral, na sua borda que estava junto ao éfode por dentro. (20) Fizeram mais duas argolas de ouro, que puseram nas duas ombreiras do éfode, abaixo, na frente dele, perto da sua juntura, sobre o cinto de obra esmerada do éfode. (21) E ligaram o peitoral com as suas argolas às argolas do éfode com um cordão de azul, para que estivesse sobre o cinto de obra esmerada do éfode, e o peitoral não se separasse do éfode, como o SENHOR ordenara a Moisés. (22) E fez-se o manto do éfode de obra tecida, todo de azul. (23) E a abertura do manto estava no meio dele, como abertura de cota de malha; esta abertura tinha uma borda em volta, para que se não rompesse. (24) E nas bordas do manto fizeram romãs de azul, e de púrpura, e de carmesim, de fio torcido. (25) Fizeram também as campainhas de ouro puro, pondo as campainhas no meio das romãs nas bordas do manto, ao redor, entre as romãs; (26) Uma campainha e uma romã, outra campainha e outra romã, nas bordas do manto ao redor; para ministrar, como o SENHOR ordenara a Moisés. (27) Fizeram também as túnicas de linho fino, de obra tecida, para Arão e para seus filhos. (28) E a mitra de linho fino, e o ornato das tiaras de linho fino, e os calções de linho fino torcido, (29) E o cinto de linho fino torcido, e de azul, e de púrpura, e de carmesim, obra de bordador, como o SENHOR ordenara a Moisés. (30) Fizeram também, de ouro puro, a lâmina da coroa de santidade, e nela escreveram o escrito como de gravura de selo: SANTIDADE AO SENHOR. (31) E ataram-na com um cordão de azul, para prendê-la à parte superior da mitra, como o SENHOR ordenara a Moisés. (32) Assim se acabou toda a obra do tabernáculo da tenda da congregação; e os filhos de Israel fizeram conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés; assim o fizeram. (33) Depois trouxeram a Moisés o tabernáculo, a tenda e todos os seus pertences; os seus colchetes, as suas tábuas, os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases; (34) E a cobertura de peles de carneiro tintas de vermelho, e a cobertura de peles de texugos, e o véu de cobertura; (35) A arca do testemunho, e os seus varais, e o propiciatório; (36) A mesa com todos os seus pertences, e os pães da proposição; (37) O candelabro puro com suas lâmpadas, as lâmpadas em ordem, e todos os seus pertences, e o azeite para a luminária; (38) Também o altar de ouro, e o azeite da unção, e o incenso aromático, e a cortina da porta da tenda; (39) O altar de cobre, e o seu crivo de cobre, os seus varais, e todos os seus pertences, a pia, e a sua base; (40) As cortinas do pátio, as suas colunas, e as suas bases, e a cortina da porta do pátio, as suas cordas, e os seus pregos, e todos os utensílios do serviço do tabernáculo, para a tenda da congregação; (41) As vestes do ministério para ministrar no santuário; as santas vestes de Arão o sacerdote, e as vestes dos seus filhos, para administrarem o sacerdócio. (42) Conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel toda a obra. (43) Viu, pois, Moisés toda a obra, e eis que a tinham feito; como o SENHOR ordenara, assim a fizeram; então Moisés os abençoou.

Êxodo 40

 (1) FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo: (2) No primeiro mês, no primeiro dia do mês, levantarás o tabernáculo da tenda da congregação, (3) E porás nele a arca do testemunho, e cobrirás a arca com o véu. (4) Depois colocarás nele a mesa, e porás em ordem o que se deve pôr em ordem nela; também colocarás nele o candelabro, e acenderás as suas lâmpadas. (5) E porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do testemunho; então pendurarás a cortina da porta do tabernáculo. (6) Porás também o altar do holocausto diante da porta do tabernáculo da tenda da congregação. (7) E porás a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela porás água. (8) Depois porás o pátio ao redor, e pendurarás a cortina à porta do pátio. (9) Então tomarás o azeite da unção, e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo. (10) Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo. (11) Então ungirás a pia e a sua base, e a santificarás. (12) Farás também chegar a Arão e a seus filhos à porta da tenda da congregação; e os lavarás com água. (13) E vestirás a Arão as vestes santas, e o ungirás, e o santificarás, para que me administre o sacerdócio. (14) Também farás chegar a seus filhos, e lhes vestirás as túnicas, (15) E os ungirás como ungiste a seu pai, para que me administrem o sacerdócio, e a sua unção lhes será por sacerdócio perpétuo nas suas gerações. (16) E Moisés fez conforme a tudo o que o SENHOR lhe ordenou, assim o fez. (17) Assim, no primeiro mês, no ano segundo, ao primeiro dia do mês foi levantado o tabernáculo. (18) Moisés levantou o tabernáculo, e pôs as suas bases, e armou as suas tábuas, e colocou nele os seus varais, e levantou as suas colunas; (19) E estendeu a tenda sobre o tabernáculo, e pôs a cobertura da tenda sobre ela, em cima, como o SENHOR ordenara a Moisés. (20) Tomou o testemunho, e pô-lo na arca, e colocou os varais na arca; e pôs o propiciatório em cima da arca. (21) E introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou o véu da cobertura, e cobriu a arca do testemunho, como o SENHOR ordenara a Moisés. (22) Pôs também a mesa na tenda da congregação, ao lado do tabernáculo, para o norte, fora do véu, (23) E sobre ela pôs em ordem o pão perante o SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés. (24) Pôs também na tenda da congregação o candelabro na frente da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul, (25) E acendeu as lâmpadas perante o SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés. (26) E pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu, (27) E acendeu sobre ele o incenso de especiarias aromáticas, como o SENHOR ordenara a Moisés. (28) Pendurou também a cortina da porta do tabernáculo, (29) E pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da congregação, e sobre ele ofereceu holocausto e oferta de alimentos, como o SENHOR ordenara a Moisés. (30) Pôs também a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela pôs água para lavar. (31) E Moisés, e Arão e seus filhos nela lavaram as suas mãos e os seus pés. (32) Quando entravam na tenda da congregação, e quando chegavam ao altar, lavavam-se, como o SENHOR ordenara a Moisés. (33) Levantou também o pátio ao redor do tabernáculo e do altar, e pendurou a cortina da porta do pátio. Assim Moisés acabou a obra. (34) Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do SENHOR encheu o tabernáculo; (35) De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo. (36) Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas. (37) Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse; (38) Porquanto a nuvem do SENHOR estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.

DEVOCIONAL PARA HOJE 31/03/2013

VERSÍCULO:
   Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós,  a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!     -- Efésios 3:20-21

PENSAMENTO:
   Qual o seu maior sonho?  Deus anseia fazer mais do que isso através de você!  A verdadeira questão é se você acreditará ou não, receberá ou não, compartilhará ou não e depois dará a glória a Ele por isso!

ORAÇÃO:
   Deus, o Senhor é glorioso, generoso e gracioso.  O Senhor tem me abençoado física e espiritualmente com tantos toques maravilhosos da sua graça.  Louvo ao Senhor pela sua fidelidade.  Agradeço-lhe por sua graça.  Exalto o seu nome acima de todo outro nome e guardo-o como um tesouro pessoal.  Que o Senhor seja glorificado em mim - minha conversa, minhas ações, minha influência e minha vida. Em nome de Jesus eu oro.  

http://www.iluminalma.com/dph/4/0331.html

30 de mar de 2013

Uma manhã de alegria surpreendente - Parte 2

Devocional Boa Semente 30/03/2013

Não era um inimigo que me afrontava; então, eu o teria suportado; nem era o que me aborrecia que se engrandecia contra mim, porque dele me teria escondido, mas eras tu, homem meu igual, meu guia e meu íntimo amigo (Salmo 55:12-13).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 SAMUEL (Leia 2 Samuel 15:30-37;16:1-4)

Essas aflições que Davi está sofrendo agora são consequências de seus próprios pecados. Portanto não podem ser comparadas aos sofrimentos do Senhor Jesus, que foram consequências de nossos pecados. Contudo, sob certos aspectos, elas nos permitem entender melhor o que nosso Salvador teve de suportar. Veja Davi, acompanhado por poucos amigos fiéis, indo para o Monte das Oliveiras, chorando à medida que subia! Séculos depois, neste mesmo lugar, no Jardim do Getsêmani, o Homem de dores, na agonia de Seu conflito, orou e suplicou com grande clamor e lágrimas ao que o podia livrar da morte (Hebreus 5:7). Davi experimentou ali a traição de Aitofel, seu conselheiro e amigo (mas cujo nome significa 'irmão louco'!). Foi ali também que Judas avançou à frente dos soldados e oficiais.
Sem dúvida, esse foi o momento em que Davi clamou em agonia no Salmo 55:13-14: "Mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus". Pense com que angústia o Senhor deve ter perguntado ao Seu infiel discípulo: "Amigo, para que vieste?". (Mateus 26:50).

É um fato — não uma fábula

E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis em vossos pecados. 1 Coríntios 15:17

A ressurreição de Jesus Cristo é a pedra angular da fé cristã. Sem ela, não temos esperança para esta vida nem para a vida porvir. Por isso, é importante reconhecer que a nossa crença na ressurreição de Cristo não é baseada em sentimentos religiosos ou em rumores infundados, mas num fato histórico com evidências sólidas que o sustentam. 
Há um século, um grupo de advogados reuniu-se na Inglaterra a fim de discutir os relatos bíblicos da ressurreição de Jesus. Eles queriam verificar se as informações disponíveis sobre a ressurreição de Cristo eram suficientes para sustentá-la diante de uma corte de justiça. Eles concluíram que a ressurreição de Cristo é um dos fatos da história com as melhores evidências.
Em seu livro Countdown (Contagem Regressiva) G. B. Hardy apresenta algumas perguntas para reflexão sobre a ressurreição: “Existem dois requisitos essenciais: (1) Alguém já enganou a morte e conseguiu prová-lo? (2) Ela está à minha disposição?” Hardy declara que somente o túmulo de Jesus está vazio. E como Jesus venceu o pecado e a morte, nós os que confiamos nele, também experimentaremos a ressurreição.
Paulo escreveu no livro de 1 Coríntios 15:17: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé...”. Evidências históricas e inúmeras vidas transformadas testificam que a ressurreição de Jesus é um fato. Você já colocou a sua esperança no Cristo ressurreto? 
 —DCE


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A ressurreição de Cristo é mais do que um fato histórico — é a prova da nossa salvação.

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 2, dia 7)

Êxodo 35-37


Êxodo 35

 (1) ENTÃO Moisés convocou toda a congregação dos filhos de Israel, e disse-lhes: Estas são as palavras que o SENHOR ordenou que se cumprissem. (2) Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso ao SENHOR; todo aquele que nele fizer qualquer trabalho morrerá. (3) Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado. (4) Falou mais Moisés a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou, dizendo: (5) Tomai do que tendes, uma oferta para o SENHOR; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao SENHOR: ouro, prata e cobre, (6) Como também azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabras, (7) E peles de carneiros, tintas de vermelho, e peles de texugos, madeira de acácia, (8) E azeite para a luminária, e especiarias para o azeite da unção, e para o incenso aromático. (9) E pedras de ônix, e pedras de engaste, para o éfode e para o peitoral. (10) E venham todos os sábios de coração entre vós, e façam tudo o que o SENHOR tem mandado; (11) O tabernáculo, a sua tenda e a sua coberta, os seus colchetes e as suas tábuas, as suas barras, as suas colunas, e as suas bases; (12) A arca e os seus varais, o propiciatório e o véu de cobertura, (13) A mesa e os seus varais, e todos os seus pertences; e os pães da proposição, (14) E o candelabro da luminária, e os seus utensílios, e as suas lâmpadas, e o azeite para a luminária, (15) E o altar do incenso e os seus varais, e o azeite da unção, e o incenso aromático, e a cortina da porta para a entrada do tabernáculo, (16) O altar do holocausto, e o crivo de cobre, os seus varais, e todos os seus pertences, a pia e a sua base, (17) As cortinas do pátio, as suas colunas e as suas bases, e o reposteiro da porta do pátio, (18) As estacas do tabernáculo, e as estacas do pátio, e as suas cordas, (19) As vestes do ministério para ministrar no santuário, as vestes santas de Arão o sacerdote, e as vestes de seus filhos, para administrarem o sacerdócio. (20) Então toda a congregação dos filhos de Israel saiu da presença de Moisés, (21) E veio todo o homem, a quem o seu coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o excitou, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas. (22) Assim vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, todos os objetos de ouro; e todo o homem fazia oferta de ouro ao SENHOR; (23) E todo o homem que se achou com azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pêlos de cabras, e peles de carneiro tintas de vermelho, e peles de texugos, os trazia; (24) Todo aquele que fazia oferta alçada de prata ou de metal, a trazia por oferta alçada ao SENHOR; e todo aquele que possuía madeira de acácia, a trazia para toda a obra do serviço. (25) E todas as mulheres sábias de coração fiavam com as suas mãos, e traziam o que tinham fiado, o azul e a púrpura, o carmesim e o linho fino. (26) E todas as mulheres, cujo coração as moveu em habilidade fiavam os pêlos das cabras. (27) E os príncipes traziam pedras de ônix e pedras de engastes para o éfode e para o peitoral, (28) E especiarias, e azeite para a luminária, e para o azeite da unção, e para o incenso aromático. (29) Todo homem e mulher, cujo coração voluntariamente se moveu a trazer alguma coisa para toda a obra que o SENHOR ordenara se fizesse pela mão de Moisés; assim os filhos de Israel trouxeram por oferta voluntária ao SENHOR. (30) Depois disse Moisés aos filhos de Israel: Eis que o SENHOR tem chamado por nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá. (31) E o Espírito de Deus o encheu de sabedoria, entendimento, ciência e em todo o lavor, (32) E para criar invenções, para trabalhar em ouro, e em prata, e em cobre, (33) E em lapidar de pedras para engastar, e em entalhar madeira, e para trabalhar em toda a obra esmerada. (34) Também lhe dispôs o coração para ensinar a outros; a ele e a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã. (35) Encheu-os de sabedoria do coração, para fazer toda a obra de mestre, até a mais engenhosa, e a do gravador, em azul, e em púrpura, em carmesim, e em linho fino, e do tecelão; fazendo toda a obra, e criando invenções.

Êxodo 36

 (1) ASSIM trabalharam Bezalel e Aoliabe, e todo o homem sábio de coração, a quem o SENHOR dera sabedoria e inteligência, para saber como haviam de fazer toda a obra para o serviço do santuário, conforme a tudo o que o SENHOR tinha ordenado. (2) Então Moisés chamou a Bezalel e a Aoliabe, e a todo o homem sábio de coração, em cujo coração o SENHOR tinha dado sabedoria; a todo aquele a quem o seu coração moveu a se chegar à obra para fazê-la. (3) Estes receberam de Moisés toda a oferta alçada, que trouxeram os filhos de Israel para a obra do serviço do santuário, para fazê-la, e ainda eles lhe traziam cada manhã ofertas voluntárias. (4) E vieram todos os sábios, que faziam toda a obra do santuário, cada um da obra que fazia, (5) E falaram a Moisés, dizendo: O povo traz muito mais do que basta para o serviço da obra que o SENHOR ordenou se fizesse. (6) Então mandou Moisés que proclamassem por todo o arraial, dizendo: Nenhum homem, nem mulher, faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais, (7) Porque tinham material bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava. (8) Assim todo o sábio de coração, entre os que faziam a obra, fez o tabernáculo de dez cortinas de linho fino torcido, e de azul, e de púrpura, e de carmesim, com querubins; da obra mais esmerada as fez. (9) O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, e a largura de quatro côvados; todas as cortinas tinham uma mesma medida. (10) E ligou cinco cortinas uma com a outra; e outras cinco cortinas também ligou uma com outra. (11) Depois fez laçadas de azul na borda de uma cortina, à extremidade, na juntura; assim também fez na borda, à extremidade da juntura da segunda cortina. (12) Cinqüenta laçadas fez numa cortina, e cinqüenta laçadas fez numa extremidade da cortina, que se ligava com a segunda; estas laçadas eram contrapostas uma a outra. (13) Também fez cinqüenta colchetes de ouro, e com estes colchetes uniu as cortinas uma com a outra; e assim foi feito um tabernáculo. (14) Fez também cortinas de pêlos de cabras para a tenda sobre o tabernáculo; fez onze cortinas. (15) O comprimento de uma cortina era de trinta côvados, e a largura de quatro côvados; estas onze cortinas tinham uma mesma medida. (16) E uniu cinco cortinas à parte, e outras seis à parte, (17) E fez cinqüenta laçadas na borda da última cortina, na juntura; também fez cinqüenta laçadas na borda da cortina, na outra juntura. (18) Fez também cinqüenta colchetes de metal, para ajuntar a tenda, para que fosse um todo. (19) Fez também, para a tenda, uma coberta de peles de carneiros, tintas de vermelho; e por cima uma coberta de peles de texugos. (20) Também fez, de madeira de acácia, tábuas levantadas para o tabernáculo, que foram colocadas verticalmente. (21) O comprimento de cada tábua era de dez côvados, e a largura de um côvado e meio. (22) Cada tábua tinha duas cavilhas pregadas uma a outra; assim fez com todas as tábuas do tabernáculo. (23) Assim, pois, fez as tábuas para o tabernáculo; vinte tábuas para o lado que dá para o sul; (24) E fez quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua, para as suas duas cavilhas, e duas debaixo de outra, para as suas duas cavilhas. (25) Também fez vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, do lado norte, (26) Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua. (27) E ao lado do tabernáculo para o ocidente fez seis tábuas. (28) Fez também duas tábuas para os cantos do tabernáculo nos dois lados, (29) As quais por baixo estavam juntas, e também se ajuntavam por cima com uma argola; assim fez com ambas nos dois cantos. (30) Assim eram oito tábuas com as suas bases de prata, a saber, dezesseis bases; duas bases debaixo de cada tábua. (31) Fez também travessas de madeira de acácia; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo, (32) E cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo; e outras cinco travessas para as tábuas do tabernáculo do lado ocidental. (33) E fez que a travessa do meio passasse pelo meio das tábuas de uma extremidade até a outra. (34) E cobriu as tábuas de ouro, e as suas argolas (os lugares das travessas) fez de ouro; as travessas também cobriu de ouro. (35) Depois fez o véu de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; de obra esmerada o fez com querubins. (36) E fez-lhe quatro colunas de madeira de acácia, e as cobriu de ouro; e seus colchetes fez de ouro, e fundiu-lhe quatro bases de prata. (37) Fez também para a porta da tenda o véu de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, da obra do bordador, (38) Com as suas cinco colunas e os seus colchetes; e as suas cabeças e as suas molduras cobriu de ouro; e as suas cinco bases eram de cobre.

Êxodo 37

 (1) FEZ também Bezalel a arca de madeira de acácia; o seu comprimento era de dois côvados e meio; e a sua largura de um côvado e meio; e a sua altura de um côvado e meio. (2) E cobriu-a de ouro puro por dentro e por fora; e fez-lhe uma coroa de ouro ao redor; (3) E fundiu-lhe quatro argolas de ouro nos seus quatro cantos; num lado duas, e no outro lado duas argolas; (4) E fez varais de madeira de acácia, e os cobriu de ouro; (5) E pôs os varais pelas argolas aos lados da arca, para se levar a arca. (6) Fez também o propiciatório de ouro puro; o seu comprimento era de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. (7) Fez também dois querubins de ouro; de obra batida os fez, nas duas extremidades do propiciatório. (8) Um querubim na extremidade de um lado, e o outro na outra extremidade do outro lado; de uma só peça com o propiciatório fez os querubins nas duas extremidades dele. (9) E os querubins estendiam as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; e os seus rostos estavam defronte um do outro; os rostos dos querubins estavam virados para o propiciatório. (10) Fez também a mesa de madeira de acácia; o seu comprimento era de dois côvados, e a sua largura de um côvado, e a sua altura de um côvado e meio. (11) E cobriu-a de ouro puro, e fez-lhe uma coroa de ouro ao redor. (12) Fez-lhe também, ao redor, uma moldura da largura da mão; e fez uma coroa de ouro ao redor da moldura. (13) Fundiu-lhe também quatro argolas de ouro; e pôs as argolas nos quatro cantos que estavam em seus quatro pés. (14) Defronte da moldura estavam as argolas para os lugares dos varais, para se levar a mesa. (15) Fez também os varais de madeira de acácia, e os cobriu de ouro, para se levar a mesa. (16) E fez de ouro puro os utensílios que haviam de estar sobre a mesa, os seus pratos e as suas colheres, e as suas tigelas e as suas taças em que se haviam de oferecer libações. (17) Fez também o candelabro de ouro puro; de obra batida fez este candelabro; o seu pedestal, e as suas hastes, os seus copos, as suas maçãs, e as suas flores, formavam com ele uma só peça. (18) Seis hastes saíam dos seus lados; três hastes do candelabro, de um lado dele, e três do outro lado. (19) Numa haste estavam três copos do feitio de amêndoas, um botão e uma flor; e na outra haste três copos do feitio de amêndoas, um botão e uma flor; assim eram as seis hastes que saíam do candelabro. (20) Mas no mesmo candelabro havia quatro copos do feitio de amêndoas com os seus botões e com as suas flores. (21) E havia um botão debaixo de duas hastes da mesma peça; e outro botão debaixo de duas hastes da mesma peça; e mais um botão debaixo de duas hastes da mesma peça; assim se fez para as seis hastes, que saíam dele. (22) Os seus botões e as suas hastes eram da mesma peça; tudo era uma obra batida de ouro puro. (23) E fez-lhe, de ouro puro, sete lâmpadas com os seus espevitadores e os seus apagadores; (24) De um talento de ouro puro fez o candelabro e todos os seus utensílios. (25) E fez o altar do incenso de madeira de acácia; de um côvado era o seu comprimento, e de um côvado a sua largura, era quadrado; e de dois côvados a sua altura; dele mesmo eram feitas as suas pontas. (26) E cobriu-o de ouro puro, a parte superior e as suas paredes ao redor, e as suas pontas; e fez-lhe uma coroa de ouro ao redor. (27) Fez-lhe também duas argolas de ouro debaixo da sua coroa, e os seus dois cantos, de ambos os seus lados, para neles se colocar os varais, e com eles levá-lo. (28) E os varais fez de madeira de acácia, e os cobriu de ouro. (29) Também fez o azeite santo da unção, e o incenso aromático, puro, qual obra do perfumista.

DEVOCIONAL PARA HOJE 30/03/2013


VERSÍCULO:
   E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. -- Efésios 3:17-19

PENSAMENTO:
   Paulo quer que sejamos ligados uns aos outros em amor.  Além de poder entender todos os mistérios do universo ou os ensinamentos profundos da Escritura, saber e compartilhar o amor de Cristo nos capacita a trazer as bênçãos completas de Deus aos outros.  Mesmo o conhecimento sendo bom, o amor é ainda maior.  Mesmo o poder ajudando, o amor ajuda ainda mais.  Mesmo que a experiência nos ensine muitas coisas, o amor nos ensina a usar o que sabemos para abençoar.  Que sejamos um povo cujas vidas são vividas no ambiente do amor. (1 Co 13).

ORAÇÃO:
   Pai, derrame seu amor no meu coração através do Espírito Santo e derrame-o nas vidas daqueles ao meu redor através de mim.  Faça-me um instrumento da sua graça para que seu amor possa ser sentido de maneira clara por aqueles com quem tenho contato.  No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0330.html

29 de mar de 2013

Devocional Boa Semente 29/03/2013

E [Jesus] disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres (Marcos 14:36).

SEM CONTRADIÇÃO

O Senhor Jesus estava olhando para o futuro, para as mais terríveis horas de Sua vida. Diante dEle estava a cruz, e o conhecimento de que ele iria ser "feito pecado" e abandonado por Deus. Dizemos com toda a reverência que essa singular, única, perfeita e imaculada Pessoa não poderia desejar tal coisa para Si mesmo. Essa foi a razão dEle experimentar tamanho sofrimento em Sua alma. Essa foi a agonia do Getsêmani.
Contudo, Ele estava totalmente preparado para fazer a vontade de Deus, mesmo nesse momento, como lemos em Hebreus 10:6-7: "Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis aqui venho... para fazer, ó Deus, a tua vontade". E como foi a vontade de Deus que o Senhor Jesus Se tornasse a oferta pelo pecado, Ele estava preparado para enfrentar Seu destino. "No princípio do livro está escrito de mim", disse por meio do Espírito. Isso significa que tal coisa estava decidida desde a eternidade no coração do Pai. Agora havia chegado o tempo de cumprir o que Deus mostrara através do sacrifício pelo pecado e do holocausto. O que Deus realmente desejou iria se tornar real.
Tenhamos em mente que o pensamento de abandonar o caminho da obediência não ocorreu a Ele nem por um momento. Nem mesmo no Getsêmani! Não devemos jamais imaginar que Ele Se debateu para fazer a vontade do Pai. Ele mesmo já tinha dito aos Seus discípulos em varias ocasiões que seria desprezado, zombado e crucificado.

No entanto, Ele pediu: "Afasta de mim este cálice"! Não era uma contradição, mas uma expressão do mistério de Sua maravilhosa Pessoa, que não pode ser compreendido. O que podemos fazer é adorá-Lo!

Uma manha de alegria surpreendente

10 razões para crer na fé cristã

1. A inevitabilidade da fé

Todos nós acreditamos em algo. Ninguém pode suportar as pressões e os problemas da vida sem ter fé em algo, que ao final seja impossível de se comprovar. Os ateus não podem provar que não há Deus. Os panteístas não podem provar que tudo é Deus. Os pragmáticos não podem provar que tudo o que importará no futuro é o que funciona agora. Nem os agnósticos podem provar que é impossível saber se é, ou não, assim. A fé é inevitável, mesmo que decidamos crer somente em nós mesmos. É necessário decidir qual evidência consideraremos pertinente, como a interpretaremos, e em quem ou em quê estaremos dispostos a crer (Lucas 16:16).

2. As limitações da ciência

O método científico é limitado por um processo definido por aquilo que pode ser mensurado e repetido. Por definição, não aplica-se às questões fundamentais sobre a origem, significado ou moralidade. Para obter esse tipo de resposta, a ciência depende dos valores e das crenças pessoais daqueles que as aplicam. Portanto, a ciência tem muito potencial tanto para o bem como para o mal, e pode ser utilizada para criar vacinas ou venenos, usinas de energia nuclear ou armas nucleares. Pode ser utilizada para limpar ou poluir o meio ambiente. Pode também ser utilizada para argumentar a favor ou contra Deus. A ciência, por si só, não oferece orientação moral nem valores para nortear as nossas vidas. Tudo o que a ciência pode fazer é nos demonstrar como funcionam as leis naturais, sem nada explicar referente às suas origens. 

3. Os problemas da evolução

Alguns já admitiram que a teoria da evolução da vida excluiria a necessidade de Deus. Este ponto de vista ignora alguns problemas. Mesmo se considerarmos que algum dia, os cientistas encontrarão suficientes “elos perdidos” para confirmar que a vida apareceu e se desenvolveu, gradativamente, durante longos períodos de tempo, as leis da probabilidade ainda assim, mostrariam a necessidade de um Criador. Como resultado disso, muitos cientistas que creem na evolução também creem que o universo em toda sua imensidão e complexidade não “surgiu por acaso”. Muitos se sentem obrigados a reconhecer a possibilidade ou mesmo a probabilidade da existência de um projetista inteligente que proveu os ingredientes da vida e fez mover as leis que a desenvolveram. 

4. Os hábitos do coração

A humanidade foi descrita como incuravelmente religiosa. Em momentos desprevenidos, de problemas ou surpresas, em oração ou em profanação, as referências à deidade persistem. Permanecem sem respostas aqueles que considerariam esse tipo de pensamentos como maus hábitos ou vícios sociais. Negar a existência de Deus não dissipa os mistérios da vida. As tentativas de excluir Deus da linguagem da vida civil não eliminam o anseio constante por algo mais que esta vida possa oferecer (Eclesiastes 3:11). Há algo sobre a verdade, a beleza e o amor que causa sofrimento em nosso coração. Em meio à nossa ira contra um Deus que permite a injustiça e o sofrimento, partimos de uma consciência moral para argumentar que a vida não é como deveria ser (Romanos 2:14,15). Mesmo involuntariamente, somos atraídos para algo maior e não menor do que nós.

5. Os antecedentes de Gênesis.

Em uma primeira leitura, as palavras introdutórias da Bíblia presumem a existência de Deus. Porém, o livro de Gênesis foi escrito num momento específico da história. Moisés escreveu: “No princípio, Deus”, depois do êxodo de Israel do Egito. Ele escreveu após os acontecimentos milagrosos testemunhados por milhões de judeus e egípcios. Desde o êxodo até a vinda do Messias, o Deus da Bíblia fundamenta Sua causa em acontecimentos testemunhados em momentos e lugares reais. Qualquer um que duvidasse destas afirmações poderia visitar lugares e povos reais para verificar as evidências pessoalmente.

6. A nação de Israel

Israel é frequentemente usado como um argumento contra Deus. Muitos acham difícil crer em um Deus que tem preferências por um “povo escolhido”. Outros acham ainda mais difícil crer em um Deus que não protegeria a Sua “nação escolhida” dos vagões fechados, das câmaras de gás e dos fornos de Auschwitz e Dachau. Porém, o futuro de Israel foi pré-determinado desde o princípio da história do Antigo Testamento. Junto a outros profetas, Moisés profetizou, não só que Israel possuiria a terra, senão também que sofreria, incomparavelmente, e seria disperso por toda a terra, seu eventual arrependimento, e finalmente, sobre a sua restauração nos últimos tempos (Deuteronômio 28-34; Isaías 2:1-5; Ezequiel 37-38).

7. As afirmações de Cristo

Muitos que duvidam da existência de Deus tranquilizam-se com o pensamento de que “se Deus quisesse que acreditássemos nele, nos apareceria em pessoa”. Segundo a Bíblia, isso é exatamente o que Deus tem feito. Ao escrever no século 7 a.C. o profeta Isaías afirmou que Deus daria um sinal ao Seu povo. Uma virgem daria à luz um filho que seria chamado “Deus conosco” (Isaías 7:14; Mateus 1:23). Isaías disse que esse filho seria chamado “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6). O profeta também disse que esse menino morreria pelo pecado do Seu povo antes que Sua vida fosse prolongada e honrada por Deus (Isaías 53). Segundo o Novo Testamento, Jesus afirmou que Ele era esse Messias. Sob a supervisão de um governador romano chamado Poncio Pilatos, Jesus foi crucificado porque afirmava ser o rei de Israel e por apresentar-se como igual a Deus (João 5:18).

8. A evidência dos milagres

Os relatórios dos primeiros seguidores de Jesus concordam que Ele fez mais do que assegurar que era o tão esperado Messias. Estas testemunhas disseram que Ele conquistou a sua confiança ao curar paralíticos, andar sobre as águas e, voluntariamente, morrer com muita dor e imerecidamente, antes de ressuscitar dentre os mortos (1 Coríntios 15:1-8). O mais constrangedor era a afirmação de muitas testemunhas que tinham visto e falado com Cristo ao encontrarem o Seu túmulo vazio, antes de vê-lo ascender em forma visível até as nuvens. Estas testemunhas não tinham absolutamente nada a ganhar neste mundo ao afirmarem tais coisas. Não tinham esperanças de obter poder, nem riquezas materiais. Muitos se converteram em mártires, afirmando até o fim que o tão esperado Messias de Israel vivera entre eles, que convertera-se em sacrifício pelo pecado, e levantara-se dos mortos para assegurar-lhes de Sua capacidade em levá-los até Deus.

9. Os detalhes da natureza

Alguns que creem em Deus não levam a sério a Sua existência. Raciocinam que um Deus suficientemente grandioso para criar o universo seria grande demais para se preocupar conosco. Todavia, Jesus confirmou o que o plano e os detalhes do mundo natural sugerem. Mostrou que Deus é suficientemente grandioso para se preocupar com os mínimos detalhes de nossas vidas. Falou de alguém que não só conhece cada uma de nossas ações, mas também as nossas motivações e os pensamentos de nosso coração. Jesus ensinou que Deus sabe quantos cabelos temos em nossa cabeça, conhece nossas preocupações e até a condição de um passarinho que cai na terra (Salmo 139; Mateus 6).

10. A voz da experiência

A Bíblia afirma que Deus permite as circunstâncias de nossa vida para que possamos buscá-lo (Atos 17:26). Para aqueles que o buscam, as Escrituras também dizem que Ele está perto o suficiente para ser encontrado (v.27). Segundo o apóstolo Paulo, Deus é um espírito no qual “vivemos, e nos movemos, e existimos” (v.28). Porém, a Bíblia afirma claramente que devemos buscar a Deus em Seus termos e não em nossos. Ele promete que o encontraremos, não promete a qualquer um, mas àqueles que reconhecem sua própria necessidade e que estejam dispostos a confiar nele e não em si mesmos.

Um encontro no fundo do poço

No tanque de Betesda costumava ficar um grande número de pessoas doentes e inválidas (cegos, mancos e paralíticos), pessoas que estavam “no fundo do poço”, sem perspectiva, marginalizados pela religião e pela sociedade, cuja única esperança era uma superstição. Eles achavam que a primeira pessoa que entrasse no tanque, quando um anjo movimentasse as águas, seria curada.
Ninguém queria ir até aquele lugar nem ter contato com aquelas pessoas. Tanto que Jesus foi até lá sozinho, nenhum dos discípulos estava com ele. Ele se aproximou de um homem que era paralítico há 38 anos e perguntou o que nos parece óbvio: “Você quer ser curado?”
Há pessoas que estão há tanto tempo no fundo do poço que se acostumam e não querem mais sair de lá. Não era o caso daquele homem, ele queria ser curado. O problema dele era outro: ele não tinha amigos. Ele não tinha ninguém que pudesse colocá-lo no tanque quando as águas se mexessem.
Graças a Deus nossa fé não está em superstições, mas sim em Jesus Cristo, filho de Deus. No mesmo instante Jesus disse: “Levante-se! Pegue a sua maca e ande”. E o homem que esteve paralítico durante tantos anos pegou a maca e andou.
Jesus vai onde mais ninguém quer ir. A religião, a família, os amigos não fizeram nada pelo paralítico, mas Jesus sim. Ele nos encontra no pior momento da nossa vida (no fundo do poço) e nos tira de lá, se assim o desejarmos.
Jesus está disposto a encontrar contigo no fundo do teu poço. Mas você quer sair de lá?

Pastor Fernando Bochio:

O presente de Deus e a igreja

“A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum“. 1 Coríntios 12:7
O significado da palavra DOM é dádiva, presente. Você gosta de ganhar presentes? Pois os dons são presentes dados por Deus através do Espírito Santo.
O Pr. Fernando Bochio já nos ensinou em mensagens anteriores que os dons devem ser utilizados para o bem comum. Por meio deles nos realizamos e fazemos os outros felizes.
Nessa mensagem o Pr. Fernando Bochio enfatiza que devemos usar os nossos “presentes” na igreja de Jesus. Uma pesquisa recente do IBOPE mostrou que é crescente o número de cristãos que não frequentam uma igreja. A exemplo do que acontece com o catolicismo, já existem muitos evangélicos nominais.
Porém, Cristianismo não é uma filosofia que adotamos para a nossa vida e praticamos individualmente, é um estilo de vida que se vive em conjunto. O cristão não existe sem a igreja.
Se você faz parte desse grupo de cristãos que não exerce seus dons em uma igreja, o conselho do Pr. Fernando é: continue procurando. Não existe uma igreja perfeita mas a igreja de Jesus ainda está viva. Persista e encontre uma igreja para exercer o seu dom.
Lembre-se da história do feixe de gravetos: um a um, sozinho, é fácil quebrar, mas juntando todos eles, ninguém consegue quebrar.
Pastor Fernando Bochio:

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 2, dia 6)

Êxodo 32-34

Êxodo 32

 (1) MAS vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu. (2) E Arão lhes disse: Arrancai os pendentes de ouro, que estão nas orelhas de vossas mulheres, e de vossos filhos, e de vossas filhas, e trazei-mos. (3) Então todo o povo arrancou os pendentes de ouro, que estavam nas suas orelhas, e os trouxeram a Arão. (4) E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito. (5) E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele; e apregoou Arão, e disse: Amanhã será festa ao SENHOR. (6) E no dia seguinte madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se a comer e a beber; depois levantou-se a folgar. (7) Então disse o SENHOR a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste subir do Egito, se tem corrompido, (8) E depressa se tem desviado do caminho que eu lhe tinha ordenado; eles fizeram para si um bezerro de fundição, e perante ele se inclinaram, e ofereceram-lhe sacrifícios, e disseram: Este é o teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito. (9) Disse mais o SENHOR a Moisés: Tenho visto a este povo, e eis que é povo de dura cerviz. (10) Agora, pois, deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele, e o consuma; e eu farei de ti uma grande nação. (11) Moisés, porém, suplicou ao SENHOR seu Deus e disse: Ó SENHOR, por que se acende o teu furor contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande força e com forte mão? (12) Por que hão de falar os egípcios, dizendo: Para mal os tirou, para matá-los nos montes, e para destruí-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira, e arrepende-te deste mal contra o teu povo. (13) Lembra-te de Abraão, de Isaque, e de Israel, os teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado, e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas dos céus, e darei à vossa descendência toda esta terra, de que tenho falado, para que a possuam por herança eternamente. (14) Então o SENHOR arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo. (15) E virou-se Moisés e desceu do monte com as duas tábuas do testemunho na mão, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de outro lado estavam escritas. (16) E aquelas tábuas eram obra de Deus; também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas. (17) E, ouvindo Josué a voz do povo que jubilava, disse a Moisés: Alarido de guerra há no arraial. (18) Porém ele respondeu: Não é alarido dos vitoriosos, nem alarido dos vencidos, mas o alarido dos que cantam, eu ouço. (19) E aconteceu que, chegando Moisés ao arraial, e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se-lhe o furor, e arremessou as tábuas das suas mãos, e quebrou-as ao pé do monte; (20) E tomou o bezerro que tinham feito, e queimou-o no fogo, moendo-o até que se tornou em pó; e o espargiu sobre as águas, e deu-o a beber aos filhos de Israel. (21) E Moisés perguntou a Arão: Que te tem feito este povo, que sobre ele trouxeste tamanho pecado? (22) Então respondeu Arão: Não se acenda a ira do meu senhor; tu sabes que este povo é inclinado ao mal; (23) E eles me disseram: Faze-nos um deus que vá adiante de nós; porque não sabemos o que sucedeu a este Moisés, a este homem que nos tirou da terra do Egito. (24) Então eu lhes disse: Quem tem ouro, arranque-o; e deram-mo, e lancei-o no fogo, e saiu este bezerro. (25) E, vendo Moisés que o povo estava despido, porque Arão o havia deixado despir-se para vergonha entre os seus inimigos, (26) Pôs-se em pé Moisés na porta do arraial e disse: Quem é do SENHOR, venha a mim. Então se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi. (27) E disse-lhes: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho. (28) E os filhos de Levi fizeram conforme à palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens. (29) Porquanto Moisés tinha dito: Consagrai hoje as vossas mãos ao SENHOR; porquanto cada um será contra o seu filho e contra o seu irmão; e isto, para que ele vos conceda hoje uma bênção. (30) E aconteceu que no dia seguinte Moisés disse ao povo: Vós cometestes grande pecado. Agora, porém, subirei ao SENHOR; porventura farei propiciação por vosso pecado. (31) Assim tornou-se Moisés ao SENHOR, e disse: Ora, este povo cometeu grande pecado fazendo para si deuses de ouro. (32) Agora, pois, perdoa o seu pecado; se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito. (33) Então disse o SENHOR a Moisés: Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do meu livro. (34) Vai, pois, agora, conduze este povo para onde te tenho dito; eis que o meu anjo irá adiante de ti; porém no dia da minha visitação visitarei neles o seu pecado. (35) Assim feriu o SENHOR o povo, por ter sido feito o bezerro que Arão tinha formado.

Êxodo 33

 (1) DISSE mais o SENHOR a Moisés: Vai, sobe daqui, tu e o povo que fizeste subir da terra do Egito, à terra que jurei a Abraão, a Isaque, e a Jacó, dizendo: À tua descendência a darei. (2) E enviarei um anjo adiante de ti, e lançarei fora os cananeus, e os amorreus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus, (3) A uma terra que mana leite e mel; porque eu não subirei no meio de ti, porquanto és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu no caminho. (4) E, ouvindo o povo esta má notícia, pranteou-se e ninguém pôs sobre si os seus atavios. (5) Porquanto o SENHOR tinha dito a Moisés: Dize aos filhos de Israel: És povo de dura cerviz; se por um momento subir no meio de ti, te consumirei; porém agora tira os teus atavios, para que eu saiba o que te hei de fazer. (6) Então os filhos de Israel se despojaram dos seus atavios, ao pé do monte Horebe. (7) E tomou Moisés a tenda, e a estendeu para si fora do arraial, desviada longe do arraial, e chamou-lhe a tenda da congregação. E aconteceu que todo aquele que buscava o SENHOR saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial. (8) E acontecia que, saindo Moisés à tenda, todo o povo se levantava, e cada um ficava em pé à porta da sua tenda; e olhava para Moisés pelas costas, até ele entrar na tenda. (9) E sucedia que, entrando Moisés na tenda descia a coluna de nuvem, e punha-se à porta da tenda; e o SENHOR falava com Moisés. (10) E, vendo todo o povo a coluna de nuvem que estava à porta da tenda, todo o povo se levantava e cada um, à porta da sua tenda, adorava. (11) E falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo; depois tornava-se ao arraial; mas o seu servidor, o jovem Josué, filho de Num, nunca se apartava do meio da tenda. (12) E Moisés disse ao SENHOR: Eis que tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me fazes saber a quem hás de enviar comigo; e tu disseste: Conheço-te por teu nome, também achaste graça aos meus olhos. (13) Agora, pois, se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber o teu caminho, e conhecer-te-ei, para que ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é o teu povo. (14) Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar. (15) Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui. (16) Como, pois, se saberá agora que tenho achado graça aos teus olhos, eu e o teu povo? Acaso não é por andares tu conosco, de modo a sermos separados, eu e o teu povo, de todos os povos que há sobre a face da terra? (17) Então disse o SENHOR a Moisés: Farei também isto, que tens dito; porquanto achaste graça aos meus olhos, e te conheço por nome. (18) Então ele disse: Rogo-te que me mostres a tua glória. (19) Porém ele disse: Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti, e proclamarei o nome do SENHOR diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer. (20) E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá. (21) Disse mais o SENHOR: Eis aqui um lugar junto a mim; aqui te porás sobre a penha. (22) E acontecerá que, quando a minha glória passar, pôr-te-ei numa fenda da penha, e te cobrirei com a minha mão, até que eu haja passado. (23) E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá.

Êxodo 34

 (1) ENTÃO disse o SENHOR a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nas tábuas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste. (2) E prepara-te para amanhã, para que subas pela manhã ao monte Sinai, e ali põe-te diante de mim no cume do monte. (3) E ninguém suba contigo, e também ninguém apareça em todo o monte; nem ovelhas nem bois se apascentem defronte do monte. (4) Então Moisés lavrou duas tábuas de pedra, como as primeiras; e levantando-se pela manhã de madrugada, subiu ao monte Sinai, como o SENHOR lhe tinha ordenado; e levou as duas tábuas de pedra nas suas mãos. (5) E o SENHOR desceu numa nuvem e se pôs ali junto a ele; e ele proclamou o nome do SENHOR. (6) Passando, pois, o SENHOR perante ele, clamou: O SENHOR, o SENHOR Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; (7) Que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão e o pecado; que ao culpado não tem por inocente; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração. (8) E Moisés apressou-se, e inclinou a cabeça à terra, adorou, (9) E disse: Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, vá agora o Senhor no meio de nós; porque este é povo de dura cerviz; porém perdoa a nossa iniqüidade e o nosso pecado, e toma-nos por tua herança. (10) Então disse: Eis que eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do SENHOR; porque coisa terrível é o que faço contigo. (11) Guarda o que eu te ordeno hoje; eis que eu lançarei fora diante de ti os amorreus, e os cananeus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus e os jebuseus. (12) Guarda-te de fazeres aliança com os moradores da terra aonde hás de entrar; para que não seja por laço no meio de ti. (13) Mas os seus altares derrubareis, e as suas estátuas quebrareis, e os seus bosques cortareis. (14) Porque não te inclinarás diante de outro deus; pois o nome do SENHOR é Zeloso; é um Deus zeloso. (15) Para que não faças aliança com os moradores da terra, e quando eles se prostituírem após os seus deuses, ou sacrificarem aos seus deuses, tu, como convidado deles, comas também dos seus sacrifícios, (16) E tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se com os seus deuses, façam que também teus filhos se prostituam com os seus deuses. (17) Não te farás deuses de fundição. (18) A festa dos pães ázimos guardarás; sete dias comerás pães ázimos, como te tenho ordenado, ao tempo apontado do mês de Abibe; porque no mês de Abibe saíste do Egito. (19) Tudo o que abre a madre meu é, até todo o teu gado, que seja macho, e que abre a madre de vacas e de ovelhas; (20) O burro, porém, que abrir a madre, resgatarás com um cordeiro; mas, se o não resgatares, cortar-lhe-ás a cabeça; todo o primogênito de teus filhos resgatarás. E ninguém aparecerá vazio diante de mim. (21) Seis dias trabalharás, mas ao sétimo dia descansarás: na aradura e na sega descansarás. (22) Também guardarás a festa das semanas, que é a festa das primícias da sega do trigo, e a festa da colheita no fim do ano. (23) Três vezes ao ano todos os homens aparecerão perante o Senhor DEUS, o Deus de Israel; (24) Porque eu lançarei fora as nações de diante de ti, e alargarei o teu território; ninguém cobiçará a tua terra, quando subires para aparecer três vezes no ano diante do SENHOR teu Deus. (25) Não sacrificarás o sangue do meu sacrifício com pão levedado, nem o sacrifício da festa da páscoa ficará da noite para a manhã. (26) As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do SENHOR teu Deus; não cozerás o cabrito no leite de sua mãe. (27) Disse mais o SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel. (28) E esteve ali com o SENHOR quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos. (29) E aconteceu que, descendo Moisés do monte Sinai trazia as duas tábuas do testemunho em suas mãos, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que falara com ele. (30) Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia; por isso temeram chegar-se a ele. (31) Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram-se a ele; e Moisés lhes falou. (32) Depois chegaram também todos os filhos de Israel; e ele lhes ordenou tudo o que o SENHOR falara com ele no monte Sinai. (33) Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o seu rosto. (34) Porém, entrando Moisés perante o SENHOR, para falar com ele, tirava o véu até sair; e, saindo, falava com os filhos de Israel o que lhe era ordenado. (35) Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que resplandecia a pele do seu rosto; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele.

DEVOCIONAL PARA HOJE 29/03/2013


VERSÍCULO:
   Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai... e oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé. -- Efésios 3:16-17

PENSAMENTO:
   Qual o maior ato que podemos fazer para abençoar aqueles que amamos em Cristo Jesus?  Qual a coisa mais prática que podemos fazer quando um irmão ou irmã em Cristo, ou uma congregação inteira do povo de Deus está enfrentando um grande desafio de Satanás? Qual é um dos maiores presentes que podemos dar aos nossos filhos ou nossos pais enquanto procuram viver para Jesus hoje?  O apóstolo Paulo nos mostrou.  Podemos pedir que Deus fortaleça seu povo com a presença e poder do Espírito Santo no seu íntimo.  Então podemos contar a eles que pedimos por isso, e que continuaremos a pedir até a tempestade passar.

ORAÇÃO:
   Gracioso Deus e Todo Poderoso Pai, por favor abençoe ... (menciona os nomes de várias pessoas enquanto ora) com seu poder e presença através do Espírito Santo.  Continuarei a fazer tudo que posso para encorajar e fortalecê-los, mas acredito que precisam do poder do Seu Espírito muito mais do que qualquer coisa que poderia fazer por eles.  Obrigado por ouvir minha oração no nome de Jesus. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0329.html

28 de mar de 2013

Devocional Boa Semente 28/03/2013

Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? (Marcos 8:36).

UMA PALAVRA PARA OS PAIS

É difícil enfatizar com a devida força a vital importância da leitura bíblica e da oração em família. É claro que se os filhos estiverem em perigo, os pais correm para socorrê-los. Porém, nossos filhos estão sempre em extremos perigos neste mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Choramos e lamentamos quando percebemos a mente e o coração de nossos filhos sendo atacados, mas negligenciamos a responsabilidade que temos como pais de preservá-los e libertá-los do mal. Não deixem seus filhos sem defesa\ Não os enviem ao mundo onde Satanás comanda para o enfrentarem sem Deus\ Se você fizer isso estará cavando a cova espiritual deles.
O objetivo de todos os pais cristãos é levar cada filho a conhecer, amar e ter um relacionamento profundo com o Senhor Jesus. Dessa maneira eles serão discípulos do Senhor e frutíferos em Sua obra. Podemos matricular nossos filhos nos melhores colégios do mundo para que tenham cultura adequada. Desejamos que tenham um lugar de proeminência neste mundo, e não poupamos nem esforços nem dinheiro para isso. Mas o que irão ganhar? O mundo passa mas o céu dura para sempre, e sua glória irá obscurecer tudo o que é terreno.
Ó pais cristãos míopes, se levantem e tomem posição para batalhar pelos seus filhos e conquistá-los para Cristo! O que eles conseguirão se juntarem riquezas, desfrutarem dos aplausos das inconstantes multidões, se forem honrados por suas habilidades, sacrificando um relacionamento verdadeiro com o Cristo vivo? Conquistando coisas que se perdem com o vento ao custo de preciosidades eternas? Uma vida com Cristo tem consequências tanto aqui neste mundo quanto na eternidade

Superando a preocupação II (Provérbios 3.5-6)

Definindo as palavras de Salomão sobre preocupação:

Confiança –Nosso Senhor nos ordena que nos lancemos completa e absolutamente aos seus pés. Lembre-se: devemos fazer isso com todo nosso coração.

Coração – Recebemos o mandamento de lançar sobre Deus nossa total confiança, sem esconder nenhuma área de nossa mente, sentimento ou vontade. Sem reservas, quaisquer que sejam elas.

Entendimento – A ideia é a seguinte: “Não dê preferência ao seu próprio e limitado ponto de vista; não tente fazer as coisas do seu próprio jeito”.

Apoiar –Não repouse sobre sua própria ingenuidade. Pare de explorar todas as possibilidades em que você pode pensar. Fique fora do caminho, guarde-se do medo, pânico, tramas, manipulação, preocupação e pressa.

Reconhecer –Em meio a todas as situações, reconhecer, trazer à memória, a presença e o controle de Deus.

Endireitar – Quando se confia totalmente em Deus para lidar com determinada situação, Ele fará um serviço completo de aplainar a nossa parte.

Como superar o estresse – Dr. Charles Swindoll

Dúvidas honestas

Quando o viram [Jesus], o adoraram; mas alguns duvidaram. Mateus 28:17

A experiência nos diz que as pessoas não retornam dos túmulos. Em meio à nossa desolação, quando a morte nos aflige, está a terrível certeza de que nesta vida, não veremos mais os nossos entes queridos. Participamos de funerais para honrar a memória deles e ficamos de luto pela nossa perda, mas não esperamos ser cumprimentados em nossa porta pela pessoa que morreu.
Com isso, não deveria nos surpreender o fato de os discípulos de Jesus ficarem relutantes em crer que Ele tinha ressuscitado dos mortos. Seguindo o testemunho das mulheres que haviam visto um anjo, um túmulo vazio e o próprio Jesus (Mateus 28:1-10), “...os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes designara. E quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram” (vv.16-17).
Dentre os que eram mais próximos ao Senhor e tinham ouvido os Seus ensinamentos notáveis e testemunhado os Seus poderosos milagres, alguns duvidaram que Jesus de fato estivesse vivo novamente. Mas as dúvidas honestas dos discípulos logo se transformaram em alegria e esperança ao aceitarem a realidade de seu Senhor ressurreto.
Quais as nossa dúvidas a respeito de Jesus, hoje? A nossa experiência nos diz que nossos erros do passado, as lutas do presente e as perspectivas para o futuro não podem ser modificadas? Com as lembranças renovadas da Páscoa, confiemos que Ele pode fazer todas as coisas. 
—DCM

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Um olhar para o Calvário pode dissipar as suas dúvidas.

ORIGEM DA IGREJA CATÓLICA

A origem do catolicismo foi em razão do desvio doutrinário das igrejas primitivas.  Após a morte de Cristo, fundador da Igreja, seus discípulos ficaram vulneráveis aos ataques dos adversários.  Estevão foi morto apedrejado pela multidão enfurecida, Atos 7:57-60.  Mais tarde o apóstolo Tiago foi morto à espada pelo rei Herodes, Atos 12:1-2. Por incrível que pareça, as perseguições dos inimigos colaboraram para surgimento de outras igrejas.  O livro de Atos diz “Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra” (Atos 8:4).

Devido a perseguição os discípulos fugiram de Jerusalém e por onde passavam o Evangelho era anunciado.  Filipe, que era um dos fugitivos, pregou na cidade de Samaria e também ao eunuco, homem importante da Rainha da Etiópia.  É bem possível que o eunuco tenha levado o Evangelho ao país da Etiópia. 

Porém, as perseguições não se restringiram somente aos ataques físicos.   Satanás é um inimigo muito inteligente e sutil.  Deus criou Lúcifer e não o Diabo.  Lúcifer (portador da Luz) se transformou no Diabo porque queria ser semelhante ao Criador, Ezequiel 28:15-17.  Quando Satanás percebeu que matar os cristãos não estava surtindo efeito, então resolveu mudar de tática.  O Diabo resolveu solapar a fé dos crentes introduzindo idéias estranhas ao Evangelho de Cristo.   Ainda nos dias dos apóstolos alguns crentes começaram a acreditar que a fé em Cristo não era suficiente para a salvação da alma.   As obras foram acrescentadas à fé para alcançar a graça de Deus.  No Livro de Atos podemos confirmar este fato: “ENTÃO alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos” (Atos 15:1).   Alguns falsos pregadores entraram sorrateiramente nas igrejas da Galácia e ensinaram que era necessário guardar os preceitos da lei, transtornando assim o verdadeiro Evangelho de Cristo, Gálatas 1:7. Paulo admoestou aos irmãos gálatas que qualquer outro evangelho diferente que ele tinha anunciado deveria ser considerado anátema (maldito), Gálatas 1:8. Paulo não cedeu nenhum momento aos falsos ensinadores, e procurou reconduzir os irmãos gálatas à fé verdadeira, Gálatas 2:5; 3:10-11.  

Depois que os apóstolos morreram as igrejas continuaram sendo atacadas doutrinariamente.  João, o último dos apóstolos a morrer, foi escolhido por Cristo para escrever às sete igrejas da Ásia. Capítulos dois e três de Apocalipse mostram claramente os problemas que cada uma das sete igrejas tinham.  As igrejas foram contagiadas pelo vírus maligno do inimigo.  

Um outro erro que penetrou nas igrejas foi a de alguns homens que se diziam cristãos, assenhorearem da herança de Deus.  O apóstolo Pedro já havia advertido a respeito disso: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho” (I Pedro 5:1-2).  Diótrefes, ainda no tempo do apóstolo João, queria dominar a qualquer custo uma igreja local.   “Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura ter entre eles o primado, não nos recebe" (III João 9).  

Depois dos erros citados acima seguiu-se outro que tem sido uma das marcas da Igreja Católica Romana e de outras que dela saíram.  “A Regeneração Batismal”.  A idéia de que o batismo poderia ajudar na salvação da alma começou ainda no final no 2º século.  Neste século muitas igrejas já haviam desviadas dos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos.  Muitas igrejas questionavam que se a Bíblia fala tanto do batismo, então ele tem um valor que pode ajudar na remissão da alma.  

No início do ano 313 A.D., o cristianismo tinha alcançado uma poderosa vitória sobre o paganismo.  Um novo imperador veio ocupar o trono do Império Romano.  Ele evidentemente reconheceu algo do misterioso poder dessa religião que continuava a crescer, não obstante a intensidade da perseguição.  A História diz que este Imperador que não era outro senão Constantino, teve uma maravilhosa e real visão.   Divisou no céu uma CRUZ de brilhante luz vermelha na qual estavam escritas a fogo as seguintes palavras: "Com este sinal vencerás". Constantino interpretou isto como uma ordem para que se tornasse cristão. Entendeu ainda que abandonando o paganismo e uniu do o poder temporal do Império Romano ao poder espiritual do Cristianismo o mundo seria facilmente conquistado.  Deste modo, a religião cristã se tornaria uma religião universal e o Império Romano o Império de todo o mundo.  Assim sob a liderança do Constantino veio um descanso, um galanteio e uma proposta de casamento.   O Império Romano por intermédio de seu imperador pediu em casamento o cristianismo.  Para tornar efetiva e consumada esta profunda união, um concílio foi convocado. Em 313 A. D. foi feita uma convocação para que fossem enviados, juntamente, representantes de todas as igrejas cristãs.  Muitas, mas nem todas, vieram. A aliança estava consumada. Uma hierarquia foi formada. Na organização desta hierarquia Cristo foi destronado como cabeça da igreja e Constantino foi entronizado (ainda que temporariamente, já se vê) como cabeça da igreja.  

A hierarquia estava definitivamente começando a desenvolver-se no que conhecemos hoje como Igreja Católica ou Universal. Pode-se dizer que isso tinha começado, se bem que, indefinidamente, já no fim do 2o século ou no início do 3o quando as novas idéias com referência aos bispos e ao governo da Igreja começaram a se formar.   Deve ser também claramente lembrado que, quando Constantino fez a convocação para o citado Concílio houve muitos cristãos (batistas) que deixaram de responder à mesma. Eles não aprovavam o casamento da religião com o estado, nem a centralizarão do governo religioso, nem a criação de um tribunal religioso mais elevado, de qualquer espécie que não fosse a Igreja local. Estes cristãos (batistas) bem como suas igrejas deste tempo ou mais tarde não aceitaram a hierarquia denominacional católica.  

Quando esta hierarquia foi criada, Constantino, que tinha sido feito o seu cabeça, não era ainda cristão. Ele tinha decidido tornar-se, mas como as igrejas que o acompanharam na fundação desta organização hierárquica, tinham adotado o erro da regenerarão batismal, uma série questão se levantou na mente de Constantino: "Se eu sou salvo dos meus pecados pelo batismo, como escapar os meus pecados posteriores ao batismo?" Constantino levantou assim. Uma questão que iria perturbar o mundo em todas as gerações seguintes. Pode o batismo lavar de antemão os pecados não cometidos? (ou sãs) os pecados cometidos antes do batismo lavados por um processo (isto é, pelo batismo) e os cometidos depois do batismo, por um outro processo?  

Não tendo sido possível resolver satisfatoriamente a muitas questões assim levantadas, Constantino resolveu finalmente unir-se aos cristãos, mas adiando o seu batismo para mais perto de sua morte, porque assim todos os seus pecados poderiam ser lavados de uma só vez. Este propósito ele seguiu e não havia sido ainda batizado até pouco antes de sua morte.  <>Abandonando a religião pagã e aderindo ao Cristianismo, Constantino incorreu em séria reprovação por parte do Senado Romano. Eles repudiaram ou, ao menos, opuseram-se à sua resolução. Esta oposição resultou finalmente na mudança da sede do Império de Roma para Bizânico, uma velha cidade reedificada, que logo depois teve o nome mudado para Constantinopla, em honra a Constantino. Como resultado surgiram duas capitais para o Império Romano: Roma e Constantinopla. Essas duas cidades, rivais por vários séculos, por fim se tomaram o centro da Igreja Católica dividida: Romana e Grega.  

Constantino fez cessar a perseguição aos cristãos em todo o império e gradualmente foi cumulando-os de favores. O imperador logo percebeu a clara divisão entre os cristãos. Percebera a importância de ser apoiado pela hierarquia de uma religião poderosa. Mas precisava que essa hierarquia fosse unânime em sua fidelidade ao Estado. Assim, embora pagão, presidiu concílios da Igreja e obrigou-a a unificar-se. Devido a essa atitude foi prontamente contrariado pelos anabatistas. Indignado, e aliando-se aos cristãos errados, baniu e perseguiu os fiéis que não concordaram com sua unificação das igrejas. Começaram as terríveis perseguições das seitas cristãs oficiais - protegidas pelo imperador - contra as não oficiais, os anabatistas, que se mantiveram independentes do governo. Pela primeira vez na história, a partir do ano 313, encontramos a página mais triste da história das igrejas. Encontramos cristãos errados perseguindo os cristãos fiéis. Esta perseguição, além de visar o extermínio dos anabatistas, também foi a mais longa. Durou mais de mil e trezentos anos, vindo a terminar após a Reforma no século XVII.  

Depois que Constantino se tornou o cabeça das igrejas desviadas da verdade, as mudanças doutrinárias nestas igrejas, foram se avolumando a cada ano que passava.  A idéia de que o batismo poderia ajudar na regeneração da alma tinha larga aceitação por parte dos desviados que aceitaram o casamento com o poder temporal.  A igreja que aceitou Constantino como seu cabeça, acreditando que o batismo era um agente ou meio de salvação, achava que quanto mais cedo fosse administrado o batismo, mais garantia poderia ter da salvação.  Foi então que surgiu o “batismo infantil”.  Por que esperar a idade adulta ou mesmo a velhice para ser batizado?  “Ninguém sabe o que pode acontecer amanhã”, pensavam os simpatizantes da “nova igreja”.  Antes disto "crentes" e "crentes" somente, eram considerados em condições de submeterem-se ao batismo.  "Aspersão" e "derramamento" eram formas até então desconhecidas. Vieram muito mais tarde.  Por vários séculos os infantes eram, como os demais, imersos.  A Igreja Ortodoxa Grega (que é um grande ramo da Igreja Católica) até hoje não mudou a forma original de batismo.  Ela pratica o batismo infantil, mas nunca procedeu de outro modo que não o da imersão das crianças. (Nota. alguns historiadores da igreja põem o inicio do batismo infantil neste século, mas eu citarei um pequeno parágrafo das "Robinson's Ecclesiastical Researches" (Pesquisas Eclesiásticas de Robinson):   

 "Durante os primeiros três séculos as congregações espalhadas no oriente funcionaram em corpos independentes e separados, sem subvenção por parte do governo, e, conseqüentemente, sem qualquer poder secular da Igreja sobre o Estado ou vice-versa. Em todo esse tempo as igrejas batizavam e, segundo o testemunho os Pais dos primeiros 4 séculos, até Jerônimo (370, A. D.), na Grécia, Síria e África, é mencionado um grande número de batismos de adultos, sem a apresentação de ao menos um batismo de criança, até o ano 370 A. D." (Compêndio de História Batista por Shackelford, p. 43; Vedder p. 50; Chrishan p. 31; Orchard p. 50, etc.).

A hierarquia organizada sob a liderança de Constantino, rapidamente se concretizou naquilo que agora conhecemos como Igreja Católica. E a novel igreja se associou ao governo temporal, não mais para ser simplesmente a entidade executiva das leis completas do Novo Testamento, mas começou a ser legislativa, começando a emendar e anular leis primitivas, bem como a criar regras completamente estranhas à letra e ao espírito do Novo Testamento.  

Uma das primeira ações legislativas da Igreja, e uma das mais subversivas quanto aos resultados foi o estabelecimento, por lei, do batismo infantil. Em virtude desta lei o batismo infantil tornou-se compulsório. Isto ocorreu em cerca de 416 A. D. Ele já existia, em casos esparsos, provavelmente, um século antes desde decreto. Mas, com a efetivação por lei desta prática dois princípios do Novo Testamento foram naturalmente abordados: - o do "batismo dos crentes" e o da "obediência voluntária ao batismo".  

Como conseqüência inevitável desta nova doutrina e lei, ,as igrejas desviadas foram rapidamente se enchendo de membros inconversos. E de fato não se passaram muitos anos até que a maioria, provavelmente, de seus membros fosse composta de pessoas não regeneradas. Assim os grandes interesses espirituais do Reino de Deus caíram nas mãos de um incrédulo poder temporal. Que se poderia esperar então?  

Em 426 A.D., justamente 10 anos depois do estabelecimento legal do batismo infantil, foi iniciado o tremendo período que conhecemos como "Idade das Trevos" (Idade Média, not. Do trad.). Que período! Quão tremendo e sanguinolento o foi!  A partir de então, por mais uma dezena de séculos o rasto do cristianismo do Novo Testamento foi grandemente regado pelo sangue dos cristãos. Milhões de crentes perderam suas vidas, pagando o preço da fidelidade ao Senhor Jesus Cristo. Preferiram morrer do que negar o nome do Senhor que os resgatou pela cruz do Calvário.  Nossos antepassados sofreram as mais variadas e terríveis perseguições por parte dos que se uniram ao poder temporal.  Creio que nem Constantino tinha a idéia do resultado da união do seu império com os chamados cristãos.

Foi ainda no alvorecer da "Idade das Trevas" que o Papismo tomou corpo definitivo. Seu inicio data de Leão II de 440 a 461 A.D. Este título, semelhantemente ao nome dado à Igreja Católica, tinha possibilidade de um amplo desenvolvimento. O nome aparece aplicado primeiramente, para designar o bispo de Roma, 296-404 A.D. mas foi formalmente adotado pela primeira vez por Cirilo, bispo de Roma 384-398. Mais tarde foi adotado oficialmente por Leão II, 440-461. Sua universalidade foi reclamada em 707. 

Alguns séculos mais tarde foi declarado por Gregório VII, ser o titulo exclusivo do Papado. Por falta de espaço, infelizmente, não poderemos descrever neste pequeno estudo todas as mudanças que houve no decorrer dos séculos no seio da Igreja Católica.  Mas vamos dar uma súmula dos mais significativos eventos ocorridos nos primeiros cinco séculos:

1) A mudança gradual do governo democrático da Igreja para o governo eclesiástico.
2) A mudança da salvação pela graça para a salvação pelo batismo.
3) A mudança do batismo de crentes para batismo infantil.
4) A hierarquia organizada. Casamento da Igreja com Estado.
5) A sede do Império mudada para Constantinopla.
6) O Batismo Infantil estabelecido por lei e tornado compulsório .
7) Os cristãos nominais começam a perseguir os cristãos.
8) A "Idade de Trevas" começa em 426 a.D.
9) A espada e a tocha, de referência ao Evangelho, que se tornou o poder de Deus para a salvação.
10) Todo o vestígio de liberdade religiosa é desfeito, coberto e enterrado por muitos séculos.
11) As igrejas fiéis ao Novo Testamento são perseguidas e tratadas por nomes diversos. São ainda açuladas para o mais longe possível do poder temporal católico. O remanescente destas igrejas se espalhou por todo o mundo e é achado, talvez escondido, em florestas, montanhas, vales, antros e cavernas da terra.

BIBLIOGRAFIA:
O BATISMO ESTRANHO E OS BATISTAS, por W.MNEVINS.
RASTO DE SANGUE, por J.M.CARROLL.
A ORIGEM, por GILBERTO STEFANO
A HISTÓRIA DOS BATISTAS, por JERRY DONALD ROSS.

Trabalho elaborado: 
Antônio Carlos Dias