VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
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Culto de Ação de Graças

6 de abr de 2013

Confiança no poder de Deus (I Reis 17.17-19)

Ela se acha ali, com lágrimas escorrendo pelo rosto, carregando o corpo do filho. Neste exato momento, Elias estende os braços e diz: “Dê-me o seu filho”. A seguir o apanhou do colo dela e subiu até o andar de cima onde morava, deitando-o em sua própria cama (I Reis 17.19).
A mulher está ali de pé, segurando o corpo flácido, sem vida de seu único filho. O seu mundo desabou de forma repentina e inesperada. Elias, porém, diz simplesmente: “Dê-me o seu filho”.
Sabe o que mais me impressiona neste ponto? É o silêncio de Elias. De alguma forma ele sabe que nada que possa dizer naquele momento consolará a mãe sofredora. Nenhuma palavra dele poderá reconfortar seu espírito abatido. Ele então não argumenta com ela. Não a repreende. Não tenta raciocinar com a mulher. Não a faz lembrar de tudo o que ela lhe deve ou de quão envergonhada deveria estar por culpá-lo. Pede simplesmente que coloque o seu fardo nos braços dele.
Faça uma pausa para compreender que Elias se encontra novamente em uma situação que não merece, pelo menos do ponto de vista humano. Ele obedeceu a Deus indo a Acabe e depois se escondendo em Querite. Andou com Deus de Querite a Sarepta. Seguiu exatamente as instruções do Senhor. Confiou em Deus e agora está recebendo a violência da acusação da mulher.
Deus parece colocar-nos às vezes em um torniquete e depois o aperta cada vez mais, até que pensamos debaixo do sofrimento de seu aperto soberano: “O que ele está tentando fazer comigo?”. Andamos mais perto e ainda mais perto dele. Não sabemos como poderíamos achegar-nos mais, novos testes chegam, porém, um após outro.
Elias se acha sob essa pressão, mas ele não vacila. Permanece corajoso e mudo à sombra de Deus, firmado na fé, confiante no poder do Senhor. Isso é o máximo de humildade.
Ele não argumenta com Deus. Não se desespera. Não perde o autocontrole. Não discute com a mulher. Diz simplesmente com silenciosa compaixão: “Dê-me o seu filho”.
Dia a dia com os heróis da fé – Dr. Charles Swindoll

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