VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
..........................................Sociedade Feminina -...................19:30hs.
QUARTA:.....................Culto de Oração -.........................19:30hs.
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DOMINGO:..................Escola Bíblica Dominical -..........08:00hs.
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Culto de Ação de Graças

31 de jul de 2013

O que é a apostasia e como posso reconhecê-la?


A apostasia, da palavra grega apostasia, significa "um desafio de um sistema estabelecido ou autoridade; uma rebelião; um abandono ou falta de fé." No mundo do primeiro século, a apostasia era um termo técnico para a revolta política ou deserção. E, assim como no primeiro século, a apostasia ameaça o Corpo de Cristo hoje.

A Bíblia adverte sobre pessoas como Ário (c. 250-336 AD), um sacerdote cristão de Alexandria, Egito, que foi treinado em Antioquia no início do quarto século. Em aproximadamente 318 DC, Ário acusou o bispo Alexandre de Alexandria de adotar o Sabelianismo, um falso ensino que afirmava que o Pai, o Filho e o Espírito Santo eram apenas diferentes papéis ou modos assumidos por Deus em vários momentos. Ário estava determinado a enfatizar a unidade de Deus. No entanto, ele foi longe demais em seu ensinamento da natureza de Deus. Ário negou a Trindade e introduziu o que aparentava ser, sobre a superfície, uma diferença insignificante entre o Pai e o Filho.

Ário afirmou que Jesus não era homoousios (da mesma essência) como o Pai, mas sim homoiousios (de essência semelhante). Apenas uma letra grega - o iota (i) - separava os dois. Ário descreveu a sua posição desta forma: "O Pai existia antes do Filho. Houve um tempo em que o Filho não existia. Portanto, o Filho foi criado pelo pai. Portanto, embora o Filho tenha sido a maior de todas as criaturas, ele não era da essência de Deus."

Ário era muito inteligente e fez o seu melhor para atrair as pessoas ao seu lado. Chegou ao ponto de compor pequenas canções que ensinavam a sua teologia, as quais ele tentou ensinar a todos que quisessem ouvir. Sua natureza cativante e posição reverenciada como um pregador, assim como viver em negação de si mesmo, também contribuíram para a sua causa.

Com relação à apostasia, é fundamental que todos os cristãos compreendam duas coisas importantes: (1) como reconhecer a apostasia e professores apóstatas, e (2) por que o ensino apóstata é tão mortal.

As Formas de Apostasia
A fim de plenamente identificar e combater a apostasia, é importante que os cristãos compreendam as suas várias formas e os traços que caracterizam suas doutrinas e professores. Quanto às formas de apostasia, há dois tipos principais: (1) um afastamento das doutrinas fundamentais e verdadeiras da Bíblia em direção a doutrinas heréticas que proclamam ser "a verdadeira" doutrina cristã, e (2) uma renúncia completa da fé cristã, o que resulta em um abandono completo de Cristo.

Ário representa a primeira forma de apostasia - uma negação das principais verdades cristãs (como a divindade de Cristo). Isso, por sua vez, acaba causando um abandono completo da fé – que é a segunda forma de apostasia. É importante compreender que a segunda forma quase sempre começa com a primeira. Uma crença herética torna-se um ensino herético que se propaga e cresce até poluir todos os aspectos da fé de uma pessoa e, em seguida, o objetivo final de Satanás é realizado, ou seja, um completo afastamento do Cristianismo.

Um exemplo recente deste processo é um estudo feito em 2010 pelos proeminentes ateus Daniel Dennett e Linda LaScola, chamado de "Pregadores Que São Descrentes". O trabalho de Dennett e LaScola narra cinco pregadores diferentes que ao longo do tempo aprenderam e aceitaram os ensinamentos heréticos sobre o Cristianismo e agora completamente se afastaram da fé e são ou panteístas ou ateus clandestinos. Uma das verdades mais perturbadoras destacadas no estudo é que esses pregadores mantêm a sua posição como pastores de igrejas cristãs com as suas congregações não estando cientes do verdadeiro estado espiritual do seu líder.

O livro de Judas, o qual serve como um manual para entender as características dos apóstatas como os narrados no estudo de Dennett e LaScola, nos advertiu contra os perigos da apostasia. As palavras de Judas são tão relevantes para nós hoje quanto eram quando foram escritas no primeiro século, por isso é importante ler e compreendê-las cuidadosamente.

As Características da Apostasia e dos Apóstatas
Judas era o meio-irmão de Jesus e líder da igreja primitiva. Em sua carta do Novo Testamento, ele descreve como reconhecer a apostasia e exorta os do corpo de Cristo a pelejarem pela fé (v. 3). A palavra grega traduzida como "pelejar" é um verbo composto do qual temos a palavra "agonizar." Está no tempo presente do infinitivo, o que significa uma luta contínua. Em outras palavras, Judas está nos dizendo que haverá uma luta constante contra o ensino falso e que os cristãos devem levar isso tão a sério ao ponto de "agonizarem" pela luta da qual fazem parte. Além disso, Judas deixa claro que cada cristão é chamado a esta luta, não apenas os líderes da igreja, por isso é fundamental que todos os crentes agucem as suas habilidades de discernimento para que possam reconhecer e evitar a apostasia em seu meio.

Após exortar os seus leitores a batalhar pela fé, Judas destaca a razão: "Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo" (v. 4). Neste versículo, Judas oferece aos cristãos três características da apostasia e mestres apóstatas.

Primeiro, Judas diz que a apostasia pode ser sutil. Judas usa a palavra "introduzir" para descrever a entrada do apóstata na igreja. No grego extra-bíblico, o termo descreve a astúcia de um advogado que, através da argumentação inteligente, se infiltra na mente dos funcionários do tribunal e corrompe o seu pensamento. A palavra significa literalmente "cair no lado; entrar furtivamente; esgueirar-se; difícil de detectar." Em outras palavras, Judas diz que raramente a apostasia começa de uma forma aberta e facilmente detectável. Em vez disso, ela se parece muito com a pregação de Ário, na qual, de forma muito sutil, apenas uma única letra diferencia sua doutrina do verdadeiro ensinamento da fé cristã.

Descrevendo este aspecto da apostasia e seu perigo subjacente, AW Tozer escreveu: "Tão qualificado é o erro de imitar a verdade, que os dois são constantemente confundidos um com o outro. É preciso um olho afiado nos dias de hoje para saber qual irmão é Caim e qual é Abel." O apóstolo Paulo fala também do comportamento aparentemente agradável dos apóstatas e seu ensino quando diz: "Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Coríntios 11:13-14). Em outras palavras, não espere que os apóstatas tenham uma aparência perversa do lado de fora ou falem palavras dramáticas de heresia no início do seu ensino. Ao invés de diretamente negar a verdade, os apóstatas a torcem para acomodarem a sua própria agenda, mas como pastor RC Lensky observou: "As piores formas de maldade consistem nas perversões da verdade."

Segundo, Judas descreve os apóstatas como "ímpios" e como aqueles que usam a graça de Deus como uma licença para cometer atos injustos. Começando com "ímpios", Judas descreve dezoito características desfavoráveis dos apóstatas para que seus leitores possam mais facilmente identificá-los. Judas diz que os apóstatas são ímpios (v. 4), moralmente pervertidos (v. 4), negam a Cristo (v. 4), contaminam a carne (v. 8), rebeldes (v. 8), insultam os anjos (v. 8), são ignorantes sobre Deus (v. 8), proclamam visões falsas (v. 10), difamadores (v. 10), murmuradores (v. 16), descontentes (v. 16 ), propalam arrogâncias (v. 16), aduladores por motivos interesseiros (v. 16), escarnecedores de Deus (v. 18), causam divisões (v. 19), seguem o mundo (v. 19) e, finalmente (mas não surpreendentemente), são destituídos do Espírito/perdidos (v. 19).

Terceiro, Judas diz que os apóstatas "negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo." Como os apóstatas fazem isso? Paulo nos diz em sua carta a Tito: "Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminadas. Afirmam que conhecem a Deus, mas pelas suas obras o negam, sendo abomináveis, e desobedientes, e réprobos para toda boa obra" (Tito 1:15-16, ênfase adicionada). Através do seu comportamento injusto, os apóstatas mostram o seu verdadeiro eu. Ao contrário de um apóstata, um crente verdadeiro é alguém que foi liberto do pecado para a justiça em Cristo. Com Paulo, eles perguntam aos apóstatas que promovem o comportamento licencioso: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?" (Romanos 6:1-2)

No entanto, o ensino falso dos apóstatas também mostra a sua verdadeira natureza. Pedro diz: "Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição" (2 Pedro 2: 1). Um outro aspecto dos verdadeiros crentes é que foram salvos da escuridão à luz espiritual (Efésios 5:8) e, portanto, não negarão as verdades fundamentais da Escritura como Ário fez com a divindade de Jesus.

Em última análise, o sinal de um apóstata é que ele finalmente cai e se afasta da verdade da Palavra de Deus e Sua justiça. O apóstolo João afirma que esta é a marca de um crente falso: "Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos" (1 João 2:19).

Ideias Têm Consequências
Que Deus leva a sério a apostasia e o ensino falso é evidenciado pelo fato de que cada livro do Novo Testamento, exceto Filemon, contém advertências sobre o falso ensino. Por que isso? Simplesmente porque ideias têm consequências. Pensar corretamente e o seu fruto produzem bondade, enquanto que o pensamento errado e suas correspondentes ações resultam em penalidades indesejadas. Como exemplo, os campos de morte de Camboja na década de 1970 foram o produto de uma cosmovisão niilista de Jean Paul Sartre e seu ensino. O líder do Khmer Vermelho, Pol Pot, viveu a filosofia de Sartre em relação às pessoas de uma forma clara, assustadora e articulada desta maneira: "Preservá-lo é nenhum benefício. Destruí-lo não é perda."

Vale à pena lembrar-se de que Satanás não se aproximou do primeiro casal no jardim com um armamento externo ou arma sobrenatural. Em vez disso, ele usou uma ideia. E foi essa ideia que condenou a eles e o resto da humanidade, com o único remédio sendo a morte sacrificial do Filho de Deus.

A grande tragédia é que, consciente ou inconscientemente, o mestre apóstata condena os seus seguidores desavisados. Um dos versículos mais assustadores de toda a Escritura vem dos lábios de Jesus. Falando aos seus discípulos sobre os líderes religiosos de Seus dias, Ele disse: "Deixai-os; são guias cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão no barranco" (Mateus 15:14, ênfase adicionada). Este versículo é alarmante porque Jesus afirma que não só os falsos mestres irão para a destruição, mas os discípulos que os seguem também. O filósofo cristão Soren Kierkegaard coloca desta forma: "Ainda não falhou o conceito de que um tolo, quando se perde, leva vários outros com ele."

Conclusão
Em 325 DC, o Concílio de Niceia se reuniu com o principal objetivo de tratar de Ário e seus ensinamentos. Para desgosto de Ário, o resultado final foi sua excomunhão e uma declaração no Credo Niceno que afirmava a divindade de Cristo: "Nós acreditamos em um só Deus, o Pai todo-poderoso, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor Jesus Cristo, o filho de Deus, o unigênito do Pai, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus, gerado, não criado, consubstancial com o Pai".

Ário pode ter morrido séculos atrás, mas seus filhos espirituais ainda estão conosco até hoje na forma de seitas como as Testemunhas de Jeová e outros que negam a verdadeira essência e pessoa de Cristo. Infelizmente, até Cristo retornar e cada inimigo espiritual ser removido, joios como estes estarão presentes no meio do trigo (Mateus 13:24-30). Na verdade, a Escritura diz que a apostasia só vai piorar com a aproximação do retorno de Cristo. "Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão" (Mateus 24:10). Paulo ecoa Jesus em seus escritos inspirados também. O apóstolo disse aos tessalonicenses que uma grande apostasia precederia a segunda vinda de Cristo (2 Tessalonicenses 2:3) e que o fim dos tempos seria caracterizado por tribulação e charlatões religiosos vazios: "Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens... tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses" (2 Timóteo 3:1-2,5).

É fundamental, agora mais do que nunca, que cada crente ore por discernimento, combata a apostasia e batalhe pela fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos.

http://www.gotquestions.org/portugues/apostasia.html

ERA APENAS UM BRINQUEDO

Como esquecer o dia em que um brinquedo de criança mudou a vida de minha família inteira?
Eu estava cansado. Havia sido um longo dia no gabinete pastoral. Eu estava pronto para um bom jantar e uma noite tranquila com minha jovem família.
Então, aconteceu! Uaco! Plaft! Ao abrir a porta de casa, vi meu filho de oito anos pisando em cima da boneca preferida de minha filha, espatifando a coitada.
Os minutos seguintes foram de puro caos — acusações, lágrimas, justificativas. De repente, me encontrei sendo juiz de uma batalha que não esperava e na qual não me alegrava.
Atordoado, escavei minha mente em busca de uma solução para o problema. Tenho de ensinar uma lição inesquecível ao meu filho.
Perguntei-lhe: “Por que você fez isso?” 
Sem se importar muito, ele me deu a resposta típica: “Não sei”.
Esta resposta sempre me deixava furioso, como deve acontecer com um número incontável de pais. Com raiva, e sem pensar nas consequências, soltei: “Bom, o papai vai lhe ensinar uma lição que você nunca vai esquecer, pra que nunca mais destrua o que pertence a outra pessoa. Pegue um de seus brinquedos. Vou pisar...”.
Tentei me controlar, mas o estrago já estava feito. Eu havia me comprometido.
Quando meu filho se encaminhou pra o quarto, eu sabia que tinha cometido um erro daqueles. A raiva havia substituído a razão. A emoção rompante suplantara a atitude racional.
Minutos pareceram horas. Que brinquedo o menino iria escolher? Talvez um carrinho velho ou uma bola que eu não conseguiria quebrar por mais que tentasse!
Mas nada havia acontecido por acaso. Em vez de dar uma lição no filho, foi o pai quem aprendeu uma lição da qual jamais se esqueceria.
Meu filho apareceu com o melhor e mais caro brinquedo que possuía!
A última coisa que eu desejava era pisar naquela miniatura de motocicleta. Eu não queria destruir o melhor brinquedo do meu filho. Meu coração ficou um caco.
“Deus, o que eu faço agora?”, orei silenciosamente.
Quando meu filho me estendeu o brinquedo, as lágrimas banhavam-me o rosto. Então Deus falou comigo, muito suavemente: “Seu filho está lhe entregando o que tem de melhor. Foi isto que fiz por você e sua família no Calvário. Entreguei o que possuía de melhor”.
Eu e minha esposa colocamos o brinquedo no chão, entre nós, e peguei meus filhos no colo. A seguir, contei-lhes novamente que Jesus se entregou na cruz por nós; choramos, e oramos pedindo que Deus usasse aquela ocasião para nos ensinar a lhe oferecer o que temos de melhor.
O comportamento singelo de meu filho havia me ensinado uma grande lição. A Bíblia diz: “Uma criança os guiará”.
A raiva e a amargura de alguns momentos antes estavam esquecidas. Agora a paz do amor de Deus fluía em nós enquanto lhe entregávamos o que possuíamos de melhor.
Alguns anos já se passaram desde então, mas nossa família ainda lembra vividamente daquela noite maravilhosa em que uma motocicletinha de brinquedo nos levou para mais perto de Deus e uns dos outros.
(Calvin M. Durham)

IDOSA, E AINDA BELA




Perguntaram a uma querida senhora o que ela usava para ter uma pele tão linda, e ser tão alegre e atraente. Ela respondeu:
• Para os lábios, uso a verdade.
• Para a voz, uso gentileza.
• Para os olhos, uso compaixão.
• Para as mãos, uso caridade.
•Para a postura, uso justiça.
• Para o coração, uso amor.
• Para quem não gosta de mim, uso oração.
(Sword of the Lord)

OS CRENTES E OS TORCEDORES


Nunca ouvi um torcedor dizer: “Acho que não vou ao jogo, pois acho que vai chover”.
Os torcedores nunca dizem: “Não vou ao jogo, pois as cadeiras são muito desconfortáveis!”.
Você já ouviu um torcedor dizer: “Não posso ir. Não conheço ninguém lá” ou “Não vou porque o técnico não me visitou durante a semana”?
Mas todos nós conhecemos cristãos que usam estas desculpas. Um torcedor fervoroso vai e senta-se nos bancos duros, embaixo de chuva, cercado de bêbados, e ainda pagam por isso! Que Deus tenha misericórdia de nós!
(Joe Shadowens)

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 5, dia 11)

Salmo 91-93


Salmo 91

 (1) AQUELE que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. (2) Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. (3) Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. (4) Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel. (5) Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, (6) Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. (7) Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti. (8) Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios. (9) Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação. (10) Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. (11) Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. (12) Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra. (13) Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente. (14) Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome. (15) Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei. (16) Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.

Salmo 92

 (1) Salmo e cântico para o sábado. BOM é louvar ao SENHOR, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo; (2) Para de manhã anunciar a tua benignidade, e todas as noites a tua fidelidade; (3) Sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério; sobre a harpa com som solene. (4) Pois tu, SENHOR, me alegraste pelos teus feitos; exultarei nas obras das tuas mãos. (5) Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos. (6) O homem brutal não conhece, nem o louco entende isto. (7) Quando o ímpio crescer como a erva, e quando florescerem todos os que praticam a iniqüidade, é que serão destruídos perpetuamente. (8) Mas tu, SENHOR, és o Altíssimo para sempre. (9) Pois eis que os teus inimigos, SENHOR, eis que os teus inimigos perecerão; serão dispersos todos os que praticam a iniqüidade. (10) Porém tu exaltarás o meu poder, como o do boi selvagem. Serei ungido com óleo fresco. (11) Os meus olhos verão o meu desejo sobre os meus inimigos, e os meus ouvidos ouvirão o meu desejo acerca dos malfeitores que se levantam contra mim. (12) O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano. (13) Os que estão plantados na casa do SENHOR florescerão nos átrios do nosso Deus. (14) Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos, (15) Para anunciar que o SENHOR é reto. Ele é a minha rocha e nele não há injustiça.

Salmo 93

 (1) O SENHOR reina; está vestido de majestade. O SENHOR se revestiu e cingiu de poder; o mundo também está firmado, e não poderá vacilar. (2) O teu trono está firme desde então; tu és desde a eternidade. (3) Os rios levantam, ó SENHOR, os rios levantam o seu ruído, os rios levantam as suas ondas. (4) Mas o SENHOR nas alturas é mais poderoso do que o ruído das grandes águas e do que as grandes ondas do mar. (5) Mui fiéis são os teus testemunhos; a santidade convém à tua casa, SENHOR, para sempre.

DEVOCIONAL PARA HOJE 31/07/2013


VERSÍCULO:
    Em ti, SENHOR, me refugio; não seja eu jamais envergonhado; livra-me por tua justiça.  -- Salmos 31:1

PENSAMENTO:
   Quando todo o excesso é retirado, qual é sua verdadeira esperança? Quando você deixa de lado os diplomas, prêmios, honras, títulos, qual é a base da sua significância? Só Um dura para sempre! Só Deus garante que nossa vida é importante. Só nosso Salvador pode nos dar um lugar onde o que é valioso para nós não se estragará, nem será roubado, nem apodrecerá. Então, não depositemos nossos tesouros ou esperanças em ninguém mais, a não ser no SENHOR.

ORAÇÃO:
   Ó SENHOR, Deus e Redentor de nossos Pais, Guardador de muitas promessas, obrigado por permitir que eu deposite minha esperança, meu futuro, e meu significado nas suas mãos. Dê-me coragem e confiança em saber que o Senhor não permitirá que eu seja envergonhado, mas que deixará que eu participe da sua justiça naquele dia no qual eu estiver diante do Senhor. No nome de Jesus. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0731.html

30 de jul de 2013

Deus Seja Louvado


Neste Sábado dia 27, tivemos conosco a Igreja Batista Regular de Santa Catarina realizando o projeto AME (Assistência e Missões Evangelísticas). Na ocasião cinco pessoas disseram que aceitaram a Cristo, e mais uma pessoa se reconciliou com Ele, oremos para que estas pessoas realmente se fixem e que sua conversão seja genuína. Estaremos visitando estas almas para que elas possam estar crescendo no conhecimento do nosso Senhor.
E para nossa alegria maior, nesta segunda feira ficamos sabendo que mais uma pessoa aceitou a Cristo no culto de Domingo, orem por nós pois estamos muito animados pela nova turma de discipulado que vai se abrir, a perspectiva é de ter uns doze alunos.


O que diz a Bíblia sobre ser um bom pai ou uma boa mãe?


Sermos pais ou mães pode ser uma aventura difícil e cheia de problemas, mas uma das coisas mais gratificantes e satisfatórias que podemos fazer. Deus tem muito a dizer sobre como podemos ser bem sucedidos em criar nossos filhos para que sejam pessoas piedosas. A primeira coisa que devemos fazer é ensinar a eles a verdade sobre a Palavra de Deus.

Além de amarmos a Deus e sermos exemplos piedosos de pessoas que se comprometem com Seus mandamentos, precisamos fazer o que diz o versículo: “E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Deuteronômio 6:7-9). Seguindo, figurativamente, estes mandamentos que Deus deu aos hebreus, ensinemos a nossos filhos que a adoração a Deus deverá ser constante, e não apenas reservada aos domingos pela manhã ou orações noturnas.

Apesar de aprenderem muito através dos ensinamentos diretos, nossos filhos aprendem muito mais observando a nós, seus pais. Isto explica por que devemos ter cuidado em tudo o que fizermos. Devemos primeiramente reconhecer nossos papéis dados por Deus. Os maridos e esposas devem se respeitar mutuamente, sendo submissos um ao outro (Efésios 5:21). Ao mesmo tempo, Deus estabeleceu uma linha de autoridade para que se mantenha a ordem.

I Coríntios 11:3 diz: “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo.” Sabemos que Cristo não é inferior a Deus, assim como a mulher não é inferior a seu marido. Deus reconhece, entretanto, que sem submissão à autoridade, não há ordem. A responsabilidade do marido, como cabeça da casa, é amar sua esposa assim como ama a seu próprio corpo, da mesma forma sacrificial que Cristo amou a igreja (Efésios 5:25-29).

Em resposta a esta liderança amorosa, não é difícil para a esposa se submeter à autoridade de seu esposo (Efésios 5:24, Colossenses 3:18). Sua responsabilidade primária é amar a seu esposo e filhos, viver com sabedoria e pureza, e cuidar de seu lar (Tito 2:4-5). As mulheres são naturalmente mais “aptas a cuidar” do que os homens, pois foram feitas para serem as primeiras a cuidarem de sua descendência.

Disciplina e instrução são partes integrantes em ser um pai e uma mãe. Provérbios 13:24 diz: “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga.” Crianças que crescem em um lar sem disciplina se sentem pouco queridas e pouco dignas. A elas falta direção e autocontrole, e conforme crescem se rebelam e têm pouco ou nenhum respeito por qualquer tipo de autoridade, incluindo a de Deus. “Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar” (Provérbios 19:18).

Ao mesmo tempo, a disciplina deve ser equilibrada com amor, ou os filhos podem crescer com ressentimentos, desânimo e rebeldia (Colossenses 3:21). Deus reconhece que a disciplina é dolorosa quando ocorre (Hebreus 12:11), mas se seguida de instruções em amor, é reconhecidamente benéfica aos filhos. “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4).

É importante envolver as crianças na família e ministério da igreja quando ainda jovens. Freqüente regularmente uma igreja que creia na Bíblia (Hebreus 10:25), permita que eles vejam você estudando a Palavra, e também estude a Bíblia com eles. Discuta com eles o mundo ao redor conforme o forem vendo, e ensine a eles sobre a glória de Deus através da vida cotidiana. “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” (Provérbios 22:6).

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/bom-pai-boa-mae.html#ixzz2aWS0cmlk

O que diz a Bíblia sobre ser uma mãe cristã?


Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.” Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?” Quando se começa a ser mãe?

Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus. A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade. A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade – manhã, tarde e noite (Deuteronômio 6:6-7).

Envolvimento – interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos (Efésios 6:4).

Ensinamento – sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo (Salmos 78:5-6, Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4).

Treinamento – ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial (Provérbios 22:6).

Disciplina – ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme (Efésios 6:4, Hebreus 12:5-11, Provérbios 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14, 29:15-17).

Nutrição – provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).

Exemplo com integridade – vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).

A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade. As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos. A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável. Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos. Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.


Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/mae-crista.html#ixzz2aWRq4LFJ

O que diz a Bíblia sobre o pai cristão?


O maior mandamento na Escritura é este: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (Deuteronômio 6:5). Retrocedendo ao verso 2, lemos: “Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.” Seguindo os versos, mais adiante vemos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (versos 6 e 7).

A história dos hebreus revela que o pai deveria ser diligente em instruir a seus filhos nos caminhos e palavras do Senhor, para seu próprio desenvolvimento e bem estar espiritual. O pai que era obediente aos mandamentos das Escrituras, fazia justamente isto. A importância primária desta passagem é que os filhos devem ser criados na “disciplina e admoestação do Senhor”, a responsabilidade de um pai na casa. Isto nos traz uma passagem no Livro de Provérbios capítulo 22:6-11; mas principalmente o verso 6, que diz: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer (quando crescer) não se desviará dele.” Educar indica a primeira instrução que um pai e mãe devem dar a um filho; ou seja, sua primeira educação. A educação tem como objetivo revelar perante a criança como a vida é prevista para ela. Iniciar a educação da criança desta forma é de grande importância, assim como uma árvore segue a inclinação de seus primeiros anos.

Uma passagem do Novo Testamento nos dá uma clara ilustração da instrução do Senhor para um pai em relação à educação de seus filhos. Efésios 6:4 é um resumo da instrução aos pais, colocado de forma negativa e positiva: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” Aqui está o que diz a Bíblia sobre a responsabilidade de um pai em criar seus filhos. O aspecto negativo deste verso indica que um pai não deve fomentar maus sentimentos em seus filhos sendo severo, injusto, parcial ou exercitando sua autoridade de forma irracional. Isto só servirá para que o filho alimente rancor em seu coração. O aspecto positivo é expresso em uma instrução compreensiva: ou seja, eduque-o, crie-o, desenvolva sua conduta em todos os aspectos da vida pela instrução e admoestação do Senhor. Este é o treinamento (ser um modelo definitivo como pai) ou educação de uma criança – todo o processo de educar e disciplinar. A palavra “admoestação” carrega consigo a idéia de “colocar na mente da criança”, o que é o ato de lembrar a criança de suas faltas (de forma construtiva) ou responsabilidades (responsabilidades de acordo com seu nível de idade e compreensão).

Não se deve permitir que a criança cresça sem cuidado ou controle. A criança deve ser instruída, disciplinada e admoestada, para que adquira conhecimento, autocontrole e obediência. Todo este processo de educação deve ser em um nível espiritual e cristão (no verdadeiro significado desta palavra). É a “disciplina e admoestação do Senhor” a única forma efetiva de alcançar os objetivos da educação. Qualquer outra substituição ou meio de educar pode resultar em desastroso fracasso. O elemento moral e espiritual de nossa natureza é tão essencial e tão universal quanto o intelectual. Por isso, a espiritualidade é necessária ao desenvolvimento da mente, tanto quanto o conhecimento. Provérbios 1:7 nos diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento.”

O pai cristão é realmente o instrumento na mão de Deus na questão da paternidade. Assim como o cristianismo é a única religião verdadeira, e Deus em Cristo é o único Deus verdadeiro, a única forma possível de obter uma educação proveitosa é a disciplina e admoestação do Senhor. Todo o processo de instrução e disciplina deve ser aquele que Ele (Deus) prescreve e administra, para que Sua autoridade possa estar em contato constante e imediato com a mente, coração e consciência da criança. O pai humano não deve jamais se apresentar como autoridade final que determine verdade e dever. Isto simplesmente desenvolve o aspecto humano do “eu”. Somente fazendo com que Deus, Deus em Cristo, seja o mestre e governante, sob cuja autoridade tudo deve ser crido e obedecido e sob cuja vontade tudo deve ser feito, é possível alcançar os objetivos da educação.

As instruções das Escrituras aos pais são sempre o ideal de Deus. Às vezes temos a tendência em “baixar” estes ideais ao nível de nossos ideais e experiências humanas. Sua pergunta, entretanto, é o que a Bíblia diz a respeito de ser um pai. Tentei responder adequadamente. Descobri, por experiência de ser pai de três filhos, o quanto falhei no ideal bíblico. Isto, entretanto, não desvirtua a Escritura e a verdade e sabedoria de Deus, para dizer que “a Escritura simplesmente não funciona”.

Façamos um resumo do que foi dito. A palavra “provocar” significa irritar, exasperar, mostrar de forma errada, incitar, etc. Isto resulta de um espírito e métodos equivocados, ou seja, severidade, irracionalidade, autoritarismo, dureza, exigências cruéis, restrições desnecessárias e insistência egoísta em relação à autoridade. Tais provocações resultarão em reações adversas, murchando o afeto, criando obstáculos ao desejo por santidade e fazendo o filho sentir que não pode, de modo algum, agradar a seus pais (eu sei, pois já passei por isso). Um pai (ou mãe) sábio (quisera eu ter sido mais sábio) busca fazer com que a obediência seja algo desejável e alcançável mediante amor e gentileza. Os pais não devem ser tiranos impiedosos.

Martinho Lutero dizia: “Deixe a maçã ao lado da vara e dê a seu filho quando fizer o certo”. A disciplina na educação geral e cultura deve ser exercitada com cuidadosa vigilância e constante ensino, com muita oração. O castigar, disciplinar e aconselhar pela Palavra de Deus, proporcionando tanto reprimendas como encorajamento, segundo a necessidade, é indicativo de “admoestação”. A instrução dada vem do Senhor, é aprendida na escola da experiência cristã e é administrada pelos pais (o pai). A disciplina cristã é necessária para impedir que a criança cresça sem a reverência a Deus, respeito pela autoridade dos pais, conhecimento dos padrões cristãos e hábitos de autocontrole.

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem (ou mulher) de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Timóteo 3:16-17). Isto é o que diz a Bíblia sobre ser um bom pai. Os meios e métodos que os pais podem usar a fim de ensinar a verdade de Deus irão necessariamente variar. Mas estas verdades sempre deverão estar disponíveis para serem aplicadas em qualquer objetivo de vida, no viver e no estilo de vida. Assim como o pai é fiel em seu papel de modelo para os filhos, o que a criança aprende sobre Deus permanecerá através de toda a sua vida, não importando o que faça ou onde possa ir. Os filhos aprenderão a “amar a Deus de todo o coração, alma e força”, e terão o desejo de servir a Deus em tudo o que fizerem.

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O que é o fruto do Espírito Santo?


 Gálatas 5:22-23 nos diz: "Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio..." O fruto do Espírito Santo é o resultado da presença do Espírito Santo na vida do Cristão. A Bíblia deixa bem claro que todos recebem o Espírito Santo no momento em que acreditam em Jesus Cristo (Romanos 8:9; 1 Coríntios 12:13; Efésios 1:13-14). Um dos propósitos principais do Espírito Santo ao entrar na vida de um Cristão é transformar aquela vida. É a tarefa do Espírito Santo conformar-nos à imagem de Cristo, fazendo-nos mais e mais como Ele.

Os frutos do Espírito Santo estão em direto contraste com as obras da natureza pecaminosa em Gálatas 5:19-21: "Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam." Gálatas 5:19-21 descreve a vida das pessoas, em proporções diferentes, quando elas não conhecem a Cristo e, portanto, não estão sob a influência do Espírito Santo. Nossa carne pecaminosa produz certos tipos de fruto (Gálatas 5:19-21), e o Espírito Santo produz outros tipos de fruto (Gálatas 5:22-23). 

A vida Cristã é uma batalha entre as obras da natureza pecaminosa e os frutos do Espírito Santo. Como pecadores, ainda estamos presos a um corpo que deseja coisas pecaminosas (Romanos 7:14-25). Como Cristãos, temos o Espírito Santo produzindo fruto em nós e o Seu poder disponível para nos ajudar a vencer as ações da nossa natureza de pecado (2 Coríntios 5:17; Filipenses 4:13). Um Cristão nunca vai ser completamente vitorioso em sempre demonstrar os frutos do Espírito Santo. No entanto, um dos propósitos principais da vida Cristã é progressivamente permitir que o Espírito Santo produza mais e mais de Seu fruto em nossas vidas – e de permitir que o Espírito vença os desejos pecaminosos que se opõem aos Seus frutos. O fruto do Espírito é o que Deus deseja que nossa vida demonstre.... e com a ajuda do Espírito Santo, isso é possível!


Tens Perguntas? Questões Bíblicas Respondidas.
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Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 5, dia 10)

Salmo 88-90


Salmo 88

 (1) Cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta. SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite. (2) Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor; (3) Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura. (4) Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças, (5) Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão. (6) Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas. (7) Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.) (8) Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair. (9) A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos. (10) Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.) (11) Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição? (12) Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento? (13) Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração. (14) SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face? (15) Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado. (16) A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado. (17) Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam. (18) Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.

Salmo 89

 (1) Masquil de Etã, o ezraíta. AS benignidades do SENHOR cantarei perpetuamente; com a minha boca manifestarei a tua fidelidade de geração em geração. (2) Pois disse eu: A tua benignidade será edificada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo: (3) Fiz uma aliança com o meu escolhido, e jurei ao meu servo Davi, dizendo: (4) A tua semente estabelecerei para sempre, e edificarei o teu trono de geração em geração. (Selá.) (5) E os céus louvarão as tuas maravilhas, ó SENHOR, a tua fidelidade também na congregação dos santos. (6) Pois quem no céu se pode igualar ao SENHOR? Quem entre os filhos dos poderosos pode ser semelhante ao SENHOR? (7) Deus é muito formidável na assembléia dos santos, e para ser reverenciado por todos os que o cercam. (8) Ó SENHOR Deus dos Exércitos, quem é poderoso como tu, SENHOR, com a tua fidelidade ao redor de ti? (9) Tu dominas o ímpeto do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as fazes aquietar. (10) Tu quebraste a Raabe como se fora ferida de morte; espalhaste os teus inimigos com o teu braço forte. (11) Teus são os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude tu os fundaste. (12) O norte e o sul tu os criaste; Tabor e Hermom jubilam em teu nome. (13) Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e alta está a tua destra. (14) Justiça e juízo são a base do teu trono; misericórdia e verdade irão adiante do teu rosto. (15) Bem-aventurado o povo que conhece o som alegre; andará, ó SENHOR, na luz da tua face. (16) Em teu nome se alegrará todo o dia, e na tua justiça se exaltará. (17) Pois tu és a glória da sua força; e no teu favor será exaltado o nosso poder. (18) Porque o SENHOR é a nossa defesa, e o Santo de Israel o nosso Rei. (19) Então falaste em visão ao teu santo, e disseste: Pus o socorro sobre um que é poderoso; exaltei a um eleito do povo. (20) Achei a Davi, meu servo; com santo óleo o ungi, (21) Com o qual a minha mão ficará firme, e o meu braço o fortalecerá. (22) O inimigo não o importunará, nem o filho da perversidade o afligirá. (23) E eu derrubarei os seus inimigos perante a sua face, e ferirei aos que o odeiam. (24) E a minha fidelidade e a minha benignidade estarão com ele; e em meu nome será exaltado o seu poder. (25) Porei também a sua mão no mar, e a sua direita nos rios. (26) Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. (27) Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra. (28) A minha benignidade lhe conservarei eu para sempre, e a minha aliança lhe será firme, (29) E conservarei para sempre a sua semente, e o seu trono como os dias do céu. (30) Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nos meus juízos, (31) Se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos, (32) Então visitarei a sua transgressão com a vara, e a sua iniqüidade com açoites. (33) Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade. (34) Não quebrarei a minha aliança, não alterarei o que saiu dos meus lábios. (35) Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. (36) A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim. (37) Será estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu. (Selá.) (38) Mas tu rejeitaste e aborreceste; tu te indignaste contra o teu ungido. (39) Abominaste a aliança do teu servo; profanaste a sua coroa, lançando-a por terra. (40) Derrubaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações. (41) Todos os que passam pelo caminho o despojam; é um opróbrio para os seus vizinhos. (42) Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem. (43) Também embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja. (44) Fizeste cessar a sua glória, e deitaste por terra o seu trono. (45) Abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha. (Selá.) (46) Até quando, SENHOR? Acaso te esconderás para sempre? Arderá a tua ira como fogo? (47) Lembra-te de quão breves são os meus dias; por que criarias debalde todos os filhos dos homens? (48) Que homem há, que viva, e não veja a morte? Livrará ele a sua alma do poder da sepultura? (Selá.) (49) Senhor, onde estão as tuas antigas benignidades que juraste a Davi pela tua verdade? (50) Lembra-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos; como eu trago no meu peito o opróbrio de todos os povos poderosos, (51) Com o qual, SENHOR, os teus inimigos têm difamado, com o qual têm difamado as pisadas do teu ungido. (52) Bendito seja o SENHOR para sempre. Amém, e Amém.

Salmo 90

 (1) Oração de Moisés, homem de Deus. SENHOR, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração. (2) Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus. (3) Tu reduzes o homem à destruição; e dizes: Tornai-vos, filhos dos homens. (4) Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. (5) Tu os levas como uma corrente de água; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce. (6) De madrugada floresce e cresce; à tarde corta-se e seca. (7) Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos angustiados. (8) Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, os nossos pecados ocultos, à luz do teu rosto. (9) Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; passamos os nossos anos como um conto que se conta. (10) Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando. (11) Quem conhece o poder da tua ira? Segundo és tremendo, assim é o teu furor. (12) Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios. (13) Volta-te para nós, SENHOR; até quando? Aplaca-te para com os teus servos. (14) Farta-nos de madrugada com a tua benignidade, para que nos regozijemos, e nos alegremos todos os nossos dias. (15) Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal. (16) Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos. (17) E seja sobre nós a formosura do SENHOR nosso Deus, e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.

DEVOCIONAL PARA HOJE 30/07/2013

VERSÍCULO:
Não julgueis, para que não sejais julgados. Mateus 7:1

Pensamento: 
Você é crítico? Você acha que pode julgar o motivo do coração de outra pessoa? Você é crítico e negativo em relação às ações de outras pessoas? Jesus quer que todos nós saibamos que não podemos conhecer as motivações dos corações de outros. Quando somos injustamente duros e destrutivamente críticos no julgamento de outros, estamos definindo o padrão pelo qual Deus nos julgará. Eu não sei o que você acha, mas eu não estou disposto a trocar a graça de Deus pela minha dureza irracional. Eu quero me esforçar mais para ver outros com misericórdia e graça.

Oração: 
Querido Deus, perdoe-me por ser injustamente duro e crítico na minha avaliação de outros. Obrigado por ser tão rico e liberal com a sua graça e misericórdia derramadas em mim através de Jesus. Por favor, ajude-me a ser mais gracioso e misericordioso na maneira como analiso a intenção e a motivação dos meus irmãos e irmãs em Cristo. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0730.html

27 de jul de 2013

É hoje o Projeto AME


A Igreja Batista Regular de Ipanguaçu, promoverá neste Sábado dia 27/07 na Escola Municipal Profª. Francisca Salete Ribeiro Barreto (Antiga Escola Municipal Prof. Maria Rizomar Figueiredo) no Conjunto Habitacional Ilha Grande (Antigo Presidente Lula), o projeto AME (Assistência e Missões Evangelísticas), trazendo para toda a população ipanguaçuense, os serviços de odontologia (extração, obturações e limpezas), clinico geral, teste de glicemia, verificação arterial, assistência a advocacia, corte de cabelo, bazar e trabalhos com criança, venham todos participar, iniciará as 08:00hs, terminará com um culto de agradecimento a Deus, na sede da Igreja Batista Regular próximo ao posto de combustível no centro da cidade, às 19:30hs.

O que é o problema sinótico?


Quando os três primeiros evangelhos são comparados – Mateus, Marcos e Lucas – é bem fácil ver que as narrativas são bem semelhantes em conteúdo e expressão. Como resultado, Mateus, Marcos e Lucas são conhecidos como os “Evangelhos Sinóticos”. A palavra “sinótico” significa basicamente "ver juntos com uma visão comum". As muitas semelhanças entre os evangelhos sinóticos têm levado alguns a questionarem se os autores dos evangelhos tinham uma fonte em comum, um outro registro escrito do nascimento de Cristo, do Seu ministério, vida, morte e ressurreição, do qual poderiam ter obtido o material para os seus Evangelhos. Alguns argumentam que Mateus, Marcos e Lucas são tão semelhantes que provavelmente utilizaram os evangelhos uns dos outros ou uma outra fonte em comum. Essa suposta “fonte” tem sido chamada de “Q”, da palavra alemã quelle que significa “fonte”.

Há evidência para um documento “Q”? Não, não há. Nenhuma porção ou fragmento de um documento “Q” jamais foi encontrado. Nenhum dos fundadores da igreja primitiva jamais mencionou uma “fonte” para o Evangelho em seus manuscritos. “Q” é a invenção de “estudiosos” liberais que negam a inspiração da Bíblia. Eles acreditam que a Bíblia seja apenas um trabalho literário, sujeita ao mesmo tipo de crítica que outros trabalhos literários. Novamente devemos dizer que não há qualquer evidência para o documento “Q” – biblicamente, teologicamente ou historicamente.

Se Mateus, Marcos e Lucas não usaram um documento “Q”, por que os Evangelhos são tão semelhantes? Há várias explicações possíveis. É possível que os outros escritores dos Evangelhos tenham tido acesso a qualquer dos Evangelhos que tinha sido escrito primeiro (provavelmente Marcos). Não há qualquer problema com a ideia de que Mateus e/ou Lucas copiaram algum texto do Evangelho de Marcos e usaram esse texto em seus Evangelhos. Talvez Lucas tenha tido acesso ao livro de Marcos e Mateus e usado textos de ambos os Evangelhos em seu próprio evangelho. Lucas 1:1-4 nos diz: “Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, Segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, Pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; Para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado.”

A explicação mais plausível quanto ao porquê da semelhança entre os evangelhos sinóticos é que todos são inspirados pelo mesmo Espírito Santo e foram todos escritos por pessoas que testemunharam, ou escutaram de primeira mão, esses mesmos eventos. O Evangelho de Mateus foi escrito pelo Apóstolo Mateus, um dos doze que seguiram Jesus e foram apontados por Ele. O Evangelho de Marcos foi escrito por João Marcos, um amigo próximo do Apóstolo Paulo, o qual foi ensinado pelos outros apóstolos sobre a vida e ministério de Cristo. Por que não esperaríamos que suas narrativas fossem parecidas umas com as outras? No fim das contas, cada um dos Evangelhos foi inspirado pelo Espírito Santo (2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:20-21). Devemos, portanto, esperar encontrar semelhanças e unidade.


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O que são a Crítica da Redação e Alta Crítica?


A Crítica da Redação e Alta Crítica são apenas algumas das muitas formas de Crítica Bíblica. Seu objetivo é investigar as Escrituras e fazer decisões quanto à autoria, historicidade e data em que certo documento foi escrito. A maioria desses métodos acaba tentando destruir o texto da Bíblia.

A Crítica Bíblica pode ser dividida em duas formas principais: Alta Crítica e Baixa Crítica. A Baixa Crítica é uma tentativa de achar a escrita original do texto, já que não mais possuímos os manuscritos originais. A Alta crítica lida com a autenticidade do texto. Certas perguntas são feitas, tais como: Quando foi realmente escrito? Quem realmente escreveu o texto?

Muitos críticos não acreditam na inspiração das Escrituras e portanto usam essas perguntas para dissipar o trabalho do Espírito Santo nas vidas dos autores das Escrituras. Eles acreditam que o nosso Antigo Testamento é simplesmente uma coleção de tradições orais que não foi escrita até depois de Israel ter sido levada em cativeiro pela Babilônia em 586 A.C.

Claro que podemos ver nas Escrituras que Moisés escreveu a Lei e os primeiros cinco livros do Antigo Testamento (chamado de Pentateuco). Se esses livros não foram realmente escritos por Moisés, e não até muitos anos depois da nação de Israel ter sido fundada, os críticos poderiam clamar falta de precisão do que foi escrito, e com isso refutar a autoridade da Palavra de Deus. Mas isso não é verdade. A Crítica da Redação é a ideia de que os escritores dos Evangelhos foram nada mais do que simples colecionadores de tradições orais e não os verdadeiros escritores diretos dos Evangelhos. Os críticos da redação afirmam que o propósito do seu estudo é encontrar a "motivação teológica" por trás da seleção do autor e da compilação de tradições ou outros materiais escritos dentro do Cristianismo.

O que podemos ver em todas essas formas de Crítica Bíblica é a tentativa, por parte de alguns críticos, de separar o trabalho do Espírito Santo da produção de um documento escrito que seja confiável. Os escritores das Escrituras explicaram como as Escrituras passaram a existir. "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Timóteo 3:16). Foi Deus quem deu aos homens as palavras que Ele queria que fossem registradas. O Apóstolo Paulo escreveu: "Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum" (2 Pedro 1:20-21). Aqui Pedro está dizendo que essas Escrituras não foram imaginadas pela mente humana, criadas apenas por homens que queriam escrever algo. Pedro continua: "mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo" (2 Pedro 1:21). O Espírito Santo disse a eles o que Deus queria que escrevessem. Não há necessidade de criticar a autenticidade das Escrituras quando podemos saber que Deus estava por trás de tudo, dirigindo e guiando os homens quanto ao que registrar.

Mais um versículo pode ser interessante quanto ao assunto de autenticidade das Escrituras. "Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito" (João 14:26). Aqui Jesus estava dizendo aos seus discípulos que em breve Ele estaria indo embora, mas que o Espírito Santo iria ajudá-los a lembrar o que Ele ensinara aqui na terra para que assim pudessem mais tarde registrá-lo. Deus estava por trás da autoria e preservação das Escrituras.

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O que a Bíblia diz sobre o evangelho da prosperidade?


No evangelho da prosperidade, também conhecido como a religião “Palavra da Fé”, o fiel é encorajado a usar a Deus, enquanto a verdade do Cristianismo bíblico é justamente o contrário – Deus usa o fiel. A Palavra da Fé ou Teologia da Prosperidade enxerga o Espírito Santo como um poder a ser usado para qualquer coisa que o crente queira alcançar. O Movimento do Evangelho da Prosperidade muito se parece com a ganância tão destrutiva que infiltrou a igreja primitiva. Paulo e os outros apóstolos não tentaram conciliar sua teologia com a dos falsos mestres que tentaram propagar tal heresia. Eles os identificaram como mestres falsos e perigosos e muito encorajaram os Cristãos a evitá-los.

Paulo advertiu Timóteo sobre: "Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão." (1 Timóteo 6:5; 9-11)

Paulo disse que avareza é idolatria (Efésios 5:5) e instruiu os crentes de Efésios a evitarem qualquer pessoa que trouxesse uma mensagem de imoralidade ou avareza (Efésios 5:6-7). O ensino de prosperidade impede que Deus trabalhe sozinho, quer dizer, Deus não é o Senhor de tudo porque Ele não pode trabalhar até darmos a Ele a autoridade para assim fazer. Fé, de acordo com a doutrina da Palavra da Fé, não é confiança submissiva a Deus; fé é uma fórmula pela qual manipulamos as leis espirituais, as quais os professores da prosperidade acreditam que governam o universo. Assim como o nome "Palavra da Fé" implica, esse movimento ensina que a fé é só uma questão do que dizemos, mais do que em quem confiamos ou quais verdades adotamos e afirmamos em nossos corações.

Um termo favorito no movimento Palavra da Fé é "confissão positiva". Refere-se ao ensino de que palavras têm poder criativo. O que você diz, assim os mestres da Palavra da Fé afirmam, determina tudo o que acontece com você. Suas confissões, especialmente os favores que você exige de Deus, devem ser afirmados positivamente e sem qualquer dúvida de que vão acontecer. Então Deus tem a responsabilidade de responder a tal pedido (como se o homem pudesse exigir qualquer coisa de Deus!). Portanto, a habilidade de Deus de nos abençoar supostamente depende da nossa fé. Tiago 4:13-16 claramente contradiz esse ensinamento: "Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna".

Longe de enfatizar a importância de riquezas, a Bíblia nos adverte contra ir atrás de bens. Os crentes, principalmente os líderes da igreja (1 Timóteo 3:3), devem se livrar do amor ao dinheiro (Hebreus 13:5). O amor ao dinheiro leva a várias formas de mal (1 Timóteo 6:10). Jesus advertiu: " Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui" (Lucas 12:15). Em grande contraste à ênfase da Palavra da Fé em ganhar dinheiro e ter muitas posses nessa vida, Jesus disse: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam" (Mateus 6:19). A contradição irreconciliável entre o ensino do evangelho da prosperidade e o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo é resumido nas palavras de Jesus em Mateus 6:24: "Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro."


Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/evangelho-da-prosperidade.html#ixzz2aEk7aMrn

O que é o Politeísmo?


Politeísmo é a crença na pluralidade de deuses. Ao se examinar a palavra, aprendemos que "poli" vem da palavra grega para "muitos" e "teísmo" da palavra grega para "deuses". Politeísmo provavelmente tem sido a característica dominante de muitas religiões na história humana. O exemplo mais comum do Politeísmo da antiguidade é a mitologia grega/romana (Zeus, Apolo, Afrodite, Poseidon, etc). O exemplo moderno mais claro do Politeísmo é o Hinduísmo, o qual tem mais de 300 milhões de deuses. Apesar do Hinduísmo ser, em essência, panteísta, ele ainda possui crenças em muitos deuses. É interessante notar que até mesmo em religiões politeístas, existe um deus que é supremo sobre outros deuses, ex: Zeus na mitologia romana/grega e Brama no Hinduísmo.

Alguns argumentam que a Bíblia ensine o Politeísmo no Antigo Testamento. É verdade que muitas passagens se referem a "deuses" no plural (Êxodo 20:3; Deuteronômio 10:17; 13:2; Salmos 82:6; Daniel 2:47). A antiga Israel entendia completamente que havia apenas um Deus verdadeiro, mas frequentemente não vivia como se realmente acreditasse nisso, por isso continuava a cair em idolatria e no louvor de outros deuses. Então, como devemos encarar essas passagens e outras que falam de múltiplos deuses? É importante notar que a palavra hebraica elohim era usada para se referir ao Deus verdadeiro e aos deuses/ídolos falsos. Funcionava quase identicamente à palavra "Deus". Quando a palavra Elohim era usada para descrever Jeová, estava retratando a Sua natureza trina – três Deuses em um.

Descrever algo como um "deus" não significa que você acredite que esse seja um ser divino. A grande maioria das Escrituras do Antigo Testamento que fala de "deuses" está falando de deuses falsos, aqueles que clamam ser deuses mas na verdade não o são. 2 Reis 19:18 resume muito bem: "E lançaram os seus deuses no fogo; porquanto não eram deuses, mas obra de mãos de homens, madeira e pedra; por isso os destruíram". Note também Salmos 82:6-7: "Eu disse: vocês são deuses, todos vocês são filhos do Altíssimo. Mas vocês morrerão como simples homens; cairão como qualquer outro governante."

O que a Bíblia ensina claramente vai de encontro ao que o Politeísmo ensina. Deuteronômio 6:4 nos diz: "Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR." Salmos 96:5 declara: "Porque todos os deuses dos povos são ídolos, mas o SENHOR fez os céus." Tiago 2:19 diz: "Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o creem, e estremecem." Acreditar no único Deus verdadeiro exige que vivamos de uma forma que demonstre essa crença.

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Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 5, dia 9).

Salmo 85-87


Salmo 85

 (1) Salmo para o músico-mor, entre os filhos de Coré. ABENÇOASTE, SENHOR, a tua terra; fizeste voltar o cativeiro de Jacó. (2) Perdoaste a iniqüidade do teu povo; cobriste todos os seus pecados. (Selá.) (3) Fizeste cessar toda a tua indignação; desviaste-te do ardor da tua ira. (4) Torna-nos a trazer, ó Deus da nossa salvação, e faze cessar a tua ira de sobre nós. (5) Acaso estarás sempre irado contra nós? Estenderás a tua ira a todas as gerações? (6) Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se alegre em ti? (7) Mostra-nos, SENHOR, a tua misericórdia, e concede-nos a tua salvação. (8) Escutarei o que Deus, o SENHOR, falar; porque falará de paz ao seu povo, e aos santos, para que não voltem à loucura. (9) Certamente que a salvação está perto daqueles que o temem, para que a glória habite na nossa terra. (10) A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram. (11) A verdade brotará da terra, e a justiça olhará desde os céus. (12) Também o SENHOR dará o que é bom, e a nossa terra dará o seu fruto. (13) A justiça irá adiante dele, e nos porá no caminho das suas pisadas.

Salmo 86

 (1) Oração de Davi. INCLINA, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. (2) Guarda a minha alma, pois sou santo: ó Deus meu, salva o teu servo, que em ti confia. (3) Tem misericórdia de mim, ó Senhor, pois a ti clamo todo o dia. (4) Alegra a alma do teu servo, pois a ti, Senhor, levanto a minha alma. (5) Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para todos os que te invocam. (6) Dá ouvidos, SENHOR, à minha oração e atende à voz das minhas súplicas. (7) No dia da minha angústia clamo a ti, porquanto me respondes. (8) Entre os deuses não há semelhante a ti, Senhor, nem há obras como as tuas. (9) Todas as nações que fizeste virão e se prostrarão perante a tua face, Senhor, e glorificarão o teu nome. (10) Porque tu és grande e fazes maravilhas; só tu és Deus. (11) Ensina-me, SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; une o meu coração ao temor do teu nome. (12) Louvar-te-ei, Senhor Deus meu, com todo o meu coração, e glorificarei o teu nome para sempre. (13) Pois grande é a tua misericórdia para comigo; e livraste a minha alma do inferno mais profundo. (14) Ó Deus, os soberbos se levantaram contra mim, e as assembléias dos tiranos procuraram a minha alma, e não te puseram perante os seus olhos. (15) Porém tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, sofredor, e grande em benignidade e em verdade. (16) Volta-te para mim, e tem misericórdia de mim; dá a tua fortaleza ao teu servo, e salva ao filho da tua serva. (17) Mostra-me um sinal para bem, para que o vejam aqueles que me odeiam, e se confundam; porque tu, SENHOR, me ajudaste e me consolaste.

Salmo 87

 (1) Salmo e cântico para os filhos de Coré. O SEU fundamento está nos montes santos. (2) O SENHOR ama as portas de Sião, mais do que todas as habitações de Jacó. (3) Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus. (Selá.) (4) Farei menção de Raabe e de Babilônia àqueles que me conhecem; eis que da Filístia, e de Tiro, e da Etiópia, se dirá: Este homem nasceu ali. (5) E de Sião se dirá: Este e aquele homem nasceram ali; e o mesmo Altíssimo a estabelecerá. (6) O SENHOR contará na descrição dos povos que este homem nasceu ali. (Selá.) (7) Assim os cantores como os tocadores de instrumentos estarão lá; todas as minhas fontes estão em ti.

DEVOCIONAL PARA HOJE 27/07/2013


VERSÍCULO:
   Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão. -- Mateus 7:3-5

PENSAMENTO:
   Achar um defeito em outra pessoa é tão fácil para a maioria de nós. Achar defeito em nós é bem mais difícil. Jesus nos lembra de que precisamos lidar com as falhas e pecados na nossa própria vida, antes de começarmos a dizer aos outros como eles devem viver. Parece tão simples! Mas todos sabemos que não é!

ORAÇÃO:
   Pai, por favor, perdoe-me quando eu sou severo, duro e julgo outros. Eu sei que eu tenho problemas que necessitam do trabalho do Seu Espírito Santo. Eu confesso que há pecados rotineiros para os quais eu sempre acho uma desculpa. Por favor, querido SENHOR, perdoe meu pecado e dê-me poder para superá-lo. No nome de Jesus eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0727.html

26 de jul de 2013

O que são Pelagianismo e Semipelagianismo?


Pelágio era um monge que viveu no fim do século 4 e início do século 5 D.C. Ele ensinava que os seres humanos nasciam inocentes, sem a mancha do pecado original e pecado herdado. Também acreditava que Deus criava diretamente toda alma humana e, portanto, toda alma era livre do pecado. Pelágio acreditava que o pecado de Adão não tinha afetado as gerações futuras da humanidade. Essa interpretação ficou conhecida como Pelagianismo.

O Pelagianismo contradiz muitas Escrituras e princípios bíblicos. Primeiro, a Bíblia nos ensina que somos pecadores no momento da concepção (Salmo 51:5). Além disso, a Bíblia ensina que todos os seres humanos morrem como resultado do pecado (Ezequiel 18:20; Romanos 6:23). Embora o Pelagianismo diga que os seres humanos não nascem com uma inclinação natural ao pecado, a Bíblia diz o contrário (Romanos 3:10-18). Romanos 5:12 claramente afirma que o pecado de Adão é a razão pela qual o pecado afeta o resto da humanidade. Qualquer pessoa que tenha tido filhos pode atestar ao fato de que bebês precisam ser ensinados a se comportarem; eles não precisam ser ensinados a pecar. O Pelagianismo, no entanto, é claramente anti-bíblico e deve ser rejeitado.

O Semipelagianismo essencialmente ensina que a humanidade é manchada pelo pecado, mas não ao extremo de não podermos cooperar com a graça de Deus com os nossos próprios esforços. Essa crença é, em essência, depravação parcial, ao invés de depravação total. As mesmas escrituras que refutam o Pelagianismo refutam o Semipelagianismo. Romanos 3:10-18 com certeza não descreve a humanidade como sendo apenas parcialmente manchada pelo pecado. A Bíblia claramente ensina que sem Deus fazendo com que certa pessoa se "aproxime" dEle, somos incapazes de cooperar com a graça de Deus. "Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia" (João 6:44). Assim como o Pelagianismo, o Semipelagianismo é anti-bíblico e deve ser rejeitado.

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O que é o Panteísmo?


O Panteísmo é a crença de que Deus é tudo e todo mundo e que todo mundo e tudo é Deus. O Panteísmo é semelhante ao Politeísmo (a crença em muitos deuses), mas vai além dele ao ensinar que tudo é Deus. Uma árvore é Deus, uma rocha é Deus, um animal é Deus, o céu é Deus, o sol é Deus, você é Deus, etc. O Panteísmo é a suposição por trás de muitas seitas e religiões falsas (ex: Hinduísmo e Budismo, as várias seitas de unidade e unificação, e os adoradores da mãe natureza).

A Bíblia ensina o Panteísmo? Não, não ensina. O que muitas pessoas confundem com Panteísmo é a doutrina da onipresença de Deus. Salmos 139:7-8 declara: "Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também." A onipresença de Deus significa que Ele está presente em todo os lugares. Não há qualquer lugar no universo onde Deus não esteja presente. Isso não é o mesmo que Panteísmo. Deus está em todo canto, mas Ele não é tudo. Sim, Deus está "presente" dentro de uma árvore ou de uma pessoa, mas isso não torna aquela árvore ou pessoa Deus. O Panteísmo não é de qualquer forma uma crença bíblica e é incompatível com fé em Jesus Cristo como Salvador (João 14:6; Atos 4:12).

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O que é relativismo moral?


O relativismo moral é mais facilmente compreendido quando comparado com o absolutismo moral. O absolutismo afirma que a moralidade depende de princípios universais (lei natural, consciência). Os absolutistas Cristãos acreditam que Deus seja o recurso principal da nossa moralidade comum, e que essa moralidade é tão imutável quanto Ele. O relativismo moral afirma que moralidade não é baseada em qualquer padrão absoluto. Ao contrário, “verdades éticas” dependem da situação, cultura, sentimentos, etc. O relativismo moral está ficando cada vez mais popular nos dias de hoje.

Muitas coisas podem ser ditas sobre os argumentos para o relativismo que demonstram a sua natureza duvidosa. Primeiro, embora muitos dos argumentos usados na tentativa de sustentar essas afirmações até pareçam bons de primeira, há uma contradição lógica inerente em todos eles, pois todos propõem um esquema moral “correto” – o esquema que todos nós devemos seguir. Entretanto, isso em si é absolutismo. Segundo, mesmo os tão chamados relativistas rejeitam o relativismo na maioria dos casos – eles não diriam que um assassino ou estuprador não são culpados contanto que não tenham violado os seus próprios padrões. Terceiro, o fato de que temos palavras como "certo", "errado", "deve", “melhor", etc., mostra que essas coisas existem. Se a moralidade fosse realmente relativa, essas palavras não teriam qualquer significado, diríamos: - “isso me faz sentir mal”, e não “isso é errado”.

Os relativistas podem até argumentar que valores diferentes entre culturas diferentes mostram que as morais são relativas para pessoas diferentes. Mas esse argumento confunde as ações dos indivíduos (o que eles fazem) com padrões absolutos (se devem fazê-lo ou não). Se a cultura é o que determina o certo e errado, como poderíamos ter julgado os nazistas? Afinal de contas, eles estavam seguindo a moralidade de sua própria cultura. Eles estavam errados apenas se o assassinato fosse universalmente errado. O fato de que tinham “sua moralidade” não muda isso. Além disso, apesar de muitas pessoas demonstrarem a moralidade de formas diferentes, elas ainda compartilham uma moralidade em comum. Por exemplo, os aborcionistas e anti-aborcionistas concordam que o assassinato seja errado, mas descordam em se aborto é assassinato ou não. Até nesse caso vemos a veracidade da moralidade universal absoluta.

Alguns afirmam que situações diferentes causam moralidades diferentes – em situações diferentes, os atos diferentes são julgados de uma forma que talvez não seja correta em outras situações. Há três coisas pelas quais devemos julgar uma ação: a situação, o ato e a intenção. Por exemplo, podemos condenar uma pessoa que tentou cometer assassinato (intenção) mesmo se tenha falhado (ato). Então, as situações fazem parte da decisão moral, pois preparam o contexto no qual podemos escolher o ato moral específico (a aplicação dos princípios universais).

O argumento principal que os relativistas tentam usar é o da tolerância. Eles afirmam que é intolerante dizer a alguém que a sua moralidade esteja errada, e o relativismo tolera todas as posições. No entanto, isso é simplesmente um engano. Antes de tudo, o mal nunca deve ser tolerado. Devemos tolerar o ponto de vista de um estuprador de que mulheres são objetos de gratificação a serem usadas? Segundo, esse argumento se destrói porque os relativistas não toleram a intolerância ou o absolutismo. Terceiro, o relativismo não pode explicar por que qualquer pessoa deva ser tolerante em primeiro lugar. O fato de que devemos tolerar pessoas (mesmo quando descordamos) é baseado na regra moral absoluta de que devemos sempre tratar as pessoas justamente – mas isso é absolutismo de novo! Na verdade, sem os princípios universais morais, a bondade não pode existir.

O fato é que todas as pessoas nascem com uma consciência e todos nós instintivamente sabemos quando ofendemos ou fomos ofendidos. Agimos como se esperássemos que as outras pessoas reconhecessem isso também. Mesmo como crianças, conhecíamos a diferença entre "justo" e "injusto". É necessária uma filosofia ruim para nos convencer de que estamos errados.

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Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 5, dia 8)

Salmo 82-84


Salmo 82

 (1) Salmo de Asafe. DEUS está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses. (2) Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios? (Selá.) (3) Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. (4) Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. (5) Eles não conhecem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da terra vacilam. (6) Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo. (7) Todavia morrereis como homens, e caireis como qualquer dos príncipes. (8) Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois tu possuis todas as nações.

Salmo 83

 (1) Cântico e salmo de Asafe. Ó DEUS, não estejas em silêncio; não te cales, nem te aquietes, ó Deus, (2) Porque eis que teus inimigos fazem tumulto, e os que te odeiam levantaram a cabeça. (3) Tomaram astuto conselho contra o teu povo, e consultaram contra os teus escondidos. (4) Disseram: Vinde, e desarraiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais memória do nome de Israel. (5) Porque consultaram juntos e unânimes; eles se unem contra ti: (6) As tendas de Edom, e dos ismaelitas, de Moabe, e dos agarenos, (7) De Gebal, e de Amom, e de Amaleque, a Filístia, com os moradores de Tiro; (8) Também a Assíria se ajuntou com eles; foram ajudar aos filhos de Ló. (Selá.) (9) Faze-lhes como aos midianitas; como a Sísera, como a Jabim na ribeira de Quisom; (10) Os quais pereceram em Endor; tornaram-se como estrume para a terra. (11) Faze aos seus nobres como a Orebe, e como a Zeebe; e a todos os seus príncipes, como a Zebá e como a Zalmuna, (12) Que disseram: Tomemos para nós as casas de Deus em possessão. (13) Deus meu, faze-os como um tufão, como a aresta diante do vento. (14) Como o fogo que queima um bosque, e como a chama que incendeia as brenhas, (15) Assim os persegue com a tua tempestade, e os assombra com o teu torvelinho. (16) Encham-se de vergonha as suas faces, para que busquem o teu nome, SENHOR. (17) Confundam-se e assombrem-se perpetuamente; envergonhem-se, e pereçam, (18) Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome de SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra.

Salmo 84

 (1) Para o músico-mor sobre Gitite. Salmo para os filhos de Coré. QUÃO amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! (2) A minha alma está desejosa, e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo. (3) Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha seus filhos, até mesmo nos teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu. (4) Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvar-te-ão continuamente. (Selá.) (5) Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados. (6) Que, passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques. (7) Vão indo de força em força; cada um deles em Sião aparece perante Deus. (8) SENHOR Deus dos Exércitos, escuta a minha oração; inclina os ouvidos, ó Deus de Jacó! (Selá.) (9) Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido. (10) Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios. (11) Porque o SENHOR Deus é um sol e escudo; o SENHOR dará graça e glória; não retirará bem algum aos que andam na retidão. (12) SENHOR dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.

DEVOCIONAL PARA HOJE 26/07/2013


VERSÍCULO:
   Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. 3 Porque eu sou o SENHOR, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Sebá, por ti. -- Isaías 43:2-3

PENSAMENTO:
   No contexto da passagem, Deus lembra ao seu povo que ele é precioso para Ele. Ele o formou e o redimiu. Ele não vai abandoná-lo. Não importa que desafios ou dificuldades ele enfrente, Deus estará com seu povo para livrá-lo e trazê-lo para a segurança e vitória. Nós podemos aceitar esta mesma promessa; nós também temos a história para nos mostrar a fidelidade de Deus. Podemos ver como Deus preservou Seu povo e o redimiu vez após vez dos seus inimigos. Deus não esquecerá seus filhos! Sabemos disto por causa da promessa. Sabemos disto pela história. Sabemos disto pela fé!

ORAÇÃO:
   Obrigado, Deus Poderoso, por sempre estar perto. Eu sei que muitas vezes não estou consciente da sua proximidade, nem da sua providência, nem dos seus milagres na história. Apesar disso, eu acredito, querido Pai, que o Senhor está perto, mesmo quando me sinto sozinho e sua presença parece tão distante. Nestes momentos, querido Deus, por favor, dê-me confiança e perseverança para suportar as dificuldades, para que eu também possa participar da sua glória. No nome de Jesus. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0726.html

25 de jul de 2013

O que é a Teoria JEDP?


Em resumo, a teoria JEDP afirma que os primeiros cinco livros da Bíblia, Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, não foram inteiramente escritos por Moisés (o qual morreu em 1451 A.C.), mas também por outros autores depois de Moisés. A teoria é baseada no fato de que nomes diferentes são usados para Deus em porções diferentes do Pentateuco, e pode-se notar diferenças no estilo linguístico. As letras da teoria JEDP significam os quatro supostos autores: o autor que usa Jeová como o nome de Deus, o autor que usa Elohim como o nome de Deus, o autor de Deuteronômio e o provável autor eclesiástico (priestly em inglês) de Levítico. A teoria JEDP afirma que as porções diferentes do Pentateuco foram provavelmente agrupadas no quarto século A.D, possivelmente por Esdras.

Então, por que há nomes diferentes para Deus em livros supostamente escritos por um só autor? Por exemplo, Gênesis capítulo 1 usa o nome “Elohim” enquanto que Gênesis capítulo 2 usa o nome “Yahweh / Jeová”. Exemplos assim ocorrem frequentemente no Pentateuco. A resposta é simples. Moisés tinha um objetivo ao usar os nomes de Deus. Em Gênesis capítulo 1, Deus é Elohim, o grande Deus Criador. Em Gênesis capítulo 2, Deus é Jeová, o Deus pessoal que criou a humanidade e com a qual se relaciona. Isso não significa que foi escrito por autores diferentes, mas que um só autor usou vários nomes de Deus para enfatizar uma particularidade e descrever aspectos diferentes do Seu caráter.

Em relação aos estilos diferentes, não devemos esperar que um autor tenha um estilo diferente quando estiver escrevendo história (Gênesis), estatutos legais (Êxodo, Deuteronômio) e detalhes intricados do sistema de sacrifícios (Levítico)? A teoria JEDP destaca as diferenças explicáveis do Pentateuco e inventa uma teoria bem elaborada que não tem nenhuma base real ou histórica. Nenhum documento J, E, D, P jamais foi descoberto. Nenhum estudioso judeu ou Cristão jamais sugeriu que tais documentos realmente existiram.

O argumento mais poderoso contra a teoria JEDP é a própria Bíblia. Jesus, em Marcos 12:26 disse: "E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó?" Portanto, Jesus diz claramente que Moisés escreveu a narrativa do fogo na sarça em Êxodo 3:1-3. Lucas, em Atos 3:22, comenta sobre uma passagem em Deuteronômio 18:15 e se refere a Moisés como sendo o autor de tal passagem. Essa passagem na verdade começa em Levítico 18:1 e continua até o versículo 5. Paulo está testificando que Moisés é o autor de Levítico. Então, temos Jesus mostrando que Moisés era o autor de Êxodo, Lucas (em Atos) mostrando que Moisés escreveu Deuteronômio, e Paulo dizendo que Moisés foi o autor de Levítico. Para que a teoria de JEDP fosse verdadeira, Jesus, Lucas e Paulo ou tinham que ser mentirosos, ou errados ao interpretar o Antigo Testamento. Vamos colocar a nossa fé em Jesus e nos autores humanos das Escrituras, ao invés de na teoria ridícula e sem qualquer fundamento de JEDP (2 Timóteo 3:16-17).

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O que é o dualismo?


Em teologia, o conceito de dualismo supõe que existam duas entidades separadas e iguais- bem e mal – que são igualmente poderosas. Deus representa a entidade do bem e Satanás representa a entidade do mal.

No entanto, o problema aqui é que, apesar de Satanás ter poder, ele não se compara com o Deus Poderoso, pois ele foi criado por Deus na forma de um anjo antes de ter caído do céu por causa de sua rebelião (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:13-17). Como as Escrituras dizem: “Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo” (1 João 4:4). Então, de acordo com as Escrituras, não há nenhum dualismo, ou duas forças opostas de igual poder chamadas de Bem e Mal. O Bem, representado pelo Deus Poderoso, é a força mais poderosa em todo o universo, sem exceção. O Mal, representado por Satanás, é uma força inferior que nem se compara com o Bem. O Mal será derrotado todas as vezes que lutar com o Bem, pois Deus, a essência do Bem, é todo poderoso, enquanto que o Mal, representado por Satanás, não é todo poderoso.

Quando qualquer doutrina retrata o Bem e o Mal como duas forças que se opõem, essa doutrina contradiz a posição das Escrituras de que o Bem, representado pelo Deus Poderoso, é o poder dominante do universo. Já que Satanás não era, e nunca será, igual a Deus, qualquer doutrina que assim afirmar deve ser descartada como sendo falsa. Só porque Satanás foi expulso do céu por tentar ser superior a Deus e ser louvado em Seu lugar não significa que Satanás desistiu de ser igual ou superior a Deus, assim como evidenciamos pelas características básicas do "dualismo" que surgiram em grande parte devido ao canal filosófico de sabedoria humana.

O dualismo não pode existir em nenhum canto do universo, independentemente do que nossos filósofos nos digam. Há apenas um poder que possa exceder qualquer coisa, e esse poder é o Deus Poderoso, como a Bíblia nos revela. Portanto, de acordo com a evidência encontrada nas Escrituras, há apenas um poder onipotente, não dois. Dessa forma, qualquer doutrina de dualismo que defenda a existência de dois poderes iguais que se opõem (o bem e mal) é uma doutrina falsa.

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/dualismo.html#ixzz2a31gobP1