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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

22 de fev de 2014

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 22)

Mateus 26-28

Mateus 26

 (1) E ACONTECEU que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: (2) Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado. (3) Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. (4) E consultaram-se mutuamente para prenderem Jesus com dolo e o matarem. (5) Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo. (6) E, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, (7) Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com ungüento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa. (8) E os seus discípulos, vendo isto, indignaram-se, dizendo: Por que é este desperdício? (9) Pois este ungüento podia vender-se por grande preço, e dar-se o dinheiro aos pobres. (10) Jesus, porém, conhecendo isto, disse-lhes: Por que afligis esta mulher? pois praticou uma boa ação para comigo. (11) Porquanto sempre tendes convosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre. (12) Ora, derramando ela este ungüento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento. (13) Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua. (14) Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes, (15) E disse: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata, (16) E desde então buscava oportunidade para o entregar. (17) E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? (18) E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. (19) E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa. (20) E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze. (21) E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair. (22) E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, Senhor? (23) E ele, respondendo, disse: O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair. (24) Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido. (25) E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi? Ele disse: Tu o disseste. (26) E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. (27) E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; (28) Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (29) E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai. (30) E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras. (31) Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. (32) Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia. (33) Mas Pedro, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei. (34) Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás. (35) Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja mister morrer contigo, não te negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo. (36) Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. (37) E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. (38) Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. (39) E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. (40) E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? (41) Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. (42) E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. (43) E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. (44) E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. (45) Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. (46) Levantai-vos, partamos; eis que é chegado o que me trai. (47) E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. (48) E o que o traía tinha-lhes dado um sinal, dizendo: O que eu beijar é esse; prendei-o. (49) E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. (50) Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam. (51) E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. (52) Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. (53) Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos? (54) Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça? (55) Então disse Jesus à multidão: Saístes, como para um salteador, com espadas e varapaus para me prender? Todos os dias me assentava junto de vós, ensinando no templo, e não me prendestes. (56) Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas. Então, todos os discípulos, deixando-o, fugiram. (57) E os que prenderam a Jesus o conduziram à casa do sumo sacerdote Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. (58) E Pedro o seguiu de longe, até ao pátio do sumo sacerdote e, entrando, assentou-se entre os criados, para ver o fim. (59) Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte; (60) E não o achavam; apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas, não o achavam. Mas, por fim chegaram duas testemunhas falsas, (61) E disseram: Este disse: Eu posso derrubar o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias. (62) E, levantando-se o sumo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti? (63) Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. (64) Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. (65) Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. (66) Que vos parece? E eles, respondendo, disseram: É réu de morte. (67) Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, (68) Dizendo: Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu? (69) Ora, Pedro estava assentado fora, no pátio; e, aproximando-se dele uma criada, disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu. (70) Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. (71) E, saindo para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. (72) E ele negou outra vez com juramento: Não conheço tal homem. (73) E, daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente também tu és deles, pois a tua fala te denuncia. (74) Então começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou. (75) E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente.

Mateus 27

 (1) E, CHEGANDO a manhã, todos os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos do povo, formavam juntamente conselho contra Jesus, para o matarem; (2) E maniatando-o, o levaram e entregaram ao presidente Pôncio Pilatos. (3) Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, (4) Dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. (5) E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar. (6) E os príncipes dos sacerdotes, tomando as moedas de prata, disseram: Não é lícito colocá-las no cofre das ofertas, porque são preço de sangue. (7) E, tendo deliberado em conselho, compraram com elas o campo de um oleiro, para sepultura dos estrangeiros. (8) Por isso foi chamado aquele campo, até ao dia de hoje, Campo de Sangue. (9) Então se realizou o que vaticinara o profeta Jeremias: Tomaram as trinta moedas de prata, preço do que foi avaliado, que certos filhos de Israel avaliaram, (10) E deram-nas pelo campo do oleiro, segundo o que o Senhor me determinou. (11) E foi Jesus apresentado ao presidente, e o presidente o interrogou, dizendo: És tu o Rei dos Judeus? E disse-lhe Jesus: Tu o dizes. (12) E, sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. (13) Disse-lhe então Pilatos: Não ouves quanto testificam contra ti? (14) E nem uma palavra lhe respondeu, de sorte que o presidente estava muito maravilhado. (15) Ora, por ocasião da festa, costumava o presidente soltar um preso, escolhendo o povo aquele que quisesse. (16) E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás. (17) Portanto, estando eles reunidos, disse-lhes Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado Cristo? (18) Porque sabia que por inveja o haviam entregado. (19) E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele. (20) Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus. (21) E, respondendo o presidente, disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás. (22) Disse-lhes Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado. (23) O presidente, porém, disse: Mas que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado. (24) Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso. (25) E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos. (26) Então soltou-lhes Barrabás, e, tendo mandado açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado. (27) E logo os soldados do presidente, conduzindo Jesus à audiência, reuniram junto dele toda a coorte. (28) E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlate; (29) E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus. (30) E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana, e batiam-lhe com ela na cabeça. (31) E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado. (32) E, quando saíam, encontraram um homem cireneu, chamado Simão, a quem constrangeram a levar a sua cruz. (33) E, chegando ao lugar chamado Gólgota, que se diz: Lugar da Caveira, (34) Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber. (35) E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes. (36) E, assentados, o guardavam ali. (37) E por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. (38) E foram crucificados com ele dois salteadores, um à direita, e outro à esquerda. (39) E os que passavam blasfemavam dele, meneando as cabeças, (40) E dizendo: Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desce da cruz. (41) E da mesma maneira também os príncipes dos sacerdotes, com os escribas, e anciãos, e fariseus, escarnecendo, diziam: (42) Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e crê-lo-emos. (43) Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus. (44) E o mesmo lhe lançaram também em rosto os salteadores que com ele estavam crucificados. (45) E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona. (46) E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (47) E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Este chama por Elias, (48) E logo um deles, correndo, tomou uma esponja, e embebeu-a em vinagre, e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber. (49) Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo. (50) E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. (51) E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras; (52) E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados; (53) E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos. (54) E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto, e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era o Filho de Deus. (55) E estavam ali, olhando de longe, muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galiléia, para o servir; (56) Entre as quais estavam Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. (57) E, vinda já a tarde, chegou um homem rico, de Arimatéia, por nome José, que também era discípulo de Jesus. (58) Este foi ter com Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse dado. (59) E José, tomando o corpo, envolveu-o num fino e limpo lençol, (60) E o pôs no seu sepulcro novo, que havia aberto em rocha, e, rodando uma grande pedra para a porta do sepulcro, retirou-se. (61) E estavam ali Maria Madalena e a outra Maria, assentadas defronte do sepulcro. (62) E no dia seguinte, que é o dia depois da Preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos, (63) Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei. (64) Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dentre os mortos; e assim o último erro será pior do que o primeiro. (65) E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes. (66) E, indo eles, seguraram o sepulcro com a guarda, selando a pedra.

Mateus 28

 (1) E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. (2) E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. (3) E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve. (4) E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos. (5) Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. (6) Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. (7) Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito. (8) E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos. (9) E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. (10) Então Jesus disse-lhes: Não temais; ide dizer a meus irmãos que vão à Galiléia, e lá me verão. (11) E, quando iam, eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes todas as coisas que haviam acontecido. (12) E, congregados eles com os anciãos, e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados, (13) Dizendo: Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram. (14) E, se isto chegar a ser ouvido pelo presidente, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança. (15) E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje. (16) E os onze discípulos partiram para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes tinha designado. (17) E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. (18) E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. (19) Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; (20) Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

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