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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

9 de abr de 2014

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 12, dia 4)

Romanos 4-7

Romanos 4

 (1) QUE diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? (2) Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. (3) Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. (4) Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. (5) Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. (6) Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo: (7) Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos. (8) Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado. (9) Vem, pois, esta bem-aventurança sobre a circuncisão somente, ou também sobre a incircuncisão? Porque dizemos que a fé foi imputada como justiça a Abraão. (10) Como lhe foi, pois, imputada? Estando na circuncisão ou na incircuncisão? Não na circuncisão, mas na incircuncisão. (11) E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada; (12) E fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão, que tivera na incircuncisão. (13) Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé. (14) Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada. (15) Porque a lei opera a ira. Porque onde não há lei também não há transgressão. (16) Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós, (17) (Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem. (18) O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência. (19) E não enfraquecendo na fé, não atentou para o seu próprio corpo já amortecido, pois era já de quase cem anos, nem tampouco para o amortecimento do ventre de Sara. (20) E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus, (21) E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer. (22) Assim isso lhe foi também imputado como justiça. (23) Ora, não só por causa dele está escrito, que lhe fosse tomado em conta, (24) Mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor; (25) O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.

Romanos 5

 (1) TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; (2) Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. (3) E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, (4) E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. (5) E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. (6) Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. (7) Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. (8) Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. (9) Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. (10) Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. (11) E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação. (12) Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. (13) Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. (14) No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. (15) Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. (16) E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. (17) Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. (18) Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. (19) Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. (20) Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; (21) Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.

Romanos 6

 (1) QUE diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? (2) De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? (3) Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? (4) De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. (5) Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; (6) Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. (7) Porque aquele que está morto está justificado do pecado. (8) Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; (9) Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. (10) Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. (11) Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. (12) Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; (13) Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. (14) Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. (15) Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. (16) Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? (17) Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. (18) E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. (19) Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação. (20) Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça. (21) E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. (22) Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. (23) Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.

Romanos 7

 (1) NÃO sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? (2) Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. (3) De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido. (4) Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus. (5) Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte. (6) Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra. (7) Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. (8) Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado. (9) E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. (10) E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte. (11) Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou. (12) E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. (13) Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno. (14) Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. (15) Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. (16) E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. (17) De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. (18) Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. (19) Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. (20) Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. (21) Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. (22) Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; (23) Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. (24) Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? (25) Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.

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