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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

23 de ago de 2014

SANTIDADE NO SEXO

Texto: Êxodo 20:14.
Tema: 3 aspectos da santidade no sexo.
Objetivo Geral: De consagração.
Objetivo Específico: Mostrar aos ouvintes os 3 aspectos da santidade no sexo.
Proposição: O fato do sexo ser algo criado por Deus; as responsabilidades do relacionamento sexual no matrimônio cristão; a obrigatoriedade do amor mútuo entre os cônjuges: são 3 aspectos da santidade no sexo.
Introdução: O impulso sexual, uma bênção criada por Deus na ocasião da criação do homem (Gn. 1:27, onde fica caracterizado a distinção da sexualidade entre o homem e a mulher) sofreu igualmente, com a queda do homem no pecado, as terríveis consequências da desobediência do 1º casal.
Com a degeneração da sexualidade, que no Éden estava inseparavelmente ligada ao matrimônio e à família, surgiram todas as formas de pecados sexuais e aberrações nesta área do comportamento que hoje se espalham por nossa sociedade, tornando o ser humano cada vez mais próximo do castigo eterno.
Mas, a sexualidade foi originalmente uma bênção dada por Deus ao ser humano, desde que praticado segundo os padrões de Deus, isto é, exclusivamente dentro do matrimônio.
Com o intuito de ensinar ao povo de Deus a santidade exigida por Deus nessa área de comportamento, estaremos meditando em tão importante tema, lembrando sempre que, tais preceitos, bem como os demais da Palavra de Deus, devem ser ensinados a todos os crentes, e não só aos casais cristãos (Dt. 31:11,12).
Oração de Transição: Vejamos, nas Escrituras, os aspectos da santidade no sexo.
I ) O 1º aspecto é o fato do sexo ser algo criado por Deus.
1. Fato implícito na declaração contida em Gênesis 1:27,28.
2. Desde o início, segundo os padrões de Deus revelados em sua Santa Palavra, sexo e matrimônio sempre estiveram intimamente ligados (Gn. 2:18-24).
   3. Sendo, de acordo com as Escrituras, inseparável do matrimônio, o sexo fora do casamento, portanto, é um terrível pecado a ser justamente punido por Deus com o castigo eterno. O pecado do sexo fora do casamento inclui: a) O pecado do sexo antes do matrimônio (I Co. 7:1,2,8,9,27,28; Hb. 13:4; Ap. 21:8); b) O próprio adultério, que é o alvo imediato do preceito (I Co. 6:10); c) As aberrações da sexualidade, como: c.1) Homossexualismo e Lesbianismo (Rm. 1:18-27); c.2) A bestialidade (Lv. 20:15,16).
Aplicação: Temos visto o sexo como uma bênção de Deus a ser desfrutada exclusivamente dentro do matrimônio ou temos nos permitido contaminar pelas imundices da sexualidade pecaminosa proclamada pelo mundo? Temos exposto nossos filhos a programas imorais da TV?
II ) O 2º aspecto são as responsabilidades do relacionamento sexual no matrimônio cristão.
   1. Deus instituiu o matrimônio com um triplo propósito: a) procriação da raça (Gn. 1:27,28); b) realização da personalidade humana (Gn. 2:22-24); c) prazer físico (Pv. 5:18-20).
   2. Ao se contrair matrimônio com alguém, contraímos igualmente uma dívida com este alguém, segundo nos ensina Paulo. Há, portanto, no matrimônio uma mútua obrigatoriedade de satisfação dos impulsos sexuais (I Co. 7:3-5).
   3. Muitos problema conjugais surgem do desconhecimento ou do não cumprimento, por parte dos cristãos, da obrigatoriedade mútua estabelecida por Paulo. Entretanto, a obrigatoriedade mútua é claramente enfatizada por Paulo (I Co. 7:4). O descumprimento de tal obrigação expõe o cônjuge, prejudicado pela recusa, ao pecado (I Co. 7:5).
Aplicação: Têm os casais cristãos da nossa Igreja sido compreensivos com as necessidades sexuais de seus cônjuges, procurando satisfazê-las com compreensão e amor ou temos nos comportado de forma egoística, crendo que não temos nenhuma obrigatoriedade em saciar os desejos de nosso cônjuge?
III ) O 3º aspecto é a obrigatoriedade do amor mútuo entre os cônjuges.
   1. O relacionamento entre marido e mulher, no matrimônio cristão, deve estar alicerçado, antes de tudo, no amor (Ef. 5:25,28,33; Tt. 2:4).
   2. O livro de Cantares, que exalta o amor conjugal, nos exorta a que sejamos, em relação aos nossos cônjuges, gentis e amorosos, e a que busquemos sempre, através de atitudes, alimentar nosso amor pelo cônjuge (ex.: presentear a esposa no dia do aniversário de casamento, presentear a esposa com um buquê de flores etc).
   3. Acima de tudo, alimentar o amor conjugal mediante a piedade religiosa no lar.
Aplicação: Temos tido a preocupação de sermos românticos e amorosos com nossos cônjuges? Procuramos ser agradáveis e pacientes nos momentos difíceis?
Conclusão: Cristãos! Se nós, quisermos lares e matrimônios felizes, devemos buscar estar em constante obediência aos preceitos da Palavra de Deus, que nos foram dados para nossa felicidade.
Pr. Adalberto Granja

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