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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

8 de nov de 2014

CORTE O MAL PELA RAIZ

Um pé de mimosa brotou no meu jardim, e quando o outono chegou a planta já estava com quase um metro de altura. Logicamente não havia espaço no jardim para tal árvore, e, então, decidi transplantála para a frente da casa.
Tirei a mimosa do lugar, mas não consegui arrancar completamente a raiz. Por muito tempo, o que sobrou continuou brotando no jardim. Não foi moleza ficar livre daquela planta!
O mesmo acontece com a raiz de amargura. Quando alguém nos maltrata ou é injusto conosco, é difícil esquecer o que nos foi dito ou feito. Podemos até mesmo ter consciência de que não devemos ficar remoendo o que nos fizeram; que devemos perdoar e esquecer; que não deve haver lugar para a amargura no jardim de nosso coração. No entanto, não é assim tão fácil nos livrarmos dela, não é verdade?
Jesus sabia que teríamos esse tipo de problema. Hebreus 12.14-15 diz: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hebreus 12:14-15).

As palavras magoam.
Certa vez o presidente da diretoria da igreja feriu meus sentimentos quando me presenteou durante um culto de natal. O jeito dele falar ao me dar um presente útil no trabalho, deixou-me totalmente ruborizado.
Em casa, ao pensar no incidente, quase chorei de vergonha. No entanto, percebi que como cristão deveria perdoar e esquecer; foi exatamente isso que tentei fazer. Mais tarde, quando a esposa do presidente adoeceu, enviei-lhe um cartão de simpatia acompanhado de alguns versículos bíblicos, e afirmei-lhe que estaria orando por ela.
Pensei: “É isso aí. Paguei o mal com o bem!”. Todavia não havia me esquecido da indelicadeza recebida, havia?
Quando mais um natal se aproximava, comecei a me lembrar do que o presidente havia dito, e fiquei todo zangado novamente. Quanto mais pensava, mais bravo ficava. A raiz permaneceu.
De repente me dei conta do que estava acontecendo. Era óbvio que não havia me livrado da raiz de amargura, e Satanás a estava usando para me derrotar. Arrependido, orei humildemente a Deus: “Senhor, tu sabes que não consegui esquecer do que aconteceu. Coloco meus sentimentos em tuas mãos. Por favor, cava fundo e arranca tudo que ainda resta. Ajuda-me a amar aquele homem como o Senhor o ama, pois ele é uma boa pessoa”.
Já orei da mesma forma sobre outros mal tratos e mágoas, e sei, por experiência própria, que Deus substitui a raiz de amargura por amor verdadeiro e compaixão.
Se permitirmos que um pouquinho só de amargura ou falta de perdão habite nossos corações, como poderemos ser cheios do Espírito e produzir seu fruto: amor, paz, alegria, paciência e humildade?
Lemos em 1 Pedro 4.8: “ Mas, sobretudo, tende ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobrirá a multidão de pecados...” (1 Pedro 4:8). Sempre que uma raiz de amargura me impede de amar alguém, peço a Deus que me encha com seu amor. A amargura me impede de sentir a paz e a alegria que vêm de Deus, então procuro, de todo coração, perdoar quem me ofendeu e orar pela pessoa. Assim posso repetir verdadeiramente a oração de Jesus: “Perdoe nossas dívidas assim como perdoamos os nossos devedores”.
(Muriel Larson - Pulpit Helps)

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