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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

13 de mai de 2015

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 4, dia 6)

II Samuel 21-24

II Samuel 21

 (1) E HOUVE nos dias de Davi uma fome de três anos consecutivos; e Davi consultou ao SENHOR, e o SENHOR lhe disse: É por causa de Saul e da sua casa sanguinária, porque matou os gibeonitas. (2) Então chamou o rei aos gibeonitas, e lhes falou (ora os gibeonitas não eram dos filhos de Israel, mas do restante dos amorreus, e os filhos de Israel lhes tinham jurado, porém Saul, no seu zelo à causa dos filhos de Israel e de Judá, procurou feri-los). (3) Disse, pois, Davi aos gibeonitas: Que quereis que eu vos faça? E que satisfação vos darei, para que abençoeis a herança do SENHOR? (4) Então os gibeonitas lhe disseram: Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com sua casa; nem tampouco pretendemos matar pessoa alguma em Israel. E disse ele: Que é, pois, que quereis que vos faça? (5) E disseram ao rei: O homem que nos destruiu, e intentou contra nós de modo que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em termo algum de Israel, (6) De seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao SENHOR em Gibeá de Saul, o eleito do SENHOR. E disse o rei: Eu os darei. (7) Porém o rei poupou a Mefibosete, filho de Jônatas, filho de Saul, por causa do juramento do SENHOR, que entre eles houvera, entre Davi e Jônatas, filho de Saul. (8) Mas tomou o rei os dois filhos de Rispa, filha da Aiá, que tinha tido de Saul, a Armoni e a Mefibosete; como também os cinco filhos da irmã de Mical, filha de Saul, que tivera de Adriel, filho de Barzilai, meolatita, (9) E os entregou na mão dos gibeonitas, os quais os enforcaram no monte, perante o SENHOR; e caíram estes sete juntamente; e foram mortos nos dias da sega, nos dias primeiros, no princípio da sega das cevadas. (10) Então Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de cilício, e estendeu-lho sobre uma penha, desde o princípio da sega até que a água do céu caiu sobre eles; e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite. (11) E foi contado a Davi o que fizera Rispa, filha de Aiá, concubina de Saul. (12) Então foi Davi, e tomou os ossos de Saul, e os ossos de Jônatas seu filho, dos moradores de Jabes-Gileade, os quais os furtaram da rua de Bete-Sã, onde os filisteus os tinham pendurado, quando feriram a Saul em Gilboa. (13) E fez subir dali os ossos de Saul, e os ossos de Jônatas seu filho; e ajuntaram também os ossos dos enforcados. (14) Enterraram os ossos de Saul, e de Jônatas seu filho na terra de Benjamim, em Zela, na sepultura de seu pai Quis, e fizeram tudo o que o rei ordenara; e depois disto Deus se aplacou com a terra. (15) Tiveram mais os filisteus uma peleja contra Israel; e desceu Davi, e com ele os seus servos; e tanto pelejaram contra os filisteus, que Davi se cansou. (16) E Isbi-Benobe, que era dos filhos do gigante, cuja lança pesava trezentos siclos de cobre, e que cingia uma espada nova, intentou ferir a Davi. (17) Porém, Abisai, filho de Zeruia, o socorreu, e feriu o filisteu, e o matou. Então os homens de Davi lhe juraram, dizendo: Nunca mais sairás conosco à peleja, para que não apagues a lâmpada de Israel. (18) E aconteceu depois disto que houve em Gobe ainda outra peleja contra os filisteus; então Sibecai, o husatita, feriu a Safe, que era dos filhos do gigante. (19) Houve mais outra peleja contra os filisteus em Gobe; e El-Hanã, filho de Jaaré-Oregim, o belemita, feriu Golias, o giteu, de cuja lança era a haste como órgão de tecelão. (20) Houve ainda também outra peleja em Gate, onde estava um homem de alta estatura, que tinha em cada mão seis dedos, e em cada pé outros seis, vinte e quatro ao todo, e também este nascera do gigante. (21) E injuriava a Israel; porém Jônatas, filho de Simei, irmão de Davi, o feriu. (22) Estes quatro nasceram ao gigante em Gate; e caíram pela mão de Davi e pela mão de seus servos.

II Samuel 22

 (1) E FALOU Davi ao SENHOR as palavras deste cântico, no dia em que o SENHOR o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul. (2) Disse pois: O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador. (3) Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador, da violência me salvas. (4) O SENHOR, digno de louvor, invocarei, e de meus inimigos ficarei livre, (5) Porque me cercaram as ondas de morte; as torrentes dos homens ímpios me assombraram. (6) Cordas do inferno me cingiram; encontraram-me laços de morte. (7) Estando em angústia, invoquei ao SENHOR, e a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos. (8) Então se abalou e tremeu a terra, os fundamentos dos céus se moveram e abalaram, porque ele se irou. (9) Subiu fumaça de suas narinas, e da sua boca um fogo devorador; carvões se incenderam dele. (10) E abaixou os céus, e desceu; e uma escuridão havia debaixo de seus pés. (11) E subiu sobre um querubim, e voou; e foi visto sobre as asas do vento. (12) E por tendas pôs as trevas ao redor de si; ajuntamento de águas, nuvens dos céus. (13) Pelo resplendor da sua presença brasas de fogo se acenderam. (14) Trovejou desde os céus o SENHOR; e o Altíssimo fez soar a sua voz. (15) E disparou flechas, e os dissipou; raios, e os perturbou. (16) E apareceram as profundezas do mar, e os fundamentos do mundo se descobriram; pela repreensão do SENHOR, pelo sopro do vento das suas narinas. (17) Desde o alto enviou, e me tomou; tirou-me das muitas águas. (18) Livrou-me do meu poderoso inimigo, e daqueles que me tinham ódio, porque eram mais fortes do que eu. (19) Encontraram-me no dia da minha calamidade; porém o SENHOR se fez o meu amparo. (20) E tirou-me para um lugar espaçoso, e livrou-me, porque tinha prazer em mim. (21) Recompensou-me o SENHOR conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu. (22) Porque guardei os caminhos do SENHOR; e não me apartei impiamente do meu Deus. (23) Porque todos os seus juízos estavam diante de mim; e de seus estatutos não me desviei. (24) Porém fui sincero perante ele; e guardei-me da minha iniqüidade. (25) E me retribuiu o SENHOR conforme a minha justiça, conforme a minha pureza diante dos seus olhos. (26) Com o benigno te mostras benigno; com o homem íntegro te mostras perfeito. (27) Com o puro te mostras puro; mas com o perverso te mostras rígido. (28) E o povo aflito livras; mas teus olhos são contra os altivos, e tu os abaterás. (29) Porque tu, SENHOR, és a minha lâmpada; e o SENHOR ilumina as minhas trevas. (30) Porque contigo passo pelo meio de um esquadrão; pelo meu Deus salto um muro. (31) O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do SENHOR refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam. (32) Por que, quem é Deus, senão o SENHOR? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? (33) Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho. (34) Faz ele os meus pés como os das cervas, e me põe sobre as minhas alturas. (35) Instrui as minhas mãos para a peleja, de maneira que um arco de cobre se quebra pelos meus braços. (36) Também me deste o escudo da tua salvação, e pela tua brandura me vieste a engrandecer. (37) Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus artelhos. (38) Persegui os meus inimigos, e os derrotei, e nunca me tornei até que os consumisse. (39) E os consumi, e os atravessei, de modo que nunca mais se levantaram, mas caíram debaixo dos meus pés. (40) Porque me cingiste de força para a peleja; fizeste abater-se debaixo de mim os que se levantaram contra mim, (41) E deste-me o pescoço de meus inimigos, daqueles que me tinham ódio, e os destruí. (42) Olharam, porém não houve libertador; sim, para o SENHOR, porém não lhes respondeu. (43) Então os moí como o pó da terra; como a lama das ruas os trilhei e dissipei. (44) Também me livraste das contendas do meu povo; guardaste-me para cabeça das nações; o povo que não conhecia me servirá. (45) Os filhos de estranhos se me sujeitaram; ouvindo a minha voz, me obedeceram. (46) Os filhos de estranhos desfaleceram; e, cingindo-se, saíram dos seus esconderijos. (47) Vive o SENHOR, e bendito seja o meu rochedo; e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação, (48) O Deus que me dá inteira vingança, e sujeita os povos debaixo de mim. (49) E o que me tira dentre os meus inimigos; e tu me exaltas sobre os que contra mim se levantam; do homem violento me livras. (50) Por isso, ó SENHOR, te louvarei entre os gentios, e entoarei louvores ao teu nome. (51) Ele é a torre das salvações do seu rei, e usa de benignidade com o seu ungido, com Davi, e com a sua descendência para sempre.

II Samuel 23

 (1) E ESTAS são as últimas palavras de Davi: Diz Davi, filho de Jessé, e diz o homem que foi levantado em altura, o ungido do Deus de Jacó, e o suave em salmos de Israel. (2) O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua palavra está na minha boca. (3) Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus. (4) E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra. (5) Ainda que a minha casa não seja tal para com Deus, contudo estabeleceu comigo uma aliança eterna, que em tudo será bem ordenado e guardado, pois toda a minha salvação e todo o meu prazer está nele, apesar de que ainda não o faz brotar. (6) Porém os filhos de Belial todos serão como os espinhos que se lançam fora, porque não podem ser tocados com a mão. (7) Mas qualquer que os tocar se armará de ferro e da haste de uma lança; e a fogo serão totalmente queimados no mesmo lugar. (8) Estes são os nomes dos poderosos que Davi teve: Josebe-Bassebete, filho de Taquemoni, o principal dos capitães; este era Adino, o eznita, que se opusera a oitocentos, e os feriu de uma vez. (9) E depois dele Eleazar, filho de Dodó, filho de Aoí, entre os três valentes que estavam com Davi quando provocaram os filisteus que ali se ajuntaram à peleja, e quando se retiraram os homens de Israel. (10) Este se levantou, e feriu os filisteus, até lhe cansar a mão e ficar a mão pegada à espada; e naquele dia o SENHOR efetuou um grande livramento; e o povo voltou junto dele, somente a tomar o despojo. (11) E depois dele Samá, filho de Agé, o hararita, quando os filisteus se ajuntaram numa multidão, onde havia um pedaço de terra cheio de lentilhas, e o povo fugira de diante dos filisteus. (12) Este, pois, se pôs no meio daquele pedaço de terra, e o defendeu, e feriu os filisteus; e o SENHOR efetuou um grande livramento. (13) Também três dos trinta chefes desceram, e no tempo da sega foram a Davi, à caverna de Adulão; e a multidão dos filisteus acampara no vale de Refaim. (14) Davi estava então num lugar forte, e a guarnição dos filisteus em Belém. (15) E teve Davi desejo, e disse: Quem me dera beber da água da cisterna de Belém, que está junto à porta! (16) Então aqueles três poderosos romperam pelo arraial dos filisteus, e tiraram água da cisterna de Belém, que está junto à porta, e a tomaram, e a trouxeram a Davi; porém ele não a quis beber, mas derramou-a perante o SENHOR. (17) E disse: Guarda-me, ó SENHOR, de que tal faça; beberia eu o sangue dos homens que foram com risco da sua vida? De maneira que não a quis beber; isto fizeram aqueles três poderosos. (18) Também Abisai, irmão de Joabe, filho de Zeruia, era chefe de três; e este alçou a sua lança contra trezentos e os feriu; e tinha nome entre os três. (19) Porventura este não era o mais nobre dentre estes três? Pois era o primeiro deles; porém aos primeiros três não chegou. (20) Também Benaia, filho de Joiada, filho de um homem valoroso de Cabzeel, grande em obras, este feriu dois fortes heróis de Moabe; e desceu ele, e feriu um leão no meio duma cova, no tempo da neve. (21) Também este feriu um egípcio, homem de respeito; e na mão do egípcio havia uma lança, porém ele desceu a ele com um cajado, e arrancou a lança da mão do egípcio, e com ela o matou. (22) Estas coisas fez Benaia, filho de Joiada, pelo que teve nome entre três poderosos. (23) Dentre os trinta ele era o mais nobre, porém aos três primeiros não chegou; e Davi o pôs sobre os seus guardas. (24) Asael, irmão de Joabe, estava entre os trinta; El-Hanã, filho de Dodó, de Belém; (25) Samá, harodita; Elica, harodita; (26) Helez, paltita; Ira, filho de Iques, tecoíta; (27) Abiezer, anatotita; Mebunai, husatita; (28) Zalmom, aoíta; Maarai, netofatita; (29) Elebe, filho de Baaná, netofatita; Itai, filho de Ribai, de Gibeá dos filhos de Benjamim; (30) Benaia, piratonita; Hidai, do ribeiro de Gaás; (31) Abi-Albom, arbatita; Azmavete, barumita; (32) Eliaba, saalbonita; os filhos de Jásen e Jônatas; (33) Samá, hararita, Aião, filho de Sarar, ararita; (34) Elifelete, filho de Aasbai, filho de um maacatita; Eliã, filho de Aitofel, gilonita; (35) Hesrai, carmelita; Paarai, arbita; (36) Igal, filho de Natã, de Zobá; Bani, gadita; (37) Zeleque, amonita; Naarai, beerotita, o que trazia as armas de Joabe, filho de Zeruia; (38) Ira, itrita; Garebe, itrita; (39) Urias, heteu; trinta e sete ao todo.

II Samuel 24

 (1) E A IRA do SENHOR se tornou a acender contra Israel; e incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá. (2) Disse, pois, o rei a Joabe, capitão do exército, o qual tinha consigo: Agora percorre todas as tribos de Israel, desde Dã até Berseba, e numera o povo, para que eu saiba o número do povo. (3) Então disse Joabe ao rei: Ora, multiplique o SENHOR teu Deus a este povo cem vezes tanto quanto agora é, e os olhos do rei meu senhor o vejam; mas, por que deseja o rei meu senhor este negócio? (4) Porém a palavra do rei prevaleceu contra Joabe, e contra os capitães do exército; Joabe, pois, saiu com os capitães do exército da presença do rei, para numerar o povo de Israel. (5) E passaram o Jordão; e acamparam-se em Aroer, à direita da cidade que está no meio do ribeiro de Gade, junto a Jazer. (6) E foram a Gileade, e à terra baixa de Hodsi; também foram até Dã-Jaã, e ao redor de Sidom. (7) E foram à fortaleza de Tiro, e a todas as cidades dos heveus e dos cananeus; e saíram para o lado do sul de Judá, a Berseba. (8) Assim percorreram toda a terra; e ao cabo de nove meses e vinte dias voltaram a Jerusalém. (9) E Joabe deu ao rei a soma do número do povo contado; e havia em Israel oitocentos mil homens de guerra, que arrancavam da espada; e os homens de Judá eram quinhentos mil homens. (10) E pesou o coração de Davi, depois de haver numerado o povo; e disse Davi ao SENHOR: Muito pequei no que fiz; porém agora ó SENHOR, peço-te que perdoes a iniqüidade do teu servo; porque tenho procedido mui loucamente. (11) Levantando-se, pois, Davi pela manhã, veio a palavra do SENHOR ao profeta Gade, vidente de Davi, dizendo: (12) Vai, e dize a Davi: Assim diz o SENHOR: Três coisas te ofereço; escolhe uma delas, para que ta faça. (13) Foi, pois, Gade a Davi, e fez-lho saber; e disse-lhe: Queres que sete anos de fome te venham à tua terra; ou que por três meses fujas de teus inimigos, e eles te persigam; ou que por três dias haja peste na tua terra? Delibera agora, e vê que resposta hei de dar ao que me enviou. (14) Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do SENHOR, porque muitas são as suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu. (15) Então enviou o SENHOR a peste a Israel, desde a manhã até ao tempo determinado; e desde Dã até Berseba, morreram setenta mil homens do povo. (16) Estendendo, pois, o anjo a sua mão sobre Jerusalém, para a destruir, o SENHOR se arrependeu daquele mal; e disse ao anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta, agora retira a tua mão. E o anjo do SENHOR estava junto à eira de Araúna, o jebuseu. (17) E, vendo Davi ao anjo que feria o povo, falou ao SENHOR, dizendo: Eis que eu sou o que pequei, e eu que iniquamente procedi; porém estas ovelhas que fizeram? Seja, pois, a tua mão contra mim, e contra a casa de meu pai. (18) E Gade veio naquele mesmo dia a Davi, e disse-lhe: Sobe, levanta ao SENHOR um altar na eira de Araúna, o jebuseu. (19) Davi subiu conforme à palavra de Gade, como o SENHOR lhe tinha ordenado. (20) E olhou Araúna, e viu que vinham para ele o rei e os seus servos; saiu, pois, Araúna e inclinou-se diante do rei com o rosto em terra. (21) E disse Araúna: Por que vem o rei meu senhor ao seu servo? E disse Davi: Para comprar de ti esta eira, a fim de edificar nela um altar ao SENHOR, para que este castigo cesse de sobre o povo. (22) Então disse Araúna a Davi: Tome, e ofereça o rei meu senhor o que bem parecer aos seus olhos; eis aí bois para o holocausto, e os trilhos, e o aparelho dos bois para a lenha. (23) Tudo isto deu Araúna ao rei; disse mais Araúna ao rei: O SENHOR teu Deus tome prazer em ti. (24) Porém o rei disse a Araúna: Não, mas por preço justo to comprarei, porque não oferecerei ao SENHOR meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta siclos de prata. (25) E edificou ali Davi ao SENHOR um altar, e ofereceu holocaustos, e ofertas pacíficas. Assim o SENHOR se aplacou para com a terra e cessou aquele castigo de sobre Israel.

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