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30 novembro 2012

JESUS E AS ESCRITURAS SAGRADAS


Quer sejamos pastores, líderes da igreja ou apenas leigos com o desejo de ser bem informados, temos de manejar bem a Bíblia. Nisto, como em tudo, Jesus é o nosso exemplo. Ele citou diretamente, ou fez referências, as Escrituras (o que chamamos hoje de Antigo Testamento) em muitos contextos. Aprendamos com o Mestre a usar nossa Bíblia.
Jesus usou as Escrituras em relação a si mesmo.
Desde seu confronto com Satanás no deserto, no início de seu ministério (Mt 4.1- 11) à sua morte agonizante na cruz (Sl 22), nosso Senhor usou as Escrituras para revelar a vontade de Deus em diferentes
circunstâncias. Até onde sabemos, ele citou ou parafraseou textos de Êxodo, Deuteronômio, Levíticos, Salmos e Isaías.
Além disso, ele fez aplicações mais amplas e universais dos princípios revelados. Isto é amplamente ilustrado em sua aplicação de Isaías 61.1-2, mostrando que a profecia sagrada descrevia sua própria missão. (Também profeticamente, seus ouvintes tentaram matá-lo quando ele terminou de falar.)
Jesus usou as Escrituras em situações do dia a dia.
Ao ser desafiado na casa de Mateus, por estar comendo com pessoas de má reputação (Mt 9.12-13), Jesus mandou que seus críticos estudassem Oseias 6.6, sobre os valores da misericórdia e do sacrifício de
animais. Ao ser abordado no meio de um campo de trigo (Mt 12.3-4) porque havia permitido que os discípulos colhessem grãos no sábado, Jesus respondeu com a história de Davi e o pão consagrado de
1Samuel 21.1-6.
Quando exigiram que ele fizesse um milagre (Mt 12.38-41), Jesus previu sua ressurreição, à maneira do livro de Jonas. Ele analisou a hipocrisia do momento (Mt 15.7-9) citando Isaías 29.13. Para definir o casamento (Mt 22.24-40), ele citou Gênesis 2.24. Ele justificou a limpeza do templo (Mt 21,13) com base na autoridade de Isaías 56.7 e Jeremias 7.1.
E — o exemplo mais famoso de todos — quando Jesus foi desafiado a citar o mandamento mais importante da Lei (Mt 22.34-40), ele, com toda autoridade, combinou Deuteronômio 6.5 e Levítico 19.18 para apresentar o primeiro e o segundo mandamentos, e acrescentou: “Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”.
O que Jesus nos ensina sobre o uso da Bíblia?
Primeiro, temos de ler a Bíblia, e continuar lendo-a. Não podemos nos basear apenas nos comentários bíblicos, por mais úteis que sejam.
Segundo, devemos usá-la em nosso próprio benefício, para contra-atacar a tentação, como guia de vida e nas circunstâncias extremas. Somos mais eficientes quando compartilhamos as coisas que usamos bastante.
Terceiro, cada palavra que ensinamos do Antigo ou do Novo Testamentos têm de ser à luz do Grande Mandamento, que é amarmos a Deus e ao próximo. “Versículos isolados” têm sido mal usados em várias
circunstâncias — para justificar a escravidão, por exemplo. Mas a Bíblia como um todo, especialmente tendo o Grande Mandamento como padrão eterno, é a Palavra da Vida (Fp 2.16) e a Palavra da Verdade (2Tm 2.15; Tg 1.18).
Sigamos o exemplo de nosso Mestre.
(Pulpit Helps)

A IMPRESSÃO MAIS FORTE


Um jovem soldado que havia retornado do estrangeiro tentava se esquivar da entrevista afirmando que não lhe havia acontecido nada na guerra, mas a entrevistadora era persistente.
“Deve ter acontecido alguma coisa”, ela afirmou. “Conte-me o que mais o impressionou em sua experiência nos campos de batalha.”
“Bom, senhora”, respondeu o soldado, depois de pensar um pouco, “o que mais me impressionou foi o número de balas que não me atingiram.”
Da mesma forma, podemos ficar muito impressionados com o número de perigos que nos ameaçam, e que são desviados pela mão protetora de Deus.
(Knight´s 3.000 Illustrations)

GREVE PARALISA A IGREJA


A pior greve da história é a que atinge a igreja de Jesus Cristo.
Os cristãos simplesmente cruzam os braços e ficam sentados, sentados e SENTADOS!
Minha mãe tinha uma galinha velha que não fazia nada; passava os dias sentada no ninho. Quando minha mãe tirava a galinha do ninho, a ave ia para uma ponta do quintal, e sentava-se no chão.
Temos um monte de galinhas velhas em nossas igrejas – e galos também!
O mundo industrial consegue resolver suas greves, mas na igreja, é quase impossível resolvê-las. Somente a graça de Deus pode fazer isto.
(J. Frank Norris)

DEVOCIONAL PARA HOJE 30/11/2012


VERSÍCULO:
   Se devo orgulhar-me, que seja nas coisas que mostram a minha fraqueza.-- 2 Coríntios 11:30

PENSAMENTO:
   Um dos temas recorrentes do Paulo através do livro de 2 Coríntios é que a força de Deus se aperfeiçoa em fraqueza. Em 1 Coríntios, ele enfatiza que a força, sabedoria e poder de Deus são mostrados através daquilo que é normalmente considerado um sinal de fraqueza e humilhação – a Cruz (1 Coríntios 1:18-2:5). Paulo não era fraco – lembre tudo que ele enfrentou e como continuou a servir o Senhor (2 Coríntios 11:24-27). Ele sabia que mesmo com todo o seu treinamento e talento, ele não era habilidoso, inteligente ou forte o suficiente para fazer tudo que precisava ser feito em prol do Reino de Deus. Mas ele sabia que quando reconhecemos a nossa insuficiência, Deus transforma as nossas fraquezas e as usa poderosamente quando nos oferecemos a Ele!

ORAÇÃO:
   Querido Pai Celestial, obrigado por todas aquelas vezes em que o Senhor me fortaleceu quando estava sofrendo uma tribulação, deu-me sabedoria na hora da situação difícil ou me capacitou quando enfrentei situações e oportunidades maiores do que a minha habilidade conseguia realizar. Reconheço que o Senhor me salvou pela graça; mas cada dia em que Lhe sirvo sou lembrado de novo de que a sua graça continua a me impulsionar através do meu serviço ao Senhor. Obrigado, em nome de Jesus. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/1130.html

29 novembro 2012

História do hino 135 – Louvor


O pastor escocês, dr. William Panton Mackay, escreveu este hino em 1863 e o revisou em 1867. Baseou-se em dois textos: no Salmo 85:6 – “Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se alegre em ti?” e na oração de Habacuque: “Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.” (Habacuque 3:2). A última estrofe que diz: “Ó vem nos encher de celeste fervor…” expressa a oração que Mackay queria realçar. Entretanto, a forte expressão de louvor ao Deus Triúno permeia o hino todo. O estribilho “Aleluia! Toda a glória Te rendemos, sem fim, Aleluia! Tua graça imploramos, Amém!” vivifica a alma do crente, demonstrando a estreita relação entre o louvor e o aprofundamento espiritual. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_013

História do hino 398 – Sou feliz


Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):
  Quando Moody e eu realizávamos reuniões em Edinburgo, em 1874, ouvimos as tristes notícias do naufrágio do vapor francês “Ville de Havre”, em seu retorno da América, com grande número de membros do Concílio Ecumênico que havia sido realizado em Filadélfia. A bordo do vapor estava a srª Spafford, com seus quatro filhos. A colisão fora em alto mar com um grande navio, fazendo com que o vapor afundasse em meia hora. Quase todos a bordo morreram. A srª Spafford tirou seus filhos dos beliches e os levou para o convés. Tendo sido avisada de que o vapor em breve afundaria, ela ajoelhou-se com seus filhos em oração, pedindo a Deus que fossem salvos se possível, ou que se conformassem em morrer, se essa fosse a Sua vontade. Em poucos minutos o vapor imergiu para as profundezas do mar, e as crianças se perderam. Um dos marinheiros, chamado Lockurn, – com quem me encontrei mais tarde na Escócia – ao remar sobre o local onde desaparecera o vapor, descobriu a srª Spafford flutuando. Dez dias mais tarde ela desembarcou em Cardiff, Wales. De lá telegrafou ao marido, advogado em Chicago, a mensagem: “Salva sozinha”. O sr. Spafford, que era cristão, mandou emoldurar a mensagem, e pendurá-la em seu escritório. Embarcou imediatamente para a Inglaterra a fim de trazer a esposa de volta a Chicago. Moody abandonou suas reuniões em Edinburg e dirigiu-se a Liverpool para tentar confortar os pais, e ficou muito alegre ao ver que eles estavam dispostos a dizer: “Está bem, seja feita a vontade de Deus”.
  Em 1876, quando voltamos a Chicago para trabalhar, passei algumas semanas no lar dos Spaffords. Neste tempo o sr. Spafford escreveu o cântico: “Sou Feliz Com Jesus”, em memória de seus filhos. P. P. Bliss compôs a música a apresentou o cântico pela primeira vez em Farwell Hal“. O fato confortador em relação a este incidente foi que pouco antes da viagem para a Europa, as crianças se haviam convertido em uma de nossas pequenas reuniões no Norte de Chicago.
  Enquanto ainda viviam aí, o casal Spafford tornou-se muito impressionado com a Segunda volta de Cristo. O sr. Spafford foi tão zeloso que decidiu ir a Jerusalém com a esposa e a filha que lhes restava, e lá aguardar a volta de Jesus, mas morreu pouco depois. A srª Spafford é diretora de uma Sociedade cuja a sede esta num edifício fora de Jerusalém, onde um grande número de pessoas vive, tendo tudo em comum. Quando visitei Jerusalém, há alguns anos, encontrei-a na “Rua de Davi”. No dia seguinte recebi a visita da srª Spaffordd, que é muito popular entre os nativos e professora de um grande número de crianças, instruindo-as em literatura inglesa e costumes americanos.
  Sankey relata ainda o seguinte: “Este cântico foi ouvido por um cavalheiro que havia sofrido grande perda financeira no terror de 1899, e que estava no mais profundo desânimo. Quando ouviu a estória do cântico, exclamou: ‘Se Spafford pode escrever um tão belo cântico de resignação, eu jamais me lamentarei outra vez’.”

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_230.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Civilla Durfee Martin


Civilla Durfee Martin (1866- 1948) [337, 344], nascida na província de Nova Scotia, no Canadá, por muitos anos foi professora da rede pública. Recebeu educação musical. Civilla, embora nunca tivesse boa saúde, colaborou com seu marido nas suas campanhas até a morte dele.

Bibliografia: Porto Filho, Manoel: História e Mensagem dos Hinos que Cantamos, Teresópolis, RJ, Casa Editora Evangélica, 1962, p 15-18 

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_373

DEVOCIONAL PARA HOJE 29/11/2012


VERSÍCULO:
   Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação. -- 1 Coríntios 11:29

PENSAMENTO:
   A Ceia do Senhor é uma hora preciosa para os cristãos. Lembramos do incrível sacrifício que Jesus fez para nos salvar dos nossos pecados. Também entendemos que, ao reunir-nos para participar da Ceia, somos o Corpo de Cristo, que é sua presença na terra (1 Coríntios 10:17). O que acontece para um do corpo importa para os outros. Cada vez que tomamos a Ceia, vamos lembrar dos outros membros do Corpo de Cristo ao nosso redor. Vamos dar graça por Jesus, que ofereceu seu corpo e sangue no Calvário por nós. Vamos também lembrar do compromisso de sermos a presença de Cristo no mundo e fazer a Sua obra aqui na terra.

ORAÇÃO:
   Pai, obrigado pela primeira encarnação de Jesus quando ele se tornou carne e viveu na terra. Obrigado por sua segunda encarnação através do seu Corpo, a Igreja. Por favor, ajude-me a valorizar mais os outros membros do seu Corpo. Por favor, abençoe-me com sabedoria e coragem  enquanto nós (como igreja) buscamos realmente ministrar como a presença dele no nosso mundo. No nome de Jesus eu oro. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1129.html

28 novembro 2012

Otis Pendleton Maddox


Maddox (Otis Pendleton Maddox) [59], dos Estados Unidos, 1874. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1905, com 31 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro, passando a exercer o pastorado em diversas igrejas batistas, tendo se tornado também Secretário do Campo no Rio de Janeiro. Em 1917, com 43 anos de idade, mudou-se para Minas Gerais. Organizou a Convenção Batista Mineira. Algum tempo depois, fundou o Colégio Batista Mineiro, para o qual comprou uma enorme propriedade no alto da cidade, por intermédio de terceiros, para não despertar a ira da Igreja Católica. Foi Secretário Correspondente da Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira. Em 1945, com 71 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond, tendo de retornar aos Estados Unidos. Faleceu em 1955, com 81 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido 40 anos no Brasil e ter fundado o Colégio Batista Mineiro, além de ter organizado várias igrejas batistas.

Fonte: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3762&cat=Ensaios&vinda=S

Conferência de Aniversário 2012 - Soc. Feminina

Conf. de Aniversário 2012 - Especial

Conf. de Aniversário - Especial - Naara

DEVOCIONAL PARA HOJE 28/11/2012


VERSÍCULO:
   Ele respondeu: “Antes, felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e lhe obedecem”. -- Lucas 11:28

PENSAMENTO:
   Deus prometeu que nos abençoaria. Quando obedecemos às Sua exigências, andamos na bênção. Por outro lado, como Jesus nos lembrou no fim do Sermão do Monte, quando sabemos qual a vontade de Deus para nós e não a obedecemos, somos tolos. Não sei sobre você, mas prefiro receber a bênção! Agradeça a Deus por ter falado conosco através da Sua Palavra – as Escrituras – para que possamos saber a vontade dele e andar na Sua bênção; e por ter falado conosco através da sua Palavra Viva – seu Filho – para que possamos conhecer o coração dele enquanto aplicamos a Palavra às nossa vidas.

ORAÇÃO:
   Obrigado, Pai, por revelar a Sua vontade para mim através das Escrituras. Obrigado por querer me abençoar e me proteger do mal. Por favor, perdoe-me pelo meu passado quando ignorei a Sua vontade ou fui desobediente a ela. Hoje, comprometo-me a viver intencionalmente dentro da sua vontade e viver obedientemente à Sua palavra. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1128.html

27 novembro 2012

Conf. de Aniversário - Especial - Mulheres de Mossoró

Conf. de Aniversário - Especial - Bira

História do hino 137 – O Pão da vida


A autora deste hino, Mary Artemisia Lathbury (1841-1913) era filha de pastor e tinha dois irmãos, também ministros do Evangelho. Cedo na vida revelou ela dotes especiais para poesia e desenho. Tornou-se artista profissional e professora de arte. Ilustrava freqüentemente seus livros e versos com seus próprios desenhos. No ramo literário contribuiu muito para jornais e revistas para crianças e jovens e, como redatora, serviu no notável Instituto Bíblico de Chautauqua, no norte do estado de Nova Iorque, fundado pelos srs. Lewis Miller e dr. John H. Vincent. Muitas das poesias que a srta. Lathbury escreveu foram usadas para os cultos vespertinos em Chautauqua…
  Entre os vários cursos oferecidos pelo Instituto Bíblico de Chautauqua, predominava o do estudo bíblico. Sentindo o dr. Vincent a necessidade de um hino especial, relacionado àquela matéria, solicitou à srta. Lathbury, sua auxiliar, que o escrevesse. Ela o atendeu e, durante o verão de 1877, compôs este maravilhoso hino. O hino é baseado no milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, operado pelo Senhor para alimentar a multidão cansada e faminta que O cercava junto ao mar da Galiléia, incidente este narrado pelos evangelistas, Mateus, Marcos, Lucas e João. É uma prece ao Senhor suplicando-lhe que conceda a visão para enxergar o sentido profundo das Santas Escrituras “além da mera letra”! 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_519.htm, que cita 
           http://www.refrigerio.net/hinos27.html

DEVOCIONAL PARA HOJE 27/11/2012

VERSÍCULO:
   Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar. “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. -- Mateus 11:27-28

PENSAMENTO:
   O verdadeiro descanso vem por conhecer a Deus. O Rei Davi nos lembra disso no Salmo 23. Jesus deixa isso claro novamente. Somente Jesus pode revelar Deus completamente a nós. Somente Jesus pode tirar o fardo de tentar agradar a Deus sem um entendimento de graça. Somente ele pode remover o peso dos nossos pecados e nos capacitar para sermos santos, imaculados e livres de acusação perante Deus Todo Poderoso. (veja Colossenses 1:21-22).

ORAÇÃO:
   Pai nos céus, obrigado por enviar Jesus para cumprir a Lei e me abençoar com a Sua graça. Que eu nunca abuse dessa graça. Querido Pai, capacite-me para servi-lo com alegria e felicidade que tenho por causa da sua graça. Em nome de Jesus. Amém. 
http://www.iluminalma.com/dph/4/1127.html

26 novembro 2012

Antes e Depois




  








Foto das Conferência de Aniversário - 2012

William Paton MacKay


 William Panton Mackay [135] nasceu na Escócia em 13 de maio de 1839. Formou-se na renomada Universidade de Edimburgo, e praticou a medicina por alguns anos. Sentindo-se chamado para o ministério, abandonou a medicina, foi ordenado, e em 1868 tornou-se pastor duma igreja Presbiteriana. Gostava de escrever hinos. “Louvamos-te, ó Deus” é o mais conhecido dos dezessete hinos com que ele contribuiu para o hinário Praise Book, de 1972. Mackay faleceu vitima de um acidente em 22 de agosto de 1885. 

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_013

DEVOCIONAL PARA HOJE


VERSÍCULO:
   “E quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?” -- João 11:26

PENSAMENTO:
   Alguns dias atrás, nós enfatizamos que cristãos que morrem fisicamente nunca são realmente separados do seu relacionamento com Deus. Hoje, Jesus nos desafia a crer numa coisa semelhante. Você acredita que a parte viva, verdadeira de você, feita por Deus, nunca morrerá, mesmo que seu corpo físico morra? É um pensamento incrível, não é? Somos eternos, imortais, ligados com Jesus e o futuro dele está junto a nós. (veja Colossenses 3:1-4).

ORAÇÃO:
   Todo Poderoso Deus, eu creio que por causa de Jesus, eu nunca morrerei. Por favor, abençoe-me, querido Pai, para que possa fazer cada minuto valer enquanto estou aqui nesta vida. Ao mesmo tempo, querido Deus, anseio vê-lo face a face. No nome de Jesus eu oro. Amém. 
http://www.iluminalma.com/dph/4/1126.html



 

25 novembro 2012

Henry Francis Lyte


O sr. Henry Francis Lyte [13, 56, 291], nascido na Escócia, em 1de Junho de 1793. No início dos seus estudos Lyte desejava ser médico, mas logo sentiu que Deus o queria como pregador da Sua Palavra. Depois de servir a Deus como pastor por mais de 24 anos, na cidade de Brixham, Inglaterra, viu-se acometido por uma doença pertinaz, pulmonar,enfraquecendo rapidamente o seu estado físico. O seu médico recomendou-lhe que deixasse aquela cidade e fosse para as regiões da Itália, onde havia mais sol e onde poderia fugir do ar salgado de Brixham. Lyte não gostou da idéia, pois amava o mar desde a sua infância; e, agora, aos 54 anos, recebia o diagnóstico do médico como se fosse uma verdadeira sentença. Assim se expressou: “Espero que não seja necessário, pois nenhuma separação me seria mais penosa do que a do mar. Desde a minha infância ele tem sido o meu amigo e companheiro de folga e jamais me cansaria de o contemplar”. E mais: “As andorinhas estão a preparar-se para o vôo e estão a convidar-me para as acompanhar, porém, enquanto falo em voar, mal posso arrastar-me, e pergunto-me se será possível deixar a Inglaterra”.
  Parece que foi durante este estado físico e emocional que Lyte preparou o sermão que, sabia, seria o último para a sua Igreja a qual tanto amava. O seu último sermão naquela cidade foi proferido no dia 4 de Setembro de 1847. Foi grande o esforço que despendeu, nas condições físicas em que se encontrava, a ponto de muitos temerem pela sua saúde. Mesmo assim, após o culto, foi, pela última vez, à beira do mar, voltando, depois, lentamente, para sua casa… A música deste hino foi escrita pelo dr. William H. Monk e recebeu o título de EVENTIDE (Crepúsculo), nome bem sugestivo de acordo com a letra e o sentido do hino escrito por Lyte, bem no crepúsculo da sua vida terrenal!

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_397

História do hino 148 – Hora bendita


O mais interessante neste hino é que foi ditado por um servo de Deus, um ministro do evangelho, que era cego! William W. Walford, nascido na Inglaterra. Ele ditou as palavras ao seu colega, Thomas Salmon, também pastor de uma Igreja Congregacional, no ano de 1842. Este mandou publicar a letra do hino num periódico, a 13 de Setembro de 1845. Conta-se que Walford era um homem que não possuia grande educação cultural mas que era muito inteligente, e possuia uma memória extraordinária. Diz-se, até, que quando pregava sempre escolhia bem os textos bíblicos e citava-os de cor com muita precisão. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_419.htm, que cita http://www.refrigerio.net/hinos21.html

DEVOCIONAL PARA HOJE 25/11/2012


VERSÍCULO:
   E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados.   -- Marcos 11:25

PENSAMENTO:
   Para mim, este é um dos lembretes mais desafiadores da vontade de Deus nas Escrituras. Eu devo perdoar outros! Quando eu recuso fazer isso, sou cortado do rio de perdão que Deus tanto deseja me dar. Ao passo que perdoar outros nunca é fácil, Deus não somente deixou mandamento que fizéssemos isso, Ele também nos deu seu Filho como exemplo de perdão. Além disso, ele prometeu nos capacitar para podermos fazer a Sua vontade pelo poder do Espírito Santo. A verdadeira questão: Nós deixaremos a amargura que guardamos contra certas pessoas que nos ofenderam?

ORAÇÃO:
   Querido Deus, eu quero perdoar (nome da pessoa) do pecado cometido contra mim. Por favor, bloqueie a desconfiança e a amargura do meu coração. Por favor, capacite-me para perdoar como Jesus. Além disso, querido Pai, por favor, ensine-me o que significa meu compromisso de perdoar em termos de mudança que preciso fazer na minha vida. No nome de Jesus eu oro. Amém. 
http://www.iluminalma.com/dph/4/1125.html



 

24 novembro 2012

John Newton


John Newton (Londres, 24 de Julho de 1725 — 21 de Dezembro de 1807) [70 [3 primeiras estrofes], 139] foi um clérigo Anglicano, e convertido traficante de escravos. Foi autor de muitos hinos incluindo Amazing Grace. John Newton nasceu em Wapping, Londres, em 1725, filho de John Newton, um capitão de navio a serviço no Mediterrâneo, e Elizabeth Newton (née Seatclife), uma Cristã Não-conformista. Sua mãe morreu de tuberculose quando ele tinha apenas 6 anos.
  Depois de um curto tempo na Marinha Real, John Newton iniciou sua carreira como traficante de escravos. Certo dia, durante uma de suas viagens, o navio de Newton foi fortemente afetado por uma tempestade. Momentos depois que ele deixou o convés o marinheiro que tomou o seu lugar foi jogado ao mar, por isso ele próprio guiou a embarcação pela tempestade. Mais tarde ele comentou que durante a tempestade ele sentiu quão frágil e desamparado eles estavam e concluiu que somente a Graça de Deus poderia salvá-los naquele momento. Incentivado por esse acontecimento e pelo que havia lido no livro, Imitação de Cristo de Tomás de Kempis, ele resolveu abandonar o tráfico de escravos e tornou-se cristão, o que o levou a compor a canção Amazing Grace 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Newton