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04 setembro 2013

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 6, dia 15)

1ª Reis 8-10


1 Reis 8

 (1) ENTÃO congregou Salomão os anciãos de Israel, e todos os cabeças das tribos, os chefes dos pais dos filhos de Israel, diante de si em Jerusalém; para fazerem subir a arca da aliança do SENHOR da cidade de Davi, que é Sião. (2) E todos os homens de Israel se congregaram ao rei Salomão, na ocasião da festa, no mês de Etanim, que é o sétimo mês. (3) E vieram todos os anciãos de Israel; e os sacerdotes alçaram a arca. (4) E trouxeram a arca do SENHOR para cima, e o tabernáculo da congregação, juntamente com todos os objetos sagrados que havia no tabernáculo; assim os trouxeram para cima os sacerdotes e os levitas. (5) E o rei Salomão, e toda a congregação de Israel que se congregara a ele, estava com ele diante da arca, sacrificando ovelhas e vacas, que não se podiam contar nem numerar pela sua quantidade. (6) Assim trouxeram os sacerdotes a arca da aliança do SENHOR ao seu lugar, ao oráculo da casa, ao lugar santíssimo, até debaixo das asas dos querubins. (7) Porque os querubins estendiam ambas as asas sobre o lugar da arca; e os querubins cobriam, por cima, a arca e os seus varais. (8) E os varais sobressaíram tanto, que as pontas dos varais se viam desde o santuário diante do oráculo, porém de fora não se viam; e ficaram ali até ao dia de hoje. (9) Na arca nada havia, senão só as duas tábuas de pedra, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o SENHOR fez a aliança com os filhos de Israel, saindo eles da terra do Egito. (10) E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a casa do SENHOR. (11) E os sacerdotes não podiam permanecer em pé para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a casa do SENHOR. (12) Então falou Salomão: O SENHOR disse que ele habitaria nas trevas. (13) Certamente te edifiquei uma casa para morada, assento para a tua eterna habitação. (14) Então virou o rei o seu rosto, e abençoou toda a congregação de Israel; e toda a congregação de Israel estava em pé. (15) E disse: Bendito seja o SENHOR Deus de Israel, que falou pela sua boca a Davi, meu pai, e pela sua mão o cumpriu, dizendo: (16) Desde o dia em que eu tirei o meu povo Israel do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel, para edificar alguma casa para ali estabelecer o meu nome; porém escolhi a Davi, para que presidisse sobre o meu povo Israel. (17) Também Davi, meu pai, propusera em seu coração o edificar casa ao nome do SENHOR Deus de Israel. (18) Porém o SENHOR disse a Davi, meu pai: Porquanto propuseste no teu coração o edificar casa ao meu nome, bem fizeste em o propor no teu coração. (19) Todavia tu não edificarás esta casa; porém teu filho, que sair de teus lombos, edificará esta casa ao meu nome. (20) Assim confirmou o SENHOR a sua palavra que falou; porque me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como tem falado o SENHOR; e edifiquei uma casa ao nome do SENHOR Deus de Israel. (21) E constituí ali lugar para a arca em que está a aliança do SENHOR, a qual fez com nossos pais, quando os tirou da terra do Egito. (22) E pôs-se Salomão diante do altar do SENHOR, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu as suas mãos para os céus, (23) E disse: Ó SENHOR Deus de Israel, não há Deus como tu, em cima nos céus nem em baixo na terra; que guardas a aliança e a beneficência a teus servos que andam com todo o seu coração diante de ti. (24) Que guardaste a teu servo Davi, meu pai, o que lhe disseras; porque com a tua boca o disseste, e com a tua mão o cumpriste, como neste dia se vê. (25) Agora, pois, ó SENHOR Deus de Israel, guarda a teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel; somente que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim. (26) Agora também, ó Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai. (27) Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado. (28) Volve-te, pois, para a oração de teu servo, e para a sua súplica, ó SENHOR meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo hoje faz diante de ti. (29) Para que os teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste: O meu nome estará ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. (30) Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem neste lugar; também ouve tu no lugar da tua habitação nos céus; ouve também, e perdoa. (31) Quando alguém pecar contra o seu próximo, e puserem sobre ele juramento de maldição, fazendo-o jurar, e vier juramento de maldição diante do teu altar nesta casa, (32) Ouve tu, então, nos céus e age e julga a teus servos, condenando ao injusto, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça, e justificando ao justo, rendendo-lhe segundo a sua justiça. (33) Quando o teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e se converterem a ti, e confessarem o teu nome, e orarem e suplicarem a ti nesta casa, (34) Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado do teu povo Israel, e torna-o a levar à terra que tens dado a seus pais. (35) Quando os céus se fechar, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido, (36) Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança. (37) Quando houver fome na terra, quando houver peste, quando houver queima de searas, ferrugem, gafanhotos ou pulgão, quando o seu inimigo o cercar na terra das suas portas, ou houver alguma praga ou doença, (38) Toda a oração, toda a súplica, que qualquer homem de todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração, e estendendo as suas mãos para esta casa, (39) Ouve tu então nos céus, assento da tua habitação, e perdoa, e age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, e segundo vires o seu coração, porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens. (40) Para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais. (41) E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome (42) (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa, (43) Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado. (44) Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem ao SENHOR, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome, (45) Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. (46) Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja, (47) E na terra aonde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade, (48) E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome; (49) Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. (50) E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão. (51) Porque são o teu povo e a tua herança que tiraste da terra do Egito, do meio do forno de ferro. (52) Para que teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo quanto clamarem a ti. (53) Pois tu para tua herança os elegeste de todos os povos da terra, como tens falado pelo ministério de Moisés, teu servo, quando tiraste a nossos pais do Egito, Senhor DEUS. (54) Sucedeu, pois, que, acabando Salomão de fazer ao SENHOR esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para os céus, se levantou de diante do altar do SENHOR. (55) E pôs-se em pé, e abençoou a toda a congregação de Israel em alta voz, dizendo: (56) Bendito seja o SENHOR, que deu repouso ao seu povo Israel, segundo tudo o que disse; nem uma só palavra caiu de todas as suas boas palavras que falou pelo ministério de Moisés, seu servo. (57) O SENHOR nosso Deus seja conosco, como foi com nossos pais; não nos desampare, e não nos deixe. (58) Inclinando a si o nosso coração, para andar em todos os seus caminhos, e para guardar os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos que ordenou a nossos pais. (59) E que estas minhas palavras, com que supliquei perante o SENHOR, estejam perto, diante do SENHOR nosso Deus, de dia e de noite, para que execute o juízo do seu servo e o juízo do seu povo Israel, a cada qual no seu dia. (60) Para que todos os povos da terra saibam que o SENHOR é Deus, e que não há outro. (61) E seja o vosso coração inteiro para com o SENHOR nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos como hoje. (62) E o rei e todo o Israel com ele ofereceram sacrifícios perante a face do SENHOR. (63) E deu Salomão para o sacrifício pacífico que ofereceu ao SENHOR, vinte e duas mil vacas e cento e vinte mil ovelhas; assim o rei e todos os filhos de Israel consagraram a casa do SENHOR. (64) No mesmo dia santificou o rei o meio do átrio que estava diante da casa do SENHOR; porquanto ali preparara os holocaustos e as ofertas com a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque o altar de cobre que estava diante da face do SENHOR era muito pequeno para nele caberem os holocaustos e as ofertas, e a gordura dos sacrifícios pacíficos. (65) No mesmo tempo celebrou Salomão a festa, e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate até ao rio do Egito, perante a face do SENHOR nosso Deus; por sete dias, e mais sete dias; catorze dias. (66) E no oitavo dia despediu o povo, e eles abençoaram o rei; então se foram às suas tendas, alegres e felizes de coração, por causa de todo o bem que o SENHOR fizera a Davi seu servo, e a Israel seu povo.

1 Reis 9

 (1) SUCEDEU, pois, que, acabando Salomão de edificar a casa do SENHOR, e a casa do rei, e todo o desejo de Salomão, que lhe veio à vontade fazer, (2) O SENHOR tornou a aparecer a Salomão; como lhe tinha aparecido em Gibeom. (3) E o SENHOR lhe disse: Ouvi a tua oração, e a súplica que fizeste perante mim; santifiquei a casa que edificaste, a fim de pôr ali o meu nome para sempre; e os meus olhos e o meu coração estarão ali todos os dias. (4) E se tu andares perante mim como andou Davi, teu pai, com inteireza de coração e com sinceridade, para fazeres segundo tudo o que te mandei, e guardares os meus estatutos e os meus juízos, (5) Então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre; como falei acerca de teu pai Davi, dizendo: Não te faltará sucessor sobre o trono de Israel; (6) Porém, se vós e vossos filhos de qualquer maneira vos apartardes de mim, e não guardardes os meus mandamentos, e os meus estatutos, que vos tenho proposto, mas fordes, e servirdes a outros deuses, e vos prostrardes perante eles, (7) Então destruirei a Israel da terra que lhes dei; e a esta casa, que santifiquei a meu nome, lançarei longe da minha presença; e Israel será por provérbio e motejo, entre todos os povos. (8) E desta casa, que é tão exaltada, todo aquele que por ela passar pasmará, e assobiará, e dirá: Por que fez o SENHOR assim a esta terra e a esta casa? (9) E dirão: Porque deixaram ao SENHOR seu Deus, que tirou da terra do Egito a seus pais, e se apegaram a deuses alheios, e se encurvaram perante eles, e os serviram; por isso trouxe o SENHOR sobre eles todo este mal. (10) E sucedeu, ao fim de vinte anos, que Salomão edificara as duas casas; a casa do SENHOR e a casa do rei (11) (Para o que Hirão, rei de Tiro, trouxera a Salomão madeira de cedro e de cipreste, e ouro, segundo todo o seu desejo); então deu o rei Salomão a Hirão vinte cidades na terra da Galiléia. (12) E saiu Hirão de Tiro a ver as cidades que Salomão lhe dera, porém não foram boas aos seus olhos. (13) Por isso disse: Que cidades são estas que me deste, irmão meu? E chamaram-nas: Terra de Cabul, até hoje. (14) E enviara Hirão ao rei cento e vinte talentos de ouro. (15) E esta é a causa do tributo que impôs o rei Salomão, para edificar a casa do SENHOR e a sua casa, e Milo, e o muro de Jerusalém, como também a Hasor, e a Megido, e a Gezer. (16) Porque Faraó, rei do Egito, subiu e tomou a Gezer, e a queimou a fogo, e matou os cananeus que moravam na cidade, e a deu em dote à sua filha, mulher de Salomão. (17) Assim edificou Salomão a Gezer, e Bete-Horom, a baixa, (18) E a Baalate, e a Tadmor, no deserto daquela terra, (19) E a todas as cidades de provisões que Salomão tinha, e as cidades dos carros, e as cidades dos cavaleiros, e tudo o que Salomão quis edificar em Jerusalém, e no Líbano, e em toda a terra do seu domínio. (20) Quanto a todo o povo que restou dos amorreus, heteus, perizeus, heveus, e jebuseus, e que não eram dos filhos de Israel, (21) A seus filhos, que restaram depois deles na terra, os quais os filhos de Israel não puderam destruir totalmente, Salomão os reduziu a tributo servil, até hoje. (22) Porém dos filhos de Israel não fez Salomão servo algum; porém eram homens de guerra, e seus criados, e seus príncipes, e seus capitães, e chefes dos seus carros e dos seus cavaleiros. (23) Estes eram os chefes dos oficiais que estavam sobre a obra de Salomão, quinhentos e cinqüenta, que davam ordens ao povo que trabalhava na obra. (24) Subiu, porém, a filha de Faraó da cidade de Davi, à sua casa, que Salomão lhe edificara; então edificou a Milo. (25) E oferecia Salomão três vezes cada ano holocaustos e sacrifícios pacíficos sobre o altar que edificaram ao SENHOR, e queimava incenso sobre o que estava perante o SENHOR; e assim acabou a casa. (26) Também o rei Salomão fez naus em Eziom-Geber, que está junto a Elate, à praia do mar de Sufe, na terra de Edom. (27) E mandou Hirão com aquelas naus a seus servos, marinheiros, que sabiam do mar, com os servos de Salomão. (28) E vieram a Ofir, e tomaram de lá quatrocentos e vinte talentos de ouro, e os trouxeram ao rei Salomão.

1 Reis 10

 (1) E OUVINDO a rainha de Sabá a fama de Salomão, acerca do nome do SENHOR, veio prová-lo com questões difíceis. (2) E chegou a Jerusalém com uma grande comitiva; com camelos carregados de especiarias, e muitíssimo ouro, e pedras preciosas; e foi a Salomão, e disse-lhe tudo quanto tinha no seu coração. (3) E Salomão lhe deu resposta a todas as suas perguntas, nada houve que não lhe pudesse esclarecer. (4) Vendo, pois, a rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, (5) E a comida da sua mesa, e o assentar de seus servos, e o estar de seus criados, e as vestes deles, e os seus copeiros, e os holocaustos que ele oferecia na casa do SENHOR, ficou fora de si. (6) E disse ao rei: Era verdade a palavra que ouvi na minha terra, dos teus feitos e da tua sabedoria. (7) E eu não cria naquelas palavras, até que vim e os meus olhos o viram; eis que não me disseram metade; sobrepujaste em sabedoria e bens a fama que ouvi. (8) Bem-aventurados os teus homens, bem-aventurados estes teus servos, que estão sempre diante de ti, que ouvem a tua sabedoria! (9) Bendito seja o SENHOR teu Deus, que teve agrado em ti, para te pôr no trono de Israel; porque o SENHOR ama a Israel para sempre, por isso te estabeleceu rei, para fazeres juízo e justiça. (10) E deu ao rei cento e vinte talentos de ouro, e muitíssimas especiarias, e pedras preciosas; nunca veio especiaria em tanta abundância, como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão. (11) Também as naus de Hirão, que de Ofir levavam ouro, traziam de Ofir muita madeira de almugue, e pedras preciosas. (12) E desta madeira de almugue fez o rei balaústres para a casa do SENHOR, e para a casa do rei, como também harpas e alaúdes para os cantores; nunca veio tal madeira de almugue, nem se viu até o dia de hoje. (13) E o rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo o que ela desejou, tudo quanto pediu, além do que dera por sua generosidade; então voltou e partiu para a sua terra, ela e os seus servos. (14) E o peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro; (15) Além do que entrava dos negociantes, e do contrato dos especieiros, e de todos os reis da Arábia, e dos governadores da mesma terra. (16) Também o rei Salomão fez duzentos paveses de ouro batido; seiscentos siclos de ouro destinou para cada pavês; (17) Fez também trezentos escudos de ouro batido; três arráteis de ouro destinou para cada escudo; e o rei os pôs na casa do bosque do Líbano. (18) Fez mais o rei um grande trono de marfim, e o revestiu de ouro puríssimo. (19) Tinha este trono seis degraus, e era o alto do trono por detrás redondo, e de ambos os lados tinha encostos até ao assento; e dois leões, em pé, juntos aos encostos. (20) Também doze leões estavam ali sobre os seis degraus de ambos os lados; nunca se tinha feito obra semelhante em nenhum dos reinos. (21) Também todas as taças de beber do rei Salomão eram de ouro, e todos os vasos da casa do bosque do Líbano eram de ouro puro; não havia neles prata, porque nos dias de Salomão não tinha valor algum. (22) Porque o rei tinha no mar as naus de Társis, com as naus de Hirão; uma vez em três anos tornavam as naus de Társis, e traziam ouro e prata, marfim, e bugios, e pavões. (23) Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria. (24) E toda a terra buscava a face de Salomão, para ouvir a sabedoria que Deus tinha posto no seu coração. (25) E cada um trazia o seu presente, vasos de prata e vasos de ouro, e roupas, e armaduras, e especiarias, cavalos e mulas; isso faziam de ano em ano. (26) Também ajuntou Salomão carros e cavaleiros, de sorte que tinha mil e quatrocentos carros e doze mil cavaleiros; e os levou às cidades dos carros, e junto ao rei em Jerusalém. (27) E fez o rei que em Jerusalém houvesse prata como pedras; e cedros em abundância como sicômoros que estão nas planícies. (28) E traziam do Egito, para Salomão, cavalos e fio de linho; e os mercadores do rei recebiam o fio de linho, por um certo preço. (29) E subia e saía um carro do Egito por seiscentos siclos de prata, e um cavalo por cento e cinqüenta; e assim, por meio deles, eram exportados para todos os reis dos heteus e para os reis da Síria.

DEVOCIONAL PARA HOJE 04/03/2013


VERSÍCULO:
   Pois me alegraste, SENHOR, com os teus feitos; exultarei nas obras das tuas mãos. -- Salmos 92:4

PENSAMENTO:
   Observe os céus numa noite escura e veja os maravilhosos exércitos de estrelas. Observe sua própria vida e veja as impressões digitais da obra de Deus na sua caminhada (Rm 8:28). Como disse Jesus, nosso Pai ainda trabalha (Jo 5:17). Sim, o fato de sabermos que não estamos sozinhos nos alegra (Salmo 139, Fil 2:13). Há uma felicidade profunda em saber que o SENHOR, Criador do universo, está trabalhando em nós e por nós. Não é de admirar que cantar louvores seja uma resposta tão natural de nossa parte!

ORAÇÃO:
   Querido Pai do Céu, eu lhe louvo pelo poder e glória revelados na majestade de seu criação. Eu lhe agradeço por seu trabalho em me transformar e me recriar. Por favor, continue a me transformar. Torne-me o que o Senhor quer. No nome de Jesus. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0904.html

03 setembro 2013

Há prova da inspiração da Bíblia?


Aqui estão algumas evidências de que a Bíblia é inspirada (“soprada” por Deus), como 2 Timóteo 3:16 declara:

1) Profecias cumpridas. Deus falou aos homens dizendo-lhes de coisas que Ele faria acontecer no futuro. Algumas dessas coisas já ocorreram. Outras ainda não. Por exemplo, o Antigo Testamento contém mais de 300 profecias sobre a Primeira Vinda de Jesus de Cristo. Não há dúvida de que estas profecias foram realmente de Deus porque os manuscritos são datados de antes do nascimento de Cristo. Eles não foram escritos após, mas antes, dos fatos ocorrerem.

2) A unidade das Escrituras. A Bíblia foi escrita por aproximadamente 40 autores humanos, durante um período de aproximadamente 1.600 anos. Esses homens eram muito diversos. Moisés era um líder político; Josué, um líder militar; Davi, um pastor; Salomão, um rei; Amós, um pastor e selecionador de fruta; Daniel, um primeiro-ministro; Mateus, um cobrador de impostos; Lucas, um médico; Paulo, um rabino; Pedro, um pescador, entre outros. A Bíblia também foi escrita sob uma variedade de circunstâncias. Ela foi escrita em 3 diferentes continentes: Europa, Ásia e África. No entanto, os grandes temas das Escrituras estão presentes em todos os escritos. A Bíblia não se contradiz. Não há nenhuma maneira, longe da supervisão de Deus e do Espírito Santo, que isto poderia ter sido realizado.

Compare isso com o Alcorão islâmico. Foi compilado por um indivíduo, Zaid bin Thabit, sob a orientação do sogro de Maomé, Abu-Bekr. Então, em 650 DC, um grupo de estudiosos árabes produziu uma versão unificada e destruiu todas as cópias variantes para preservar a unidade do Alcorão. A Bíblia já era unificada desde o momento em que foi escrita. O Alcorão teve a sua unificação forçada por editores humanos.

3) A Bíblia verdadeiramente apresenta seus heróis com todos os seus defeitos e fraquezas. Ela não glorifica os homens como outras religiões fazem com seus heróis. Ao ler a Bíblia, percebe-se que as pessoas nela descritas têm problemas e erram assim como nós. O que destacou os heróis da Bíblia foi a sua confiança em Deus. Um exemplo é Davi, o qual é descrito como "um homem segundo o coração de Deus" (1 Samuel 13:14). No entanto, Davi cometeu adultério (2 Samuel 11:1-5) e assassinato (2 Samuel 11:14-26). Esta informação poderia ter sido facilmente omitida das Escrituras, mas o Deus da verdade a incluiu.

4) As descobertas arqueológicas apoiam a história registrada nas Escrituras. Embora muitos incrédulos ao longo da história tenham tentado encontrar evidências arqueológicas que refutem o que está registrado na Bíblia, eles falharam. É fácil dizer que a Escritura não é verdade. Provar que ela é falsa é uma outra questão. Na verdade, isso nunca foi feito. No passado, toda vez que a Bíblia contradisse uma atual teoria "científica", mais tarde ficou provado que a Bíblia estava correta e a teoria “científica” é que estava errada. Um bom exemplo é Isaías 40:22. Enquanto a ciência declarava que a Terra era plana, a Bíblia declarava que Deus "está assentado sobre o círculo [esfera] da terra."

As reivindicações da Bíblia de ter a sua origem em Deus não devem ser entendidas como um raciocínio circular. O depoimento de testemunhas confiáveis - particularmente de Jesus, mas também de Moisés, Josué, Davi, Daniel e Neemias no Antigo Testamento, e de João e Paulo no Novo Testamento - afirma a autoridade e inspiração verbal das Escrituras Sagradas. Considere as seguintes passagens: Êxodo 14:1; 20:1; Levítico 4:1; Números 4:1, Deuteronômio 4:2; 32:48, Isaías 1:10, 24; Jeremias 1:11; Jeremias 11:1-3; Ezequiel 1:3, 1 Coríntios 14:37, 1 Tessalonicenses 2:13, 2 Pedro 1:16-21, 1 João 4:6.

Também de interesse são os escritos de Flávio Josefo, um historiador judeu que escreveu durante o primeiro século DC. Josefo registra alguns eventos que coincidem com as Escrituras. Considerando as evidências dadas, sinceramente e completamente aceitamos a Bíblia como sendo de Deus (2 Timóteo 3:16).

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/prova-inspiracao-Biblia.html#ixzz2dpJDXID4

É bíblica a doutrina da preservação?


A doutrina da preservação em relação às Escrituras significa que o Senhor manteve a Sua Palavra intacta quanto ao seu significado original. Preservação simplesmente significa que podemos confiar nas Escrituras porque Deus tem soberanamente supervisionado o processo de transmissão através dos séculos.

Precisamos também estar cientes de que não possuímos os escritos, ou autógrafos, originais. O que temos são milhares de manuscritos copiados. Estes manuscritos contêm diferenças, mas elas são extremamente pequenas e insignificantes e não afetam de forma alguma os ensinamentos básicos ou o significado da Palavra de Deus. As dissemelhanças são em grande parte pequenas variações de ortografia. É claro que uma pequena mudança na ortografia não afeta a precisão das Escrituras, nem significa que Deus não preservou a Sua Palavra. Nos casos em que um manuscrito difira substancialmente de outro, podemos, pela análise e comparação aprofundada de todos os manuscritos, determinar qual foi a redação original.

Os antigos escribas, cuja tarefa era fazer cópias exatas das Escrituras, eram muito meticulosos. Um exemplo de sua precisão escrupulosa é a prática de contar todas as letras em um determinado livro e observar a letra do meio do livro. Eles então contavam todas as letras na cópia que tinham feito e encontravam a letra do meio para assegurar-se de que combinava com a original. Eles empregavam tais métodos demorados e minuciosos para garantir a precisão.

Além disso, a Escritura atesta o plano de Deus para preservar a Sua Palavra. Em Mateus 5:18, Jesus disse: "Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido." Jesus não poderia fazer essa promessa a menos que tivesse certeza de que Deus iria preservar a Sua Palavra. Jesus também disse: "Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão" (Mateus 24:35, Marcos 13:31, Lucas 21:33). A Palavra de Deus permanecerá e realizará o que Deus planejou.

O profeta Isaías, através do poder do Espírito Santo, afirmou que a Palavra de Deus permaneceria para sempre. "Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente" (Isaías 40:8). Isso é reafirmado no Novo Testamento quando Pedro cita Isaías e se refere às Escrituras como "a palavra que vos foi evangelizada" (1 Pedro 1:24-25). Nem Isaías nem Pedro poderiam fazer tais afirmações sem entender a preservação das Escrituras por parte de Deus.

Quando a Bíblia fala da Palavra de Deus permanecendo para sempre, não significa que estava escondida em algum cofre no céu. A Palavra de Deus foi dada especialmente para a humanidade e não estaria cumprindo o seu propósito se não nos estivesse disponível. "Porquanto, tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança" (Romanos 15:4). Além disso, uma pessoa não pode ser salva sem a mensagem do evangelho, a qual é registrada na Palavra de Deus (1 Coríntios 15:3-4). Portanto, para que o evangelho seja proclamado "até os confins da terra" (Atos 13:47), a Palavra deve ser protegida. Se as Escrituras não fossem sobrenaturalmente preservadas, não teria como assegurar a consistência de sua mensagem.

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/Biblia-preservacao.html#ixzz2dpJ1mlvi

O que é o Pentateuco?


O Pentateuco é um nome para os cinco primeiros livros da Bíblia, os quais estudiosos bíblicos conservadores acreditam que tenham sido em sua maioria escritos por Moisés. Embora os próprios livros do Pentateuco não identifiquem claramente o autor, há muitas passagens que os atribuem a Moisés ou como sendo as suas palavras (Êxodo 17:14; 24:4-7; Números 33:1-2, Deuteronômio 31:9-22). Uma das evidências mais importantes para Moisés ser o autor do Pentateuco é que o próprio Jesus se refere a esta seção do Antigo Testamento como a "Lei de Moisés" (Lucas 24:44). Embora alguns versículos do Pentateuco aparentem ter sido adicionados por alguém que não fosse Moisés -- por exemplo, Deuteronômio 34:5-8 descreve a morte e sepultamento de Moisés – a maioria dos estudiosos atribui a maioria destes livros a Moisés. Mesmo se Josué ou outra pessoa realmente tivesse escrito os manuscritos originais, o ensino e a revelação foram dados por Deus através de Moisés, e não importa quem realmente escreveu as palavras, o autor final foi Deus e os livros ainda são inspirados.

A palavra "Pentateuco" vem de uma combinação da palavra grega penta, que significa "cinco", e teuchos, que pode ser traduzida como "pergaminhos". Por isso, "Pentateuco" refere-se simplesmente aos cinco pergaminhos que compõem a primeira das três divisões do cânone judaico. O nome Pentateuco pode ser rastreado até 200 DC, quando Tertuliano se refere aos cinco primeiros livros da Bíblia por esse nome. Também conhecido como a Torá, a palavra hebraica que significa "Lei", esses cinco livros da Bíblia são Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Os judeus geralmente dividem o Antigo Testamento em três seções diferentes: A Lei, Os Profetas e Os Escritos. A Lei ou Torá contém o fundo histórico da criação e da escolha de Deus por Abraão e pela nação judaica como o Seu povo escolhido. A Torá contém também a lei dada a Israel no Monte Sinai. As Escrituras se referem a estes cinco livros por vários nomes. Josué 1:7 diz: "Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, cuidando de fazer conforme toda a lei (torá) que meu servo Moisés te ordenou" e também são chamados de "a lei de Moisés" em 1 Reis 2:3.

Os cinco livros da Bíblia que compõem o Pentateuco são o princípio da revelação progressiva de Deus ao homem. Em Gênesis encontramos o começo da criação, a queda do homem, a promessa de redenção, o início da civilização humana e o início do relacionamento de aliança entre Deus e o Seu povo escolhido, Israel.

O próximo livro é Êxodo, o qual registra Deus libertando o Seu povo da escravidão e sua preparação para a posse da Terra Prometida que Deus lhes tinha reservado. O Livro de Êxodo recorda a libertação de Israel do Egito depois de 400 anos de escravidão, assim como prometido por Deus a Abraão (Gênesis 15:13). Esse livro registra a aliança que Deus faz com Israel no Monte Sinai, as instruções para a construção do tabernáculo, a entrega dos Dez Mandamentos e outras instruções sobre como Israel devia adorar a Deus.

Levítico segue Êxodo e expande as instruções de como o povo da aliança (Israel) devia adorar a Deus e governar a si mesmo. Esse livro estabelece os requisitos do sistema sacrificial que permitiria que Deus esquecesse os pecados de Seu povo até o sacrifício perfeito de Cristo, quando o pecado seria expiado completamente.

Depois de Levítico temos o Livro de Números, o qual cobre os principais eventos durante os 40 anos que Israel vagou no deserto e dá instruções para adorar a Deus e viver como o Seu povo da aliança. O último dos cinco livros que compõem o Pentateuco é Deuteronômio. Muitas vezes refere-se a Deuteronômio como a "segunda lei" ou "repetição da lei". Ele registra as palavras finais de Moisés antes do povo de Israel entrar na Terra Prometida (Deuteronômio 1:1). Em Deuteronômio, a Lei de Deus dada no Monte Sinai é repetida e explicada. Enquanto Israel entra em um novo capítulo de sua história, Moisés os relembra dos mandamentos de Deus e das bênçãos que seriam deles se obedecessem a Deus e as maldições que viriam de sua desobediência.

Os cinco livros do Pentateuco são geralmente considerados livros históricos por registrarem acontecimentos históricos. Embora sejam muitas vezes chamados de Torá ou Lei, na realidade eles contêm muito mais do que leis. Eles fornecem uma visão geral do plano de redenção de Deus e fornecem um pano de fundo para tudo o que se segue nas Escrituras. Como o resto do Antigo Testamento, as promessas, tipos e profecias contidas no Pentateuco têm seu cumprimento final na pessoa e obra de Jesus Cristo.


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Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 6, dia 14)

1ª Reis 5-7


1 Reis 5

 (1) E ENVIOU Hirão, rei de Tiro, os seus servos a Salomão (porque ouvira que ungiram a Salomão rei em lugar de seu pai), porquanto Hirão sempre tinha amado a Davi. (2) Então Salomão mandou dizer a Hirão: (3) Bem sabes tu que Davi, meu pai, não pôde edificar uma casa ao nome do SENHOR seu Deus, por causa da guerra com que o cercaram, até que o SENHOR pôs seus inimigos debaixo das plantas dos seus pés. (4) Porém agora o SENHOR meu Deus me tem dado descanso de todos os lados; adversário não há, nem algum mau encontro. (5) E eis que eu intento edificar uma casa ao nome do SENHOR meu Deus, como falou o SENHOR a Davi, meu pai, dizendo: Teu filho, que porei em teu lugar no teu trono, ele edificará uma casa ao meu nome. (6) Dá ordem, pois, agora, que do Líbano me cortem cedros, e os meus servos estarão com os teus servos, e eu te darei o salário dos teus servos, conforme a tudo o que disseres; porque bem sabes tu que entre nós ninguém há que saiba cortar a madeira como os sidônios. (7) E aconteceu que, ouvindo Hirão as palavras de Salomão, muito se alegrou, e disse: Bendito seja hoje o SENHOR, que deu a Davi um filho sábio sobre este tão grande povo. (8) E enviou Hirão a Salomão, dizendo: Ouvi o que me mandaste dizer. Eu farei toda a tua vontade acerca das madeiras de cedro e de cipreste. (9) Os meus servos as levarão desde o Líbano até ao mar, e eu as farei conduzir em jangadas pelo mar até ao lugar que me designares, e ali as desamarrarei; e tu as tomarás; tu também farás a minha vontade, dando sustento à minha casa. (10) Assim deu Hirão a Salomão madeira de cedro e madeira de cipreste, conforme a toda a sua vontade. (11) E Salomão deu a Hirão vinte mil coros de trigo, para sustento da sua casa, e vinte coros de azeite batido; isto dava Salomão a Hirão anualmente. (12) Deu, pois, o SENHOR a Salomão sabedoria, como lhe tinha falado; e houve paz entre Hirão e Salomão, e ambos fizeram acordo. (13) E o rei Salomão fez subir uma leva de gente dentre todo o Israel, e foi a leva de gente trinta mil homens; (14) E os enviava ao Líbano, cada mês, dez mil por turno; um mês estavam no Líbano, e dois meses cada um em sua casa; e Adonirão estava sobre a leva de gente. (15) Tinha também Salomão setenta mil que levavam as cargas, e oitenta mil que talhavam pedras nas montanhas, (16) Afora os chefes dos oficiais de Salomão, que estavam sobre aquela obra, três mil e trezentos, os quais davam as ordens ao povo que fazia aquela obra. (17) E mandou o rei que trouxessem pedras grandes, e pedras valiosas, pedras lavradas, para fundarem a casa. (18) E as lavraram os edificadores de Hirão, e os giblitas; e preparavam a madeira e as pedras para edificar a casa.

1 Reis 6

 (1) E SUCEDEU que no ano de quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano quarto do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de Zive (este é o mês segundo), começou a edificar a casa do SENHOR. (2) E a casa que o rei Salomão edificou ao SENHOR era de sessenta côvados de comprimento, e de vinte côvados de largura, e de trinta côvados de altura. (3) E o pórtico diante do templo da casa era de vinte côvados de comprimento, segundo a largura da casa, e de dez côvados de largura diante da casa. (4) E fez para a casa janelas de gelósias fixas. (5) E edificou câmaras junto ao muro da casa, contra as paredes da casa, em redor, tanto do templo como do oráculo; e assim lhe fez câmaras laterais em redor. (6) A câmara de baixo era de cinco côvados de largura, e a do meio de seis côvados de largura, e a terceira de sete côvados de largura; porque pela parte de fora da casa, em redor, fizera encostos, para que as vigas não se apoiassem nas paredes da casa. (7) E edificava-se a casa com pedras preparadas, como as traziam se edificava; de maneira que nem martelo, nem machado, nem nenhum outro instrumento de ferro se ouviu na casa quando a edificavam. (8) A porta da câmara do meio estava ao lado direito da casa, e por caracóis se subia à do meio, e da do meio à terceira. (9) Assim, pois, edificou a casa, e a acabou; e cobriu a casa com pranchões e tabuados de cedro. (10) Também edificou as câmaras em volta de toda a casa, de cinco côvados de altura, e as ligou à casa com madeira de cedro. (11) Então veio a palavra do SENHOR a Salomão, dizendo: (12) Quanto a esta casa que tu edificas, se andares nos meus estatutos, e fizeres os meus juízos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, confirmarei para contigo a minha palavra, a qual falei a Davi, teu pai; (13) E habitarei no meio dos filhos de Israel, e não desampararei o meu povo de Israel. (14) Assim edificou Salomão aquela casa, e a acabou. (15) Também cobriu as paredes da casa por dentro com tábuas de cedro; desde o soalho da casa até ao teto tudo cobriu com madeira por dentro; e cobriu o soalho da casa com tábuas de cipreste. (16) Edificou mais vinte côvados de tábuas de cedro nos lados da casa, desde o soalho até às paredes; e por dentro lhas edificou para o oráculo, para o Santo dos Santos. (17) A casa, isto é, o templo anterior tinha quarenta côvados. (18) E o cedro da casa por dentro era lavrado de botões e flores abertas; tudo era cedro, pedra nenhuma se via. (19) E por dentro da casa, na parte mais interior, preparou o oráculo, para pôr ali a arca da aliança do SENHOR. (20) E o oráculo no interior era de vinte côvados de comprimento, e de vinte côvados de largura, e de vinte côvados de altura; e o revestiu de ouro puro; também revestiu de cedro o altar. (21) E revestiu Salomão a casa por dentro de ouro puro; e com cadeias de ouro pôs uma cortina diante do oráculo, e o revestiu com ouro. (22) Assim cobriu de ouro toda a casa, inteiramente; também cobriu de ouro todo o altar que estava diante do oráculo. (23) E no oráculo fez dois querubins de madeira de oliveira, cada um da altura de dez côvados. (24) E uma asa de um querubim era de cinco côvados, e a outra asa do querubim de outros cinco côvados; dez côvados havia desde a extremidade de uma das suas asas até à extremidade da outra das suas asas. (25) Assim era também de dez côvados o outro querubim; ambos os querubins eram de uma mesma medida e de um mesmo talhe. (26) A altura de um querubim era de dez côvados, e assim a do outro querubim. (27) E pôs a estes querubins no meio da casa de dentro; e os querubins estendiam as asas, de maneira que a asa de um tocava na parede, e a asa do outro querubim tocava na outra parede; e as suas asas no meio da casa tocavam uma na outra. (28) E revestiu de ouro os querubins. (29) E todas as paredes da casa, em redor, lavrou de esculturas e entalhes de querubins, e de palmas, e de flores abertas, por dentro e por fora. (30) Também revestiu de ouro o soalho da casa, por dentro e por fora. (31) E à entrada do oráculo fez portas de madeira de oliveira; o umbral de cima com as ombreiras faziam a quinta parte da parede. (32) Também as duas portas eram de madeira de oliveira; e lavrou nelas entalhes de querubins, e de palmas, e de flores abertas, os quais revestiu de ouro; também estendeu ouro sobre os querubins e sobre as palmas. (33) E assim fez à porta do templo ombreiras de madeira de oliveira, da quarta parte da parede. (34) E eram as duas portas de madeira de cipreste; e as duas folhas de uma porta eram dobradiças, assim como eram também dobradiças as duas folhas entalhadas das outras portas. (35) E as lavrou de querubins e de palmas, e de flores abertas, e as revestiu de ouro acomodado ao lavor. (36) Também edificou o pátio interior de três ordens de pedras lavradas e de uma ordem de vigas de cedro. (37) No ano quarto se pôs o fundamento da casa do SENHOR, no mês de Zive. (38) E no ano undécimo, no mês de Bul, que é o mês oitavo, se acabou esta casa com todas as suas coisas, e com tudo o que lhe convinha; e a edificou em sete anos.

1 Reis 7

 (1) PORÉM a sua casa edificou Salomão em treze anos; e acabou toda a sua casa. (2) Também edificou a casa do bosque do Líbano de cem côvados de comprimento, e de cinqüenta côvados de largura, e de trinta côvados de altura, sobre quatro ordens de colunas de cedro, e vigas de cedro sobre as colunas. (3) E por cima estava coberta de cedro sobre as vigas, que estavam sobre quarenta e cinco colunas, quinze em cada ordem. (4) E havia três ordens de janelas; e uma janela estava defronte da outra janela, em três ordens. (5) Também todas as portas e ombreiras quadradas eram de uma mesma vista; e uma janela estava defronte da outra, em três ordens. (6) Depois fez um pórtico de colunas de cinqüenta côvados de comprimento e de trinta côvados de largura; e o pórtico estava defronte delas, e as colunas com as grossas vigas defronte delas. (7) Também fez o pórtico para o trono onde julgava, isto é, o pórtico do juízo, que estava revestido de cedro de soalho a soalho. (8) E em sua casa, em que morava, havia outro pátio, por dentro do pórtico, de obra semelhante à deste; também para a filha de Faraó, que Salomão tomara por mulher, fez uma casa semelhante àquele pórtico. (9) Todas estas coisas eram de pedras de grande valor, cortadas à medida, serradas à serra por dentro e por fora; e isto desde o fundamento até às beiras do teto, e por fora até ao grande pátio. (10) Também estava fundado sobre pedras finas, pedras grandes; sobre pedras de dez côvados e pedras de oito côvados. (11) E em cima delas pedras de grande valor, lavradas segundo as medidas, e madeira de cedro. (12) Havia três ordens de pedras lavradas, com uma ordem de vigas de cedro; assim era também o pátio interior da casa do SENHOR e o pórtico daquela casa. (13) E enviou o rei Salomão um mensageiro e mandou trazer a Hirão de Tiro. (14) Era ele filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro, que trabalhava em cobre; e era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda a obra de cobre; este veio ao rei Salomão, e fez toda a sua obra. (15) E formou duas colunas de cobre; a altura de cada coluna era de dezoito côvados, e um fio de doze côvados cercava cada uma das colunas. (16) Também fez dois capitéis de fundição de cobre para pôr sobre as cabeças das colunas; de cinco côvados era a altura de um capitel, e de cinco côvados a altura do outro capitel. (17) As redes eram de malhas, as ligas de obra de cadeia para os capitéis que estavam sobre a cabeça das colunas, sete para um capitel e sete para o outro capitel. (18) Assim fez as colunas, juntamente com duas fileiras em redor sobre uma rede, para cobrir os capitéis que estavam sobre a cabeça das romãs, assim também fez com o outro capitel. (19) E os capitéis que estavam sobre a cabeça das colunas eram de obra de lírios no pórtico, de quatro côvados. (20) Os capitéis, pois, sobre as duas colunas estavam também defronte, em cima da parte globular que estava junto à rede; e duzentas romãs, em fileiras em redor, estavam também sobre o outro capitel. (21) Depois levantou as colunas no pórtico do templo; e levantando a coluna direita, pôs-lhe o nome de Jaquim; e levantando a coluna esquerda, pôs-lhe o nome de Boaz. (22) E sobre a cabeça das colunas estava a obra de lírios; e assim se acabou a obra das colunas. (23) Fez mais o mar de fundição, de dez côvados de uma borda até à outra borda, perfeitamente redondo, e de cinco côvados de alto; e um cordão de trinta côvados o cingia em redor. (24) E por baixo da sua borda em redor havia botões que o cingiam; por dez côvados cercavam aquele mar em redor; duas ordens destes botões foram fundidas quando o mar foi fundido. (25) E firmava-se sobre doze bois, três que olhavam para o norte, e três que olhavam para o ocidente, e três que olhavam para o sul, e três que olhavam para o oriente; e o mar estava em cima deles, e todas as suas partes posteriores para o lado de dentro. (26) E a grossura era de um palmo, e a sua borda era como a de um copo, como de flor de lírios; ele levava dois mil batos. (27) Fez também as dez bases de cobre; o comprimento de uma base de quatro côvados, e de quatro côvados a sua largura, e três côvados a sua altura. (28) E esta era a obra das bases; tinham cintas, e as cintas estavam entre as molduras. (29) E sobre as cintas que estavam entre as molduras havia leões, bois, e querubins, e sobre as molduras uma base por cima; e debaixo dos leões e dos bois junturas de obra estendida. (30) E uma base tinha quatro rodas de metal, e lâminas de cobre; e os seus quatro cantos tinham suportes; debaixo da pia estavam estes suportes fundidos, do lado de cada uma das junturas. (31) E a boca da pia estava dentro da coroa, e de um côvado por cima; e era a sua boca redonda segundo a obra da base, de côvado e meio; e também sobre a sua boca havia entalhes, e as suas cintas eram quadradas, não redondas. (32) E as quatro rodas estavam debaixo das cintas, e os eixos das rodas na base; e era a altura de cada roda de côvado e meio. (33) E era a obra das rodas como a obra da roda de carro; seus eixos, e suas cambas e seus cubos, e seus raios, todos eram fundidos. (34) E havia quatro suportes aos quatro cantos de cada base; seus suportes saíam da base. (35) E no alto de cada base havia uma peça redonda de meio côvado de altura; também sobre o alto de cada base havia asas e cintas, que saíam delas. (36) E nas placas de seus esteios e nas suas cintas lavrou querubins, leões, e palmas, segundo o espaço de cada uma, e outros adornos em redor. (37) Conforme a esta fez as dez bases; todas tinham uma mesma fundição, uma mesma medida, e um mesmo entalhe. (38) Também fez dez pias de cobre; em cada pia cabiam quarenta batos, e cada pia era de quatro côvados, e sobre cada uma das dez bases estava uma pia. (39) E pôs cinco bases à direita da casa, e cinco à esquerda da casa; porém o mar pôs ao lado direito da casa para o lado do oriente, da parte do sul. (40) Depois fez Hirão as pias, e as pás, e as bacias; e acabou Hirão de fazer toda a obra que fez para o rei Salomão, para a casa do SENHOR. (41) A saber: as duas colunas, e os globos dos capitéis que estavam sobre a cabeça das duas colunas; e as duas redes, para cobrir os dois globos dos capitéis que estavam sobre a cabeça das colunas. (42) E as quatrocentas romãs para as duas redes, a saber: duas carreiras de romãs para cada rede, para cobrirem os dois globos dos capitéis que estavam em cima das colunas. (43) Juntamente com as dez bases, e as dez pias sobre as bases; (44) Como também um mar, e os doze bois debaixo daquele mar; (45) E os caldeirões, e as pás, e as bacias, e todos estes objetos que fez Hirão para o rei Salomão, para a casa do SENHOR, todos eram de cobre polido. (46) Na planície do Jordão, o rei os fundiu em terra barrenta; entre Sucote e Zaretã. (47) E deixou Salomão de pesar todos os objetos, pelo seu excessivo número; nem se averiguou o peso do cobre. (48) Também fez Salomão todos os objetos que convinham à casa do SENHOR; o altar de ouro, e a mesa de ouro, sobre a qual estavam os pães da proposição. (49) E os castiçais, cinco à direita e cinco à esquerda, diante do oráculo, de ouro finíssimo; e as flores, e as lâmpadas, e os espevitadores, também de ouro. (50) Como também os vasos, e os apagadores, e as bacias, e as colheres, e os perfumadores, de ouro finíssimo; e as dobradiças para as portas da casa interior para o lugar santíssimo, e as das portas da casa do templo, também de ouro. (51) Assim se acabou toda a obra que fez o rei Salomão para a casa do SENHOR; então trouxe Salomão as coisas que seu pai Davi havia consagrado; a prata, e o ouro, e os objetos pôs entre os tesouros da casa do SENHOR.

DEVOCIONAL PARA HOJE 03/09/2013


VERSÍCULO:
    O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. -- Salmos 23:1

PENSAMENTO:
   Uma ovelha só é tão boa quanto seu pastor. Nós somos incrivelmente abençoados!

ORAÇÃO:
   Ó Grande Pastor, carregue-me como uma ovelha, delicadamente nos seus braços, e perto do seu coração. Minha vida, meu futuro, e minha força dependem do Senhor. Por favor, ajude-me a ouvir sua voz, acima das confusões que me distraem. Eu não tenho medo sob seus cuidados. Obrigado por seu meu Pastor. No nome de Jesus eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0903.html

02 setembro 2013

Quais são os diferentes nomes e títulos da Bíblia?


Há mais de doze nomes e títulos da Bíblia encontrados tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Encontre a seguir uma lista dos mais bem conhecidos:

Livro da Lei (Deuteronômio 31:26) - "Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca do pacto do Senhor vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra vós." A Bíblia é descrita como um livro de leis, leis as quais não são destinadas a nos escravizar ou sufocar o nosso relacionamento com Deus, mas que se destinam a aumentar o nosso conhecimento da justiça de Deus e nos direcionar a Cristo.

Evangelho (Romanos 1:16) - "Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê..." A Bíblia nos revela o Evangelho, a boa nova, sobre o Senhor Jesus Cristo. Através de Filho de Deus, os nossos pecados são perdoados e recebemos a salvação.

Sagradas Escrituras (Romanos 1:2) - "que ele antes havia prometido pelos seus profetas nas santas Escrituras." A Bíblia é uma coleção de escritos sagrados que são santos e autoritários porque foram inspirados por Deus.

Lei do Senhor (Salmo 19:7) - "A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples." As leis da Bíblia não devem ser confundidas com quaisquer outras porque são os mandamentos do Senhor, só dEle, e não ideias do homem.

Palavras de Vida (Atos 7:38) - "Este é o que esteve na congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu palavras de vida para vo-las dar." A Bíblia é um livro vivo, pois cada livro, capítulo e versículo estão vivos com o conhecimento e a sabedoria de Deus.

A Palavra de Cristo (Colossenses 3:16) - "A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações." A mensagem de Cristo é a mensagem da salvação do pecado através do Único que pode realizá-la.

Escrituras (2 Timóteo 3:16) - "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça." Inspirada por Deus, a Bíblia é uma coleção de escritos como nenhuma outra. É o único livro escrito por homens movidos, ou "levados", pelo Espírito de Deus (2 Pedro 1:21).

O Rolo (Salmo 40:7) - "Então disse eu: Eis aqui venho; no rolo do livro está escrito a meu respeito." Ao profetizar sobre Jesus, a Bíblia refere-se a si mesma como um rolo, um rolo de pergaminho documentando o conhecimento de valor inestimável a ser compartilhado de geração em geração.

Espada do Espírito (Efésios 6:17) - "Tomai também... a espada do Espírito, que é a palavra de Deus." Assim como a espada, a Bíblia pode se defender contra qualquer ataque com a verdade de Deus. O escritor aos Hebreus diz que a Bíblia é mais cortante do que qualquer "faca de dois gumes" porque é capaz de dividir a "alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" (Hebreus 4:12).

Verdade (João 17:17) - "Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade." Já que a Bíblia é a Palavra de Deus, então ela é a verdade. Cada palavra é da mente de Deus. Já que Ele é a verdade, então a Sua Palavra também tem que ser verdade.

Palavra de Deus (Lucas 11:28) - "Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam." A Bíblia é como o porta-voz de Deus, pois através de cada livro Ele fala diretamente a nós.

Palavra da Vida (Filipenses 2:16) - ".... retendo a palavra da vida." A Bíblia nos revela a diferença entre a vida e a morte -- a vida eterna que está diante daqueles que aceitam a Jesus Cristo como seu Salvador e a morte eterna para aqueles que não.

Palavras do Senhor (Salmo 12:6) - "As palavras do Senhor são palavras puras, como prata refinada numa fornalha de barro, purificada sete vezes." As palavras da Bíblia são perfeitas e sem falha porque são as palavras do Senhor, proclamadas pelos profetas e apóstolos para revelar o amor e a glória de Deus.


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Devem os milagres na Bíblia ser interpretados literalmente?


Sim, os milagres da Bíblia devem ser interpretados literalmente. Toda a Escritura deve ser interpretada literalmente, exceto pelas porções que são claramente simbólicas. Um exemplo de simbolismo é o Salmo 17:8. Nós não somos literalmente as meninas dos olhos de Deus, e Ele não tem asas literalmente. Entretanto, os milagres não são acontecimentos simbólicos, são fatos reais que realmente aconteceram. Cada um dos milagres na Bíblia tinha um objetivo e realizou algo que não poderia ser realizado em qualquer outra forma.

O milagre mais antigo e mais profundo de todos foi o da criação. Deus criou tudo ex nihilo - do nada - e cada milagre que se sucedeu reforçou o Seu poder incrível. O livro de Êxodo é repleto de acontecimentos milagrosos que Deus usou para realizar a Sua vontade. As pragas sobre o Egito, começando com o Nilo sendo transformado em sangue (Êxodo 7:17) e terminando com a morte dos primogênitos do Egito (Êxodo 12:12), foram eventos literais que eventualmente levaram o Faraó a libertar os israelitas da escravidão. Se as pragas não tivessem acontecido, por que Faraó teria libertado o povo? E se a morte dos primogênitos não tivesse acontecido, então Deus não se moveu pelo Egito naquela noite e nem havia qualquer razão para os israelitas aplicarem sangue em seus portais. Se fosse esse o caso, então o prenúncio do sangue derramado de Jesus na cruz é anulado, o que, por sua vez, coloca a própria crucificação em dúvida. Quando começamos a duvidar da realidade de qualquer milagre, devemos excluir também tudo o que a Bíblia diz que resultou desse milagre e isso, em última análise, coloca toda a Escritura em dúvida.

A divisão do Mar Vermelho é um dos mais conhecidos milagres do Antigo Testamento (Êxodo 14), durante o qual o Faraó e muito do seu exército foram afogados. Se o incidente fosse simbólico, então podemos confiar em qualquer parte do resto da narrativa? Será que os israelitas realmente deixaram o Egito? Será que o exército de Faraó realmente os seguiu e, se sim, como os israelitas escaparam? Salmo 78 é uma das muitas passagens em que Deus lembra os israelitas dos milagres que Ele realizou ao libertá-los do cativeiro egípcio. Esses milagres também fizeram com que as nações vizinhas conhecessem o Deus Jeová e provaram que Ele é o único e verdadeiro Deus (Josué 2:10). Seus ídolos pagãos de madeira e pedra não eram capazes de tais milagres.

No Novo Testamento, Jesus realizou inúmeros milagres, começando com o do casamento de Caná, onde Ele transformou água em vinho (João 2:1-10). Seu milagre mais espetacular foi provavelmente a ressurreição de Lázaro depois dele estar morto por quatro dias (João 11). Todos os milagres que Jesus fez foram para provar que Ele era de fato quem disse que era -o Filho de Deus. Quando Ele acalmou a tempestade em Mateus 8, até mesmo os discípulos se admiraram: "E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?" (V. 27). Se os milagres de Jesus não foram reais, então as narrativas do evangelho sobre as curas de Jesus são apenas bons contos, e essas pessoas permaneceram aflitas por suas doenças, pondo em dúvida a Sua compaixão (Mateus 14:14; 10:34, Marcos 1:41). Se Ele realmente não alimentou milhares de pessoas com alguns pães e peixes, as pessoas permaneceram com fome e as palavras de Jesus "Em verdade, em verdade vos digo que me buscais, não porque vistes sinais, mas porque comestes do pão e vos saciastes" (João 6:26) não têm nenhum significado. Entretanto, Jesus realmente curou, criou alimento para milhares de pessoas, transformou água em vinho e ressuscitou Lázaro dentre os mortos. João 2:23 nos diz que muitos creram nele por causa dos milagres.

Todos os milagres tinham um propósito -- provar que Deus não é como mais ninguém, que Ele tem o controle completo da criação e que, se Ele realmente puder fazer todas essas coisas milagrosas, então nada em nossas vidas é muito difícil para ele lidar. Ele quer que confiemos nEle e saibamos que Ele pode fazer milagres em nossas vidas também. Se os milagres não ocorreram, então como podemos confiar no que a Bíblia diz? Como podemos confiar nas boas novas da Bíblia sobre a vida eterna através de Cristo? Quando começamos a duvidar de qualquer parte da Escritura, toda a Palavra de Deus perde a sua credibilidade e abrimos a porta para as mentiras e distorções que Satanás tenta trazer às nossas vidas para destruir a nossa fé (1 Pedro 5:8). A Bíblia é para ser lida e entendida literalmente, inclusive as narrativas sobre os milagres.

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Como é que as pessoas conheciam Deus antes da Bíblia?


Embora as pessoas não tivessem a Palavra escrita de Deus, elas não ficaram sem a capacidade de receber, compreender e obedecer a Deus. Na verdade, há muitas áreas do mundo atual onde Bíblias não estão disponíveis, mas as pessoas podem saber e sabem sobre Deus. A questão é uma de revelação -- Deus revelando ao homem o que Ele quer que saibamos sobre Si mesmo. Embora a Bíblia nem sempre tenha existido, sempre houve meios para o homem receber e compreender a revelação de Deus. Há duas categorias de revelação, a revelação geral e a especial.

A revelação geral lida com o que Deus comunica universalmente a toda a humanidade. O aspecto externo da revelação geral é que Deus deve ser a causa ou a fonte de tudo que existe. Porque essas coisas existem, e deve haver uma causa para a sua existência, Deus também deve existir. Romanos 1:20 diz: "Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis." Todos os homens e mulheres em toda parte podem observar a criação e saber que Deus existe. Salmo 19:1-4 explica ainda que a criação de Deus fala claramente em uma linguagem que todos entendem. "Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz" (versículo 3). A revelação da natureza é clara. Ninguém pode escusar-se por causa da ignorância. Não há nenhum álibi para o ateu, e não há desculpa para o agnóstico.

Um outro aspecto da revelação geral – aquilo que é revelado a todos - está na presença da nossa consciência. Isso é interno. "Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou" (Romanos 1:19). As pessoas, por possuírem uma parte imaterial, estão conscientes da existência de Deus. Estes dois aspectos da revelação geral são ilustrados em muitas histórias de missionários conhecendo tribos indígenas que nunca viram uma Bíblia ou ouviram falar de Jesus. No entanto, quando o plano de salvação lhes é apresentado, eles sabem que Deus existe porque veem evidência dEle na natureza, e sabem que precisam de um Salvador porque as suas consciências os condenam de seus pecados e de sua necessidade dEle.

Além da revelação geral, há uma revelação especial que Deus utiliza para mostrar à humanidade sobre Si mesmo e Sua vontade. A revelação especial não vem a todas as pessoas, mas apenas para certas pessoas em determinados momentos. Alguns exemplos das Escrituras de revelação especial incluem lançar sortes (Atos 1:21-26, também Provérbios 16:33), o Urim e Tumim (um tipo especial de sortes usado pelo Sumo Sacerdote, veja Êxodo 28:30; Números 27:21, Deuteronômio 33:8; 1 Samuel 28:6 e Esdras 2:63), sonhos e visões (Gênesis 20:3,6; Gênesis 31:11-13,24; Joel 2:28), aparições do Anjo do Senhor (Gênesis 16:7-14; Êxodo 3:2; 2 Samuel 24:16; Zacarias 1:12) e o ministério dos profetas (2 Samuel 23:2; Zacarias 1:1). Essas referências não são uma lista exaustiva de todas as ocorrências, mas devem servir como bons exemplos deste tipo de revelação.

A Bíblia como a conhecemos é também uma forma de revelação especial. No entanto, ela pertence a uma categoria por si só porque torna as outras formas de revelação especial desnecessárias para hoje. Até mesmo Pedro, o qual, juntamente com João, presenciou Jesus conversando com Moisés e Elias no Monte da Transfiguração (Mateus 17, Lucas 9), declarou esta experiência especial como sendo inferior à "palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos" (2 Pedro 1:19). Isso é porque a Bíblia é a forma escrita de todas as informações que Deus quer que saibamos sobre Ele e Seu plano. Na verdade, a Bíblia contém tudo o que precisamos saber para ter um relacionamento com Deus.

Portanto, antes da Bíblia como a conhecemos estar disponível, Deus usou muitos meios para revelar a Si mesmo e a Sua vontade para a humanidade. É incrível pensar que Deus não usa apenas um meio, mas muitos. Faz-nos gratos que hoje temos a Palavra escrita e preservada de Deus. Não estamos à mercê de alguém nos dizendo o que Deus disse, podemos por nós mesmos estudar o que Ele disse!

Naturalmente, a mais clara revelação de Deus foi o Seu Filho, Jesus Cristo (João 1:14, Hebreus 1:3). Jesus tomando a forma humana para caminhar nesta terra entre nós revelou muito sobre Deus. Quando Ele morreu por nossos pecados na cruz, ficamos sem quaisquer dúvidas de que Deus realmente é amor (1 João 4:10).

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Por que a Bíblia é chamada de Bíblia Sagrada?


A frase biblia sacra ("livros sagrados") apareceu pela primeira vez em algum momento da Idade Média. Em Inglês, um dos primeiros -- se não o primeiro -- usos do termo "A Bíblia Sagrada" apareceu em 1611 na capa da Versão Autorizada, conhecida nos EUA como a Versão do Rei James. A palavra santa tem vários significados e, como veremos, todos eles descrevem a Palavra de Deus.

Um dos significados de santo é "sagrado, santificado, separado". Quando Deus falou a Moisés na sarça ardente, Ele o ordenou que tirasse suas sandálias porque estava pisando em "terra santa", terra santificada pela presença de Deus. Porque Deus é sagrado, as palavras que Ele fala também são sagradas. Da mesma forma, as palavras que Deus deu a Moisés no Monte Sinai também são sagradas, assim como todas as palavras que Deus deu à humanidade na Bíblia. Uma vez que Deus é perfeito, suas palavras são perfeitas (Salmo 19:7). Como Deus é justo e puro, assim também é a Sua Palavra (Salmo 19:8).

A Bíblia também é santa porque foi escrita por homens sob a direção e influência do Espírito Santo. "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça" (2 Timóteo 3:16). A palavra grega traduzida "inspirada por Deus" é theopneustos, de theos, que significa "Deus", e pneo, que significa "respirar ou respirar sobre". Tiramos a palavra pneumonia desta raiz grega. Então, o nosso Deus Santo, na pessoa do Espírito Santo, literalmente soprou as palavras sagradas das Escrituras nos escritores de cada um dos livros da Bíblia. O Escritor divino é santo, portanto, o que Ele escreve é santo.

Um outro significado de santo é "separar". Deus separou a nação de Israel de seus contemporâneos para ser um "reino sacerdotal e nação santa" (Êxodo 19:6). Da mesma forma, os cristãos são separados dos incrédulos que caminham na escuridão, assim como Pedro descreveu em 1 Pedro 2:9: "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo todo seu para que proclameis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." Esse aspecto da santidade (o de ser “separado”) aplica-se à Bíblia porque ela é um livro separado de todos os outros. É o único livro escrito pelo próprio Deus, o único livro que tem o poder para libertar os homens (João 8:32), para mudar suas vidas e torná-los sábios (Salmo 19:7), para santificá-los e torná-los santos (João 17:17). É o único livro que dá conforto, vida e esperança (Salmo 119:50), e é o único livro que durará para sempre (Mateus 5:18).


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Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 6, dia 13)

Eclesiastes 10-12


Eclesiastes 10

 (1) ASSIM como as moscas mortas fazem exalar mau cheiro e inutilizar o ungüento do perfumador, assim é, para o famoso em sabedoria e em honra, um pouco de estultícia. (2) O coração do sábio está à sua direita, mas o coração do tolo está à sua esquerda. (3) E, até quando o tolo vai pelo caminho, falta-lhe o seu entendimento e diz a todos que é tolo. (4) Levantando-se contra ti o espírito do governador, não deixes o teu lugar, porque a submissão é um remédio que aplaca grandes ofensas. (5) Ainda há um mal que vi debaixo do sol, como o erro que procede do governador. (6) A estultícia está posta em grandes alturas, mas os ricos estão assentados em lugar baixo. (7) Vi os servos a cavalo, e os príncipes andando sobre a terra como servos. (8) Quem abrir uma cova, nela cairá, e quem romper um muro, uma cobra o morderá. (9) Aquele que transporta pedras, será maltratado por elas, e o que racha lenha expõe-se ao perigo. (10) Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve redobrar a força; mas a sabedoria é excelente para dirigir. (11) Seguramente a serpente morderá antes de estar encantada, e o falador não é melhor. (12) Nas palavras da boca do sábio há favor, porém os lábios do tolo o devoram. (13) O princípio das palavras da sua boca é a estultícia, e o fim do seu falar um desvario péssimo. (14) O tolo multiplica as palavras, porém, o homem não sabe o que será; e quem lhe fará saber o que será depois dele? (15) O trabalho dos tolos a cada um deles fatiga, porque não sabem como ir à cidade. (16) Ai de ti, ó terra, quando teu rei é uma criança, e cujos príncipes comem de manhã. (17) Bem-aventurada tu, ó terra, quando teu rei é filho dos nobres, e teus príncipes comem a tempo, para se fortalecerem, e não para bebedice. (18) Por muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos a casa goteja. (19) Para rir se fazem banquetes, e o vinho produz alegria, e por tudo o dinheiro responde. (20) Nem ainda no teu pensamento amaldiçoes ao rei, nem tampouco no mais interior da tua recâmara amaldiçoes ao rico; porque as aves dos céus levariam a voz, e os que têm asas dariam notícia do assunto.

Eclesiastes 11

 (1) LANÇA o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. (2) Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra. (3) Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair ali ficará. (4) Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. (5) Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas. (6) Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas. (7) Certamente suave é a luz, e agradável é aos olhos ver o sol. (8) Porém, se o homem viver muitos anos, e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade. (9) Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo. (10) Afasta, pois, a ira do teu coração, e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.

Eclesiastes 12

 (1) LEMBRA-TE também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; (2) Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva; (3) No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas; (4) E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem. (5) Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; (6) Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço, (7) E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. (8) Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade. (9) E, quanto mais sábio foi o pregador, tanto mais ensinou ao povo sabedoria; e atentando, e esquadrinhando, compôs muitos provérbios. (10) Procurou o pregador achar palavras agradáveis; e escreveu-as com retidão, palavras de verdade. (11) As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor. (12) E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne. (13) De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. (14) Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.

DEVOCIONAL PARA HOJE 02/09/2013


VERSÍCULO:
   Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores.  -- Salmos 9:2

PENSAMENTO:
   Quando foi a última vez que você improvisou uma canção? A última vez que improvisou uma canção de louvor a Deus?. Duvida que pode fazê-lo? Acha que não vai dar certo? Não se preocupe, seu único público é seu Pai Aba, que anseia ouvir seu coração cantar, independente da perfeição da sua voz, ou da entonação da sua música. Ele quer se alegrar com você. Então abra seu coração e eleve sua voz para louvar seu Deus.

ORAÇÃO:
   Deus Poderoso, Santo e Misericordioso, eu lhe louvo pelo raiar e pelo por do sol, em glorioso esplendor. Eu lhe louvo pelo dom da graça. Eu lhe louvo pela preservação miraculosa do seu povo, mesmo que eles tenham sofrido ataques repetidos. Eu lhe louvo por mandar Jesus, o filho de Abraão e o filho de Davi, meu Messias e Senhor. Eu lhe louvo por ressuscitá-lo dos mortos. Eu lhe louvo por sua promessa de mandá-lo de volta para seus filhos. Eu lhe louvo por sua obra na minha vida. Eu louvo, ó SENHOR, e eu estou feliz por ser seu filho. No nome de Jesus eu ofereço meu louvor. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0902.html

01 setembro 2013

O que é a harmonia dos Evangelhos?


A "harmonia" dos Evangelhos é a concordância dos quatro Evangelhos bíblicos. Os quatro Evangelhos do Novo Testamento são como os cantores em um coral de quatro partes. Cada um tem uma parte distinta para cantar, mas, ao se juntarem, formam uma linda composição. Cada um dos quatro Evangelhos dá testemunho de Jesus a partir de uma perspectiva ligeiramente diferente, mas todos contam a mesma história. Assim, eles estão todos em harmonia uns com os outros. Os livros que alinham as narrativas do Evangelho em ordem cronológica são chamados de harmonias dos Evangelhos, e algumas Bíblias incluem uma seção de referência que faz a mesma coisa.

Mateus, Marcos e Lucas são chamados de Evangelhos "sinóticos" porque incluem muitos dos mesmos acontecimentos da vida de Jesus (a palavra sinótico significa "mesma visão"). João é um livro diferente, preenchendo lacunas que os outros deixam de fora. Cada um desses Evangelhos foi escrito para um público diferente e enfatiza as diferentes facetas do ministério de Jesus. O Evangelho de Mateus foi escrito principalmente para os judeus e enfatiza como Jesus cumpriu as profecias de um Messias real. Marcos foi escrito principalmente para os cristãos gentios ou romanos, por isso inclui algumas profecias do Antigo Testamento e explica muitas palavras e costumes judaicos. Jesus é retratado em Marcos como o Servo Divino. Lucas também foi escrito principalmente para os crentes gentios, por isso também explica costumes judaicos e usa nomes gregos. Lucas escreveu uma narrativa metódica da vida de Jesus e O apresenta como o Filho do homem, enfatizando a Sua humanidade plena. O Evangelho de João enfatiza Jesus como o Filho de Deus e inclui mais revelações de Jesus sobre si mesmo do que qualquer outro Evangelho. Ele também dá uma imagem muito mais detalhada dos eventos durante os últimos dias de Jesus.

Algumas pessoas têm tentado remover a credibilidade da Bíblia ao apontar aparentes inconsistências nas narrativas dos Evangelhos. Elas apontam diferenças na ordem em que os eventos são apresentados ou em pequenos detalhes dentro desses eventos. Quando as quatro narrativas são colocadas lado a lado, vemos que nem todas seguem a mesma cronologia estrita. Isso ocorre porque grande parte da narrativa é organizada em ordem tópica, na qual os eventos são agrupados de acordo com um tema semelhante. Esta abordagem tópica é a maneira em que a maioria de nós tem nossas conversas todos os dias.

As diferenças em pequenos detalhes, tais como o número de anjos no túmulo de Cristo (Mateus 28:5, Marcos 16:5, Lucas 24:4, João 20:12), também são respondidas quando se permite que o texto fale por si. Mateus e Marcos mencionam "um anjo", enquanto Lucas e João mencionam dois anjos. No entanto, Mateus e Marcos nunca dizem que havia "apenas" um anjo, eles simplesmente dizem que um anjo estava presente. Tais diferenças são complementares e não contraditórias. Novas informações podem ser adicionadas, mas nunca negam a veracidade das informações antigas.

Como o resto das Escrituras, os quatro Evangelhos são um belo testemunho da revelação de Deus ao homem. Imagine um cobrador de impostos (Mateus), um rapaz judeu inexperiente com uma reputação de desistir fácil (Marcos), um médico romano (Lucas) e um pescador judeu (João), todos escrevendo depoimentos harmoniosos da vida de Jesus. De forma alguma, sem a intervenção de Deus, eles poderiam ter escrito essas narrativas incrivelmente precisas (2 Timóteo 3:16). A história, a profecia e os detalhes pessoais trabalham todos juntos para compor uma imagem extremamente precisa de Jesus -- o Messias, o Rei, o Servo e o Filho de Deus.

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Por que é importante estudar a Bíblia em seu contexto? Qual é o problema em estudar versículos fora de contexto?


É importante estudar passagens e histórias bíblicas dentro de seu contexto. Estudar versículos fora de contexto leva a todos os tipos de erros e equívocos. A compreensão do contexto começa com quatro princípios: o significado literal (o que ele diz), o cenário histórico (os eventos da narrativa, a quem é dirigida e como foi compreendida na época), a gramática (a sentença e parágrafo imediatos nos quais uma palavra ou frase se encontra) e a síntese (a comparação com outras partes das Escrituras). O contexto é crucial para a exegese bíblica. Depois de estudarmos a natureza literal, histórica e gramatical de uma passagem, devemos então concentrar-nos na estrutura, no capítulo e então no parágrafo do livro. Tudo isto faz parte do "contexto". Para ilustrar, é como olhar um mapa mundial no Google Maps e gradualmente focalizar-se em uma casa.

Estudar frases e versículos fora do seu contexto quase sempre leva a mal-entendidos. Por exemplo, se tomarmos a frase "Deus é amor" (1 João 4:7-16) fora de seu contexto, poderíamos pensar que o nosso Deus ama tudo e a todos em todos os momentos com um jorrante tipo de amor romântico. Entretanto, em seu contexto literal e gramatical, o "amor" aqui se refere ao amor ágape, com a sua essência sendo sacrifício para o benefício de outra pessoa, não algo sentimental ou romântico. O contexto histórico também é crucial, uma vez que João estava se dirigindo a crentes na igreja do primeiro século e instruindo-os não sobre o amor de Deus em si, mas sobre como identificar os verdadeiros crentes dos mestres falsos. O amor verdadeiro – do tipo sacrificial e benéfico -- é a marca do verdadeiro crente (v. 7); aqueles que não amam não pertencem a Deus (v. 8); Deus nos amou antes de termos amado a Ele (vv. 9 -10), e é por isso que devemos amar uns aos outros e, assim, provar que somos Seus (v. 11-12).

Além disso, considerar a frase "Deus é amor" no contexto de toda a Escritura (síntese) nos impedirá de chegarmos à falsa, mas comum, conclusão de que Deus é só amor ou de que Seu amor é maior que todos os Seus outros atributos. Por causa de muitas outras passagens, podemos saber que Deus é também santo e justo, fiel e confiável, gracioso e misericordioso, bondoso e compassivo, onipotente, onipresente, onisciente e muitas outras coisas. Sabemos também que Deus não só ama, mas também odeia (Salmo 11:5).

A Bíblia é a Palavra de Deus, literalmente "soprada por Deus" (2 Timóteo 3:16), e somos instruídos a estudar e compreendê-la através do uso de bons métodos de estudo bíblicos e sempre com a iluminação do Espírito Santo para nos guiar (1 Coríntios 2:14). O nosso estudo é grandemente aprimorado ao sermos fiéis à questão do contexto. Não é difícil apontar lugares que aparentemente contradizem outras partes das Escrituras, mas, se observarmos atentamente o seu contexto e usarmos a totalidade das Escrituras como referência, podemos compreender o significado de uma passagem e as aparentes contradições são explicadas. "O contexto é rei" significa que o contexto muitas vezes guia o significado de uma frase. Ignorar esse contexto é nos colocar em tremenda desvantagem.

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O que é a numerologia bíblica?


A numerologia bíblica é o estudo dos números na Bíblia. Dois dos números mais comumente repetidos na Bíblia são 7 e 40. O número 7 significa conclusão ou perfeição (Gênesis 7:2-4; Apocalipse 1:20). É muitas vezes chamado do "número de Deus" já que Ele é o único que é perfeito e completo (Apocalipse 4:5, 5:1, 5-6). Acredita-se que o número 3 também seja o número da perfeição divina: a Trindade consiste do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

O número 40 é muitas vezes conhecido como o "número de provação ou julgamento". Por exemplo, os israelitas vagaram durante 40 anos (Deuteronômio 8:2-5); Moisés ficou no monte durante 40 dias (Êxodo 24:18); Jonas advertiu Nínive de que o julgamento viria após 40 dias (Jonas 3:4); Jesus foi tentado por 40 dias (Mateus 4:2), houve 40 dias entre a ressurreição e a ascensão de Jesus (Atos 1:3). Um outro número repetido na Bíblia é 4, o qual é conhecido como o número da criação: norte, sul, leste, oeste; quatro estações do ano. Acredita-se que o número 6 seja o número do homem: o homem foi criado no dia 6; o homem trabalha seis dias apenas. Um outro exemplo da Bíblia usando um número para significar algo se encontra em Apocalipse capítulo 13, o qual diz que o número do Anticristo é 666.

Quer os números realmente tenham um significado especial ou não, isso ainda está sendo debatido. A Bíblia definitivamente parece usar números em padrões ou para ensinar verdades espirituais. No entanto, muitas pessoas colocam demasiada importância na "numerologia bíblica", tentando encontrar um significado especial por trás de cada número na Bíblia. Muitas vezes, um número na Bíblia é simplesmente um número. Deus não nos chamou para a busca de significados secretos, mensagens escondidas ou códigos na Bíblia. Há mais do que suficiente verdade simples nas Escrituras para cuidar de todas as nossas necessidades e nos fazer "perfeitamente preparados para toda boa obra" (2 Timóteo 3:16).

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O QUE IMPEDE O AVIVAMENTO?


Uma lista de 23 razões dá a resposta. É comum vermos pessoas se ajoelharem no altar e clamarem a Deus com corações angustiados, e ficarem sem resposta. Também é comum que grupos de pessoas se reúnam em noites de oração pedindo avivamento, e nunca obtenham resposta. Qual é o problema? Deixemos que a Bíblia responda:
Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça”. Isaías 59.2.
Assim, antes de qualquer coisa, vamos revelar nossos pecados. Vamos endireitar os caminhos tortos e reunir as pedras; então poderemos pedir em fé e esperança as chuvas de bênçãos.
Peguemos nossos pecados, um a um, e lidemos com nossas transgressões separadamente, e façamo-nos as perguntas abaixo. Pode ser que sejamos culpados, e Deus falará conosco.
01. Já perdoamos a todos? Existe alguma maldade, desprezo, ódio ou inimizade em nossos corações? Acarinhamos mágoas, e recusamos a reconciliação?
02. Ficamos irados? Existe tumulto interior? Será que perdemos a paciência? A raiva costuma colocar suas garras sobre nós?
03. Somos invejosos? Se somos preteridos, sentimos inveja da pessoa preferida, e nos sentimos magoados? Temos inveja daqueles que oram, falam e fazem as coisas melhor do que nós?
04. Ficamos impacientes e irritados? Pequenas coisas nos irritam e perturbam? Ou somos gentis, calmos e serenos diante de quaisquer circunstâncias?
05. Ficamos ofendidos facilmente? Se passamos despercebidos, se alguém deixa de nos cumprimentar, ficamos chateados? Se outros são elogiados e somos negligenciados, como nos sentimos com isto?
06. Existe qualquer ponta de orgulho em nosso coração? Temos o nariz empinado? Somos soberbos quanto ao nosso status e realizações?
07. Somos desonestos? Nossos negócios são claros e acima de qualquer reprovação? Nossa balança e nossa fita métrica são honestas?
08. Somos de fazer fofocas? Destruímos o caráter dos outros? Somos mexeriqueiros, línguas de trapo?
09. Criticamos os outros sem dó nem piedade? Vivemos a descobrir erros e falhas nos outros?
10. Roubamos de Deus? Roubamos o tempo que pertence ao Senhor? Temo-nos agarrado ao nosso dinheiro?
11. Somos mundanos? Adoramos o brilho, a pompa e os espetáculos desta vida?
12. Somos “mãos leves”? Pegamos para nós coisinhas que não nos pertencem?
13. Somos rancorosos? Existe ódio em nosso coração?
14. Nossas vidas são povoadas de coisas inúteis e frívolas? Nossa conduta é reprovável? O mundo nos consideraria parte dele, por causa de nossas atitudes?
15. Erramos com alguém e deixamos de acertar as coisas? Ou temos o mesmo espírito de Zaqueu? Restituímos as pequenas coisas que Deus mandou que restituíssemos?
16. Somos preocupados e ansiosos? Deixamos de confiar em Deus quanto às necessidades materiais e espirituais? Vivemos atravessando pontes mesmo antes de chegarmos a elas?
17. Somos culpados de pensamentos sensuais? Povoamos nossa mente com pensamentos impuros e luxuriosos?
18. Falamos a verdade? Ou exageramos na conversa, deixando uma falsa impressão? Somos de mentir?
19. Somos culpados do pecado de descrença? Apesar de tudo que Deus nos fez, ainda nos recusamos a crer nas promessas da Bíblia?
20. Somos culpados do pecado da falta de oração? Somos intercessores? Oramos mesmo? Quanto tempo passamos ajoelhados? Pusemos a oração de escanteio?
21. Estamos negligenciando a Palavra? Quantos capítulos lemos por dia? Estudamos a Bíblia? Nossos recursos e força vêm da Bíblia?
22. Temos vergonha de confessar a Cristo publicamente? Temos vergonha de Jesus? Ficamos calados diante dos não cristãos? Testemunhamos diariamente?
23. Temos paixão pelas almas perdidas? Temos amor pelas pessoas sem Cristo? Nossos corações choram por aqueles que estão perecendo?
Estas são coisas que impedem a obra de Deus entre seu povo. Sejamos honestos, e vamos “dar nome aos bois”. “Pecado” é a palavra que Deus usa. E quanto antes admitirmos que somos pecadores, e estivermos dispostos a confessar e abandonar os pecados, mais cedo veremos Deus nos atender e operar com força grandiosa. Não conseguiremos nunca enganar a Deus.
Antes de darmos o próximo passo, vamos remover o obstáculo, aquilo que é impedimento. “Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (1Co 11.31). O julgamento começará “pela casa de Deus” (1Pe 4.17).
Oswald J. Smith (1891-1986)
(Sword of the Lord)

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 6, dia 12)

Eclesiastes 7-9


Eclesiastes 7

 (1) MELHOR é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte do que o dia do nascimento de alguém. (2) Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração. (3) Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração. (4) O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria. (5) Melhor é ouvir a repreensão do sábio, do que ouvir alguém a canção do tolo. (6) Porque qual o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela, tal é o riso do tolo; também isto é vaidade. (7) Verdadeiramente que a opressão faria endoidecer até ao sábio, e o suborno corrompe o coração. (8) Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito. (9) Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira repousa no íntimo dos tolos. (10) Nunca digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Porque não provém da sabedoria esta pergunta. (11) Tão boa é a sabedoria como a herança, e dela tiram proveito os que vêem o sol. (12) Porque a sabedoria serve de defesa, como de defesa serve o dinheiro; mas a excelência do conhecimento é que a sabedoria dá vida ao seu possuidor. (13) Atenta para a obra de Deus; porque quem poderá endireitar o que ele fez torto? (14) No dia da prosperidade goza do bem, mas no dia da adversidade considera; porque também Deus fez a este em oposição àquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele. (15) Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há ímpio que prolonga os seus dias na sua maldade. (16) Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? (17) Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora de teu tempo? (18) Bom é que retenhas isto, e também daquilo não retires a tua mão; porque quem teme a Deus escapa de tudo isso. (19) A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez poderosos que haja na cidade. (20) Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque. (21) Tampouco apliques o teu coração a todas as palavras que se disserem, para que não venhas a ouvir o teu servo amaldiçoar-te. (22) Porque o teu coração também já confessou que muitas vezes tu amaldiçoaste a outros. (23) Tudo isto provei-o pela sabedoria; eu disse: Sabedoria adquirirei; mas ela ainda estava longe de mim. (24) O que já sucedeu é remoto e profundíssimo; quem o achará? (25) Eu apliquei o meu coração para saber, e inquirir, e buscar a sabedoria e a razão das coisas, e para conhecer que a impiedade é insensatez e que a estultícia é loucura. (26) E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são redes e laços, e cujas mãos são ataduras; quem for bom diante de Deus escapará dela, mas o pecador virá a ser preso por ela. (27) Vedes aqui, isto achei, diz o pregador, conferindo uma coisa com a outra para achar a razão delas; (28) A qual ainda busca a minha alma, porém ainda não a achei; um homem entre mil achei eu, mas uma mulher entre todas estas não achei. (29) Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias.

Eclesiastes 8

 (1) QUEM é como o sábio? E quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz brilhar o seu rosto, e a dureza do seu rosto se muda. (2) Eu digo: Observa o mandamento do rei, e isso em consideração ao juramento que fizeste a Deus. (3) Não te apresses a sair da presença dele, nem persistas em alguma coisa má, porque ele faz tudo o que quer. (4) Porque a palavra do rei tem poder; e quem lhe dirá: Que fazes? (5) Quem guardar o mandamento não experimentará nenhum mal; e o coração do sábio discernirá o tempo e o juízo. (6) Porque para todo o propósito há seu tempo e juízo; porquanto a miséria do homem pesa sobre ele. (7) Porque não sabe o que há de suceder, e quando há de ser, quem lho dará a entender? (8) Nenhum homem há que tenha domínio sobre o espírito, para o reter; nem tampouco tem ele poder sobre o dia da morte; como também não há licença nesta peleja; nem tampouco a impiedade livrará aos ímpios. (9) Tudo isto vi quando apliquei o meu coração a toda a obra que se faz debaixo do sol; tempo há em que um homem tem domínio sobre outro homem, para desgraça sua. (10) Assim também vi os ímpios, quando os sepultavam; e eles entravam, e saíam do lugar santo; e foram esquecidos na cidade, em que assim fizeram; também isso é vaidade. (11) Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, por isso o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para fazer o mal. (12) Ainda que o pecador faça o mal cem vezes, e os dias se lhe prolonguem, contudo eu sei com certeza que bem sucede aos que temem a Deus, aos que temem diante dele. (13) Porém o ímpio não irá bem, e ele não prolongará os seus dias, que são como a sombra; porque ele não teme diante de Deus. (14) Ainda há outra vaidade que se faz sobre a terra: que há justos a quem sucede segundo as obras dos ímpios, e há ímpios a quem sucede segundo as obras dos justos. Digo que também isto é vaidade. (15) Então louvei eu a alegria, porquanto para o homem nada há melhor debaixo do sol do que comer, beber e alegrar-se; porque isso o acompanhará no seu trabalho nos dias da sua vida que Deus lhe dá debaixo do sol. (16) Aplicando eu o meu coração a conhecer a sabedoria, e a ver o trabalho que há sobre a terra (que nem de dia nem de noite vê o homem sono nos seus olhos); (17) Então vi toda a obra de Deus, que o homem não pode perceber, a obra que se faz debaixo do sol; por mais que trabalhe o homem para a descobrir, não a achará; e, ainda que diga o sábio que a conhece, nem por isso a poderá compreender.

Eclesiastes 9

 (1) DEVERAS todas estas coisas considerei no meu coração, para declarar tudo isto: que os justos, e os sábios, e as suas obras, estão nas mãos de Deus, e também o homem não conhece nem o amor nem o ódio; tudo passa perante ele. (2) Tudo sucede igualmente a todos; o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento. (3) Este é o mal que há entre tudo quanto se faz debaixo do sol; a todos sucede o mesmo; e que também o coração dos filhos dos homens está cheio de maldade, e que há desvarios no seu coração enquanto vivem, e depois se vão aos mortos. (4) Ora, para aquele que está entre os vivos há esperança (porque melhor é o cão vivo do que o leão morto). (5) Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento. (6) Também o seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram, e já não têm parte alguma para sempre, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. (7) Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe com coração contente o teu vinho, pois já Deus se agrada das tuas obras. (8) Em todo o tempo sejam alvas as tuas roupas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça. (9) Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida, e no teu trabalho, que tu fizeste debaixo do sol. (10) Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. (11) Voltei-me, e vi debaixo do sol que não é dos ligeiros a carreira, nem dos fortes a batalha, nem tampouco dos sábios o pão, nem tampouco dos prudentes as riquezas, nem tampouco dos entendidos o favor, mas que o tempo e a oportunidade ocorrem a todos. (12) Que também o homem não sabe o seu tempo; assim como os peixes que se pescam com a rede maligna, e como os passarinhos que se prendem com o laço, assim se enlaçam também os filhos dos homens no mau tempo, quando cai de repente sobre eles. (13) Também vi esta sabedoria debaixo do sol, que para mim foi grande: (14) Houve uma pequena cidade em que havia poucos homens, e veio contra ela um grande rei, e a cercou e levantou contra ela grandes baluartes; (15) E encontrou-se nela um sábio pobre, que livrou aquela cidade pela sua sabedoria, e ninguém se lembrava daquele pobre homem. (16) Então disse eu: Melhor é a sabedoria do que a força, ainda que a sabedoria do pobre foi desprezada, e as suas palavras não foram ouvidas. (17) As palavras dos sábios devem em silêncio ser ouvidas, mais do que o clamor do que domina entre os tolos. (18) Melhor é a sabedoria do que as armas de guerra, porém um só pecador destrói muitos bens.

DEVOCIONAL PARA HOJE 01/09/2103


VERSÍCULO:
    O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente Salmos 91:1

PENSAMENTO:
    No final do calor escaldante do verão, onde você encontrou uma sombra para proteção e refrigério? Quando entregamos nossas vidas aos cuidados do Altíssimo, nós descobrimos que sua sombra de proteção e refrigério nos cobre. Mesmo em tempos de dificuldade, nós sabemos que Ele nos protege dos piores ataques de Satanás, e que sua presença nos dá força, a qual nem sempre vemos, mas na qual podemos sempre confiar

ORAÇÃO:
   Dê-me olhos para ver, ó SENHOR, e um coração para acreditar que o Senhor está lá quando não posso ver nenhuma evidência da sua presença. Por favor, seja minha proteção em tempos de ataque e meu refrigério em épocas de desespero da alma. No nome de Jesus eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0901.html

31 agosto 2013

Qual é um bom lugar para eu começar a ler a Bíblia?


Para iniciantes, é bom entender que a Bíblia não é um livro comum que pode ser lido diretamente de capa a capa. Na verdade, é uma biblioteca, ou coleção, de livros escritos por autores diferentes em várias linguagens durante mais ou menos dois mil anos. Martinho Lutero disse que a Bíblia é o “berço de Cristo” porque toda a história bíblica e profecia essencialmente apontam a Ele. Portanto, qualquer primeira leitura da Bíblia deveria começar com os Evangelhos. O livro de Marcos é um livro de passo rápido e um bom lugar para começar. De lá você talvez queira ir para o Evangelho de João, que se focaliza nas coisas que Jesus disse sobre Si mesmo. Marcos descreve o que Jesus fez, enquanto João descreve o que Jesus disse. Em João encontramos algumas das passagens mais simples e claras, tal como João 3:16; mas também encontramos algumas das passagens mais profundas. Ler os Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas, João) vai familiarizar você com a vida e ministério de Cristo.

Depois disso, leia algumas das Epístolas (Romanos, Efésios, Filipenses). Elas nos ensinam como viver nossas vidas de uma forma que honra a Deus. Quando você começar a ler o Velho Testamento, leia o livro de Gênesis. Ele nos diz como Deus criou o mundo, como o pecado entrou na humanidade, e o impacto que tal evento teve no mundo. Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio podem ser difíceis de ler porque eles entram em detalhe sobre todas as leis pelas quais os judeus eram para viver. Enquanto você não deve evitar esses livros, talvez seja melhor deixá-los para um estudo futuro. De qualquer forma, tente não ficar preso a eles. Leia Josué até Crônicas para aprender a boa história de Israel. Ler Salmos até Cânticos vai lhe apresentar à poesia e sabedoria hebraicas. Os livros proféticos, Isaías até Malaquias, podem ser difíceis de entender também. Lembre-se que o ponto principal para entender a Bíblia é pedir a Deus por sabedoria (Tiago 1:5). Deus é o autor da Bíblia, e quer que você entenda Sua Palavra.

No entanto, primeiro é importante saber que nem todo mundo pode ser um estudante da Bíblia, apenas aqueles com as “qualificações” necessárias para estudar a Palavra com as bençãos de Deus:

Você é salvo por fé em Jesus Cristo (1 Coríntios 2:14-16)?
Você está com fome pela Palavra de Deus (1 Pedro 2:2)?
Você está pesquisando a Palavra de Deus diligentemente (Atos 17:11)?

Se você respondeu “sim” a essas três perguntas, você pode ter certeza de que Deus vai abençoar seus esforços de conhecer a Ele e Sua Palavra; e não vai importar onde você começa ou qual o seu método de estudo. Se você não tem certeza de que é um Cristão – que tem sido salvo por fé em Cristo e tem o Espírito Santo dentro de você – você vai achar que é impossível entender o significado das palavras das Escrituras. As verdades da Bíblia estão escondidas daqueles que ainda não vieram a ter fé em Cristo, mas são vida para aqueles que acreditam (1 Coríntios 2:13-14; João 6:63).

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/comecar-ler-Biblia.html#ixzz2dXdDXGjT