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05 fevereiro 2014

PRECONCEITOS E IDÉIAS FALSAS SOBRE O QUE É SER CRISTÃO

  1. O verdadeiro Cristão não é fanático como muitas pessoas pensam. 
  2. O autêntico Cristão pode até ser iletrado, mas não é hipócrita. 
  3. O verdadeiro Cristão não é aquele "chato" do seu colega de trabalho, que não larga o "pé" querendo convertê-lo a força. 
  4. O verdadeiro Cristão não é anti-social. 
  5. O verdadeiro Cristão não é apenas um religioso que vai todo domingo à igreja. 
  6. O verdadeiro Cristão não é aquele que vai para o seminário. 
  7. O verdadeiro Cristão não é aquele que anda com a Bíblia debaixo do braço 
  8. O verdadeiro Cristão não é aquele que só se veste de paletó e gravata. 
  9. O verdadeiro Cristão não é aquele que nunca se irrita. 
  10. Ninguém é verdadeiro Cristão apenas por não gostar de futebol. 
  11. Ninguém é verdadeiro Cristão somente por não fumar. 
  12. Ninguém é verdadeiro Cristão apenas por não tomar bebidas alcoólicas. 
  13. O verdadeiro Cristão não é aquele que procura guardar os 10 mandamentos e apenas isto. 
  14. O verdadeiro Cristão não é aquele que segue a procissão. 
  15. O verdadeiro Cristão não é aquele que apenas segue esta ou aquela religião
Daí a pergunta: Afinal quem é, então, o verdadeiro Cristão?
Pode até ser você, desde que aceite a Cristo Jesus como seu Salvador pessoal, siga-O na prática, 24 horas por dia.
O verdadeiro Cristão é aquele que ama o seu próximo, a sua Igreja como a si mesmo; não apenas como mera política de relações humanas que sabemos é dever de todos, mas como resultado do novo nascimento, isto é, ter aceito a Cristo como Salvador e mediador pessoal e consequentemente viver 24 horas do dia sob a completa direção do Espírito Santo de Deus.
Por fim, o verdadeiro Cristão nos ensinamentos que o Apóstolo Paulo pregou é aquele que não mais vive ele mesmo (eu), isto é, segundo osrumos de seus próprios caprichos, mas nas suas lutas diárias, permite que a sua vida num todo seja dirigida pelo poder da palavra de Deu; procurando estar de acordo com os preceitos divinos em todos os seus atos conforme a soberana vontade de Deus, Criador de tudo e de todos.

Carlos Henrique da Silva

A GARÇA

A garça é um animal que nasce na lama e vive na lama, mas está sempre limpa, não se contamina e não se suja. Assim pode e deve viver o homem neste mundo contaminado pelo pecado.
 
Pr. Hercilio T. Moneiro

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 05)

Zacarias 3-6

Zacarias 3

 (1) E ELE mostrou-me o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do SENHOR, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor. (2) Mas o SENHOR disse a Satanás: O SENHOR te repreenda, ó Satanás, sim, o SENHOR, que escolheu Jerusalém, te repreenda; não é este um tição tirado do fogo? (3) Josué, vestido de vestes sujas, estava diante do anjo. (4) Então respondeu, aos que estavam diante dele, dizendo: Tirai-lhe estas vestes sujas. E a Josué disse: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de vestes finas. (5) E disse eu: Ponham-lhe uma mitra limpa sobre a sua cabeça. E puseram uma mitra limpa sobre a sua cabeça, e vestiram-no das roupas; e o anjo do SENHOR estava em pé. (6) E o anjo do SENHOR protestou a Josué, dizendo: (7) Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos, e se observares a minha ordenança, também tu julgarás a minha casa, e também guardarás os meus átrios, e te darei livre acesso entre os que estão aqui. (8) Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens portentosos; eis que eu farei vir o meu servo, o RENOVO. (9) Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos; eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o SENHOR dos Exércitos, e tirarei a iniqüidade desta terra num só dia. (10) Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, cada um de vós convidará o seu próximo para debaixo da videira e para debaixo da figueira.

Zacarias 4

 (1) E O ANJO que falava comigo voltou, e despertou-me, como a um homem que é despertado do seu sono, (2) E disse-me: Que vês? E eu disse: Olho, e eis que vejo um castiçal todo de ouro, e um vaso de azeite no seu topo, com as suas sete lâmpadas; e sete canudos, um para cada uma das lâmpadas que estão no seu topo. (3) E, por cima dele, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e outra à sua esquerda. (4) E respondi, dizendo ao anjo que falava comigo: Senhor meu, que é isto? (5) Então respondeu o anjo que falava comigo, dizendo-me: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu. (6) E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos. (7) Quem és tu, ó grande monte? Diante de Zorobabel tornar-te-ás uma campina; porque ele trará a pedra angular com aclamações: Graça, graça a ela. (8) E a palavra do SENHOR veio novamente a mim, dizendo: (9) As mãos de Zorobabel têm lançado os alicerces desta casa; também as suas mãos a acabarão, para que saibais que o SENHOR dos Exércitos me enviou a vós. (10) Porque, quem despreza o dia das coisas pequenas? Pois esses se alegrarão, vendo o prumo na mão de Zorobabel; esses são os sete olhos do SENHOR, que percorrem por toda a terra. (11) Respondi mais, dizendo-lhe: Que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal? (12) E, respondendo-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado? (13) E ele me falou, dizendo: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu. (14) Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a terra.

Zacarias 5

 (1) E OUTRA vez levantei os meus olhos, e vi, e eis um rolo volante. (2) E disse-me o anjo: Que vês? E eu disse: Vejo um rolo volante, que tem vinte côvados de comprido e dez côvados de largo. (3) Então disse-me: Esta é a maldição que sairá pela face de toda a terra; porque qualquer que furtar será desarraigado, conforme está estabelecido de um lado do rolo; como também qualquer que jurar falsamente, será desarraigado, conforme está estabelecido do outro lado do rolo. (4) Eu a farei sair, disse o SENHOR dos Exércitos, e ela entrará na casa do ladrão, e na casa do que jurar falsamente pelo meu nome; e permanecerá no meio da sua casa, e a consumirá juntamente com a sua madeira e com as suas pedras. (5) E saiu o anjo, que falava comigo, e disse-me: Levanta agora os teus olhos, e vê que é isto que sai. (6) E eu disse: Que é isto? E ele disse: Isto é um efa que sai. Disse ainda: Este é o aspecto deles em toda a terra. (7) E eis que foi levantado um talento de chumbo, e uma mulher estava assentada no meio do efa. (8) E ele disse: Esta é a impiedade. E a lançou dentro do efa; e lançou sobre a boca deste o peso de chumbo. (9) E levantei os meus olhos, e vi, e eis que saíram duas mulheres; e traziam vento nas suas asas, pois tinham asas como as da cegonha; e levantaram o efa entre a terra e o céu. (10) Então eu disse ao anjo que falava comigo: Para onde levam elas o efa? (11) E ele me disse: Para lhe edificarem uma casa na terra de Sinar; e, estando ela acabada, ele será posto ali na sua base.

Zacarias 6

 (1) E OUTRA vez levantei os meus olhos, e vi, e eis que quatro carros saiam dentre dois montes, e estes montes eram montes de bronze. (2) No primeiro carro eram cavalos vermelhos, e no segundo carro, cavalos pretos, (3) E no terceiro carro, cavalos brancos, e no quarto carro, cavalos malhados, todos eram fortes. (4) E respondi, dizendo ao anjo que falava comigo: Que é isto, senhor meu? (5) E o anjo respondeu, dizendo-me: Estes são os quatro espíritos dos céus, saindo donde estavam perante o Senhor de toda a terra. (6) O carro em que estão os cavalos pretos, sai para a terra do norte, e os brancos saem atrás deles, e os malhados saem para a terra do sul. (7) E os cavalos fortes saíam, e procuravam ir por diante, para percorrerem a terra. E ele disse: Ide, percorrei a terra. E percorreram a terra. (8) E chamou-me, e falou-me, dizendo: Eis que aqueles que saíram para a terra do norte fizeram repousar o meu Espírito na terra do norte. (9) E a palavra do SENHOR veio a mim, dizendo: (10) Toma dos que foram levados cativos, a saber, de Heldai, de Tobias e de Jedaías, os quais vieram de Babilônia, e vem tu no mesmo dia, e entra na casa de Josias, filho de Sofonias. (11) Toma, digo, prata e ouro, e faze coroas, e põe-nas na cabeça do sumo sacerdote Josué, filho de Jozadaque. (12) E fala-lhe, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é RENOVO; ele brotará do seu lugar, e edificará o templo do SENHOR. (13) Ele mesmo edificará o templo do SENHOR, e ele levará a glória; assentar-se-á no seu trono e dominará, e será sacerdote no seu trono, e conselho de paz haverá entre ambos os ofícios. (14) E estas coroas serão para Helém, e para Tobias, e para Jedaías, e para Hem, filho de Sofonias, como um memorial no templo do SENHOR. (15) E aqueles que estão longe virão, e edificarão no templo do SENHOR, e vós sabereis que o SENHOR dos Exércitos me tem enviado a vós; e isto sucederá assim, se diligentemente ouvirdes a voz do SENHOR vosso Deus.

DEVOCIONAL PARA HOJE 05/02/2014

VERSÍCULO:
   Porque a palavra do SENHOR é reta, e todo o seu proceder é fiel. Ele ama a justiça e o direito; a terra está cheia da bondade do SENHOR.  -- Salmos 33:4-5

PENSAMENTO:

   Deus é fiel.  Podemos confiar que Ele vai cumprir suas promessas e seus propósitos.  Como sabemos?  O nascer do sol todo dia é um  lembrete que o Pai do céu e da terra está trabalhando para manter seu universo em boa ordem. Se é verdade na natureza, é verdade no nível espiritual também.  Cumprimente cada nascer do sol como um lembrete da fidelidade de Deus.

ORAÇÃO:
   Ó Magnífico e Majestoso Criador, cumprimento o dia de hoje como  seu presente e um lembrete da sua fidelidade.  Cada dia que o sol nascer, antecipo o dia que o Senhor honrará sua promessa de enviar  seu Filho de volta para nos levar para casa.  Dá-me uma sensibilidade da sua presença hoje.  Oro isso através daquele em  quem todas as suas promessas são cumpridas.  Amém.
 
http://www.iluminalma.com/dph/4/0205.html

04 fevereiro 2014

LUTERO E A BÍBLIA

Lutero afirmou que estudava a Bíblia como que colhendo frutas:
1º) Balançava toda a árvore-ler toda a Bíblia.
2º) Balançava cada galho - observava cada livro.
3º) Balançava cada ramo - observava cada capítulo.
4º) Olhava atrás de cada folha - cada versículo.
Pr. Lourinaldo P. Araujo

O DEVER DO CRISTÃO

Introdução: Todo cristão deve assemelhar-se ao caráter e conduta de Jesus Cristo, exemplos - como Deus nos ensina através de Sua Palavra.
I. Ser estudioso - II Tm. 2:15
II. Ser brilhante - Mt. 5:14-16
III. Ser sobrio - I Ped. 5:8,9
IV. Ser intercessor - I Tm. 2:1
V. Ser santificado - II Tm. 2:21
VI. Ser separado - II Cor. 6:16-18
VII. Ser rendido a Deus - Rm. 12:1,2
Conclusão: 
A) Muitas bençãos os cristãos perdem quando não cumprem os seus deveres.
B) As bençãos de Deus estão sempre sobre os cristãos que tem procurado cumprir o o seu dever.

Pr. Josimar Alves Ribeiro

DOMADO PARA CRESCER

"Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enfades da sua repreensão." Provérbios 3:11
Muitos cristãos não levam a vida a sério até que algo drástico acontece a eles. Aparentemente, eles precisam ser amorosamente amansados antes que eles cresçam. Embora o Pai Celestial nunca permita que Seus filhos sofram desnecessariamente, algumas vezes, Ele permite que eles experimentem golpes duros a fim de que eles se tornem cristãos maduros.
A necessidade de "maus tempos" para estimular crescimento espiritual pode ser tirado do que acontece na natureza. Dizem os cientistas que sementes de certos tipos de arbustos de deserto devem ser danificadas por uma tempestade antes que elas comecem a germinar. Elas são cobertas por duras cascas que mantêm a água do lado de fora. Isto faz com que elas permaneçam estagnadas (mortas) na areia por várias estações até que haja condições apropriadas para o crescimento. Quando fortes chuvas caem , as pequenas sementes são carregadas por uma berrante enchente. Elas são batidas (esmurradas) contra a areia, pedras, pedregulhos enquanto elas descem (correm) ladeira a baixo. Eventualmente, elas ficam em uma depressão onde o solo ficou úmido em uma profundidade de vários pés. Somente então, elas começam a crescer, porquanto pequenas quantidades de água têm sido absorvidas nos cortes e arranhões da semente durante a queda repentina no declive.

De maneira análoga, uma inesperada estada em um hospital, uma pilha de contas não pagas ou quebras (rompimentos) familiares podem ser necessários para acordar um santo adormecido. Tais dificuldades doem por certo tempo, mas se nós nos rendermos ao Senhor nós acharemos que as injúrias da vida podem marcar (ser um marco) avanços (progressos) espirituais.
Ocasionalmente, Deus permite que sejamos domados (amansados) para que cresçamos. Talvez, prefiramos permanecer como "sementes", porém, Ele quer que nos tornemos "árvores frutíferas".

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 04)

Ageu 1-2 /Zacarias 1-2

Ageu 1

 (1) NO segundo ano do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo: (2) Assim fala o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do SENHOR deve ser edificada. (3) Veio, pois, a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, dizendo: (4) Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta? (5) Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. (6) Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. (7) Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. (8) Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o SENHOR. (9) Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa. (10) Por isso retém os céus sobre vós o orvalho, e a terra detém os seus frutos. (11) E mandei vir a seca sobre a terra, e sobre os montes, e sobre o trigo, e sobre o mosto, e sobre o azeite, e sobre o que a terra produz; como também sobre os homens, e sobre o gado, e sobre todo o trabalho das mãos. (12) Então Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e todo o restante do povo obedeceram à voz do SENHOR seu Deus, e às palavras do profeta Ageu, assim como o SENHOR seu Deus o enviara; e temeu o povo diante do SENHOR. (13) Então Ageu, o mensageiro do SENHOR, falou ao povo conforme a mensagem do SENHOR, dizendo: Eu sou convosco, diz o SENHOR. (14) E o SENHOR suscitou o espírito de Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e o espírito de todo o restante do povo, e eles vieram, e fizeram a obra na casa do SENHOR dos Exércitos, seu Deus, (15) Ao vigésimo quarto dia do sexto mês, no segundo ano do rei Dario.

Ageu 2

 (1) NO sétimo mês, ao vigésimo primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR por intermédio do profeta Ageu, dizendo: (2) Fala agora a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e ao restante do povo, dizendo: (3) Quem há entre vós que, tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é esta como nada diante dos vossos olhos, comparada com aquela? (4) Ora, pois, esforça-te, Zorobabel, diz o SENHOR, e esforça-te, Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e esforça-te, todo o povo da terra, diz o SENHOR, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos. (5) Segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o meu Espírito permanece no meio de vós; não temais. (6) Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, farei tremer os céus e a terra, o mar e a terra seca; (7) E farei tremer todas as nações, e virão coisas preciosas de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o SENHOR dos Exércitos. (8) Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o SENHOR dos Exércitos. (9) A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos. (10) Ao vigésimo quarto dia do mês nono, no segundo ano de Dario, veio a palavra do SENHOR por intermédio do profeta Ageu, dizendo: (11) Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Pergunta agora aos sacerdotes, acerca da lei, dizendo: (12) Se alguém leva carne santa na orla das suas vestes, e com ela tocar no pão, ou no guisado, ou no vinho, ou no azeite, ou em outro qualquer mantimento, porventura ficará isto santificado? E os sacerdotes responderam: Não. (13) E disse Ageu: Se alguém que for contaminado pelo contato com o corpo morto, tocar nalguma destas coisas, ficará ela imunda? E os sacerdotes responderam, dizendo: Ficará imunda. (14) Então respondeu Ageu, dizendo: Assim é este povo, e assim é esta nação diante de mim, diz o SENHOR; e assim é toda a obra das suas mãos; e tudo o que ali oferecem imundo é. (15) Agora, pois, eu vos rogo, considerai isto, desde este dia em diante, antes que se lançasse pedra sobre pedra no templo do SENHOR, (16) Antes que sucedessem estas coisas, vinha alguém a um montão de grão, de vinte medidas, e havia somente dez; quando vinha ao lagar para tirar cinqüenta, havia somente vinte. (17) Feri-vos com queimadura, e com ferrugem, e com saraiva, em toda a obra das vossas mãos, e não houve entre vós quem voltasse para mim, diz o SENHOR. (18) Considerai, pois, vos rogo, desde este dia em diante; desde o vigésimo quarto dia do mês nono, desde o dia em que se fundou o templo do SENHOR, considerai essas coisas. (19) Porventura há ainda semente no celeiro? Além disso a videira, a figueira, a romeira, a oliveira, não têm dado os seus frutos; mas desde este dia vos abençoarei. (20) E veio a palavra do SENHOR segunda vez a Ageu, aos vinte e quatro dias do mês, dizendo: (21) Fala a Zorobabel, governador de Judá, dizendo: Farei tremer os céus e a terra; (22) E transtornarei o trono dos reinos, e destruirei a força dos reinos dos gentios; e transtornarei os carros e os que neles andam; e os cavalos e os seus cavaleiros cairão, cada um pela espada do seu irmão. (23) Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, servo meu, filho de Sealtiel, diz o SENHOR, e far-te-ei como um anel de selar; porque te escolhi, diz o SENHOR dos Exércitos.

Zacarias 1

 (1) NO oitavo mês do segundo ano de Dario veio a palavra do SENHOR ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ido, dizendo: (2) O SENHOR se irou fortemente contra vossos pais. (3) Portanto dize-lhes: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o SENHOR dos Exércitos, e eu me tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos. (4) E não sejais como vossos pais, aos quais clamavam os primeiros profetas, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Convertei-vos agora dos vossos maus caminhos e das vossas más obras; mas não ouviram, nem me escutaram, diz o SENHOR. (5) Vossos pais, onde estão? E os profetas, viverão eles para sempre? (6) Contudo as minhas palavras e os meus estatutos, que eu ordenei aos profetas, meus servos, não alcançaram a vossos pais? E eles voltaram, e disseram: Assim como o SENHOR dos Exércitos fez tenção de nos tratar, segundo os nossos caminhos, e segundo as nossas obras, assim ele nos tratou. (7) Aos vinte e quatro dias do mês undécimo (que é o mês de Sebate), no segundo ano de Dario, veio a palavra do SENHOR ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ido, dizendo: (8) Olhei de noite, e vi um homem montado num cavalo vermelho; e ele estava parado entre as murtas que estavam na baixada; e atrás dele estavam cavalos vermelhos, malhados e brancos. (9) E eu disse: Senhor meu, quem são estes? E disse-me o anjo que falava comigo: Eu te mostrarei quem são estes. (10) Então respondeu o homem que estava entre as murtas, e disse: Estes são os que o SENHOR tem enviado para percorrerem a terra. (11) E eles responderam ao anjo do SENHOR, que estava entre as murtas, e disseram: Nós já percorremos a terra, e eis que toda a terra está tranqüila e quieta. (12) Então o anjo do SENHOR respondeu, e disse: Ó SENHOR dos Exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste irado estes setenta anos? (13) E respondeu o SENHOR ao anjo, que falava comigo, com palavras boas, palavras consoladoras. (14) E o anjo que falava comigo disse-me: Clama, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Com grande zelo estou zelando por Jerusalém e por Sião. (15) E com grande indignação estou irado contra os gentios em descanso; porque eu estava pouco indignado, mas eles agravaram o mal. (16) Portanto, assim diz o SENHOR: Voltei-me para Jerusalém com misericórdia; nela será edificada a minha casa, diz o SENHOR dos Exércitos, e o cordel será estendido sobre Jerusalém: (17) Clama outra vez, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: As minhas cidades ainda aumentarão e prosperarão; porque o SENHOR ainda consolará a Sião e ainda escolherá a Jerusalém. (18) E levantei os meus olhos, e vi, e eis quatro chifres. (19) E eu disse ao anjo que falava comigo: Que são estes? E ele me disse: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém. (20) E o SENHOR me mostrou quatro carpinteiros. (21) Então eu disse: Que vêm estes fazer? E ele falou, dizendo: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, de maneira que ninguém pôde levantar a sua cabeça; estes, pois, vieram para os amedrontarem, para derrubarem os chifres dos gentios que levantaram o seu poder contra a terra de Judá, para a espalharem.

Zacarias 2

 (1) TORNEI a levantar os meus olhos, e vi, e eis um homem que tinha na mão um cordel de medir. (2) E eu disse: Para onde vais tu? E ele me disse: Vou medir Jerusalém, para ver qual é a sua largura e qual o seu comprimento. (3) E eis que saiu o anjo que falava comigo, e outro anjo lhe saiu ao encontro. (4) E disse-lhe: Corre, fala a este jovem, dizendo: Jerusalém será habitada como as aldeias sem muros, por causa da multidão dos homens e dos animais que haverá nela. (5) Pois eu, diz o SENHOR, serei para ela um muro de fogo em redor, e para glória estarei no meio dela. (6) Ah, ah! Fugi agora da terra do norte, diz o SENHOR, porque vos espalhei pelos quatro ventos do céu, diz o SENHOR. (7) Ah! Sião! Escapa, tu, que habitas com a filha de Babilônia. (8) Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho. (9) Porque eis aí levantarei a minha mão sobre eles, e eles virão a ser a presa daqueles que os serviram; assim sabereis vós que o SENHOR dos Exércitos me enviou. (10) Exulta, e alegra-te ó filha de Sião, porque eis que venho, e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR. (11) E naquele dia muitas nações se ajuntarão ao SENHOR, e serão o meu povo, e habitarei no meio de ti e saberás que o SENHOR dos Exércitos me enviou a ti. (12) Então o SENHOR herdará a Judá como sua porção na terra santa, e ainda escolherá a Jerusalém. (13) Cala-te, toda a carne, diante do SENHOR, porque ele se levantou da sua santa morada.


DEVOCIONAL PARA HOJE 04/02/2014

VERSÍCULO:
   Eu te amo, ó SENHOR, força minha. O SENHOR é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que  me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte. -- Salmos 18:1-2

PENSAMENTO:
   Cantamos e dizemos nas nossas orações públicas: "Pai, Deus, Te amamos".  Mas, note cuidadosamente o começo do nosso versículo.  "Eu te amo, ó Senhor..." Mesmo no louvor público, comunitário, somos ensinados a importância de uma expressão pessoal de amor a  Deus.  Quando foi a última vez que você disse ao Criador do universo, "Eu te amo"!

ORAÇÃO:
   Pai no Céus, eu te amo.  Eu te amo porque o Senhor é mais do que digno do meu amor.  Eu te amo porque o Senhor me amou primeiro. Eu  te amo porque o Senhor enviou seu Filho para ser meu irmão mais velho e pagar o preço da minha adoção à sua família.  Eu te amo por causa da sua fidelidade.  Eu te amo porque o Senhor permitiu na sua  graça que eu O amasse.  No nome de Jesus te agradeço. Amém.
 
http://www.iluminalma.com/dph/4/0204.html

03 fevereiro 2014

O LEÃO E A TEIA

Um velho leão entrou em sua caverna para dormir. Aranhas do lado de fora começaram e tecer teias sobre a boca da caverna, dizendo: “Aquele leão não pode arrebentar esta teia.” Mais tarde o leão acordou sacudiu-se e foi para fora sem saber que havia teias lá.
Os descrentes na Bíblia vão tecendo suas teias, dizendo:“Cristo não pode nunca atravessar a teia da lógica que nós tecemos”, mas virá o dia quando o Leão da Tribo de Judá aparecerá. Com o que então os fios de suas teias perecerão?

COMO NÓS PODEMOS SABER QUE NÓS SOMOS DA FAMÍLIA DE DEUS

  1. Temos que ter a divina certidão de nascimento — I João 5:11
  2. Temos que ter o espírito da família — Rom.8:8-9,16; I João 3:4-9
  3. Temos que ter o semblante da família — I João 2:3-6; I João 1:3,4,7,9
  4. Temos que ter o amor da família — I João 4:7-11
  5. Temos que ter a confissão da família — I João 4:15
Pr. Carlos Hicock

É PARA O BEM

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." Romanos 8:28
Conta-se de um idoso senhor chinês que tinha como fonte de renda uma criação de cavalos. Quando um de seus cavalos premiados fugiu, os seus amigos reuniram-se em sua casa para condoer-se de sua grande perda. Após terem expressado o quanto lamentavam, o homem levantou a seguinte pergunta: "Como posso saber se o que aconteceu foi bom ou mal?
Alguns dias passados, o cavalo ao retornar, trouxe consigo outros que o acompanharam de perto. As mesmas pessoas, novamente, vieram a sua sua casa - desta vez, para celebrar a sua sorte grande. "Mas, como eu posso saber se é para o bem ou para o mal?" O idoso senhor perguntou-lhes.
Naquela mesma tarde, o filho daquele homem teve a sua perna fraturada pelo coice de um cavalo. Mais uma vez, os seus conhecidos reuniram-se em sua casa, agora para lamentar pelo que ocorrera a seu filho. "Mas como posso eu saber se isto é bom ou mal?" O pai perguntou mais uma vez. Certo tempo depois disso, decretou-se estado de guerra. Logo, o seu filho fora dispensado do serviço militar devido ao acidente em sua perna.
Como você deve ter imaginado, os amigos, mais uma vez foram à casa daquele senhor; porém, daremos um ponto final à história agora. Você, facilmentte, seria capaz de supor como esta história continuaria. Isto ilustra que a nossa perspectiva humana torna impossível saber-se com certeza como devemos interpretar os acontecimentos da vida.
Para um confiante filho de Deus, no entanto, é simplesmente o inverso. Nós podemos ter a convicção de que Deus está operando para o nosso benefício através de tudo que nos sobrevém. Nós não carecemos fazer a mesma pergunta daquele idoso chinês. De acordo com Romanos 8:28, nós sabemos que sempre é para o bem.

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 03)

Esdras 1-4

Esdras 1

 (1) NO primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: (2) Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá. (3) Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que está em Judá, e edifique a casa do SENHOR Deus de Israel (ele é o Deus) que está em Jerusalém. (4) E todo aquele que ficar atrás em algum lugar em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, com ouro, com bens, e com gados, além das dádivas voluntárias para a casa de Deus, que está em Jerusalém. (5) Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim, e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém. (6) E todos os que habitavam nos arredores lhes firmaram as mãos com vasos de prata, com ouro, com bens e com gado, e com coisas preciosas; além de tudo o que voluntariamente se deu. (7) Também o rei Ciro tirou os utensílios da casa do SENHOR, que Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém, e que tinha posto na casa de seus deuses. (8) Estes tirou Ciro, rei da Pérsia, pela mão de Mitredate, o tesoureiro, que os entregou contados a Sesbazar, príncipe de Judá. (9) E este é o número deles: trinta travessas de ouro, mil travessas de prata, vinte e nove facas, (10) Trinta bacias de ouro, mais outras quatrocentas e dez bacias de prata, e mil outros utensílios. (11) Todos os utensílios de ouro e de prata foram cinco mil e quatrocentos; todos estes levou Sesbazar, quando os do cativeiro subiram de Babilônia para Jerusalém.

Esdras 2

 (1) ESTES são os filhos da província, que subiram do cativeiro, dentre os exilados, que Nabucodonosor, rei de Babilônia, tinha transportado a Babilônia, e tornaram a Jerusalém e a Judá, cada um para a sua cidade; (2) Os quais vieram com Zorobabel, Jesua, Neemias, Seraías, Reelaías, Mardoqueu, Bilsã, Mizpar, Bigvai, Reum e Baaná. O número dos homens do povo de Israel: (3) Os filhos de Parós, dois mil cento e setenta e dois. (4) Os filhos de Sefatias, trezentos e setenta e dois. (5) Os filhos de Ará, setecentos e setenta e cinco. (6) Os filhos de Paate-Moabe, dos filhos de Jesuá-Joabe, dois mil oitocentos e doze. (7) Os filhos de Elão, mil duzentos e cinqüenta e quatro. (8) Os filhos de Zatu, novecentos e quarenta e cinco. (9) Os filhos de Zacai, setecentos e sessenta. (10) Os filhos de Bani, seiscentos e quarenta e dois. (11) Os filhos de Bebai, seiscentos e vinte e três. (12) Os filhos de Azgade, mil duzentos e vinte e dois. (13) Os filhos de Adonicão, seiscentos e sessenta e seis. (14) Os filhos de Bigvai, dois mil e cinqüenta e seis. (15) Os filhos de Adim, quatrocentos e cinqüenta e quatro. (16) Os filhos de Ater, de Ezequias, noventa e oito. (17) Os filhos de Bezai, trezentos e vinte e três. (18) Os filhos de Jora, cento e doze. (19) Os filhos de Hasum, duzentos e vinte e três. (20) Os filhos de Gibar, noventa e cinco. (21) Os filhos de Belém, cento e vinte e três. (22) Os homens de Netofá, cinqüenta e seis. (23) Os homens de Anatote, cento e vinte e oito. (24) Os filhos de Azmavete, quarenta e dois. (25) Os filhos de Quiriate-Arim, Quefira e Beerote, setecentos e quarenta e três. (26) Os filhos de Ramá, e de Geba, seiscentos e vinte e um. (27) Os homens de Micmás, cento e vinte e dois. (28) Os homens de Betel e de Ai, duzentos e vinte e três. (29) Os filhos de Nebo, cinqüenta e dois. (30) Os filhos de Magbis, cento e cinqüenta e seis. (31) Os filhos do outro Elão, mil duzentos e cinqüenta e quatro. (32) Os filhos de Harim, trezentos e vinte. (33) Os filhos de Lode, de Hadide e de Ono, setecentos e vinte e cinco. (34) Os filhos de Jericó, trezentos e quarenta e cinco. (35) Os filhos de Senaá, três mil seiscentos e trinta. (36) Os sacerdotes: os filhos de Jedaías, da casa de Jesuá, novecentos e setenta e três. (37) Os filhos de Imer, mil e cinqüenta e dois. (38) Os filhos de Pasur, mil duzentos e quarenta e sete. (39) Os filhos de Harim, mil e dezessete. (40) Os levitas: os filhos de Jesuá e Cadmiel, dos filhos de Hodavias, setenta e quatro. (41) Os cantores: os filhos de Asafe, cento e vinte e oito. (42) Os filhos dos porteiros: os filhos de Salum, os filhos de Ater, os filhos de Talmom, os filhos de Acube, os filhos de Hatita, os filhos de Sobai; ao todo, cento e trinta e nove. (43) Os netinins: os filhos de Zia, os filhos de Hasufa, os filhos de Tabaote, (44) Os filhos de Querós, os filhos de Siá, os filhos de Padom, (45) Os filhos de Lebaná, os filhos de Hagaba, os filhos de Acube, (46) Os filhos de Hagabe, os filhos de Sanlai, os filhos de Hanã, (47) Os filhos de Gidel, os filhos de Gaar, os filhos de Reaías, (48) Os filhos de Rezim, os filhos de Necoda, os filhos de Gazão, (49) Os filhos de Uzá, os filhos de Paseá, os filhos de Besai, (50) Os filhos de Asna, os filhos de Meunim, os filhos de Nefussim, (51) Os filhos de Bacbuque, os filhos de Hacufa, os filhos de Harur, (52) Os filhos de Bazlute, os filhos de Meída, os filhos de Harsa, (53) Os filhos de Barcos, os filhos de Sísera, os filhos de Tama. (54) Os filhos de Neziá, os filhos de Hatifa. (55) Os filhos dos servos de Salomão; os filhos de Sotai, os filhos de Soferete, os filhos de Peruda, (56) Os filhos de Jaalá, os filhos de Darcom, os filhos de Gidel, (57) Os filhos de Sefatias, os filhos de Hatil, os filhos de Poquerete-Hazebaim, os filhos de Ami. (58) Todos os netinins, e os filhos dos servos de Salomão, trezentos e noventa e dois. (59) Também estes subiram de Tel-Melá e Tel-Harsa, Querube, Adã e Imer; porém não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel: (60) Os filhos de Delaías, os filhos de Tobias, os filhos de Necoda, seiscentos e cinqüenta e dois. (61) E dos filhos dos sacerdotes: os filhos de Habaías, os filhos de Coz, os filhos de Barzilai, que tomou mulher das filhas de Barzilai, o gileadita, e que foi chamado do seu nome. (62) Estes procuraram o seu registro entre os que estavam arrolados nas genealogias, mas não se acharam nelas; assim, por imundos, foram excluídos do sacerdócio. (63) E o governador lhes disse que não comessem das coisas consagradas, até que houvesse sacerdote com Urim e com Tumim. (64) Toda esta congregação junta foi de quarenta e dois mil trezentos e sessenta, (65) Afora os seus servos e as suas servas, que foram sete mil trezentos e trinta e sete; também tinha duzentos cantores e cantoras. (66) Os seus cavalos, setecentos e trinta e seis; os seus mulos, duzentos e quarenta e cinco; (67) Os seus camelos, quatrocentos e trinta e cinco; os jumentos, seis mil setecentos e vinte. (68) E alguns dos chefes dos pais, vindo à casa do SENHOR, que habita em Jerusalém, deram ofertas voluntárias para a casa de Deus, para a estabelecerem no seu lugar. (69) Conforme as suas posses, deram para o tesouro da obra, em ouro, sessenta e uma mil dracmas, e em prata cinco mil libras, e cem vestes sacerdotais. (70) E habitaram os sacerdotes e os levitas, e alguns do povo, tanto os cantores, como os porteiros, e os netinins, nas suas cidades; como também todo o Israel nas suas cidades.

Esdras 3

 (1) CHEGANDO, pois, o sétimo mês, e estando os filhos de Israel já nas cidades, ajuntou-se o povo, como um só homem, em Jerusalém. (2) E levantou-se Jesuá, filho de Jozadaque, e seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos, e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, o homem de Deus. (3) E firmaram o altar sobre as suas bases, porque o terror estava sobre eles, por causa dos povos das terras; e ofereceram sobre ele holocaustos ao SENHOR, holocaustos pela manhã e à tarde. (4) E celebraram a festa dos tabernáculos, como está escrito; ofereceram holocaustos cada dia, por ordem, conforme ao rito, cada coisa em seu dia. (5) E depois disto o holocausto contínuo, e os das luas novas e de todas as solenidades consagradas ao SENHOR; como também de qualquer que oferecia oferta voluntária ao SENHOR; (6) Desde o primeiro dia do sétimo mês começaram a oferecer holocaustos ao SENHOR; porém ainda não estavam postos os fundamentos do templo do SENHOR. (7) Deram, pois, o dinheiro aos pedreiros e carpinteiros, como também comida e bebida, e azeite aos sidônios, e aos tírios, para trazerem do Líbano madeira de cedro ao mar, para Jope, segundo a concessão que lhes tinha feito Ciro, rei da Pérsia. (8) E no segundo ano da sua vinda à casa de Deus em Jerusalém, no segundo mês, Zorobabel, filho de Sealtiel, e Jesuá, filho de Jozadaque, e os outros seus irmãos, os sacerdotes e os levitas, e todos os que vieram do cativeiro a Jerusalém, começaram a obra da casa do SENHOR, e constituíram os levitas da idade de vinte anos para cima, para que a dirigissem. (9) Então se levantou Jesuá, seus filhos, e seus irmãos, Cadmiel e seus filhos, os filhos de Judá, como um só homem, para dirigirem os que faziam a obra na casa de Deus, bem como os filhos de Henadade, seus filhos e seus irmãos, os levitas. (10) Quando, pois, os edificadores lançaram os alicerces do templo do SENHOR, então apresentaram-se os sacerdotes, já vestidos e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem ao SENHOR conforme à instituição de Davi, rei de Israel. (11) E cantavam juntos por grupo, louvando e rendendo graças ao SENHOR, dizendo: porque é bom; porque a sua benignidade dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, quando louvaram ao SENHOR, pela fundação da casa do SENHOR. (12) Porém muitos dos sacerdotes, e levitas e chefes dos pais, já idosos, que viram a primeira casa, choraram em altas vozes quando à sua vista foram lançados os fundamentos desta casa; mas muitos levantaram as vozes com júbilo e com alegria. (13) De maneira que não discernia o povo as vozes do júbilo de alegria das vozes do choro do povo; porque o povo jubilava com tão altas vozes, que o som se ouvia de muito longe.

Esdras 4

 (1) OUVINDO, pois, os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o templo ao SENHOR Deus de Israel, (2) Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais, e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir aqui. (3) Porém Zorobabel, e Jesuá, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que nós e vós edifiquemos casa a nosso Deus; mas nós sozinhos a edificaremos ao SENHOR Deus de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia. (4) Todavia o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá, e inquietava-os no edificar. (5) E alugaram contra eles conselheiros, para frustrarem o seu plano, todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até ao reinado de Dario, rei da Pérsia. (6) No reinado de Assuero, no princípio do seu reinado, escreveram uma acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém. (7) E nos dias de Artaxerxes escreveram Bislão, Mitredate, Tabeel, e os outros seus companheiros, a Artaxerxes, rei da Pérsia; e a carta estava escrita em caracteres siríacos, e na língua siríaca. (8) Escreveram, pois, Reum, o chanceler, e Sinsai, o escrivão, uma carta contra Jerusalém, ao rei Artaxerxes, do teor seguinte: (9) Então escreveu Reum, o chanceler, e Sinsai, o escrivão, e os outros seus companheiros, os dinaítas, afarsaquitas, tarpelitas, afarsitas, arquevitas, babilônios, susanquitas, deavitas, elamitas, (10) E os outros povos, que o grande e afamado Asnapar transportou, e que fez habitar na cidade de Samaria, e nas demais províncias dalém do rio, em tal tempo. (11) Este, pois, é o teor da carta que mandaram ao rei Artaxerxes: Teus servos, os homens dalém do rio, em tal tempo. (12) Saiba o rei que os judeus, que subiram de ti, vieram a nós em Jerusalém, e reedificam aquela rebelde e malvada cidade, e vão restaurando os seus muros, e reparando os seus fundamentos. (13) Agora saiba o rei que, se aquela cidade se reedificar, e os muros se restaurarem, eles não pagarão os direitos, os tributos e os pedágios; e assim se danificará a fazenda dos reis. (14) Agora, pois, porquanto somos assalariados do palácio, e não nos convém ver a desonra do rei, por isso mandamos avisar ao rei, (15) Para que se busque no livro das crônicas de teus pais. E acharás no livro das crônicas, e saberás que aquela foi uma cidade rebelde, e danosa aos reis e províncias, e que nela houve rebelião em tempos antigos; por isso foi aquela cidade destruída. (16) Nós, pois, fazemos notório ao rei que, se aquela cidade se reedificar, e os seus muros se restaurarem, sucederá que não terás porção alguma deste lado do rio. (17) E o rei enviou esta resposta a Reum, o chanceler, e a Sinsai, o escrivão, e aos demais seus companheiros, que habitavam em Samaria; como também aos demais que estavam dalém do rio: Paz! em tal tempo. (18) A carta que nos enviastes foi explicitamente lida diante de mim. (19) E, ordenando-o eu, buscaram e acharam, que de tempos antigos aquela cidade se levantou contra os reis, e nela se têm feito rebelião e sedição. (20) Também houve reis poderosos sobre Jerusalém que dalém do rio dominaram em todo o lugar, e se lhes pagaram direitos, tributos e pedágios. (21) Agora, pois, dai ordem para impedirdes aqueles homens, a fim de que não se edifique aquela cidade, até que eu dê uma ordem. (22) E guardai-vos de serdes remissos nisto; por que cresceria o dano para prejuízo dos reis? (23) Então, depois que a cópia da carta do rei Artaxerxes foi lida perante Reum, e Sinsai, o escrivão, e seus companheiros, apressadamente foram eles a Jerusalém, aos judeus, e os impediram à força e com violência. (24) Então cessou a obra da casa de Deus, que estava em Jerusalém; e cessou até ao ano segundo do reinado de Dario, rei da Pérsia.

DEVOCIONAL PARA HOJE 03/02/2014

VERSÍCULO:
   Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no  dia da minha angústia.  -- Salmos 59:16

PENSAMENTO:
   Tantas coisas nas nossas vidas podem ser roubadas por desastres naturais, idade e morte.  Satanás poderia ser chamado "O Ladrão de Sempre".  Mas Deus é imutável e não pode ser roubado!  Podemos investir a nós mesmos nele e saber que nossos espíritos são seguros no seu cuidado. Ele é uma fortaleza e um refúgio.

ORAÇÃO:
   Ó Grande Rocha da minha salvação, obrigado por ser imutável e  fiel.  Obrigado por ser a fonte de segurança e futuro num dia de cãos e mudança.  Obrigado por ser Deus.  O Senhor é meu Deus e coloco a minha vida, minha esperança e meu futuro com o Senhor. Que  o Senhor seja glorificado em mim hoje. Em nome de Jesus eu oro. Amém. 
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02 fevereiro 2014

CINCO RESOLUÇÕES DE DAVI NO SALMO 116

1.Invocar (oração)...................................... V.2
2.Andar (Consagração)........Vs. 9-11; Cl. 2:6; Rm. 13:13-14.
3.Tomar (Salvação)........V.13; Rm. 10:13-14.
4.Pagar (Fidelidade, dedicação)............Vs.14-16; Rm.1:14-15.
5.Oferecer (Adoração)..............................V.17

O PROPÓSITO DA LEI

"De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé." Gálatas 3:24.
A lei jamais salvou qualquer pessoa, e nunca o fará. Deus não a deu para redimir o homem de seus pecados e sim para mostrar-lhe a necessidade de salvação. Por isso que em Gálatas 3 o apóstolo Paulo a chama de "nosso aio" para conduzir-nos a Cristo.
Em sermão memorável o evangelista Fred Brown usou três figuras pra descrever o propósito da Lei:
1. Ele comparou ao pequeno espelho de dentista posto à boca do paciente. Com o espelho, ele pode detectar quaisquer cáries, mas ele não pode perfurar o dente ou usá-lo para arrancar o dente. Com o espelho ele pode ver qualquer área danificada ou outra anormalidade. Mas ele não pode dar a solução.
2. Brown então usou outra analogia: A lei é como uma lanterna, se de repente a força acaba, pode-se usar a lanterna para guiar-mos até ao porão até a caixa de força. Quando você localiza os fusíveis, ela pode ajudar-nos a ver qual o fusível danificado, você não tenta colocar a lanterna em seu lugar. Você coloca um novo fusível para que volte a força.
3. Em sua terceira figura, Brown comparou a Lei a um prumo. Quando um construtor que checar o seu trabalho usando-o para ver se tudo está bem reto. Mas se ele descobre que há qualquer falha ele não usa o prumo para corrigí-la e sim o martelo e o serrote.
Meu amigo, a Lei aponta para o problema do pecado; ela não provê solução. A única maneira de salvação é através de Jesus Cristo, que cumpriu a Lei e morreu por nós. Deposite a sua confiança em Jesus. Somente Ele pode te salvar.

GENEROSIDADE

Muitos anos atrás, dois rapazes trabalhavam arduamente para pagar os seus estudos na universidade de Stanford. Certo dia, o seu dinheiro estava quase esgotado, então eles decidiram contratar o grande pianista Paderewaki para um concerto e usar os lucros para as despesas de alimentação e pagamento dos estudos.
O empresário do pianista pediu $ 2.000. Os alunos trabalharam muito para promover o concerto, mas eles conseguiram $ 400 a menos do que fora acertado. Depois da apresentação, eles foram ter com o músico, deram-lhe o dinheiro que eles haviam arrecadado, prometendo-lhe sanar aquela dívida assim que fosse possível. Aparentemente, os seus dias de universidade estavam terminados. "Não, rapazes, isso não vai dar certo," disse o pianista. "Tirem dos $ 1.600 todas as suas despezas, e guardem para cada um de vocês 10% do saldo pelo seu trabalho. E permitam que eu fique com o resto."
Anos se passaram. Paderewski tornou-se o primeiro ministro da Polônia após a I Guerra Mundial. Milhares de seus conterrâneos estavam passando fome. Somente um homem poderia ajudar _ o ministro americano do Departamento de Socorro (Assistência) e Alimentação. O apelo de Paderewski a ele fez com que ele enviasse toneladas de alimentação. Algum tempo depois o pianista encontrou o estadista americano para agradecer-lhe. "Não há de que", repondeu Hebert Hoover. "Além do mais, você não lembra, mas você me ajudou certa vez quando eu era um estudante de universidade."
O princípio da generosidade demonstrando em Provérbios 11:25 tem asua origem em Deus. Ele é superabundante em Sua bondade, generoso em misericórdia e abundante em Sua graça. Quão inconcebível que nós, criaturas Suas, especialmente Seus filhos redimidos, possamos ser egoístas e avarentos! Lembre-se, a generosidade faz parte do trato de Deus para conosco.

QUEM CRUCIFICOU JESUS?

"Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeirores, um à direita,
Se você pudesse olhar a pintura de Rambradt das Três Cruzes, primeiramente a sua atenção seria voltada para a cruz central onde morreu Jesus. Então, enquanto você olhasse para a multidão que O cercava, você ficaria impressionado pelas várias expressões faciais e ações das pessoas envolvidas no terrível crime da crucificação do Filho de Deus. Finalmente, os seus olhos seriam levados pela situação à margem da pintura até que uma outra figura fosse apanhada por seus olhos, praticamente escondida entre as sombras. Dizem alguns críticos que é uma representação do próprio pintor, haja visto que ele reconhecia que por seus pecados ele ajudou a pregar Jesus à cruz.
É muito fácil para nós responsabilizar os soldados romanos ou Pôncio Pilatos pela morte de Cristo, no entanto, nós fomos de tudo participantes em Sua crucificação, de fato, porque Ele morreu por nossos pecados. Alguém certa vez disse: É muito fácil dizer que Cristo morreu pelos pecados do mundo. Porém, é uma história bem diferente dizer que Cristo morreu por meus pecados. Parece que nos sentimos melhor quando apontamos o dedo àqueles que colocaram Jesus na cruz, mas é um pensamento chocante que possamos ser tão indiferentes quanto os soldados, tão desumanos quanto a plebe (ralé) ou tão covardes quanto os discípulos. Eu crucifiquei o Cristo de Deus, eu fui participante da zombaria."
Visualize novamente aquela famosa pintura. Enquanto o Espírito de Deus ilumina a sua mente, coloque-se entre as sombras com Rembrandt. Você também está ali. Mas então, lembre-se do que disse Jesus enquanto Ele jazia na cruz: "Pai, perdoa-lhes." Graças a Deus que isso inclui eu e você.
outro à esquerda." Lucas 23:33

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 02)

Ester 6-10

Ester 6

 (1) NAQUELA mesma noite fugiu o sono do rei; então mandou trazer o livro de registro das crônicas, as quais se leram diante do rei. (2) E achou-se escrito que Mardoqueu tinha denunciado Bigtã e Teres, dois dos camareiros do rei, da guarda da porta, que tinham procurado lançar mão do rei Assuero. (3) Então disse o rei: Que honra e distinção se deu por isso a Mardoqueu? E os servos do rei, que ministravam junto a ele, disseram: Coisa nenhuma se lhe fez. (4) Então disse o rei: Quem está no pátio? E Hamã tinha entrado no pátio exterior da casa do rei, para dizer ao rei que enforcassem a Mardoqueu na forca que lhe tinha preparado. (5) E os servos do rei lhe disseram: Eis que Hamã está no pátio. E disse o rei que entrasse. (6) E, entrando Hamã, o rei lhe disse: Que se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada? Então Hamã disse no seu coração: De quem se agradaria o rei para lhe fazer honra mais do que a mim? (7) Assim disse Hamã ao rei: Para o homem, de cuja honra o rei se agrada, (8) Tragam a veste real que o rei costuma vestir, como também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça. (9) E entregue-se a veste e o cavalo à mão de um dos príncipes mais nobres do rei, e vistam delas aquele homem a quem o rei deseja honrar; e levem-no a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoe-se diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar! (10) Então disse o rei a Hamã: Apressa-te, toma a veste e o cavalo, como disseste, e faze assim para com o judeu Mardoqueu, que está assentado à porta do rei; e coisa nenhuma omitas de tudo quanto disseste. (11) E Hamã tomou a veste e o cavalo, e vestiu a Mardoqueu, e o levou a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoou diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar! (12) Depois disto Mardoqueu voltou para a porta do rei; porém Hamã se retirou correndo à sua casa, triste, e de cabeça coberta. (13) E contou Hamã a Zeres, sua mulher, e a todos os seus amigos, tudo quanto lhe tinha sucedido. Então os seus sábios e Zeres, sua mulher, lhe disseram: Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás diante dele. (14) E estando eles ainda falando com ele, chegaram os camareiros do rei, e se apressaram a levar Hamã ao banquete que Ester preparara.

Ester 7

 (1) VINDO, pois, o rei com Hamã, para beber com a rainha Ester, (2) Disse outra vez o rei a Ester, no segundo dia, no banquete do vinho: Qual é a tua petição, rainha Ester? E se te dará. E qual é o teu desejo? Até metade do reino, se te dará. (3) Então respondeu a rainha Ester, e disse: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição, e o meu povo como meu desejo. (4) Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e aniquilarem de vez; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia; ainda que o opressor não poderia ter compensado a perda do rei. (5) Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester: Quem é esse e onde está esse, cujo coração o instigou a assim fazer? (6) E disse Ester: O homem, o opressor, e o inimigo, é este mau Hamã. Então Hamã se perturbou perante o rei e a rainha. (7) E o rei no seu furor se levantou do banquete do vinho e passou para o jardim do palácio; e Hamã se pôs em pé, para rogar à rainha Ester pela sua vida; porque viu que já o mal lhe estava determinado pelo rei. (8) Tornando, pois, o rei do jardim do palácio à casa do banquete do vinho, Hamã tinha caído prostrado sobre o leito em que estava Ester. Então disse o rei: Porventura quereria ele também forçar a rainha perante mim nesta casa? Saindo esta palavra da boca do rei, cobriram o rosto de Hamã. (9) Então disse Harbona, um dos camareiros que serviam diante do rei: Eis que também a forca de cinqüenta côvados de altura que Hamã fizera para Mardoqueu, que falara em defesa do rei, está junto à casa de Hamã. Então disse o rei: Enforcai-o nela. (10) Enforcaram, pois, a Hamã na forca, que ele tinha preparado para Mardoqueu. Então o furor do rei se aplacou.

Ester 8

 (1) NAQUELE mesmo dia deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, inimigo dos judeus; e Mardoqueu veio perante o rei, porque Ester tinha declarado quem ele era. (2) E tirou o rei o seu anel, que tinha tomado de Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester encarregou Mardoqueu da casa de Hamã. (3) Falou mais Ester perante o rei, e se lhe lançou aos seus pés; e chorou, e lhe suplicou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e o intento que tinha projetado contra os judeus. (4) E estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então Ester se levantou, e pôs-se em pé perante o rei, (5) E disse: Se bem parecer ao rei, e se eu achei graça perante ele, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado aos seus olhos, escreva-se que se revoguem as cartas concebidas por Hamã filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para aniquilar os judeus, que estão em todas as províncias do rei. (6) Pois como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela? (7) Então disse o rei Assuero à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele penduraram numa forca, porquanto estendera as mãos contra os judeus. (8) Escrevei, pois, aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos, em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque o documento que se escreve em nome do rei, e que se sela com o anel do rei, não se pode revogar. (9) Então foram chamados os escrivães do rei, naquele mesmo tempo, no terceiro mês (que é o mês de Sivã), aos vinte e três dias; e se escreveu conforme a tudo quanto ordenou Mardoqueu aos judeus, como também aos sátrapas, e aos governadores, e aos líderes das províncias, que se estendem da Índia até Etiópia, cento e vinte e sete províncias, a cada província segundo o seu modo de escrever, e a cada povo conforme a sua língua; como também aos judeus segundo o seu modo de escrever, e conforme a sua língua. (10) E escreveu-se em nome do rei Assuero e, selando-as com o anel do rei, enviaram as cartas pela mão de correios a cavalo, que cavalgavam sobre ginetes, que eram das cavalariças do rei. (11) Nelas o rei concedia aos judeus, que havia em cada cidade, que se reunissem, e se dispusessem para defenderem as suas vidas, e para destruírem, matarem e aniquilarem todas as forças do povo e da província que viessem contra eles, crianças e mulheres, e que se saqueassem os seus bens, (12) Num mesmo dia, em todas as províncias do rei Assuero, no dia treze do duodécimo mês, que é o mês de Adar; (13) E uma cópia da carta seria divulgada como decreto em todas as províncias, e publicada entre todos os povos, para que os judeus estivessem preparados para aquele dia, para se vingarem dos seus inimigos. (14) Os correios, sobre ginetes velozes, saíram apressuradamente, impelidos pela palavra do rei; e esta ordem foi publicada na fortaleza de Susã. (15) Então Mardoqueu saiu da presença do rei com veste real azul-celeste e branca, como também com uma grande coroa de ouro, e com uma capa de linho fino e púrpura, e a cidade de Susã exultou e se alegrou. (16) E para os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra. (17) Também em toda a província, e em toda a cidade, aonde chegava a palavra do rei e a sua ordem, havia entre os judeus alegria e gozo, banquetes e dias de folguedo; e muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus, porque o temor dos judeus tinha caído sobre eles.

Ester 9

 (1) E, NO duodécimo mês, que é o mês de Adar, no dia treze do mesmo mês em que chegou a palavra do rei e a sua ordem para se executar, no dia em que os inimigos dos judeus esperavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, porque os judeus foram os que se assenhorearam dos que os odiavam. (2) Porque os judeus nas suas cidades, em todas as províncias do rei Assuero, se ajuntaram para pôr as mãos naqueles que procuravam o seu mal; e ninguém podia resistir-lhes, porque o medo deles caíra sobre todos aqueles povos. (3) E todos os líderes das províncias, e os sátrapas, e os governadores, e os que faziam a obra do rei, auxiliavam os judeus; porque tinha caído sobre eles o temor de Mardoqueu. (4) Porque Mardoqueu era grande na casa do rei, e a sua fama crescia por todas as províncias, porque o homem Mardoqueu ia sendo engrandecido. (5) Feriram, pois, os judeus a todos os seus inimigos, a golpes de espada, com matança e com destruição; e fizeram dos seus inimigos o que quiseram. (6) E na fortaleza de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens; (7) Como também a Parsandata, e a Dalfom e a Aspata, (8) E a Porata, e a Adalia, e a Aridata, (9) E a Farmasta, e a Arisai, e a Aridai, e a Vaisata; (10) Os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus, mataram, porém ao despojo não estenderam a sua mão. (11) No mesmo dia foi comunicado ao rei o número dos mortos na fortaleza de Susã. (12) E disse o rei à rainha Ester: Na fortaleza de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens, e os dez filhos de Hamã; nas mais províncias do rei que teriam feito? Qual é, pois, a tua petição? E dar-se-te-á. Ou qual é ainda o teu requerimento? E far-se-á. (13) Então disse Ester: Se bem parecer ao rei, conceda-se aos judeus que se acham em Susã que também façam amanhã conforme ao mandado de hoje; e pendurem numa forca os dez filhos de Hamã. (14) Então disse o rei que assim se fizesse; e publicou-se um edito em Susã, e enforcaram os dez filhos de Hamã. (15) E reuniram-se os judeus que se achavam em Susã também no dia catorze do mês de Adar, e mataram em Susã trezentos homens; porém ao despojo não estenderam a sua mão. (16) Também os demais judeus que se achavam nas províncias do rei se reuniram e se dispuseram em defesa das suas vidas, e tiveram descanso dos seus inimigos; e mataram dos seus inimigos setenta e cinco mil; porém ao despojo não estenderam a sua mão. (17) Sucedeu isto no dia treze do mês de Adar; e descansaram no dia catorze, e fizeram, daquele dia, dia de banquetes e de alegria. (18) Também os judeus, que se achavam em Susã se ajuntaram nos dias treze e catorze do mesmo; e descansaram no dia quinze, e fizeram, daquele dia, dia de banquetes e de alegria. (19) Os judeus, porém, das aldeias, que habitavam nas vilas, fizeram do dia catorze do mês de Adar dia de alegria e de banquetes, e dia de folguedo, e de mandarem presentes uns aos outros. (20) E Mardoqueu escreveu estas coisas, e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Assuero, aos de perto, e aos de longe, (21) Ordenando-lhes que guardassem o dia catorze do mês de Adar, e o dia quinze do mesmo, todos os anos, (22) Como os dias em que os judeus tiveram repouso dos seus inimigos, e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa, para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem presentes uns aos outros, e dádivas aos pobres. (23) E os judeus encarregaram-se de fazer o que já tinham começado, como também o que Mardoqueu lhes tinha escrito. (24) Porque Hamã, filho de Hamedata, o agagita, inimigo de todos os judeus, tinha intentado destruir os judeus, e tinha lançado Pur, isto é, a sorte, para os assolar e destruir. (25) Mas, vindo isto perante o rei, mandou ele por cartas que o mau intento que Hamã formara contra os judeus, se tornasse sobre a sua cabeça; pelo que penduraram a ele e a seus filhos numa forca. (26) Por isso àqueles dias chamam Purim, do nome Pur; assim também por causa de todas as palavras daquela carta, e do que viram sobre isso, e do que lhes tinha sucedido, (27) Confirmaram os judeus, e tomaram sobre si, e sobre a sua descendência, e sobre todos os que se achegassem a eles, que não se deixaria de guardar estes dois dias conforme ao que se escrevera deles, e segundo o seu tempo determinado, todos os anos. (28) E que estes dias seriam lembrados e guardados em cada geração, família, província e cidade, e que esses dias de Purim não fossem revogados entre os judeus, e que a memória deles nunca teria fim entre os de sua descendência. (29) Então a rainha Ester, filha de Abiail, e Mardoqueu, o judeu, escreveram com toda autoridade uma segunda vez, para confirmar a carta a respeito de Purim. (30) E mandaram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras de paz e verdade. (31) Para confirmarem estes dias de Purim nos seus tempos determinados, como Mardoqueu, o judeu, e a rainha Ester lhes tinham estabelecido, e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua descendência, acerca do jejum e do seu clamor. (32) E o mandado de Ester estabeleceu os sucessos daquele Purim; e escreveu-se no livro.

Ester 10

 (1) DEPOIS disto impôs o rei Assuero tributo sobre a terra, e sobre as ilhas do mar. (2) E todos os atos do seu poder e do seu valor, e o relato da grandeza de Mardoqueu, a quem o rei exaltou, porventura não estão escritos no livro das crônicas dos reis da Média e da Pérsia? (3) Porque o judeu Mardoqueu foi o segundo depois do rei Assuero, e grande entre os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, procurando o bem do seu povo, e proclamando a prosperidade de toda a sua descendência.

DEVOCIONAL PARA HOJE 02/02/2014

VERSÍCULO:
   mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para  aqueles que o amam. -- 1 Coríntios 2:9

PENSAMENTO:
   Muitas coisas sobre as quais antecipamos e sonhamos são muito menos gloriosas na vida real do que eram na nossa imaginação.  Há um evento, porém, que é melhor do que podemos imaginar e é além dos  nossos sonhos mais estrondosos.  Quando Jesus voltar para nos levar  para casa para estar com nosso Pai, será muito melhor do que podemos pedir, imaginar, sonhar ou pensar.  Maranata - Venha,
Senhor Jesus!

ORAÇÃO:
   Aba Pai, obrigado por me conhecer antes do tempo começar. Obrigado por me fazer no ventre da minha mãe.  Obrigado por enviar Jesus para pagar o preço dos meus pecados.  Obrigado pelo dia que  Jesus voltará para me levar para casa para estar com o Senhor para  sempre. Através do meu Salvador Conquistador eu oro. Amém.
 
http://www.iluminalma.com/dph/4/0202.html

01 fevereiro 2014

PRECONCEITOS E IDÉIAS FALSAS SOBRE O QUE É SER CRISTÃO

  1. O verdadeiro Cristão não é fanático como muitas pessoas pensam.
  2. O autêntico Cristão pode até ser iletrado, mas não é hipócrita.
  3. O verdadeiro Cristão não é aquele "chato" para o seu colega de trabalho, que não larga o seu "pé", querendo convertê-lo a força.
  4. O verdadeiro Cristão não é anti-social.
  5. O verdadeiro Cristão não é apenas um religioso que vai todo domingo à igreja.
  6. O verdadeiro Cristão não é aquele que vai para o seminário.
  7. O verdadeiro Cristão não é aquele que anda com a Bíblia debaixo do braço.
  8. O verdadeiro Cristão não é aquele que só se veste de paletó e gravata.
  9. O verdadeiro Cristão não é aquele que nunca se irrita.
  10. Ninguém é verdadeiro Cristão apenas por não gostar de futebol.
  11. Ninguém é verdadeiro Cristão somente por não fumar.
  12. Ninguém é verdadeiro Cristão apenas por não tomar bebidas alcoólicas.
  13. O verdadeiro Cristão não é aquele que procura guardar os 10 mandamentos e apenas isto.
  14. O verdadeiro Cristão não é aquele que segue a procissão.
  15. O verdadeiro Cristão não é aquele que apenas segue esta ou aquela religião 
 Daí a pergunta: Afinal quem é, então, o verdadeiro Cristão? Pode até ser você, desde que aceite a Cristo Jesus como seu Salvador pessoal, siga-O na prática, 24 horas por dia.
O verdadeiro Cristão é aquele que ama o seu próximo, a sua Igreja como a si mesmo; não apenas como mera política de relações humanas que sabemos é dever de todos, mas como resultado do novo nascimento, isto é, ter aceito a Cristo como Salvador e mediador pessoal e consequentemente viver 24 horas do dia sob a completa direção do Espírito Santo de Deus.
Por fim, o verdadeiro Cristão nos ensinamentos que o Apóstolo Paulo pregou é aquele que não mais vive ele mesmo (eu), isto é, segundo os rumos de seus próprios caprichos, mas nas suas lutas diárias, permite que a sua vida num todo seja dirigida pelo poder da palavra de Deus; procurando estar de acordo com os preceitos divinos em todos os seus atos conforme a soberana vontade de Deus, Criador de tudo e de todos.

Carlos Henrique da Silva

O SANGUE DE JESUS CRISTO

Nos:
1. Justifica - Romanos 5:9
2. Embranquece - Apocalípse 1:5
3. Santifica - Hebreus 13:12
4. Unifica - I Coríntios 10:16
5. Conquista - Atos 20:28
6. Resgata - I Pedro 1:19
7. Apresenta ao Pai - Hebreus 10:19
8. Separa do mundo - Efésios 2:13
9. Transporta ao céu - Apocalípse 7:14
10. Oferece limpeza - I João 1:7

TRÊS PRECIOSAS PROMESSAS

1. Paz em Cristo Jesus - Fil. 4:7
2. Poder - Fil. 4:13
3. Provisão - Fil. 4:19

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 01)

Ester 1-5

Ester 1

 (1) E SUCEDEU nos dias de Assuero, o Assuero que reinou desde a Índia até a Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias, (2) Que, naqueles dias, assentando-se o rei Assuero no trono do seu reino, que estava na fortaleza de Susã, (3) No terceiro ano do seu reinado, fez um banquete a todos os seus príncipes e seus servos, estando assim perante ele o poder da Pérsia e Média e os nobres e príncipes das províncias, (4) Para mostrar as riquezas da glória do seu reino, e o esplendor da sua excelente grandeza, por muitos dias, a saber: cento e oitenta dias. (5) E, acabados aqueles dias, fez o rei um banquete a todo o povo que se achava na fortaleza de Susã, desde o maior até ao menor, por sete dias, no pátio do jardim do palácio real. (6) As tapeçarias eram de pano branco, verde, e azul celeste, pendentes de cordões de linho fino e púrpura, e argolas de prata, e colunas de mármore; os leitos de ouro e de prata, sobre um pavimento de mármore vermelho, e azul, e branco, e preto. (7) E dava-se de beber em copos de ouro, e os copos eram diferentes uns dos outros; e havia muito vinho real, segundo a generosidade do rei. (8) E o beber era por lei, sem constrangimento; porque assim tinha ordenado o rei expressamente a todos os oficiais da sua casa, que fizessem conforme a vontade de cada um. (9) Também a rainha Vasti deu um banquete às mulheres, na casa real do rei Assuero. (10) E ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete camareiros que serviam na presença do rei Assuero, (11) Que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua beleza, porque era formosa à vista. (12) Porém a rainha Vasti recusou vir conforme a palavra do rei, por meio dos camareiros; assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nele a sua ira. (13) Então perguntou o rei aos sábios que entendiam dos tempos (porque assim se tratavam os negócios do rei na presença de todos os que sabiam a lei e o direito; (14) E os mais chegados a ele eram: Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena, e Memucã, os sete príncipes dos persas e dos medos, que viam a face do rei, e se assentavam como principais no reino), (15) O que, segundo a lei, se devia fazer à rainha Vasti, por não ter obedecido ao mandado do rei Assuero, por meio dos camareiros. (16) Então disse Memucã na presença do rei e dos príncipes: Não somente contra o rei pecou a rainha Vasti, porém também contra todos os príncipes, e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. (17) Porque a notícia do que fez a rainha chegará a todas as mulheres, de modo que aos seus olhos desprezarão a seus maridos quando ouvirem dizer: Mandou o rei Assuero que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, porém ela não veio. (18) E neste mesmo dia as senhoras da Pérsia e da Média, ouvindo o que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e assim haverá muito desprezo e indignação. (19) Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um edito real, e escreva-se nas leis dos persas e dos medos, e não se revogue, a saber: que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela. (20) E, ouvindo-se o mandado, que o rei decretará em todo o seu reino (porque é grande), todas as mulheres darão honra a seus maridos, desde a maior até à menor. (21) E pareceram bem estas palavras aos olhos do rei e dos príncipes; e fez o rei conforme a palavra de Memucã. (22) Então enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo a sua escrita, e a cada povo segundo a sua língua; que cada homem fosse senhor em sua casa, e que se falasse conforme a língua do seu povo.

Ester 2

 (1) PASSADAS estas coisas, e apaziguado já o furor do rei Assuero, lembrou-se de Vasti, e do que fizera, e do que se tinha decretado a seu respeito. (2) Então disseram os servos do rei, que lhe serviam: Busquem-se para o rei moças virgens e formosas. (3) E ponha o rei oficiais em todas as províncias do seu reino, que ajuntem a todas as moças virgens e formosas, na fortaleza de Susã, na casa das mulheres, aos cuidados de Hegai, camareiro do rei, guarda das mulheres, e dêem-se-lhes os seus enfeites. (4) E a moça que parecer bem aos olhos do rei, reine em lugar de Vasti. E isto pareceu bem aos olhos do rei, e ele assim fez. (5) Havia então um homem judeu na fortaleza de Susã, cujo nome era Mardoqueu, filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, homem benjamita, (6) Que fora transportado de Jerusalém, com os cativos que foram levados com Jeconias, rei de Judá, o qual transportara Nabucodonosor, rei de Babilônia. (7) Este criara a Hadassa (que é Ester, filha de seu tio), porque não tinha pai nem mãe; e era jovem bela de presença e formosa; e, morrendo seu pai e sua mãe, Mardoqueu a tomara por sua filha. (8) Sucedeu que, divulgando-se o mandado do rei e a sua lei, e ajuntando-se muitas moças na fortaleza de Susã, aos cuidados de Hegai, também levaram Ester à casa do rei, sob a custódia de Hegai, guarda das mulheres. (9) E a moça pareceu formosa aos seus olhos, e alcançou graça perante ele; por isso se apressou a dar-lhe os seus enfeites, e os seus quinhões, como também em lhe dar sete moças de respeito da casa do rei; e a fez passar com as suas moças ao melhor lugar da casa das mulheres. (10) Ester, porém, não declarou o seu povo e a sua parentela, porque Mardoqueu lhe tinha ordenado que o não declarasse. (11) E passeava Mardoqueu cada dia diante do pátio da casa das mulheres, para se informar de como Ester passava, e do que lhe sucederia. (12) E, chegando a vez de cada moça, para vir ao rei Assuero, depois que fora feito a ela segundo a lei das mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias das suas purificações, seis meses com óleo de mirra, e seis meses com especiarias, e com as coisas para a purificação das mulheres), (13) Desta maneira, pois, vinha a moça ao rei; dava-se-lhe tudo quanto ela desejava, para levar consigo da casa das mulheres à casa do rei; (14) À tarde entrava, e pela manhã tornava à segunda casa das mulheres, sob os cuidados de Saasgaz, camareiro do rei, guarda das concubinas; não tornava mais ao rei, salvo se o rei a desejasse, e fosse chamada pelo nome. (15) Chegando, pois, a vez de Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu (que a tomara por sua filha), para ir ao rei, coisa nenhuma pediu, senão o que disse Hegai, camareiro do rei, guarda das mulheres; e alcançava Ester graça aos olhos de todos quantos a viam. (16) Assim foi levada Ester ao rei Assuero, à sua casa real, no décimo mês, que é o mês de tebete, no sétimo ano do seu reinado. (17) E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens; e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti. (18) Então o rei deu um grande banquete a todos os seus príncipes e aos seus servos; era o banquete de Ester; e deu alívio às províncias, e fez presentes segundo a generosidade do rei. (19) E reunindo-se segunda vez as virgens, Mardoqueu estava assentado à porta do rei. (20) Ester, porém, não declarava a sua parentela e o seu povo, como Mardoqueu lhe ordenara; porque Ester cumpria o mandado de Mardoqueu, como quando a criara. (21) Naqueles dias, assentando-se Mardoqueu à porta do rei, dois camareiros do rei, dos guardas da porta, Bigtã e Teres, grandemente se indignaram, e procuraram atentar contra o rei Assuero. (22) E veio isto ao conhecimento de Mardoqueu, e ele o fez saber à rainha Ester; e Ester o disse ao rei, em nome de Mardoqueu. (23) E inquiriu-se o negócio, e se descobriu, e ambos foram pendurados numa forca; e foi escrito nas crônicas perante o rei.

Ester 3

 (1) DEPOIS destas coisas o rei Assuero engrandeceu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, e o exaltou, e pôs o seu assento acima de todos os príncipes que estavam com ele. (2) E todos os servos do rei, que estavam à porta do rei, se inclinavam e se prostravam perante Hamã; porque assim tinha ordenado o rei acerca dele; porém Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava. (3) Então os servos do rei, que estavam à porta do rei, disseram a Mardoqueu: Por que transgrides o mandado do rei? (4) Sucedeu, pois, que, dizendo-lhe eles isto, dia após dia, e não lhes dando ele ouvidos, o fizeram saber a Hamã, para verem se as palavras de Mardoqueu se sustentariam, porque ele lhes tinha declarado que era judeu. (5) Vendo, pois, Hamã que Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava diante dele, Hamã se encheu de furor. (6) Porém teve como pouco, nos seus propósitos, o pôr as mãos só em Mardoqueu (porque lhe haviam declarado de que povo era Mardoqueu); Hamã, pois, procurou destruir a todos os judeus, o povo de Mardoqueu, que havia em todo o reino de Assuero. (7) No primeiro mês (que é o mês de Nisã), no ano duodécimo do rei Assuero, se lançou Pur, isto é, a sorte, perante Hamã, para cada dia, e para cada mês, até ao duodécimo mês, que é o mês de Adar. (8) E Hamã disse ao rei Assuero: Existe espalhado e dividido entre os povos em todas as províncias do teu reino um povo, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos, e que não cumpre as leis do rei; por isso não convém ao rei deixá-lo ficar. (9) Se bem parecer ao rei, decrete-se que os matem; e eu porei nas mãos dos que fizerem a obra dez mil talentos de prata, para que entrem nos tesouros do rei. (10) Então tirou o rei o anel da sua mão, e o deu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, adversário dos judeus. (11) E disse o rei a Hamã: Essa prata te é dada como também esse povo, para fazeres dele o que bem parecer aos teus olhos. (12) Então chamaram os escrivães do rei no primeiro mês, no dia treze do mesmo e, conforme a tudo quanto Hamã mandou, se escreveu aos príncipes do rei, e aos governadores que havia sobre cada província, e aos líderes, de cada povo; a cada província segundo a sua escrita, e a cada povo segundo a sua língua; em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel do rei se selou. (13) E enviaram-se as cartas por intermédio dos correios a todas as províncias do rei, para que destruíssem, matassem, e fizessem perecer a todos os judeus, desde o jovem até ao velho, crianças e mulheres, em um mesmo dia, a treze do duodécimo mês (que é o mês de Adar), e que saqueassem os seus bens. (14) Uma cópia do despacho que determinou a divulgação da lei em cada província, foi enviada a todos os povos, para que estivessem preparados para aquele dia. (15) Os correios, pois, impelidos pela palavra do rei, saíram, e a lei se proclamou na fortaleza de Susã. E o rei e Hamã se assentaram a beber, porém a cidade de Susã estava confusa.

Ester 4

 (1) QUANDO Mardoqueu soube tudo quanto se havia passado, rasgou as suas vestes, e vestiu-se de saco e de cinza, e saiu pelo meio da cidade, e clamou com grande e amargo clamor; (2) E chegou até diante da porta do rei, porque ninguém vestido de saco podia entrar pelas portas do rei. (3) E em todas as províncias aonde a palavra do rei e a sua lei chegava, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos estavam deitados em saco e em cinza. (4) Então vieram as servas de Ester, e os seus camareiros, e fizeram-na saber, do que a rainha muito se doeu; e mandou roupas para vestir a Mardoqueu, e tirar-lhe o pano de saco; porém ele não as aceitou. (5) Então Ester chamou a Hatá (um dos camareiros do rei, que este tinha posto para servi-la), e deu-lhe ordem para ir a Mardoqueu, para saber que era aquilo, e porquê. (6) E, saindo Hatá a Mardoqueu, à praça da cidade, que estava diante da porta do rei, (7) Mardoqueu lhe fez saber tudo quanto lhe tinha sucedido; como também a soma exata do dinheiro, que Hamã dissera que daria para os tesouros do rei, pelos judeus, para destruí-los. (8) Também lhe deu a cópia da lei escrita, que se publicara em Susã, para os destruir, para que a mostrasse a Ester, e a fizesse saber; e para lhe ordenar que fosse ter com o rei, e lhe pedisse e suplicasse na sua presença pelo seu povo. (9) Veio, pois, Hatá, e fez saber a Ester as palavras de Mardoqueu. (10) Então falou Ester a Hatá, mandando-o dizer a Mardoqueu: (11) Todos os servos do rei, e o povo das províncias do rei, bem sabem que todo o homem ou mulher que chegar ao rei no pátio interior, sem ser chamado, não há senão uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro, para que viva; e eu nestes trinta dias não tenho sido chamada para ir ao rei. (12) E fizeram saber a Mardoqueu as palavras de Ester. (13) Então Mardoqueu mandou que respondessem a Ester: Não imagines no teu íntimo que, por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. (14) Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (15) Então disse Ester que tornassem a dizer a Mardoqueu: (16) Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se perecer, pereci. (17) Então Mardoqueu foi, e fez conforme a tudo quanto Ester lhe ordenou.

Ester 5

 (1) SUCEDEU, pois, que ao terceiro dia Ester se vestiu com trajes reais, e se pôs no pátio interior da casa do rei, defronte do aposento do rei; e o rei estava assentado sobre o seu trono real, na casa real, defronte da porta do aposento. (2) E sucedeu que, vendo o rei a rainha Ester, que estava no pátio, ela alcançou graça aos seus olhos; e o rei estendeu para Ester o cetro de ouro, que tinha na sua mão, e Ester chegou, e tocou a ponta do cetro. (3) Então o rei lhe disse: Que é que queres, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará. (4) E disse Ester: Se parecer bem ao rei, venha hoje com Hamã ao banquete que lhe tenho preparado. (5) Então disse o rei: Fazei apressar a Hamã, para que se atenda ao desejo de Ester. Vindo, pois, o rei e Hamã ao banquete, que Ester tinha preparado, (6) Disse o rei a Ester, no banquete do vinho: Qual é a tua petição? E ser-te-á concedida, e qual é o teu desejo? E se fará, ainda até metade do reino. (7) Então respondeu Ester, e disse: Minha petição e desejo é: (8) Se achei graça aos olhos do rei, e se bem parecer ao rei conceder-me a minha petição, e cumprir o meu desejo, venha o rei com Hamã ao banquete que lhes hei de preparar, e amanhã farei conforme a palavra do rei. (9) Então saiu Hamã naquele dia alegre e de bom ânimo; porém, vendo Mardoqueu à porta do rei, e que ele não se levantara nem se movera diante dele, então Hamã se encheu de furor contra Mardoqueu. (10) Hamã, porém, se refreou, e foi para sua casa; e enviou, e mandou vir os seus amigos, e Zeres, sua mulher. (11) E contou-lhes Hamã a glória das suas riquezas, a multidão de seus filhos, e tudo em que o rei o tinha engrandecido, e como o tinha exaltado sobre os príncipes e servos do rei. (12) Disse mais Hamã: Tampouco a rainha Ester a ninguém fez vir com o rei ao banquete que tinha preparado, senão a mim; e também para amanhã estou convidado por ela juntamente com o rei. (13) Porém tudo isto não me satisfaz, enquanto eu vir o judeu Mardoqueu assentado à porta do rei. (14) Então lhe disseram Zeres, sua mulher, e todos os seus amigos: Faça-se uma forca de cinqüenta côvados de altura, e amanhã dize ao rei que nela seja enforcado Mardoqueu; e então entra alegre com o rei ao banquete. E este conselho bem pareceu a Hamã, que mandou fazer a forca.

DEVOCIONAL PARA HOJE 01/02/2014

VERSÍCULO:
   Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. -- Deuteronômio 6:4-5

PENSAMENTO:
   Tantas vezes Satanás nos seduz para viver um cristianismo plano, bi-dimensional - freqüentando o culto e fazendo boas obras. Mas Deus nos chama para uma fé tri-dimensional.  Ele quer que O amemos  com todo o nosso ser em todas as nossas ações e com toda a nossa força.

ORAÇÃO:
   Querido Pai Celestial, eu O honro como Deus Todo Poderoso. Agradeço-O por toda a sua bondade e bênçãos generosas.  Te amo porque o Senhor me amou primeiro através de Jesus.  O desejo do meu coração é demonstrar meu amor pelo Senhor em tudo que faço, e amo e  digo. Através de Jesus. Amém.

 
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