Faça-nos uma Visita

Faça-nos uma Visita

Como Chegar?

17 agosto 2014

EM BUSCA DE ALMAS

Ganhar almas é o maior negócio do mundo. A Bíblia declara: “Quem ganha almas sábio é” (Provérbios 11.30), e “Os entendidos, pois, resplandecerão, como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas sempre e eternamente” (Daniel 12.3). As mais preciosas bênçãos de Deus serão derramadas, por toda a eternidade, sobre as pessoas que se ocuparam em conquistar almas.
No entanto, se queremos ganhar almas, precisamos fazer duas coisas. Primeiro, apresentar o evangelho de modo compreensível. Um jeito simples de se fazer isto é citando versículos que falem da salvação. A fé vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus.
Nada é mais dinâmico, mais efetivo, do que a própria Bíblia. “ Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4.12). Devemos imitar os primeiros cristãos, e permitir que a Palavra convença e ilumine o coração dos perdidos no pecado.
Algumas vezes é necessário explicar os versículos. Felipe perguntou ao etíope, que lia as Escrituras: “Entendes tu o que lês?” A resposta foi: “Como entender, se alguém não me ensinar?” Observem o que vem a seguir: “Então Felipe, abrindo sua boca, e começando nesta escritura, lhe anunciou a Jesus”. Todos os crentes têm o dever de entender os versículos que falam sobre salvação e redenção, pois assim poderão explicá-los aos interessados.
A segunda coisa a ser feita na conquista de almas é a persuasão. “Conhecendo o temor do Senhor, persuadimos os homens.” Só a mera apresentação do Evangelho não é suficiente; precisamos exercitar a paixão espiritual pela salvação da pessoa a quem apresentamos o evangelho. Não podemos, entretanto, esquecer-nos de que, acima de tudo, é o Espírito Santo quem conquista a alma. Contudo Deus nos usa no grande empreendimento de testemunhar e persuadir as pessoas a confiar em Jesus. Portanto é de vital importância que estejamos em comunhão com o Espírito Santo, se queremos ganhar almas para Cristo.
Uma tragédia e tanto se abateu sobre a igreja de hoje. O “tom de busca” está em falta. Fala-se muito sobre “conquistar o mundo para Cristo”; muitos planos são executados; muitos métodos são inventados; e muitos trabalham na força da carne, seguindo um programa elaborado para alcançar tal objetivo. Mas os resultados esperados não acontecem porque não houve verdadeira paixão espiritual. Por falta de comunhão com o Espírito Santo, falta também o anseio que pulsa o coração. Sem a operação do Espírito Santo não há salvação de almas. Podemos convencer as pessoas a se tornarem membros da igreja, e até mesmo mudar algumas coisas em seu viver, mas nenhuma vida será transformada sem o novo nascimento, a regeneração espiritual da alma. Jesus disse: “A não ser que o homem nasça de novo, não poderá ver o reino de Deus”.
Ser um ganhador de almas significa buscar pessoas para Deus, testemunhar para elas; e muitas vezes é necessário suplicar-lhes, “persuadi-las” e levá-las, individualmente, a decidirem-se ao lado de Cristo.
Quando Jesus conquistou Zaqueu, ele disse que esse era o motivo de sua vinda ao mundo. “O Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido.” Se seguirmos Jesus por vilas e cidades, vamos observá-lo buscando, individualmente, homens e mulheres. A Bíblia diz que “ele moveu-se de íntima compaixão”.
Jesus declarou que nosso mais alto empreendimento era ganhar almas. Ele contou a parábola da ovelha perdida, e de como o pastor deixou as noventa e nove e “foi em busca da que estava desgarrada” e não desistiu até encontrá-la. E acrescentou: “Há alegria no céu quando um pecador se arrepende”.
Ele contou também a parábola da moeda perdida, para mostrar a diligência da mulher na procura do que perdera, e falou de sua grande alegria quando encontrou o que havia perdido. Em seguida Jesus comparou: “Da mesma forma, haverá alegria na presença dos anjos de Deus por causa de um pecador que se arrepende”. Jesus contou ainda a parábola do filho pródigo para mostrar o sofrimento do pai em relação ao filho perdido, e a enorme alegria de seu coração quando ele retornou.
Jesus estava sempre enfatizando a busca, o coração compadecido, a diligência, os esforços incansáveis que devem ser feitos na conquista dos perdidos. Na Grande Comissão, ele ordenou aos discípulos: “Ide por todo o mundo, e fazei discípulos”.
(The Capital Voice)

SINCERAMENTE

Da próxima vez que você receber um cartão ou uma carta, dê uma olhada no final para ver como termina. Talvez se encerre com uma simples palavra; quem sabe uma das mais poderosas de qualquer idioma. Embora muitas vezes negligenciada, seu significado tem uma história preciosa. Que palavra misteriosa é esta? A palavra é: “Sinceramente,”
A definição atual da raiz desta palavra, “sincero”, é “honesto, genuíno”. No entanto, precisamos voltar ao original grego se quisermos descobrir sua fascinante procedência. A palavra original para “sincero” é composta de outras duas: ‘helile’(que significa “os raios do sol”) e ‘krino’ ( que significa “julgado pela luz do sol”). Estas duas palavras formam uma nova — ‘eilikrines’— que quer dizer “provado como sendo genuíno”.
Nas culturas antigas era comum a venda de cerâmica nos mercados. Às vezes um objeto rachava e perdia o valor. Alguns negociantes usavam cera na tentativa de esconder ou disfarçar as rachaduras. O objeto parecia perfeito — até ser enchido com algum líquido. Só então o comprador desavisado descobria as rachaduras! 
Por isso tornou-se comum o comprador examinar a cerâmica contra o sol. Se o objeto tivesse alguma rachadura, esta se tornaria imediatamente visível. Os raios brilhariam através das rachaduras, mesmo que tivessem sido preenchidas com cera. A cerâmica era literalmente “julgada pela luz do sol” e “provada como sendo genuína”!
Isto me faz lembrar como, no final de seu ministério terreno, Jesus Cristo provou seu amor por todos nós. A Bíblia o descreve da seguinte maneira, em Romanos 5.8: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. Com sua morte na cruz, Jesus pagou por seus pecados, pelos meus e pelos de todas as pessoas do mundo. Seu amor por nós foi verdadeiramente “provado como sendo genuíno”.
Acredito que toda a vida de Jesus Cristo é uma carta viva, endereçada a você e a mim. Nela Jesus descreve, nos mínimos detalhes, seu amor por nós. Por meio de sua morte na cruz, Jesus finalizou sua carta da seguinte maneira: “Sinceramente,”
E como é que você fica? Já sabe que Jesus o ama? Que por causa desse amor seu passado, seus erros e seus pecados foram perdoados? Porque Jesus o ama, você poderá viver eternamente com ele no Céu!
(Extraído de um E-mail intitulado “All I Have Seen” (Tudo que já presenciei), escrito pelo pastor Roy Irwin, que detém os direitos autorais.)

QUE VENHA O REAVIVAMENTO!

Quando perguntaram a R. A. Torrey como as igrejas podiam ser reavivadas, ele apresentou a seguinte “receita de avivamento”.
1. Faça com que alguns crentes (não é preciso muitos) endireitem suas vidas com Deus. Isso é o começo; se não for feito, nada mais adianta.
2. Depois que as vidas estiverem completamente retas diante de Deus, una essas pessoas em oração até que o reavivamento aconteça.
3. A seguir, quem estiver totalmente reto diante de Deus, e tiver orado até que o Céu tenha se aberto, deve se colocar à disposição do Senhor na tarefa de ganhar almas para Cristo.
Quando se deu o reavivamento no País de Gales, um grupo de jovens estava reunido, e uma jovem tímida se colocou em pé. A moça estava tão nervosa que mal conseguiu pronunciar uma única sentença: “Oh! Eu amo Jesus de verdade!”. Sentou-se logo, mas o Senhor usou seu testemunho sincero. O fogo espiritual desceu naquela reunião de jovens e o reavivamento se espalhou rapidamente pela igreja e pela cidade toda. Na verdade, logo depois sua influência foi sentida pelo mundo todo.
Será que eu e você desejamos o reavivamento? Estamos prontos a endireitar nossas vidas diante de Deus, a orar até Ele agir e a testemunhar de coração contrito e cheio de compaixão? “E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7.14). “Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará sem dúvida com alegria, trazendo consigo seus molhos” (Salmo 126.5-6). Será que nos preocupamos o bastante com os crentes afastados e com as almas perdidas para chorarmos por eles, em oração, diante do Senhor? Nossos corações se despedaçam por eles? Será que discutimos mais do que oramos?
____Os “pecados cabeludos” são apresentados como impecilhos ao reavivamento, e realmente o são!!! Mas corações frios e indiferentes também nos impedem o reavivamento!!!
Pensamento: Se você deseja ser alimentado espiritualmente, vá à igreja com bastante apetite, e não com uma atitude negativa.
(West Side Baptist Church - Natchez - MS)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 1, dia 15)

Gênesis 43-45

Gênesis 43

 (1) E A FOME era gravíssima na terra. (2) E aconteceu que, como acabaram de comer o mantimento que trouxeram do Egito, disse-lhes seu pai: Voltai, comprai-nos um pouco de alimento. (3) Mas Judá respondeu-lhe, dizendo: Fortemente nos protestou aquele homem, dizendo: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco. (4) Se enviares conosco o nosso irmão, desceremos e te compraremos alimento; (5) Mas se não o enviares, não desceremos; porquanto aquele homem nos disse: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco. (6) E disse Israel: Por que me fizeste tal mal, fazendo saber àquele homem que tínheis ainda outro irmão? (7) E eles disseram: Aquele homem particularmente nos perguntou por nós, e pela nossa parentela, dizendo: Vive ainda vosso pai? Tendes mais um irmão? E respondemos-lhe conforme as mesmas palavras. Podíamos nós saber que diria: Trazei vosso irmão? (8) Então disse Judá a Israel, seu pai: Envia o jovem comigo, e levantar-nos-emos, e iremos, para que vivamos e não morramos, nem nós, nem tu, nem os nossos filhos. (9) Eu serei fiador por ele, da minha mão o requererás; se eu não o trouxer, e não o puser perante a tua face, serei réu de crime para contigo para sempre. (10) E se não nos tivéssemos detido, certamente já estaríamos segunda vez de volta. (11) Então disse-lhes Israel, seu pai: Pois que assim é, fazei isso; tomai do mais precioso desta terra em vossos vasos, e levai ao homem um presente: um pouco do bálsamo e um pouco de mel, especiarias e mirra, terebinto e amêndoas; (12) E tomai em vossas mãos dinheiro em dobro, e o dinheiro que voltou na boca dos vossos sacos tornai a levar em vossas mãos; bem pode ser que fosse erro. (13) Tomai também a vosso irmão, e levantai-vos e voltai àquele homem; (14) E Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia diante do homem, para que deixe vir convosco vosso outro irmão, e Benjamim; e eu, se for desfilhado, desfilhado ficarei. (15) E os homens tomaram aquele presente, e dinheiro em dobro em suas mãos, e a Benjamim; e levantaram-se, e desceram ao Egito, e apresentaram-se diante de José. (16) Vendo, pois, José a Benjamim com eles, disse ao que estava sobre a sua casa: Leva estes homens à casa, e mata reses, e prepara tudo; porque estes homens comerão comigo ao meio-dia. (17) E o homem fez como José dissera, e levou-os à casa de José. (18) Então temeram aqueles homens, porquanto foram levados à casa de José, e diziam: Por causa do dinheiro que dantes voltou nos nossos sacos, fomos trazidos aqui, para nos incriminar e cair sobre nós, para que nos tome por servos, e a nossos jumentos. (19) Por isso chegaram-se ao homem que estava sobre a casa de José, e falaram com ele à porta da casa, (20) E disseram: Ai! senhor meu, certamente descemos dantes a comprar mantimento; (21) E aconteceu que, chegando à estalagem, e abrindo os nossos sacos, eis que o dinheiro de cada um estava na boca do seu saco, nosso dinheiro por seu peso; e tornamos a trazê-lo em nossas mãos; (22) Também trouxemos outro dinheiro em nossas mãos, para comprar mantimento; não sabemos quem tenha posto o nosso dinheiro nos nossos sacos. (23) E ele disse: Paz seja convosco, não temais; o vosso Deus, e o Deus de vosso pai, vos tem dado um tesouro nos vossos sacos; o vosso dinheiro me chegou a mim. E trouxe-lhes fora a Simeão. (24) Depois levou os homens à casa de José, e deu-lhes água, e lavaram os seus pés; também deu pasto aos seus jumentos. (25) E prepararam o presente, para quando José viesse ao meio-dia; porque tinham ouvido que ali haviam de comer pão. (26) Vindo, pois, José à casa, trouxeram-lhe ali o presente que tinham em suas mãos; e inclinaram-se a ele até à terra. (27) E ele lhes perguntou como estavam, e disse: Vosso pai, o ancião de quem falastes, está bem? Ainda vive? (28) E eles disseram: Bem está o teu servo, nosso pai vive ainda. E abaixaram a cabeça, e inclinaram-se. (29) E ele levantou os seus olhos, e viu a Benjamim, seu irmão, filho de sua mãe, e disse: Este é vosso irmão mais novo de quem falastes? Depois ele disse: Deus te dê a sua graça, meu filho. (30) E José apressou-se, porque as suas entranhas comoveram-se por causa do seu irmão, e procurou onde chorar; e entrou na câmara, e chorou ali. (31) Depois lavou o seu rosto, e saiu; e conteve-se, e disse: Ponde pão. (32) E serviram-lhe à parte, e a eles também à parte, e aos egípcios, que comiam com ele, à parte; porque os egípcios não podem comer pão com os hebreus, porquanto é abominação para os egípcios. (33) E assentaram-se diante dele, o primogênito segundo a sua primogenitura, e o menor segundo a sua menoridade; do que os homens se maravilhavam entre si. (34) E apresentou-lhes as porções que estavam diante dele; porém a porção de Benjamim era cinco vezes maior do que as porções deles todos. E eles beberam, e se regalaram com ele.

Gênesis 44

 (1) E DEU ordem ao que estava sobre a sua casa, dizendo: Enche de mantimento os sacos destes homens, quanto puderem levar, e põe o dinheiro de cada um na boca do seu saco. (2) E o meu copo, o copo de prata, porás na boca do saco do mais novo, com o dinheiro do seu trigo. E fez conforme a palavra que José tinha dito. (3) Vinda a luz da manhã, despediram-se estes homens, eles com os seus jumentos. (4) Saindo eles da cidade, e não se havendo ainda distanciado, disse José ao que estava sobre a sua casa: Levanta-te, e persegue aqueles homens; e, alcançando-os, lhes dirás: Por que pagastes mal por bem? (5) Não é este o copo em que bebe meu senhor e pelo qual bem adivinha? Procedestes mal no que fizestes. (6) E alcançou-os, e falou-lhes as mesmas palavras. (7) E eles disseram-lhe: Por que diz meu senhor tais palavras? Longe estejam teus servos de fazerem semelhante coisa. (8) Eis que o dinheiro, que temos achado nas bocas dos nossos sacos, te tornamos a trazer desde a terra de Canaã; como, pois, furtaríamos da casa do teu senhor prata ou ouro? (9) Aquele, com quem de teus servos for achado, morra; e ainda nós seremos escravos do meu senhor. (10) E ele disse: Ora seja também assim conforme as vossas palavras; aquele com quem se achar será meu escravo, porém vós sereis desculpados. (11) E eles apressaram-se e cada um pôs em terra o seu saco, e cada um abriu o seu saco. (12) E buscou, começando do maior, e acabando no mais novo; e achou-se o copo no saco de Benjamim. (13) Então rasgaram as suas vestes, e carregou cada um o seu jumento, e tornaram à cidade. (14) E veio Judá com os seus irmãos à casa de José, porque ele ainda estava ali; e prostraram-se diante dele em terra. (15) E disse-lhes José: Que é isto que fizestes? Não sabeis vós que um homem como eu pode, muito bem, adivinhar? (16) Então disse Judá: Que diremos a meu senhor? Que falaremos? E como nos justificaremos? Achou Deus a iniqüidade de teus servos; eis que somos escravos de meu senhor, tanto nós como aquele em cuja mão foi achado o copo. (17) Mas ele disse: Longe de mim que eu tal faça; o homem em cuja mão o copo foi achado, esse será meu servo; porém vós, subi em paz para vosso pai. (18) Então Judá se chegou a ele, e disse: Ai! senhor meu, deixa, peço-te, o teu servo dizer uma palavra aos ouvidos de meu senhor, e não se acenda a tua ira contra o teu servo; porque tu és como Faraó. (19) Meu senhor perguntou a seus servos, dizendo: Tendes vós pai, ou irmão? (20) E dissemos a meu senhor: Temos um velho pai, e um filho da sua velhice, o mais novo, cujo irmão é morto; e só ele ficou de sua mãe, e seu pai o ama. (21) Então tu disseste a teus servos: Trazei-mo a mim, e porei os meus olhos sobre ele. (22) E nós dissemos a meu senhor: Aquele moço não poderá deixar a seu pai; se deixar a seu pai, este morrerá. (23) Então tu disseste a teus servos: Se vosso irmão mais novo não descer convosco, nunca mais vereis a minha face. (24) E aconteceu que, subindo nós a teu servo meu pai, e contando-lhe as palavras de meu senhor, (25) Disse nosso pai: Voltai, comprai-nos um pouco de mantimento. (26) E nós dissemos: Não poderemos descer; mas, se nosso irmão menor for conosco, desceremos; pois não poderemos ver a face do homem se este nosso irmão menor não estiver conosco. (27) Então disse-nos teu servo, meu pai: Vós sabeis que minha mulher me deu dois filhos; (28) E um ausentou-se de mim, e eu disse: Certamente foi despedaçado, e não o tenho visto até agora; (29) Se agora também tirardes a este da minha face, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer as minhas cãs com aflição à sepultura. (30) Agora, pois, indo eu a teu servo, meu pai, e o moço não indo conosco, como a sua alma está ligada com a alma dele, (31) Acontecerá que, vendo ele que o moço ali não está, morrerá; e teus servos farão descer as cãs de teu servo, nosso pai, com tristeza à sepultura. (32) Porque teu servo se deu por fiador por este moço para com meu pai, dizendo: Se eu o não tornar para ti, serei culpado para com meu pai por todos os dias. (33) Agora, pois, fique teu servo em lugar deste moço por escravo de meu senhor, e que suba o moço com os seus irmãos. (34) Porque, como subirei eu a meu pai, se o moço não for comigo? para que não veja eu o mal que sobrevirá a meu pai.

Gênesis 45

 (1) ENTÃO José não se podia conter diante de todos os que estavam com ele; e clamou: Fazei sair daqui a todo o homem; e ninguém ficou com ele, quando José se deu a conhecer a seus irmãos. (2) E levantou a sua voz com choro, de maneira que os egípcios o ouviam, e a casa de Faraó o ouviu. (3) E disse José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, porque estavam pasmados diante da sua face. (4) E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se; então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. (5) Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós. (6) Porque já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega. (7) Pelo que Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento. (8) Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito. (9) Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe: Assim tem dito o teu filho José: Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores; (10) E habitarás na terra de Gósen, e estarás perto de mim, tu e os teus filhos, e os filhos dos teus filhos, e as tuas ovelhas, e as tuas vacas, e tudo o que tens. (11) E ali te sustentarei, porque ainda haverá cinco anos de fome, para que não pereças de pobreza, tu e tua casa, e tudo o que tens. (12) E eis que vossos olhos, e os olhos de meu irmão Benjamim, vêem que é minha boca que vos fala. (13) E fazei saber a meu pai toda a minha glória no Egito, e tudo o que tendes visto, e apressai-vos a fazer descer meu pai para cá. (14) E lançou-se ao pescoço de Benjamim seu irmão, e chorou; e Benjamim chorou também ao seu pescoço. (15) E beijou a todos os seus irmãos, e chorou sobre eles; e depois seus irmãos falaram com ele. (16) E esta notícia ouviu-se na casa de Faraó: Os irmãos de José são vindos; e pareceu bem aos olhos de Faraó, e aos olhos de seus servos. (17) E disse Faraó a José: Dize a teus irmãos: Fazei isto: carregai os vossos animais e parti, tornai à terra de Canaã. (18) E tornai a vosso pai, e às vossas famílias, e vinde a mim; e eu vos darei o melhor da terra do Egito, e comereis da fartura da terra. (19) A ti, pois, é ordenado: Fazei isto: tomai vós da terra do Egito carros para vossos meninos, para vossas mulheres, e para vosso pai, e vinde. (20) E não vos pese coisa alguma dos vossos utensílios; porque o melhor de toda a terra do Egito será vosso. (21) E os filhos de Israel fizeram assim. E José deu-lhes carros, conforme o mandado de Faraó; também lhes deu comida para o caminho. (22) A todos lhes deu, a cada um, mudas de roupas; mas a Benjamim deu trezentas peças de prata, e cinco mudas de roupas. (23) E a seu pai enviou semelhantemente dez jumentos carregados do melhor do Egito, e dez jumentos carregados de trigo e pão, e comida para seu pai, para o caminho. (24) E despediu os seus irmãos, e partiram; e disse-lhes: Não contendais pelo caminho. (25) E subiram do Egito, e vieram à terra de Canaã, a Jacó seu pai. (26) Então lhe anunciaram, dizendo: José ainda vive, e ele também é regente em toda a terra do Egito. E o seu coração desmaiou, porque não os acreditava. (27) Porém, havendo-lhe eles contado todas as palavras de José, que ele lhes falara, e vendo ele os carros que José enviara para levá-lo, reviveu o espírito de Jacó seu pai. (28) E disse Israel: Basta; ainda vive meu filho José; eu irei e o verei antes que morra.

DEVOCIONAL PARA HOJE 17/08/2014

VERSÍCULO:
   Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.  -- 2 Coríntios 7:1

PENSAMENTO:
   Num mundo tão cheio de distrações e tentações, pureza é difícil. Mais do que difícil, o chamado à pureza muitas vezes é esquecido e ignorado. "Graça impura" (Judas 4) é substituída por um chamado a um viver de paixão. Ao mesmo tempo em que não queremos ceder a uma santidade baseada em obras, também devemos lembrar que a impureza através de preguiça ou falta de compromisso ou simples rebelião são contaminantes para aqueles que se dizem cristãos, e estragam a nossa influência no mundo que nos observa.

ORAÇÃO:
   Purifique meu coração, minha vida, meu corpo, minha influência, ó Deus. Que minhas palavras e meus pensamentos possam ser sem mácula. Quero ser santo como o Senhor é santo e honrá-Lo como somente o Senhor é digno de ser honrado. Só o Senhor é Deus. Através de Jesus peço essas coisas. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0816.htm

16 agosto 2014

HIPOCRISIA

Era uma vez um diácono bastante respeitado que defendia com todo fervor a abstinência. Um dia, ele contratou um carpinteiro para fazer umas reformas na sala de visitas. Ao desmontar as coisas, o carpinteiro descobriu um armário, que estava muito bem escondido. O homem ficou chocado ao ver uma garrafa de bebida e vários copos guardados em um lugar tão agradável. O carpinteiro, muito espantado, correu avisar o proprietário sobre a descoberta. Ao ouvir sobre o assunto, o diácono respondeu imediatamente: “Puxa! É mesmo muito interessante. Estas coisas devem ter sido deixadas aqui por aquele capitão Brown, que morou na casa há 30 anos”. O carpinteiro retrucou: “É, pode ser. Mas, diácono, o gelo no baldinho deve ter sido muito bem congelado, para permanecer sólido por tanto tempo”.
(Pulpit Helps)

FOI UM TOQUE DE AMOR

Como em Jacó, Senhor, Tu me tocaste
E de minh'alma sei que retiraste
Tudo que havia, que não era teu…
Foi um toque de amor, oh! eu o sinto!
Embora haja sorvido o absinto,
Tua doçura em mim logo nasceu!

Tantos anos, Senhor, e Tu querias
Me dar mais de ti mesmo, e não podias
Pois me trancara na obstinação...
Então Tu me tomaste docemente
E me quebraste enfim completamente,
E me moldate pela tua mão!

Agora sou um nada para o mundo...
Mas dentro em mim há gozo mui profundo
Pois sei que me fizeste transformar...
Humilde e quedo te contemplo e adoro
E sem reservas; se sorrio ou choro
É teu o meu sorrir ou o meu chorar…

O que virá não sei, mas Tu me amas,
E mesmo que me tragas vivas chamas
Para meu ser assim purificar,
Ou se me deres risos e alegrias,
Seja o que for que venha noutros dias,
Receberei o que me queiras dar!

Foi um toque de amor… em meus quereres,
Aspiro apenas: teus reais poderes
Em mim se façam sempre revelar;
Seja em falando ou em estar calado,
Em tuas mãos, sendo eu por ti usado,
Alegre estou aos pés do teu altar!
O teu toque de amor deu-me ventura!
Gozo contigo a comunhão mais pura,
Tua Palavra vivo a meditar...
No silêncio me falas suavemente
E me prostro aos teus pés humildemente
Só desejando te servir e honrar!
Pr. João Brito Barros

O PRÊMIO DO PASTORADO

1 Pedro 5.2-4
O propósito da mensagem: Já que a  maioria de nós somos companheiros de ministério, precisamos uns dos outros. Nosso trabalho é único em responsabilidade, exigências, tristezas e alegrias. O objetivo desta mensagem é encorajar e desafiar vocês.
Como pastores, nossa vocação é a mais nobre entre todas. Ser pastor não significa pesquisar um número de profissões e decidir-se pelo pastorado. Este trabalho envolve o chamado de Deus e a submissão do homem. O pastor não prega só porque tem que dizer alguma coisa; ele prega porque tem alguma coisa a dizer.
Talvez alguns entre nós estejam fatigados pelo trabalho. Outros estão desiludidos, decepcionados com pessoas em quem confiavam ou se tornaram cépticos por causa das inconstâncias da vida eclesiástica. Quem sabe um pastor mais jovem tenha começado seu ministério com grandes expectativas, mas a novidade perdeu o brilho por causa politicagem religiosa. O que a maioria de nós precisamos é um encontro estimulante e uma experiência mais profunda com Jesus Cristo.
Consideremos alguns aspectos do trabalho pastoral.
I. O PRIVILÉGIO DO PASTORADO
Servir ao Senhor, seja em que categoria for, é uma grande honra — Salmo 84.10. Compartilhar a Palavra de Deus é uma honra especial. Em 1 Pedro 5.2-3 descobrimos três tarefas que o pastor deve realizar.
A. Alimentar o rebanho. Que privilégio é poder colocar-se diante de nossa congregação e apresentar-lhe uma mensagem nova, vinda de Deus!
1 Coríntios 9.16. As palavras do escritor Vance Havner parecem apropriadas: “Ai do pregador que se acostuma a encarar almas e corações famintos aos domingos pela manhã! Há muitos dramas concentrados em qualquer reunião dominical; drama suficiente para encher uma prateleira de livros. Quanto sofrimento e desilusões se escondem nas roupas de domingo! Pregar é uma atividade emocionante. Talvez haja um Samuel ou um Daniel sentado nos bancos da igreja; pode haver um João Batista preparando-se para ser a voz que clama no deserto. Nunca faça pouco caso de sua igreja, mesmo que seja pequena e inexpressiva.
Alimente o rebanho! 2 Timóteo 4.2 - - “Pregue a Palavra”. O dr. John Hall afirmou: “Nenhum pastor terá vivido em vão se as seguintes palavras puderem ser escritas em seu túmulo: ‘Ele fez o povo entender a Bíblia’”.
Uma boa definição de pregação é encontrada em Neemias 8.8: “E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse”.
John Ruskin descreveu a tarefa da pregação do seguinte modo: “É quando homens e mulheres chegam exaustos dos afazeres da semana, e um homem enviado com uma mensagem, que significa vida ou morte, tem apenas 30 minutos para alcançar o coração de cada um em particular ... para convencê-los de suas fraquezas, fazê-los se envergonhar de seus pecados, avisá-los do perigo à frente ... 30 minutos para ressuscitar um morto”.
B. Apascentar o rebanho - - 1 Pedro 5.2: “... tendo cuidado dele...” (como um pastor cuida de suas ovelhas).
O privilégio do pastorado permite que conheçamos nosso rebanho intimamente. Dividimos as alegrias de uma vida que nasce num parto; a alegria do amor durante as preparações de um casamento; a alegria do nascer de novo. Quando surgem problemas, temos o privilégio de ajudar nosso povo a encontrar soluções. Somos os primeiros a ser chamados quando há tragédia e morte.
C. Seja um exemplo para o rebanho — 1 Pedro 5.3
Em 1 Coríntios 11.1, Paulo escreve: “Sede meus imitadores, como também sou de Cristo”. As igrejas precisam de líderes que sejam servos e de servos que sejam líderes! O apelo constante da Bíblia é para que o povo de Deus tenha a mente de Cristo. O coração de Jesus estava no povo! Ao olhar as multidões, Jesus via mais do que os disfarces e as máscaras que usavam. Ele via seus sofrimentos, frustrações, medos e necessidades. Para ficarmos mais parecidos com Cristo, precisamos ter mais compaixão por nosso rebanho, cuidar mais dele e entendê-lo melhor. João 13.35: “Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”.
O pastor pode ter muito estudo, habilidade e requinte; seu escritório pode estar coberto de diplomas; ele pode fazer sermões empolgantes, e ainda assim ser mal sucedido — se não tiver amor pela igreja.
II. O PREÇO DO PASTORADO — Hebreus 13.17
A. O pastor será responsabilizado
Um dia ele vai ter que prestar contas de sua vida e de seu trabalho. Nem sempre é fácil manter um espírito amoroso e gentil. Temos que lidar com diversos tipos de pessoas, tais como:
Joana Fofoqueira, que se propôs a colocar lenha na fogueira.
Francisco Arroz-de Festa, que é tão comprometido com o trabalho de Deus quanto um piloto kamikaze em sua décima nona missão.
Cida Mão-de-Vaca, sempre se opondo a novas idéias.
João Saduceu, aquele que ora assim: “Senhor, se vai haver uma faísca de reavivamento nesta reunião, por favor, jogue água nela”.
B. O pastor é vulnerável
Toda vez que damos uma chance para o amor, também damos uma chance para o sofrimento. O clássico exemplo disto encontra-se em 1 Samuel 30.1-6. Davi e seus soldados voltaram da batalha e encontraram o acampamento queimado, e descobriram que suas mulheres e filhos tinham sido levados cativos. Davi e os soldados foram consumidos pelo sofrimento. “Muito se angustiou”. Os homens falaram em apedrejar Davi! Ele reagiu do modo que deveríamos: “se esforçou no Senhor seu Deus”. Precisamos sempre nos lembrar que Deus não se esqueceu de nós nem nos abandonou.
C. O pastor é suscetível
Nunca se esqueça de que você é humano e fraco. O medo de Paulo em 1 Coríntios 9.27 era de fracassar. Jeremias 17.9 afirma: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso...”; 2 Coríntios 4.7: “Temos este tesouro em vasos de barro”.
III. OS SOFRIMENTOS DO PASTORADO
Se o pastor literal tem problemas com as ovelhas, o pastor espiritual tem ainda mais, pois lida com seres humanos. Em 2 Coríntios 11.27-28 observamos algumas pinceladas dos sofrimentos experimentados pelo apóstolo Paulo.

  • Atos 20.19: “Servindo ao Senhor com toda humildade, e com muitas lágrimas
  • Atos 20.31: “... não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas
  • 2 Coríntios 2.4: “... em muita tribulação e angústia do coração vos escrevi, com muitas lágrimas
  • Filipenses 3.18: “... e agora também digo, chorando

É doloroso perceber que nossos conselhos são recebidos com desprezo. É triste ver pessoas se desencaminhando ou insistindo em nunca tomar uma posição sobre nada (sabemos que o meio da estrada é lugar para faixas amarelas e animais atropelados). No entanto, precisamos continuar amando essas pessoas. É sempre cedo demais para desistir. A tarefa que Deus nos deu é imensa e interminável.
Não nos esqueçamos de que nosso objetivo principal é ganhar para Cristo as almas perdidas. Nosso trabalho não é construir chiqueiros mais confortáveis em países longínquos, mas levar o pródigo de volta para Deus.
Conta-se que o general Stonewall Jackson precisava atravessar um rio com seu exército, durante a noite, e ordenou aos engenheiros que providenciassem uma passagem para a artilharia e as carroças.
O general chamou o chefe da caravana, que era ferreiro, e deu-lhe instruções para que atravessasse as carroças o mais depressa possível.
Os engenheiros começaram a planejar uma ponte, usando toda sua capacidade e experiência. Tudo que o ferreiro sabia era que alguma coisa precisava ser feita. Assim, ele juntou alguns homens e fez uma ponte precária com pedras, troncos e pedaços de madeira.
Bem de madrugada, o ferreiro acordou o general Jackson e informou: “Senhor, já atravessamos todas as carroças para o outro lado do rio. O general perguntou, surpreso: “Onde estão os engenheiros?” O ferreiro respondeu: “Estão lá numa barraca, projetando uma ponte”. Façamos o trabalho, e pronto!
IV. O PREÇO DO PASTORADO — 1 Pedro 5.4
Um dia, o homem de Deus, no lugar onde Deus o colocou, sob as circunstâncias de Deus, fazendo o trabalho de Deus, receberá uma recompensa incorruptível das mãos de Jesus Cristo, o Sumo Pastor.
No entanto, ainda nesta vida, temos alegrias no serviço do Mestre e experimentamos sua presença e recebemos sua ajuda. Por exemplo:
Alegria quando uma criança aponta para nós e orgulhosamente anuncia: “Aquele homem lá é o meu pastor!”
…quando os jovens agradecem porque os ajudamos em momentos decisivos.
…quando os pais agradecem porque os ajudamos a orientar seus filhos.
…quando vemos pessoas a quem evangelizamos aceitarem a Cristo.
…experimentamos a ventura de saber que estamos nas mãos de Deus e no lugar onde ele nos colocou.
Quando temos todas estas coisas, não precisamos nos valer de politicagem; nem de dar jeitinhos; nem de contatos importantes; nem pedir que alguém nos apadrinhe para obtermos uma posição mais alta. Se você está no lugar onde Deus o quer, fazendo a vontade dele, o que mais pode desejar?
Que imensa alegria sentiremos quando virmos Jesus face a face e nos colocarmos diante dele! Pastor, continue olhando para o alto! A alegria vem ao amanhecer! Tito 2.13.
Pense nas palavras de Charles Gabriel: “Quando todos os meus labores e provações terminarem, e eu estiver seguro naquela linda praia, só de estar perto do querido Senhor, a quem adoro, será, para todo o sempre, glória para mim.
Quando por sua graça, eu olhar seu rosto, isso será glória para mim!
Pr. Charles Swilling
(Sounding Out the Word)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 1, dia 14)

Gênesis 40-42

Gênesis 40

 (1) E ACONTECEU, depois destas coisas, que o copeiro do rei do Egito, e o seu padeiro, ofenderam o seu senhor, o rei do Egito. (2) E indignou-se Faraó muito contra os seus dois oficiais, contra o copeiro-mor e contra o padeiro-mor. (3) E entregou-os à prisão, na casa do capitão da guarda, na casa do cárcere, no lugar onde José estava preso. (4) E o capitão da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e estiveram muitos dias na prisão. (5) E ambos tiveram um sonho, cada um seu sonho, na mesma noite, cada um conforme a interpretação do seu sonho, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que estavam presos na casa do cárcere. (6) E veio José a eles pela manhã, e olhou para eles, e viu que estavam perturbados. (7) Então perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa de seu senhor, dizendo: Por que estão hoje tristes os vossos semblantes? (8) E eles lhe disseram: Tivemos um sonho, e ninguém há que o interprete. E José disse-lhes: Não são de Deus as interpretações? Contai-mo, peço-vos. (9) Então contou o copeiro-mor o seu sonho a José, e disse-lhe: Eis que em meu sonho havia uma vide diante da minha face. (10) E na vide três sarmentos, e brotando ela, a sua flor saía, e os seus cachos amadureciam em uvas; (11) E o copo de Faraó estava na minha mão, e eu tomava as uvas, e as espremia no copo de Faraó, e dava o copo na mão de Faraó. (12) Então disse-lhe José: Esta é a sua interpretação: Os três sarmentos são três dias; (13) Dentro ainda de três dias Faraó levantará a tua cabeça, e te restaurará ao teu estado, e darás o copo de Faraó na sua mão, conforme o costume antigo, quando eras seu copeiro. (14) Porém lembra-te de mim, quando te for bem; e rogo-te que uses comigo de compaixão, e que faças menção de mim a Faraó, e faze-me sair desta casa; (15) Porque, de fato, fui roubado da terra dos hebreus; e tampouco aqui nada tenho feito para que me pusessem nesta cova. (16) Vendo então o padeiro-mor que tinha interpretado bem, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos brancos estavam sobre a minha cabeça; (17) E no cesto mais alto havia de todos os manjares de Faraó, obra de padeiro; e as aves o comiam do cesto, de sobre a minha cabeça. (18) Então respondeu José, e disse: Esta é a sua interpretação: Os três cestos são três dias; (19) Dentro ainda de três dias Faraó tirará a tua cabeça e te pendurará num pau, e as aves comerão a tua carne de sobre ti. (20) E aconteceu ao terceiro dia, o dia do nascimento de Faraó, que fez um banquete a todos os seus servos; e levantou a cabeça do copeiro-mor, e a cabeça do padeiro-mor, no meio dos seus servos. (21) E fez tornar o copeiro-mor ao seu ofício de copeiro, e este deu o copo na mão de Faraó, (22) Mas ao padeiro-mor enforcou, como José havia interpretado. (23) O copeiro-mor, porém, não se lembrou de José, antes se esqueceu dele.

Gênesis 41

 (1) E ACONTECEU que, ao fim de dois anos inteiros, Faraó sonhou, e eis que estava em pé junto ao rio. (2) E eis que subiam do rio sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, e pastavam no prado. (3) E eis que subiam do rio após elas outras sete vacas, feias à vista e magras de carne; e paravam junto às outras vacas na praia do rio. (4) E as vacas feias à vista e magras de carne, comiam as sete vacas formosas à vista e gordas. Então acordou Faraó. (5) Depois dormiu e sonhou outra vez, e eis que brotavam de um mesmo pé sete espigas cheias e boas. (6) E eis que sete espigas miúdas, e queimadas do vento oriental, brotavam após elas. (7) E as espigas miúdas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então acordou Faraó, e eis que era um sonho. (8) E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que lhos interpretasse. (9) Então falou o copeiro-mor a Faraó, dizendo: Das minhas ofensas me lembro hoje: (10) Estando Faraó muito indignado contra os seus servos, e pondo-me sob prisão na casa do capitão da guarda, a mim e ao padeiro-mor, (11) Então tivemos um sonho na mesma noite, eu e ele; sonhamos, cada um conforme a interpretação do seu sonho. (12) E estava ali conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda, e contamos-lhe os nossos sonhos e ele no-los interpretou, a cada um conforme o seu sonho. (13) E como ele nos interpretou, assim aconteceu; a mim me foi restituído o meu cargo, e ele foi enforcado. (14) Então mandou Faraó chamar a José, e o fizeram sair logo do cárcere; e barbeou-se e mudou as suas roupas e apresentou-se a Faraó. (15) E Faraó disse a José: Eu tive um sonho, e ninguém há que o interprete; mas de ti ouvi dizer que quando ouves um sonho o interpretas. (16) E respondeu José a Faraó, dizendo: Isso não está em mim; Deus dará resposta de paz a Faraó. (17) Então disse Faraó a José: Eis que em meu sonho estava eu em pé na margem do rio, (18) E eis que subiam do rio sete vacas gordas de carne e formosas à vista, e pastavam no prado. (19) E eis que outras sete vacas subiam após estas, muito feias à vista e magras de carne; não tenho visto outras tais, quanto à fealdade, em toda a terra do Egito. (20) E as vacas magras e feias comiam as primeiras sete vacas gordas; (21) E entravam em suas entranhas, mas não se conhecia que houvessem entrado; porque o seu parecer era feio como no princípio. Então acordei. (22) Depois vi em meu sonho, e eis que de um mesmo pé subiam sete espigas cheias e boas; (23) E eis que sete espigas secas, miúdas e queimadas do vento oriental, brotavam após elas. (24) E as sete espigas miúdas devoravam as sete espigas boas. E eu contei isso aos magos, mas ninguém houve que mo interpretasse. (25) Então disse José a Faraó: O sonho de Faraó é um só; o que Deus há de fazer, mostrou-o a Faraó. (26) As sete vacas formosas são sete anos, as sete espigas formosas também são sete anos, o sonho é um só. (27) E as sete vacas feias à vista e magras, que subiam depois delas, são sete anos, e as sete espigas miúdas e queimadas do vento oriental, serão sete anos de fome. (28) Esta é a palavra que tenho dito a Faraó; o que Deus há de fazer, mostrou-o a Faraó. (29) E eis que vêm sete anos, e haverá grande fartura em toda a terra do Egito. (30) E depois deles levantar-se-ão sete anos de fome, e toda aquela fartura será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra; (31) E não será conhecida a abundância na terra, por causa daquela fome que haverá depois; porquanto será gravíssima. (32) E que o sonho foi repetido duas vezes a Faraó, é porque esta coisa é determinada por Deus, e Deus se apressa em fazê-la. (33) Portanto, Faraó previna-se agora de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito. (34) Faça isso Faraó e ponha governadores sobre a terra, e tome a quinta parte da terra do Egito nos sete anos de fartura, (35) E ajuntem toda a comida destes bons anos, que vêm, e amontoem o trigo debaixo da mão de Faraó, para mantimento nas cidades, e o guardem. (36) Assim será o mantimento para provimento da terra, para os sete anos de fome, que haverá na terra do Egito; para que a terra não pereça de fome. (37) E esta palavra foi boa aos olhos de Faraó, e aos olhos de todos os seus servos. (38) E disse Faraó a seus servos: Acharíamos um homem como este em quem haja o espírito de Deus? (39) Depois disse Faraó a José: Pois que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu. (40) Tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo, somente no trono eu serei maior que tu. (41) Disse mais Faraó a José: Vês aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito. (42) E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pôs na mão de José, e o fez vestir de roupas de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço. (43) E o fez subir no segundo carro que tinha, e clamavam diante dele: Ajoelhai. Assim o pôs sobre toda a terra do Egito. (44) E disse Faraó a José: Eu sou Faraó; porém sem ti ninguém levantará a sua mão ou o seu pé em toda a terra do Egito. (45) E Faraó chamou a José de Zafenate-Panéia, e deu-lhe por mulher a Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om; e saiu José por toda a terra do Egito. (46) E José era da idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito. E saiu José da presença de Faraó e passou por toda a terra do Egito. (47) E nos sete anos de fartura a terra produziu abundantemente. (48) E ele ajuntou todo o mantimento dos sete anos, que houve na terra do Egito; e guardou o mantimento nas cidades, pondo nas mesmas o mantimento do campo que estava ao redor de cada cidade. (49) Assim ajuntou José muitíssimo trigo, como a areia do mar, até que cessou de contar; porquanto não havia numeração. (50) E nasceram a José dois filhos (antes que viesse um ano de fome), que lhe deu Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. (51) E chamou José ao primogênito Manassés, porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai. (52) E ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição. (53) Então acabaram-se os sete anos de fartura que havia na terra do Egito. (54) E começaram a vir os sete anos de fome, como José tinha dito; e havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão. (55) E tendo toda a terra do Egito fome, clamou o povo a Faraó por pão; e Faraó disse a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser, fazei. (56) Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José tudo em que havia mantimento, e vendeu aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito. (57) E de todas as terras vinham ao Egito, para comprar de José; porquanto a fome prevaleceu em todas as terras.

Gênesis 42

 (1) VENDO então Jacó que havia mantimento no Egito, disse a seus filhos: Por que estais olhando uns para os outros? (2) Disse mais: Eis que tenho ouvido que há mantimentos no Egito; descei para lá, e comprai-nos dali, para que vivamos e não morramos. (3) Então desceram os dez irmãos de José, para comprarem trigo no Egito. (4) A Benjamim, porém, irmão de José, não enviou Jacó com os seus irmãos, porque dizia: Para que lhe não suceda, porventura, algum desastre. (5) Assim, entre os que iam lá foram os filhos de Israel para comprar, porque havia fome na terra de Canaã. (6) José, pois, era o governador daquela terra; ele vendia a todo o povo da terra; e os irmãos de José chegaram e inclinaram-se a ele, com o rosto em terra. (7) E José, vendo os seus irmãos, conheceu-os; porém mostrou-se estranho para com eles, e falou-lhes asperamente, e disse-lhes: De onde vindes? E eles disseram: Da terra de Canaã, para comprarmos mantimento. (8) José, pois, conheceu os seus irmãos; mas eles não o conheceram. (9) Então José lembrou-se dos sonhos que havia tido deles e disse-lhes: Vós sois espias, e viestes para ver a nudez da terra. (10) E eles lhe disseram: Não, senhor meu; mas teus servos vieram comprar mantimento. (11) Todos nós somos filhos de um mesmo homem; somos homens de retidão; os teus servos não são espias. (12) E ele lhes disse: Não; antes viestes para ver a nudez da terra. (13) E eles disseram: Nós, teus servos, somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; e eis que o mais novo está com nosso pai hoje; mas um já não existe. (14) Então lhes disse José: Isso é o que vos tenho dito, sois espias; (15) Nisto sereis provados; pela vida de Faraó, não saireis daqui senão quando vosso irmão mais novo vier aqui. (16) Enviai um dentre vós, que traga vosso irmão, mas vós ficareis presos, e vossas palavras sejam provadas, se há verdade convosco; e se não, pela vida de Faraó, vós sois espias. (17) E pô-los juntos, em prisão, três dias. (18) E ao terceiro dia disse-lhes José: Fazei isso, e vivereis; porque eu temo a Deus. (19) Se sois homens de retidão, que fique um de vossos irmãos preso na casa de vossa prisão; e vós ide, levai mantimento para a fome de vossa casa, (20) E trazei-me o vosso irmão mais novo, e serão verificadas vossas palavras, e não morrereis. E eles assim fizeram. (21) Então disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpados acerca de nosso irmão, pois vimos a angústia da sua alma, quando nos rogava; nós porém não ouvimos, por isso vem sobre nós esta angústia. (22) E Rúben respondeu-lhes, dizendo: Não vo-lo dizia eu: Não pequeis contra o menino; mas não ouvistes; e vedes aqui, o seu sangue também é requerido. (23) E eles não sabiam que José os entendia, porque havia intérprete entre eles. (24) E retirou-se deles e chorou. Depois tornou a eles, e falou-lhes, e tomou a Simeão dentre eles, e amarrou-o perante os seus olhos. (25) E ordenou José, que enchessem os seus sacos de trigo, e que lhes restituíssem o seu dinheiro a cada um no seu saco, e lhes dessem comida para o caminho; e fizeram-lhes assim. (26) E carregaram o seu trigo sobre os seus jumentos e partiram dali. (27) E, abrindo um deles o seu saco, para dar pasto ao seu jumento na estalagem, viu o seu dinheiro; porque eis que estava na boca do seu saco. (28) E disse a seus irmãos: Devolveram o meu dinheiro, e ei-lo também aqui no saco. Então lhes desfaleceu o coração, e pasmavam, dizendo um ao outro: Que é isto que Deus nos tem feito? (29) E vieram para Jacó, seu pai, na terra de Canaã; e contaram-lhe tudo o que lhes aconteceu, dizendo: (30) O homem, o senhor da terra, falou conosco asperamente, e tratou-nos como espias da terra; (31) Mas dissemos-lhe: Somos homens de retidão; não somos espias; (32) Somos doze irmãos, filhos de nosso pai; um não mais existe, e o mais novo está hoje com nosso pai na terra de Canaã. (33) E aquele homem, o senhor da terra, nos disse: Nisto conhecerei que vós sois homens de retidão; deixai comigo um de vossos irmãos, e tomai para a fome de vossas casas, e parti, (34) E trazei-me vosso irmão mais novo; assim saberei que não sois espias, mas homens de retidão; então vos darei o vosso irmão e negociareis na terra. (35) E aconteceu que, despejando eles os seus sacos, eis que cada um tinha o pacote com seu dinheiro no seu saco; e viram os pacotes com seu dinheiro, eles e seu pai, e temeram. (36) Então Jacó, seu pai, disse-lhes: Tendes-me desfilhado; José já não existe e Simeão não está aqui; agora levareis a Benjamim. Todas estas coisas vieram sobre mim. (37) Mas Rúben falou a seu pai, dizendo: Mata os meus dois filhos, se eu não tornar a trazê-lo para ti; entrega-o em minha mão, e tornarei a trazê-lo. (38) Ele porém disse: Não descerá meu filho convosco; porquanto o seu irmão é morto, e só ele ficou. Se lhe suceder algum desastre no caminho por onde fordes, fareis descer minhas cãs com tristeza à sepultura.

DEVOCIONAL PARA HOJE 16/08/2014

VERSÍCULO:
   Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor. -- Romanos 14:8

PENSAMENTO:
   Uma das realizações incríveis que temos como cristãos é que nosso relacionamento com o Senhor é eterno. Ao buscá-lo, Ele está sempre conosco, e ninguém pode nos separar do amor dEle. Mesmo quando morremos, morremos para "estar com o Senhor". Quando dormimos na morte, ainda estamos "no Senhor". Quando Ele voltar em glória, iremos estar "com o Senhor para sempre". Tudo que temos na terra é temporário, exceto nosso amor pelo Senhor Jesus, nosso louvor de Deus através dEle, e nossos amigos com os quais compartilhamos esse amor e louvor!

ORAÇÃO:
   Todo Poderoso Deus, obrigado por ter se ligado ao nosso mundo através de Jesus e por ter me ligado ao Senhor através do senhorio dEle na minha vida. Anseio o dia no qual o Senhor que louvo hoje será reconhecido por todos os vivos e mortos como o Único Senhor Verdadeiro. Me comprometo a viver hoje para honrá-Lo, e seu, querido Pai, que por honrá-Lo, também honro ao Senhor. Te louvo e agradeço pelo presente do senhorio eterno de Jesus, no nome de Cristo meu Senhor. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0815.html

15 agosto 2014

A APRESENTAÇÃO DO EVANGELHO

Certa vez um pastor perguntou a um ator: “Não consigo entender uma coisa. Apresento as verdades bíblicas e obtenho poucos resultados. Você, com facilidade, desperta os mais profundos sentimentos na platéia, apresentando ficção e fantasias”. O ator explicou: “Recito ficções como se fossem verdades, enquanto você apresenta a verdade como se fosse ficção”.
(Pulpit Helps)

SETE CARACTERÍSTICAS DE UM VERDADEIRO CRISTÃO

1. Ele sabe que é renascido
   a. Ter certeza da salvação. Rm.8.31-39; Ef. 1:13; Jo. 10:28.
2. A nova vida se manifesta
   a. no testemunho. Mt. 7:16
   b. como ganhador de almas. Pv.11:30.
3. O renascido tem um espírito de oração.
   a. orai sem cessar. I Ts. 5:17-18.
   b. a oração faz parte na vida dos grandes homens de Deus:
      I. Moisés - Gn. 14:15
      II. Elias - I Rs. 17:1
      III. Davi - Sl. 51:1-19
      IV. Jesus - Jo. 17:1-26
4. O renascido tem fome da palavra de Deus.
   a. Eu sou o pão da vida - Jo. 6:48
5. O renascido está exposto a grandes tentações.
   a. aflições do mundo - Jo. 16:33
6. O renascido vence as tentações e pecados.
   a. as tentações serão vencidas. Jo. 16:33
   b. a bênção recebida. Tg. 1:12
7. O renascido espera com alegria e ansiedade a volta de Cristo a. Lc. 21:28
Pr. Ailton A. de Almeira

POR QUE O CRISTÃO DEVE TER ÂNIMO NAS DIFICULDADES

PORQUE tem um Pai no céu que o ama, que se preocupa com ele e que o tem abençoado com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo (João 16.27; Lucas 12.22-28; Efésios 1.3).
PORQUE tem um Sumo Sacerdote no céu que se identifica com ele, que o socorre e sustenta, e que o leva a desfrutar das coisas celestiais (Hebreus 2.17-18; 4.14-16; 8.1-6).
PORQUE tem um Pastor Maravilhoso que o guia, que cuida dele, e que o protegerá e susterá até quando o Senhor o chamar para o Lar Glorioso (Salmo 23; Hebreus 13.10-21).
PORQUE tem um Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo - o Justo, que intercede por ele e sempre é vencedor (1 João 1.8-10; 2.1).
PORQUE tem um Conselheiro Divino com quem pode se consultar a qualquer hora, e que lhe dará discernimento e o guiará no caminho certo (Isaías 9.6; Provérbios 3:5-6).
PORQUE tem um Consolador Residente (o Espírito Santo) que o faz compreender a Palavra, que lhe ensina a verdade espiritual, e que lhe transmite o que vem de Cristo (João 14.16-17; 16.13-14).
PORQUE tem um Trono de Graça para onde se dirigir a qualquer instante, e de onde recebe misericórdia e favor em tempos de necessidade (Hebreus 4.14-16; 1 João 5.14-15; Filipenses 4.6-7).
PORQUE tem a Bíblia Sagrada para estudar e pesquisar, a qual testifica dos sofrimentos de Cristo e da glória futura; e que também lhe dá poder e o transforma na imagem de Cristo (1 Pedro 1.6-11; 1 Tessalonicenses 2.13; 2 Pedro 1.4-8).
PORQUE tem anjos que o servem, em obediência às ordens do Pai Celeste, pois que é herdeiro da salvação (Hebreus 1.14; Salmo 103.17-21).
PORQUE é herdeiro de uma herança incorruptível, sem mácula, que não se desvanece, reservada no céu, e guardada pelo poder de Deus até que dela se apodere (1 Pedro 1.3-5).
PORQUE tem em mente os interesses do Senhor e o trabalho para o qual foi chamado a realizar até que Cristo retorne (Efésios 6.18-20; 1 Coríntios 11.23-26; 1 Timóteo 2.1-6).
PORQUE tem diante de si a Bendita Esperança do retorno iminente de Cristo — que virá buscar seus escolhidos — para o confortar em tempos difíceis (Tito 2.13; 1 João 3.2; 1 Tessalonicenses 4.13-18; 5.9-11).
EM CRISTO TEMOS:
Amor que nunca desvanece.
Vida que nunca morre.
União que nunca se desfaz.
Justiça que nunca é manchada.
Paz incompreensível.
Alegria que nunca diminui.
Esperança que nunca nos desilude.
Glória que nunca é encoberta.
Pureza que nunca é manchada
Beleza que nunca é arruinada.
Sabedoria que nunca se confunde.
Recursos inesgotáveis.
Amigão do Pastor VOL. 10 - Nº 10 OUT/00
(Fundamental Evangelistic Association.)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 1, dia 13)

Gênesis 37-39

Gênesis 37

 (1) E JACÓ habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã. (2) Estas são as gerações de Jacó. Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia más notícias deles a seu pai. (3) E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores. (4) Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente. (5) Teve José um sonho, que contou a seus irmãos; por isso o odiaram ainda mais. (6) E disse-lhes: Ouvi, peço-vos, este sonho, que tenho sonhado: (7) Eis que estávamos atando molhos no meio do campo, e eis que o meu molho se levantava, e também ficava em pé, e eis que os vossos molhos o rodeavam, e se inclinavam ao meu molho. (8) Então lhe disseram seus irmãos: Tu, pois, deveras reinarás sobre nós? Tu deveras terás domínio sobre nós? Por isso ainda mais o odiavam por seus sonhos e por suas palavras. (9) E teve José outro sonho, e o contou a seus irmãos, e disse: Eis que tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim. (10) E contando-o a seu pai e a seus irmãos, repreendeu-o seu pai, e disse-lhe: Que sonho é este que tiveste? Porventura viremos, eu e tua mãe, e teus irmãos, a inclinar-nos perante ti em terra? (11) Seus irmãos, pois, o invejavam; seu pai porém guardava este negócio no seu coração. (12) E seus irmãos foram apascentar o rebanho de seu pai, junto de Siquém. (13) Disse, pois, Israel a José: Não apascentam os teus irmãos junto de Siquém? Vem, e enviar-te-ei a eles. E ele respondeu: Eis-me aqui. (14) E ele lhe disse: Ora vai, vê como estão teus irmãos, e como está o rebanho, e traze-me resposta. Assim o enviou do vale de Hebrom, e foi a Siquém. (15) E achou-o um homem, porque eis que andava errante pelo campo, e perguntou-lhe o homem, dizendo: Que procuras? (16) E ele disse: Procuro meus irmãos; dize-me, peço-te, onde eles apascentam. (17) E disse aquele homem: Foram-se daqui; porque ouvi-os dizer: Vamos a Dotã. José, pois, seguiu atrás de seus irmãos, e achou-os em Dotã. (18) E viram-no de longe e, antes que chegasse a eles, conspiraram contra ele para o matarem. (19) E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador-mor! (20) Vinde, pois, agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos. (21) E ouvindo-o Rúben, livrou-o das suas mãos, e disse: Não lhe tiremos a vida. (22) Também lhes disse Rúben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cova, que está no deserto, e não lanceis mãos nele; isto disse para livrá-lo das mãos deles e para torná-lo a seu pai. (23) E aconteceu que, chegando José a seus irmãos, tiraram de José a sua túnica, a túnica de várias cores, que trazia. (24) E tomaram-no, e lançaram-no na cova; porém a cova estava vazia, não havia água nela. (25) Depois assentaram-se a comer pão; e levantaram os seus olhos, e olharam, e eis que uma companhia de ismaelitas vinha de Gileade; e seus camelos traziam especiarias e bálsamo e mirra, e iam levá-los ao Egito. (26) Então Judá disse aos seus irmãos: Que proveito haverá que matemos a nosso irmão e escondamos o seu sangue? (27) Vinde e vendamo-lo a estes ismaelitas, e não seja nossa mão sobre ele; porque ele é nosso irmão, nossa carne. E seus irmãos obedeceram. (28) Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito. (29) Voltando, pois, Rúben à cova, eis que José não estava na cova; então rasgou as suas vestes. (30) E voltou a seus irmãos e disse: O menino não está; e eu aonde irei? (31) Então tomaram a túnica de José, e mataram um cabrito, e tingiram a túnica no sangue. (32) E enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai, e disseram: Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho. (33) E conheceu-a, e disse: É a túnica de meu filho; uma fera o comeu; certamente José foi despedaçado. (34) Então Jacó rasgou as suas vestes, pôs saco sobre os seus lombos e lamentou a seu filho muitos dias. (35) E levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; recusou porém ser consolado, e disse: Porquanto com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai. (36) E os midianitas venderam-no no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda.

Gênesis 38

 (1) E ACONTECEU no mesmo tempo que Judá desceu de entre seus irmãos e entrou na casa de um homem de Adulão, cujo nome era Hira, (2) E viu Judá ali a filha de um homem cananeu, cujo nome era Sua; e tomou-a por mulher, e a possuiu. (3) E ela concebeu e deu à luz um filho, e chamou-lhe Er. (4) E tornou a conceber e deu à luz um filho, e chamou-lhe Onã. (5) E continuou ainda e deu à luz um filho, e chamou-lhe Selá; e Judá estava em Quezibe, quando ela o deu à luz. (6) Judá, pois, tomou uma mulher para Er, o seu primogênito, e o seu nome era Tamar. (7) Er, porém, o primogênito de Judá, era mau aos olhos do SENHOR, por isso o SENHOR o matou. (8) Então disse Judá a Onã: Toma a mulher do teu irmão, e casa-te com ela, e suscita descendência a teu irmão. (9) Onã, porém, soube que esta descendência não havia de ser para ele; e aconteceu que, quando possuía a mulher de seu irmão, derramava o sêmen na terra, para não dar descendência a seu irmão. (10) E o que fazia era mau aos olhos do SENHOR, pelo que também o matou. (11) Então disse Judá a Tamar sua nora: Fica-te viúva na casa de teu pai, até que Selá, meu filho, seja grande. Porquanto disse: Para que porventura não morra também este, como seus irmãos. Assim se foi Tamar e ficou na casa de seu pai. (12) Passando-se pois muitos dias, morreu a filha de Sua, mulher de Judá; e depois de consolado Judá subiu aos tosquiadores das suas ovelhas em Timna, ele e Hira, seu amigo, o adulamita. (13) E deram aviso a Tamar, dizendo: Eis que o teu sogro sobe a Timna, a tosquiar as suas ovelhas. (14) Então ela tirou de sobre si os vestidos da sua viuvez e cobriu-se com o véu, e envolveu-se, e assentou-se à entrada das duas fontes que estão no caminho de Timna, porque via que Selá já era grande, e ela não lhe fora dada por mulher. (15) E vendo-a Judá, teve-a por uma prostituta, porque ela tinha coberto o seu rosto. (16) E dirigiu-se a ela no caminho, e disse: Vem, peço-te, deixa-me possuir-te. Porquanto não sabia que era sua nora. E ela disse: Que darás, para que possuas a mim? (17) E ele disse: Eu te enviarei um cabrito do rebanho. E ela disse: Dar-me-ás penhor até que o envies? (18) Então ele disse: Que penhor é que te darei? E ela disse: O teu selo, e o teu cordão, e o cajado que está em tua mão. O que ele lhe deu, e possuiu-a, e ela concebeu dele. (19) E ela se levantou, e se foi e tirou de sobre si o seu véu, e vestiu os vestidos da sua viuvez. (20) E Judá enviou o cabrito por mão do seu amigo, o adulamita, para tomar o penhor da mão da mulher; porém não a achou. (21) E perguntou aos homens daquele lugar, dizendo: Onde está a prostituta que estava no caminho junto às duas fontes? E disseram: Aqui não esteve prostituta alguma. (22) E tornou-se a Judá e disse: Não a achei; e também disseram os homens daquele lugar: Aqui não esteve prostituta. (23) Então disse Judá: Deixa-a ficar com o penhor, para que porventura não caiamos em desprezo; eis que tenho enviado este cabrito; mas tu não a achaste. (24) E aconteceu que, quase três meses depois, deram aviso a Judá, dizendo: Tamar, tua nora, adulterou, e eis que está grávida do adultério. Então disse Judá: Tirai-a fora para que seja queimada. (25) E tirando-a fora, ela mandou dizer a seu sogro: Do homem de quem são estas coisas eu concebi. E ela disse mais: Conhece, peço-te, de quem é este selo, e este cordão, e este cajado. (26) E conheceu-os Judá e disse: Mais justa é ela do que eu, porquanto não a tenho dado a Selá meu filho. E nunca mais a conheceu. (27) E aconteceu ao tempo de dar à luz que havia gêmeos em seu ventre; (28) E sucedeu que, dando ela à luz, que um pôs fora a mão, e a parteira tomou-a, e atou em sua mão um fio encarnado, dizendo: Este saiu primeiro. (29) Mas aconteceu que, tornando ele a recolher a sua mão, eis que saiu o seu irmão, e ela disse: Como tu tens rompido, sobre ti é a rotura. E chamaram-lhe Perez. (30) E depois saiu o seu irmão, em cuja mão estava o fio encarnado; e chamaram-lhe Zerá.

Gênesis 39

 (1) E JOSÉ foi levado ao Egito, e Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda, homem egípcio, comprou-o da mão dos ismaelitas que o tinham levado lá. (2) E o SENHOR estava com José, e foi homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio. (3) Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele, e tudo o que fazia o SENHOR prosperava em sua mão, (4) José achou graça em seus olhos, e servia-o; e ele o pôs sobre a sua casa, e entregou na sua mão tudo o que tinha. (5) E aconteceu que, desde que o pusera sobre a sua casa e sobre tudo o que tinha, o SENHOR abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do SENHOR foi sobre tudo o que tinha, na casa e no campo. (6) E deixou tudo o que tinha na mão de José, de maneira que nada sabia do que estava com ele, a não ser do pão que comia. E José era formoso de porte, e de semblante. (7) E aconteceu depois destas coisas que a mulher do seu senhor pôs os seus olhos em José, e disse: Deita-te comigo. (8) Porém ele recusou, e disse à mulher do seu senhor: Eis que o meu senhor não sabe do que há em casa comigo, e entregou em minha mão tudo o que tem; (9) Ninguém há maior do que eu nesta casa, e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porquanto tu és sua mulher; como pois faria eu tamanha maldade, e pecaria contra Deus? (10) E aconteceu que, falando ela cada dia a José, e não lhe dando ele ouvidos, para deitar-se com ela, e estar com ela, (11) Sucedeu num certo dia que ele veio à casa para fazer seu serviço; e nenhum dos da casa estava ali; (12) E ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora. (13) E aconteceu que, vendo ela que deixara a sua roupa em sua mão, e fugira para fora, (14) Chamou aos homens de sua casa, e falou-lhes, dizendo: Vede, meu marido trouxe-nos um homem hebreu para escarnecer de nós; veio a mim para deitar-se comigo, e eu gritei com grande voz; (15) E aconteceu que, ouvindo ele que eu levantava a minha voz e gritava, deixou a sua roupa comigo, e fugiu, e saiu para fora. (16) E ela pôs a sua roupa perto de si, até que o seu senhor voltou à sua casa. (17) Então falou-lhe conforme as mesmas palavras, dizendo: Veio a mim o servo hebreu, que nos trouxeste, para escarnecer de mim; (18) E aconteceu que, levantando eu a minha voz e gritando, ele deixou a sua roupa comigo, e fugiu para fora. (19) E aconteceu que, ouvindo o seu senhor as palavras de sua mulher, que lhe falava, dizendo: Conforme a estas mesmas palavras me fez teu servo, a sua ira se acendeu. (20) E o senhor de José o tomou, e o entregou na casa do cárcere, no lugar onde os presos do rei estavam encarcerados; assim esteve ali na casa do cárcere. (21) O SENHOR, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. (22) E o carcereiro-mor entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere, e ele ordenava tudo o que se fazia ali. (23) E o carcereiro-mor não teve cuidado de nenhuma coisa que estava na mão dele, porquanto o SENHOR estava com ele, e tudo o que fazia o SENHOR prosperava.

DEVOCIONAL PARA HOJE 15/08/2014

VERSÍCULO:
   Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. -- Efésios 2:10

PENSAMENTO:
   O salmista nos lembra que somos feitos maravilhosamente, e que Deus tem planos para nós enquanto estamos aqui na terra. Mostramos a habilidade e criatividade dele quando vivemos para Ele e não como o resto do mundo.

ORAÇÃO:
   Mestre, ensine-me a reconhecer as oportunidades que o Senhor coloca no meu caminho e a Sua vontade sobre elas. Quero viver para o Senhor sem hesitação. Peço que o Senhor me dê coragem para não ser tímido ao compartilhar a miha fé. Peço que o Senhor me dê paciência para esperar as pessoas aceitarem o evangelho. Peço por proteção para aqueles que estão considerando tornar-se cristãos. Peço que o Seu Reino seja realizado na minha vida. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0813.html

14 agosto 2014

A ÚLTIMA ORAÇÃO

Senhor, lembre-te de mim quando entrares no teu reino” (Lucas 23.42).
Nicolau Copérnico foi um famoso astrônomo nascido na Polônia em 19 de fevereiro de 1473. Esse matemático mudou, com suas realizações, os conceitos sobre o universo.Copérnico foi também um escritor famoso. Embora sua educação científica e astronômica fossem de alto nível, ele era algo mais — era filho de Deus e aprendera a conhecer e a confiar no Senhor Jesus como seu Salvador. Quando estava gravemente enfermo com a doença que lhe tiraria a vida, seu livro “On Resolutions of the Celestial Bodies” (Determinações sobre os Corpos Celestiais), acabado de ser publicado, foi entregue em suas mãos.
No leito de morte, não pensou em si como um astrônomo ou cientista, mas tão somente como um pecador necessitando ser perdoado pelo Salvador. Copérnico pediu que o seguinte epitáfio fosse escrito em seu túmulo:
Senhor, não peço a mesma bondade que mostraste a Pedro. Não me atrevo a pedir a mesma graça que garantiste a Paulo; mas, Senhor, peço-te que me concedas a mesma misericórdia que concedeste ao ladrão moribundo. Esta é minha fervente oração”.
(Pulpit Helps)

“A gentileza tem levado mais pessoas a Cristo do que o zelo, a eloqüência ou o ensino.”
(Pulpit Helps)

F—FOI IS—SO QUE DE—DEUS ME M—MANDOU FA—FAZER

O ferreiro retirou a pesada barra e destrancou a porta da frente da loja. Um homem o esperava. A calça estava molhada nos joelhos e os sapatos estavam encharcados. Ele havia atravessado quase três quilômetros de pastos cobertos de orvalho. O ferreiro o cumprimentou: “Bom dia, Sam! Você acordou cedo”.
Uma interrupção peculiar no jeito de falar travou o queixo de Sam, e ele apenas concordou com a cabeça. Finalmente, em desespero, ele soltou a língua e falou: “Eu vi-vim a-aqui pa-para o-o-orar com você. De-Deus pô-pôs is-so no meu coracoração. Estou pensando em você de-desde as qua-quatro horas d-da ma-manhã”.
Embora fosse um incrédulo, o ferreiro respeitava esse cristão afligido por uma condição física, mas íntegro. “Tudo bem, Sam. Vamos lá em casa”.
Sam respondeu: “ Não. Sua es-es-esposa não está en-envol-volvida nisso. É só vo-você”.
Antes que o ferreiro pudesse protestar, Sam se ajoelhou e levantou o rosto e as mãos em atitude de fervente adoração. Foi aí que Deus tirou a trave do queixo de Sam e a confusão de sua língua. Pelo tempo que seu fardo exigia, em petição urgente, persistente e feita em voz clara, Sam levou ao trono de graça a situação do ferreiro. Ao dizer “Amém”, ele se levantou, agarrou a mão do ferreiro e explicou: “F-foi is-isso que De-Deus me man-mandou f-fazer”. E partiu para a caminhada de volta, através dos três quilômetros de pastos ainda molhados. Suas vacas precisavam ser ordenhadas, e o leite ser levado para o laticínio. No entanto, para Sam o trabalho de Deus vinha em primeiro lugar.
O ferreiro ficou alguns minutos olhando Sam ir embora. De certa maneira, ele não estava pronto para iniciar mais um dia de trabalho. Assim, fechou a porta, colocou a tranca e voltou para casa. “Sadie”, gritou ao chegar, “desça até aqui! Sam, o gago, já veio me ver hoje. Atravessou três quilômetros de pastos. Está acordado desde as quatro da madrugada; e por minha causa. Já é hora de tomarmos uma decisão”. A esposa desceu as escadas.
O ferreiro, todo emocionado, fez duas coisas de uma vez: construiu um banco de oração e um lugar para a família adorar a Deus. Não houve nenhum avivamento, nenhuma reunião num monte das redondezas, nenhum evangelista conhecido. Mas lá do outro lado, há quase cinco quilômetros de campos molhados de orvalho, morava um lavrador afligido pela gagueira — um homem que andava com Deus e vivia no Espírito; um homem gentil, porém de convicções firmes ; um homem que preferia muito mais ver um pecador salvo do que chegar cedo ao laticínio, ou ir logo de manhã arar a terra.
(Extraído de Gems of Truth (Pérolas da Verdade) Sword of the Lord)

SINAIS PERIGOSOS DA APOSTASIA

O velho ditado avisa: “É melhor prevenir do que remediar”. Algumas doenças são mais fáceis de serem prevenidas do que tratadas. O mesmo é verdade em relação à infidelidade. É quase sempre mais fácil prevenir que alguém caia em apostasia do que restaurar sua fidelidade. Quanto mais cedo os problemas espirituais forem detectados mais fácil será o tratamento e a prevenção da apostasia. Com este princípio em mente, consideremos os sinais de apostasia apresentados abaixo:

  • Falta de apetite da Palavra de Deus. Quando o cristão deixa de ter fome e sede da Bíblia, o resultado pode, e vai ser, malnutrição espiritual grave.
  • Negligência com a oração. A oração, como o exercício físico, requer uma dieta alimentar assinalada pela disciplina e determinação.
  • Ausência aos cultos. Participar do culto em grupo cria um relacionamento de fraternidade e encoraja o amor ao próximo.
  • Falta de envolvimento com as atividades da igreja local. Nossa fidelidade cristã e nosso envolvimento nas atividades da igreja estão diretamente ligados um ao outro.
  • Espírito crítico. O julgamento hostil causa danos tanto ao indivíduo quanto à igreja a qual ele pertence.
  • Falta de respeito à verdade. Quem é liberal em matéria de fé, ou conservador de extrema direita em questões de opinião, perde o saudável respeito pela verdade.
  • Falta de preocupação com os outros. A pessoa fria, insensível e que não tem amor genuíno para com o próximo, deve começar a se preocupar, pois está prestes a cair em apostasia.

Se algum destes sintomas persistir em sua vida, procure o melhor dos Médicos, e volte ao caminho da saúde espiritual.
(John Tracy - Bulletin - Pulpit Helps)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 1, dia 12)

Gênesis 34-36

Gênesis 34

 (1) E SAIU Diná, filha de Lia, que esta dera a Jacó, para ver as filhas da terra. (2) E Siquém, filho de Hamor, heveu, príncipe daquela terra, viu-a, e tomou-a, e deitou-se com ela, e humilhou-a. (3) E apegou-se a sua alma com Diná, filha de Jacó, e amou a moça e falou afetuosamente à moça. (4) Falou também Siquém a Hamor, seu pai, dizendo: Toma-me esta moça por mulher. (5) Quando Jacó ouviu que Diná, sua filha, fora violada, estavam os seus filhos no campo com o gado; e calou-se Jacó até que viessem. (6) E saiu Hamor, pai de Siquém, a Jacó, para falar com ele. (7) E vieram os filhos de Jacó do campo, ouvindo isso, e entristeceram-se os homens, e iraram-se muito, porquanto Siquém cometera uma insensatez em Israel, deitando-se com a filha de Jacó; o que não se devia fazer assim. (8) Então falou Hamor com eles, dizendo: A alma de Siquém, meu filho, está enamorada da vossa filha; dai-lha, peço-vos, por mulher; (9) E aparentai-vos conosco, dai-nos as vossas filhas, e tomai as nossas filhas para vós; (10) E habitareis conosco; e a terra estará diante de vós; habitai e negociai nela, e tomai possessão nela. (11) E disse Siquém ao pai dela, e aos irmãos dela: Ache eu graça em vossos olhos, e darei o que me disserdes; (12) Aumentai muito sobre mim o dote e a dádiva e darei o que me disserdes; dai-me somente a moça por mulher. (13) Então responderam os filhos de Jacó a Siquém e a Hamor, seu pai, enganosamente, e falaram, porquanto havia violado a Diná, sua irmã. (14) E disseram-lhe: Não podemos fazer isso, dar a nossa irmã a um homem não circuncidado; porque isso seria uma vergonha para nós; (15) Nisso, porém, consentiremos a vós: se fordes como nós; que se circuncide todo o homem entre vós; (16) Então dar-vos-emos as nossas filhas, e tomaremos nós as vossas filhas, e habitaremos convosco, e seremos um povo; (17) Mas se não nos ouvirdes, e não vos circuncidardes, tomaremos a nossa filha e ir-nos-emos. (18) E suas palavras foram boas aos olhos de Hamor, e aos olhos de Siquém, filho de Hamor. (19) E não tardou o jovem em fazer isto; porque a filha de Jacó lhe contentava; e ele era o mais honrado de toda a casa de seu pai. (20) Veio, pois, Hamor e Siquém, seu filho, à porta da sua cidade, e falaram aos homens da sua cidade, dizendo: (21) Estes homens são pacíficos conosco; portanto habitarão nesta terra, e negociarão nela; eis que a terra é larga de espaço para eles; tomaremos nós as suas filhas por mulheres, e lhes daremos as nossas filhas. (22) Nisto, porém, consentirão aqueles homens, em habitar conosco, para que sejamos um povo, se todo o homem entre nós se circuncidar, como eles são circuncidados. (23) E seu gado, as suas possessões, e todos os seus animais não serão nossos? Consintamos somente com eles e habitarão conosco. (24) E deram ouvidos a Hamor e a Siquém, seu filho, todos os que saíam da porta da cidade; e foi circuncidado todo o homem, de todos os que saíam pela porta da sua cidade. (25) E aconteceu que, ao terceiro dia, quando estavam com a mais violenta dor, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram cada um a sua espada, e entraram afoitamente na cidade, e mataram todos os homens. (26) Mataram também ao fio da espada a Hamor, e a seu filho Siquém; e tomaram a Diná da casa de Siquém, e saíram. (27) Vieram os filhos de Jacó aos mortos e saquearam a cidade; porquanto violaram a sua irmã. (28) As suas ovelhas, e as suas vacas, e os seus jumentos, e o que havia na cidade e no campo, tomaram. (29) E todos os seus bens, e todos os seus meninos, e as suas mulheres, levaram presos, e saquearam tudo o que havia em casa. (30) Então disse Jacó a Simeão e a Levi: Tendes-me turbado, fazendo-me cheirar mal entre os moradores desta terra, entre os cananeus e perizeus; tendo eu pouco povo em número, eles ajuntar-se-ão, e serei destruído, eu e minha casa. (31) E eles disseram: Devia ele tratar a nossa irmã como a uma prostituta?

Gênesis 35

 (1) DEPOIS disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu, quando fugiste da face de Esaú teu irmão. (2) Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes. (3) E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. (4) Então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos, e as arrecadas que estavam em suas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém. (5) E partiram; e o terror de Deus foi sobre as cidades que estavam ao redor deles, e não seguiram após os filhos de Jacó. (6) Assim chegou Jacó a Luz, que está na terra de Canaã (esta é Betel), ele e todo o povo que com ele havia. (7) E edificou ali um altar, e chamou aquele lugar El-Betel; porquanto Deus ali se lhe tinha manifestado, quando fugia da face de seu irmão. (8) E morreu Débora, a ama de Rebeca, e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho cujo nome chamou Alom-Bacute. (9) E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou-o. (10) E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. E chamou-lhe Israel. (11) Disse-lhe mais Deus: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos; (12) E te darei a ti a terra que tenho dado a Abraão e a Isaque, e à tua descendência depois de ti darei a terra. (13) E Deus subiu dele, do lugar onde falara com ele. (14) E Jacó pôs uma coluna no lugar onde falara com ele, uma coluna de pedra; e derramou sobre ela uma libação, e deitou sobre ela azeite. (15) E chamou Jacó aquele lugar, onde Deus falara com ele, Betel. (16) E partiram de Betel; e havia ainda um pequeno espaço de terra para chegar a Efrata, e deu à luz Raquel, e ela teve trabalho em seu parto. (17) E aconteceu que, tendo ela trabalho em seu parto, lhe disse a parteira: Não temas, porque também este filho terás. (18) E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), chamou-lhe Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim. (19) Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém. (20) E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje. (21) Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Eder. (22) E aconteceu que, habitando Israel naquela terra, foi Rúben e deitou-se com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. E eram doze os filhos de Jacó. (23) Os filhos de Lia: Rúben, o primogênito de Jacó, depois Simeão e Levi, e Judá, e Issacar e Zebulom; (24) Os filhos de Raquel: José e Benjamim; (25) E os filhos de Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali; (26) E os filhos de Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser. Estes são os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã. (27) E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque. (28) E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos. (29) E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.

Gênesis 36

 (1) E ESTAS são as gerações de Esaú (que é Edom). (2) Esaú tomou suas mulheres das filhas de Canaã; a Ada, filha de Elom, heteu, e a Aolibama, filha de Aná, filho de Zibeão, heveu. (3) E a Basemate, filha de Ismael, irmã de Nebaiote. (4) E Ada teve de Esaú a Elifaz; e Basemate teve a Reuel; (5) E Aolibama deu à luz a Jeús, Jalão e Coré; estes são os filhos de Esaú, que lhe nasceram na terra de Canaã. (6) E Esaú tomou suas mulheres, e seus filhos, e suas filhas, e todas as almas de sua casa, e seu gado, e todos os seus animais, e todos os seus bens, que havia adquirido na terra de Canaã; e foi para outra terra apartando-se de Jacó, seu irmão; (7) Porque os bens deles eram muitos para habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado. (8) Portanto Esaú habitou na montanha de Seir; Esaú é Edom. (9) Estas, pois, são as gerações de Esaú, pai dos edomeus, na montanha de Seir. (10) Estes são os nomes dos filhos de Esaú: Elifaz, filho de Ada, mulher de Esaú; Reuel, filho de Basemate, mulher de Esaú. (11) E os filhos de Elifaz foram: Temã, Omar, Zefô, Gaetã e Quenaz. (12) E Timna era concubina de Elifaz, filho de Esaú, e teve de Elifaz a Amaleque. Estes são os filhos de Ada, mulher de Esaú. (13) E estes foram os filhos de Reuel: Naate, Zerá, Samá e Mizá; estes foram os filhos de Basemate, mulher de Esaú. (14) E estes foram os filhos de Aolibama, mulher de Esaú, filha de Aná, filho de Zibeão; ela teve de Esaú: Jeús, Jalão e Coré. (15) Estes são os príncipes dos filhos de Esaú: os filhos de Elifaz, o primogênito de Esaú, o príncipe Temã, o príncipe Omar, o príncipe Zefô, o príncipe Quenaz. (16) O príncipe Coré, o príncipe Gaetã, o príncipe Amaleque; estes são os príncipes de Elifaz na terra de Edom; estes são os filhos de Ada. (17) E estes são os filhos de Reuel, filhos de Esaú: o príncipe Naate, o príncipe Zerá, o príncipe Samá, o príncipe Mizá; estes são os príncipes de Reuel, na terra de Edom; estes são os filhos de Basemate, mulher de Esaú. (18) E estes são os filhos de Aolibama, mulher de Esaú: o príncipe Jeús, o príncipe Jalão, o príncipe Coré; estes são os príncipes de Aolibama, filha de Aná, mulher de Esaú. (19) Estes são os filhos de Esaú, e estes são seus príncipes: Ele é Edom. (20) Estes são os filhos de Seir, horeu, moradores daquela terra: Lotã, Sobal, Zibeão e Aná, (21) Disom, Eser e Disã; estes são os príncipes dos horeus, filhos de Seir, na terra de Edom. (22) E os filhos de Lotã foram Hori e Homã; e a irmã de Lotã era Timna. (23) Estes são os filhos de Sobal: Alvã, Manaate, Ebal, Sefô e Onã. (24) E estes são os filhos de Zibeão: Aiá e Aná; este é o Aná que achou as fontes termais no deserto, quando apascentava os jumentos de Zibeão, seu pai. (25) E estes são os filhos de Aná: Disom e Aolibama, a filha de Aná. (26) E estes são os filhos de Disã: Hendã, Esbã, Itrã e Querã. (27) Estes são os filhos de Eser: Bilã, Zaavã e Acã. (28) Estes são os filhos de Disã: Uz e Arã. (29) Estes são os príncipes dos horeus: o príncipe Lotã, o príncipe Sobal, o príncipe Zibeão, o príncipe Aná. (30) O príncipe Disom, o príncipe Eser, o príncipe Disã: estes são os príncipes dos horeus segundo os seus principados na terra de Seir. (31) E estes são os reis que reinaram na terra de Edom, antes que reinasse rei algum sobre os filhos de Israel. (32) Reinou, pois, em Edom Bela, filho de Beor, e o nome da sua cidade foi Dinabá. (33) E morreu Bela; e Jobabe, filho de Zerá, de Bozra, reinou em seu lugar. (34) E morreu Jobabe; e Husão, da terra dos temanitas, reinou em seu lugar. (35) E morreu Husão, e em seu lugar reinou Hadade, filho de Bedade, o que feriu a Midiã, no campo de Moabe; e o nome da sua cidade foi Avite. (36) E morreu Hadade; e Samlá de Masreca reinou em seu lugar. (37) E morreu Samlá; e Saul de Reobote, junto ao rio, reinou em seu lugar. (38) E morreu Saul; e Baal-Hanã, filho de Acbor, reinou em seu lugar. (39) E morreu Baal-Hanã, filho de Acbor; e Hadar reinou em seu lugar, e o nome de sua cidade foi Pau; e o nome de sua mulher foi Meetabel, filha de Matrede, filha de Me-Zaabe. (40) E estes são os nomes dos príncipes de Esaú, segundo as suas gerações, segundo os seus lugares, com os seus nomes: o príncipe Timna, o príncipe Alva, o príncipe Jetete, (41) O príncipe Aolibama, o príncipe Ela, o príncipe Pinom, (42) O príncipe Quenaz, o príncipe Temã, o príncipe Mibzar, (43) O príncipe Magdiel, o príncipe Irã: estes são os príncipes de Edom, segundo as suas habitações, na terra da sua possessão. Este é Esaú, pai de Edom.

DEVOCIONAL PARA HOJE 14/08/2014

VERSÍCULO:
   Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus... "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." -- Apocalipse 3:14 e 20

PENSAMENTO:
   Sempre achei interessante ver este versículo ser usado para chamar outros à conversão quando, na verdade, ele foi escrito claramente aos cristãos mornos que precisavam renovar seu relacionamento com o Senhor. Como crentes, precisamos convidar o Senhor Jesus para entrar nos nossos corações, nossos lares e nossas vidas. Não que não esteja lá, mas Ele espera o nosso convite — ele não entra sem convite. Ele habita apenas nos corações que O convidam a entrar!

ORAÇÃO:
   Santo Senhor e Salvador, sei que o Senhor anseia estar presente comigo. Sei que o Senhor está sempre perto com cada respiração que dou. Mas, confesso que muitas vezes sou inconsciente, e até ignorante da sua presença. Peço que o Senhor hoje entre no meu coração e encha a minha vida com a Sua presença, conforto e poder. Quero viver a minha vida para o Senhor e com o Senhor. Santo e Todo Poderoso Deus, obrigado por ter enviado Jesus como meu Senhor e Salvador. No nome dele ofereço minha gratidão e louvor. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0814.html

11 agosto 2014

A DÁDIVA DA GARGALHADA

Conta-se que o Dr. Theodore Cuyler e Spurgeon estavam no campo, aproveitando o sol e as belezas da natureza. O Dr. Cuyler contou uma história e Spurgeon quase morreu de tanto rir. De repente Spurgeon disse: “Theodore, vamos nos ajoelhar e agradecer a Deus pela gargalhada”. Os dois pastores felizes se ajoelharam no campo e agradeceram a Deus por sua grande dádiva da gargalhada.
(Pulpit Helps)

CONFIANÇA

Um piloto estava com dificuldades para pousar seu avião, por causa da neblina. O controle aéreo dicidiu orientá-lo pelo radar.
Quando começou a receber as orientações, de repente o piloto se lembrou de que havia um poste muito alto na pista de pouso e, em pânico, apelou para a torre de controle. A resposta foi curta e grossa: “Obedeça às instruções; nós cuidaremos das obstruções”. Quantos cristãos relutam em obedecer à Palavra de Deus por causa de problemas e dificuldades! Se tão somente obedecermos, Ele é capaz de lidar com os problemas e as dificuldades.
(The Sword of the Lord)