Faça-nos uma Visita

Faça-nos uma Visita

Como Chegar?

25 fevereiro 2014

DEVOCIONAL PARA HOJE 25/02/2014

VERSÍCULO:
   Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. -- Mateus 22:37-39

PENSAMENTO:
   Algumas coisas não são muito complicadas.  Viver para Jesus pode ser simplificado em dois princípios:  amar a Deus com tudo que sou e tenho e amar a outros e tratá-los como gostaria de ser tratado. Não é difícil entender.  É o cumprir que é o desafio!

ORAÇÃO:
   Ó Vivo e Verdadeiro Deus.  Por favor, aceite o trabalho das minhas mãos, as palavras da minha boca, os momentos do meu descanso e o amor do meu coração ao prestar louvores a  Ti hoje.  Peço que estas coisas sejam agradáveis e refrescantes para o Senhor. No nome do seu filho, meu Senhor Jesus, eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0225.html

24 fevereiro 2014

Situação é ideal para Orar

“Se o mar vermelho está à sua frente, as montanhas à sua esquerda, o deserto à direita e os egípcios vem galopando atrás, comece a orar a Deus, pois a situação é ideal … para um milagre.”
(Peter Allard)

TRÊS QUEDAS

Demas, através do mundo - II Tm. 4:10
Davi, através da carne - II Sm. 11:2-4
Pedro, através do diabo - Mt. 16:22-23

TRÊS VISÕES

Visão para trás para o Salvador morto - Is. 45:22
Visão para cima para o Salvador vivo - Hb. 12:4
Visão para a frente para o Salvador que está voltando - Tt. 2:13

PARADOXO

Um jovem gerente de banco estava sendo promovido a vice-presidente, uma posição de grande responsabilidade e pela qual ele se sentia mal preparado. Aproximando-se do veterano presidente do banco, ele perguntou: “Mas Senhor, qual é o segredo do sucesso em meu novo cargo?” O presidente replicou, “Decisões certas”. “E qual é, Senhor, o segredo de se tomar decisões certas?” O presidente rapidamente resondeu: “Experiência”. “E qual é, Senhor, o segredo para ganhar experiência?” O presidente sorriu e do alto de sua vasta experiência respondeu: “Decisões erradas”.
Daily Walk 7-81

GRAÇA É UM PRESENTE

Quando um homem trabalha 8 horas por dia e recebe por seu serviço um pagamento, isto é salário.
Quando ele compete com um adversário e recebe um troféu por seu melhor desempenho, isto é o prêmio.
Quando ele recebe algo em reconhecimento por seus serviços meritórios, isto é uma recompensa. 
Mas quando o homem não tem direito ao salário, não pode ganhar um prêmio, nem merece uma recompensa - mesmo assim recebe um presente - isto é um favor imerecido. Isto é graça.
Rockford (III) Boletim

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 24)

Marcos 4-6

Marcos 4

 (1) E OUTRA vez começou a ensinar junto do mar, e ajuntou-se a ele grande multidão, de sorte que ele entrou e assentou-se num barco, sobre o mar; e toda a multidão estava em terra junto do mar. (2) E ensinava-lhes muitas coisas por parábolas, e lhes dizia na sua doutrina: (3) Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear. (4) E aconteceu que semeando ele, uma parte da semente caiu junto do caminho, e vieram as aves do céu, e a comeram; (5) E outra caiu sobre pedregais, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque não tinha terra profunda; (6) Mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se. (7) E outra caiu entre espinhos e, crescendo os espinhos, a sufocaram e não deu fruto. (8) E outra caiu em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu; e um produziu trinta, outro sessenta, e outro cem. (9) E disse-lhes: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. (10) E, quando se achou só, os que estavam junto dele com os doze interrogaram-no acerca da parábola. (11) E ele disse-lhes: A vós vos é dado saber os mistérios do reino de Deus, mas aos que estão de fora todas estas coisas se dizem por parábolas, (12) Para que, vendo, vejam, e não percebam; e, ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam, e lhes sejam perdoados os pecados. (13) E disse-lhes: Não percebeis esta parábola? Como, pois, entendereis todas as parábolas? (14) O que semeia, semeia a palavra; (15) E, os que estão junto do caminho são aqueles em quem a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo Satanás e tira a palavra que foi semeada nos seus corações. (16) E da mesma forma os que recebem a semente sobre pedregais; os quais, ouvindo a palavra, logo com prazer a recebem; (17) Mas não têm raiz em si mesmos, antes são temporãos; depois, sobrevindo tribulação ou perseguição, por causa da palavra, logo se escandalizam. (18) E outros são os que recebem a semente entre espinhos, os quais ouvem a palavra; (19) Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera. (20) E estes são os que foram semeados em boa terra, os que ouvem a palavra e a recebem, e dão fruto, um trinta, e outro sessenta, e outro cem. (21) E disse-lhes: Vem porventura a candeia para se meter debaixo do alqueire, ou debaixo da cama? não vem antes para se colocar no velador? (22) Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto. (23) Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça. (24) E disse-lhes: Atendei ao que ides ouvir. Com a medida com que medirdes vos medirão a vós, e ser-vos-á ainda acrescentada a vós que ouvis. (25) Porque ao que tem, ser-lhe-á dado; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. (26) E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. (27) E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. (28) Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga. (29) E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa. (30) E dizia: A que assemelharemos o reino de Deus? ou com que parábola o representaremos? (31) É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra; (32) Mas, tendo sido semeado, cresce; e faz-se a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem aninhar-se debaixo da sua sombra. (33) E com muitas parábolas tais lhes dirigia a palavra, segundo o que podiam compreender. (34) E sem parábolas nunca lhes falava; porém, tudo declarava em particular aos seus discípulos. (35) E, naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes: Passemos para o outro lado. (36) E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia também com ele outros barquinhos. (37) E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia. (38) E ele estava na popa, dormindo sobre uma almofada, e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não se te dá que pereçamos? (39) E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança. (40) E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé? (41) E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?

Marcos 5

 (1) E CHEGARAM ao outro lado do mar, à província dos gadarenos. (2) E, saindo ele do barco, lhe saiu logo ao seu encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo; (3) O qual tinha a sua morada nos sepulcros, e nem ainda com cadeias o podia alguém prender; (4) Porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas, e ninguém o podia amansar. (5) E andava sempre, de dia e de noite, clamando pelos montes, e pelos sepulcros, e ferindo-se com pedras. (6) E, quando viu Jesus ao longe, correu e adorou-o. (7) E, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes. (8) (Porque lhe dizia: Sai deste homem, espírito imundo.) (9) E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E lhe respondeu, dizendo: Legião é o meu nome, porque somos muitos. (10) E rogava-lhe muito que os não enviasse para fora daquela província. (11) E andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos. (12) E todos aqueles demônios lhe rogaram, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. (13) E Jesus logo lho permitiu. E, saindo aqueles espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada se precipitou por um despenhadeiro no mar (eram quase dois mil), e afogaram-se no mar. (14) E os que apascentavam os porcos fugiram, e o anunciaram na cidade e nos campos; e saíram muitos a ver o que era aquilo que tinha acontecido. (15) E foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram. (16) E os que aquilo tinham visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e acerca dos porcos. (17) E começaram a rogar-lhe que saísse dos seus termos. (18) E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. (19) Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. (20) E ele foi, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus lhe fizera; e todos se maravilharam. (21) E, passando Jesus outra vez num barco para o outro lado, ajuntou-se a ele uma grande multidão; e ele estava junto do mar. (22) E eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o, prostrou-se aos seus pés, (23) E rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está à morte; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos, para que sare, e viva. (24) E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava. (25) E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, (26) E que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior; (27) Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. (28) Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. (29) E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal. (30) E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão, e disse: Quem tocou nas minhas vestes? (31) E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou? (32) E ele olhava em redor, para ver a que isto fizera. (33) Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. (34) E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal. (35) Estando ele ainda falando, chegaram alguns do principal da sinagoga, a quem disseram: A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre? (36) E Jesus, tendo ouvido estas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente. (37) E não permitiu que alguém o seguisse, a não ser Pedro, Tiago, e João, irmão de Tiago. (38) E, tendo chegado à casa do principal da sinagoga, viu o alvoroço, e os que choravam muito e pranteavam. (39) E, entrando, disse-lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. (40) E riam-se dele; porém ele, tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que com ele estavam, e entrou onde a menina estava deitada. (41) E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te. (42) E logo a menina se levantou, e andava, pois já tinha doze anos; e assombraram-se com grande espanto. (43) E mandou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e disse que lhe dessem de comer.

Marcos 6

 (1) E, PARTINDO dali, chegou à sua pátria, e os seus discípulos o seguiram. (2) E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm estas coisas? e que sabedoria é esta que lhe foi dada? e como se fazem tais maravilhas por suas mãos? (3) Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele. (4) E Jesus lhes dizia: Não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa. (5) E não podia fazer ali nenhuma obra maravilhosa; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. (6) E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando. (7) Chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos; (8) E ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão somente um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto; (9) Mas que calçassem alparcas, e que não vestissem duas túnicas. (10) E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali. (11) E tantos quantos vos não receberem, nem vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho contra eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no dia de juízo para Sodoma e Gomorra, do que para os daquela cidade. (12) E, saindo eles, pregavam que se arrependessem. (13) E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam. (14) E ouviu isto o rei Herodes (porque o nome de Jesus se tornara notório), e disse: João, o que batizava, ressuscitou dentre os mortos, e por isso estas maravilhas operam nele. (15) Outros diziam: É Elias. E diziam outros: É um profeta, ou como um dos profetas. (16) Herodes, porém, ouvindo isto, disse: Este é João, que mandei degolar; ressuscitou dentre os mortos. (17) Porquanto o mesmo Herodes mandara prender a João, e encerrá-lo maniatado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela. (18) Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão. (19) E Herodias o espiava, e queria matá-lo, mas não podia. (20) Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa mente o ouvia. (21) E, chegando uma ocasião favorável em que Herodes, no dia dos seus anos, dava uma ceia aos grandes, e tribunos, e príncipes da Galiléia, (22) Entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse então o rei à menina: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. (23) E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino. (24) E, saindo ela, perguntou a sua mãe: Que pedirei? E ela disse: A cabeça de João o Batista. (25) E, entrando logo, apressadamente, pediu ao rei, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João o Batista. (26) E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. (27) E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão; (28) E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe. (29) E os seus discípulos, tendo ouvido isto, foram, tomaram o seu corpo, e o puseram num sepulcro. (30) E os apóstolos ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado. (31) E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer. (32) E foram sós num barco para um lugar deserto. (33) E a multidão viu-os partir, e muitos o conheceram; e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se dele. (34) E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas. (35) E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele, e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado. (36) Despede-os, para que vão aos lugares e aldeias circunvizinhas, e comprem pão para si; porque não têm que comer. (37) Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós, e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer? (38) E ele disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes. (39) E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em ranchos, sobre a erva verde. (40) E assentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinqüenta em cinqüenta. (41) E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos. (42) E todos comeram, e ficaram fartos; (43) E levantaram doze alcofas cheias de pedaços de pão e de peixe. (44) E os que comeram os pães eram quase cinco mil homens. (45) E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão. (46) E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar. (47) E, sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar e ele, sozinho, em terra. (48) E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante. (49) Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos. (50) Porque todos o viam, e perturbaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhes: Tende bom ânimo; sou eu, não temais. (51) E subiu para o barco, para estar com eles, e o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados; (52) Pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes o seu coração estava endurecido. (53) E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré, e ali atracaram. (54) E, saindo eles do barco, logo o conheceram; (55) E, correndo toda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, aonde quer que sabiam que ele estava, os que se achavam enfermos. (56) E, onde quer que entrava, ou em cidade, ou aldeias, ou no campo, apresentavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua roupa; e todos os que lhe tocavam saravam.

DEVOCIONAL PARA HOJE 24/02/2014

VERSÍCULO:
   Nós amamos porque ele nos amou primeiro.  -- 1 João 4:19

PENSAMENTO:
   É muito simples.  Deus é amor.  Ele é a origem, o exemplo e o arquiteto do amor.  Eu amo porque ele me amou primeiro. Sei como amar porque ele o demonstrou.  Posso amar porque ele me fez na sua imagem e para compartilhar seu caráter.  Ele é a fonte, a motivação e o pináculo do amor.  Eu amo porque ele ama, primeiro, por último e sempre.

ORAÇÃO:
   Deus de conforto, obrigado por me confortar com seu amor. Assim como uma criança aprende a fazer tantas coisas com seus pais, quero aprender a amar como o Senhor: sacrificial, abnegada e submissivamente para que outros possam saber que não têm que merecer seu amor, somente recebê-lo.  Em nome de Jesus eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0224.html

23 fevereiro 2014

Eu quero que meus vizinhos saibam de que lado eu estou.

Um velhinho era visto cada domingo de manhã andando para a igreja. Ele era surdo - não podia ouvir uma palavra sequer do sermão ou dos hinos do coro e da congregação.
Quando um zombador perguntou-lhe porque ele perdia seus Domingos na Igreja se não podia ouvir nada, a resposta foi: “Eu quero que meus vizinhos saibam de que lado eu estou.”

Não é...

Não é o que COMEMOS, mas o que DIGERIMOS que nos faz fortes;
Não é o que GANHAMOS, mas o que GUARDAMOS que nos torna ricos;
Não é o que LEMOS, mas o que MEMORIZAMOS que nos faz sábios;
E não é o que PROFESSAMOS, mas o que PRATICAMOS que nos declara crentes.

TÃO GRANDE SALVAÇÃO

“Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi nos depois confirmada pelos que a ouviram.” Hb. 2:3
1. A salvação é grande por causa d’Ele que salva. Nossa salvação teve origem e depende do grande Deus. “Aguardando a bem aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo.” Tt. 2:13
2. A salvação é grande por causa do seu grande custo. O preço da nossa redenção foi o preciosos sangue de Cristo. “Em quem temos a redenção pelo seu sangue a remissão das ofensas, segundo a riqueza da sua graça.” Ef. 1:7
3. A salvação é grande por causa da terrível condição em que nos encontrávamos quando fomos salvos. Antes da salvação nós estávamos (1) sem Cristo (2), sem Deus (3), sem esperança. 
4. A salvação é grande por causa da sua universalidade. Cristo fez-se redenção por todos. (I Tm. 2:6) Na grande Comissão Cristo disse: “Ide por todo o mundo.” (Mc. 16:15)
5. A salvação é grande por causa da feliz posição em que ela nos colocou. Sendo salvos de nossos pecados, nós nos tornamos filhos de Deus, co-herdeiros com Cristo (Rm. 8:17) e cidadãos do reino do Senhor. (Ef. 2:19).
6. A salvação é grande por causa de suas bençãos eternas. Para aqueles que são fiéis até a morte (Ap. 2:10) e não se cansam de fazer o bem (Gl. 6:9) o Senhor tem preparado um lugar onde Ele “limpará de seus olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”. (Ap. 21:4)

Wendell Winkler
Do jornal “Pulpit Helps”

ALGUMAS RAZÕES PORQUE EU FAÇO VISITAS

Eu visito porque foi a visita de alguém que me fez começar a freqüentar os cultos regularmente.
Eu visito porque foi a visita de alguém que me encorajou num período difícil da minha vida.
Eu visito porque CRISTO ordenou-me propagar seu Reino.
Eu visito porque CRISTO quer que eu o faça e eu quero agradá-Lo.
Eu visito porque minha experiência cristã necessita ser dividida com outros. Eu quero dar tanto quanto recebo.
Eu visito por causa das bênçãos que recebo ao visitar outras pessoas.
Eu visito porque pessoas precisam de ajuda.
Eu não posso fazer muito, mas Deus pode me usar para abençoar outros.
Eu visito porque pessoas estão perdidas sem Cristo.
Eu não sei muito sobre teologia, mas eu posso compartilhar com outros o que Cristo tem feito por mim.

Do boletim da Cleaton Baptist Church

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 23)

Marcos 1-3

Marcos 1

 (1) PRINCÍPIO do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus; (2) Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti. (3) Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas. (4) Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados. (5) E toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados. (6) E João andava vestido de pêlos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre. (7) E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas. (8) Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo. (9) E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galiléia, foi batizado por João, no Jordão. (10) E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele. (11) E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo. (12) E logo o Espírito o impeliu para o deserto. (13) E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam. (14) E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho do reino de Deus, (15) E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho. (16) E, andando junto do mar da Galiléia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. (17) E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. (18) E, deixando logo as suas redes, o seguiram. (19) E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes, (20) E logo os chamou. E eles, deixando o seu pai Zebedeu no barco com os jornaleiros, foram após ele. (21) Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava. (22) E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas. (23) E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou, (24) Dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus. (25) E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele. (26) Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele. (27) E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! (28) E logo correu a sua fama por toda a província da Galiléia. (29) E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João. (30) E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela. (31) Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. (32) E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados. (33) E toda a cidade se ajuntou à porta. (34) E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam. (35) E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. (36) E seguiram-no Simão e os que com ele estavam. (37) E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam. (38) E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue; porque para isso vim. (39) E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galiléia, e expulsava os demônios. (40) E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. (41) E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo. (42) E, tendo ele dito isto, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo. (43) E, advertindo-o severamente, logo o despediu. (44) E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. (45) Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.

Marcos 2

 (1) E ALGUNS dias depois entrou outra vez em Cafarnaum, e soube-se que estava em casa. (2) E logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta cabiam; e anunciava-lhes a palavra. (3) E vieram ter com ele conduzindo um paralítico, trazido por quatro. (4) E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico. (5) E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, perdoados estão os teus pecados. (6) E estavam ali assentados alguns dos escribas, que arrazoavam em seus corações, dizendo: (7) Por que diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus? (8) E Jesus, conhecendo logo em seu espírito que assim arrazoavam entre si, lhes disse: Por que arrazoais sobre estas coisas em vossos corações? (9) Qual é mais fácil? dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados; ou dizer-lhe: Levanta-te, e toma o teu leito, e anda? (10) Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder para perdoar pecados (disse ao paralítico), (11) A ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa. (12) E levantou-se e, tomando logo o leito, saiu em presença de todos, de sorte que todos se admiraram e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca tal vimos. (13) E tornou a sair para o mar, e toda a multidão ia ter com ele, e ele os ensinava. (14) E, passando, viu Levi, filho de Alfeu, sentado na recebedoria, e disse-lhe: Segue-me. E, levantando-se, o seguiu. (15) E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido. (16) E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores? (17) E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento. (18) Ora, os discípulos de João e os fariseus jejuavam; e foram e disseram-lhe: Por que jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, e não jejuam os teus discípulos? (19) E Jesus disse-lhes: Podem porventura os filhos das bodas jejuar enquanto está com eles o esposo? Enquanto têm consigo o esposo, não podem jejuar; (20) Mas dias virão em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão naqueles dias. (21) Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha; doutra sorte o mesmo remendo novo rompe o velho, e a rotura fica maior. (22) E ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos. (23) E aconteceu que, passando ele num sábado pelas searas, os seus discípulos, caminhando, começaram a colher espigas. (24) E os fariseus lhe disseram: Vês? Por que fazem no sábado o que não é lícito? (25) Mas ele disse-lhes: Nunca lestes o que fez Davi, quando estava em necessidade e teve fome, ele e os que com ele estavam? (26) Como entrou na casa de Deus, no tempo de Abiatar, sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição, dos quais não era lícito comer senão aos sacerdotes, dando também aos que com ele estavam? (27) E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. (28) Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor.

Marcos 3

 (1) E OUTRA vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada. (2) E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem. (3) E disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio. (4) E perguntou-lhes: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E eles calaram-se. (5) E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a sua mão, sã como a outra. (6) E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam. (7) E retirou-se Jesus com os seus discípulos para o mar, e seguia-o uma grande multidão da Galiléia e da Judéia, (8) E de Jerusalém, e da Iduméia, e de além do Jordão, e de perto de Tiro e de Sidom; uma grande multidão que, ouvindo quão grandes coisas fazia, vinha ter com ele. (9) E ele disse aos seus discípulos que lhe tivessem sempre pronto um barquinho junto dele, por causa da multidão, para que o não oprimisse, (10) Porque tinha curado a muitos, de tal maneira que todos quantos tinham algum mal se arrojavam sobre ele, para lhe tocarem. (11) E os espíritos imundos vendo-o, prostravam-se diante dele, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus. (12) E ele os ameaçava muito, para que não o manifestassem. (13) E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. (14) E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, (15) E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios: (16) A Simão, a quem pôs o nome de Pedro, (17) E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão; (18) E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão, o Cananita, (19) E a Judas Iscariotes, o que o entregou. (20) E foram para uma casa. E afluiu outra vez a multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão. (21) E, quando os seus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. (22) E os escribas, que tinham descido de Jerusalém, diziam: Tem Belzebu, e pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios. (23) E, chamando-os a si, disse-lhes por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás? (24) E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; (25) E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir. (26) E, se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode subsistir; antes tem fim. (27) Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não maniatar o valente; e então roubará a sua casa. (28) Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; (29) Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo (30) (Porque diziam: Tem espírito imundo). (31) Chegaram, então, seus irmãos e sua mãe; e, estando fora, mandaram-no chamar. (32) E a multidão estava assentada ao redor dele, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora. (33) E ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos? (34) E, olhando em redor para os que estavam assentados junto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. (35) Porquanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe.

DEVOCIONAL PARA HOJE 23/02/2014

VERSÍCULO:
   Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos, -- Efésios 2:4-5

PENSAMENTO:
   De todas as riquezas, não consigo pensar numa outra riqueza que mais gostaria que o Santo Deus tivesse do que a misericórdia.  Eu conheço minhas falhas, erros, pecados e transgressões.  Sem a misericórdia dEle para me perdoar novamente, e sem a sua graça para enviar Jesus para perdoar primeiro, estaria perdido e sem Deus. Agora, por causa da sua rica misericória, minha vida está amarrada ao futuro de Jesus ao invés do futuro que teria merecido.

ORAÇÃO: 
   Pai de toda graça e misericória, obrigado.  Obrigado por ser Deus como o Senhor é.  Obrigado por oferecer graça quando não mereço.  Obrigado por dar misericórdia quando mais preciso. Obrigado por dar vida quando pensava que minha vida estava condenada e sem esperança.  Que minha riqueza seja misericórdia e graça muito mais do que dinheiro e ouro.  Ajude-me a ser mais como o Senhor.  No nome de Jeus, meu irmão mais velho e meu Salvador, eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0223.html

22 fevereiro 2014

NINGUÉM É CULPADO

Quatro velhos estavam sentados nos fundos de uma loja numa pequena cidade da Nova Inglaterra. Eles estavam jogando pôquer. De repente, o xerife entrou pela porta, dizendo: “jogando de novo heim? Desta vez eu vou levá-los e dar-lhes uma lição.”
O primeiro velhinho disse: “Eu não, xerife, eu apenas cheguei aqui para conversar.”
O xerife virou-se para o segundo homem que se explicou: “Eu não estava jogando, xerife, vim só fazer uma visita.”
O xerife olhou para o terceiro homem e perguntou: “E você, o que tem para dizer?
O terceiro calmamente replicou: “Sou inocente, xerife, eu entrei apenas para me aquecer junto ao fogo.”
O quarto homem sentado bem quieto durante a conversa, examinava as cartas em suas mãos, quando o xerife com um sorriso vitorioso na face exclamou: “Bem, você não pode negar que tem estado jogando cartas.”
O quarto velho de cabelos grisalhos continuou a olhar as cartas que ele tinha nas mãos, e aí com uma voz de zombaria, perguntou: “Mas, xerife, com quem eu estou jogando?”
Aqui está um quadro da raça humana. Ninguém é culpado. Todos são inocentes.
Se um homem comete assassinato, ele fita o juiz, dizendo: “Eu não sou culpado.”
O ladrão de banco, quando pego, caminha para a corte dizendo: “Não fiz nada de errado.”
Qualquer transgressor da lei, se confrontado com o juiz, irá declarar, “Eu fui forçado, Meretíssimo. A polícia me bateu.”
Mas o fato é que todos são culpados. O apóstolo Paulo afirmou: Os pecados que o homem comete giram em torno de um pecado básico: descrença.
Em Romanos 3:19 Paulo usou uma palavra que conduz toda a raça humana à ruína - “culpado” Paulo diz:“...a lei diz que...todo o mundo seja condenável diante de Deus.”
A palavra “condenável” (culpado) é como a pólvora numa espingarda. Ela tem poder. Ela literalmente significa “perder uma ação.” Na verdade, o pecador perdeu seu processo diante de Deus. Ele já esteve no tribunal, o juiz já deu o veredito e declarou o réu culpado, e encerrou o julgamento.
De fato, o mundo perdeu seu processo. Os homens construíram suas igrejas, criaram seus planos de salvação, passaram por seus rituais religiosos, estão ainda tentando ser salvos; mas o grande juiz diz que eles perderam o julgamento.
O homem que não perdeu no tribunal é o homem que tem a salvação. Cristo foi julgado em lugar dele e advogou sua causa. Crendo em Jesus como Salvador, o homem caminha pelo Tribunal como um homem livre; e o juiz nunca mais vai poder levá-lo a julgamento de novo.
A Sentinela Batista

TRÊS GRANDES VERDADES

1. Não há diferença ........ Rm. 3:22
2. Não há preferência ..... Rm. 2:11
3. Não há condenação ... Rm. 8:1

DOIS CONTRASTES EM EFÉSIOS DOIS

O Homem Incrédulo: (pela natureza)
Morto em delitos e pecados (vs. 1,5)
Andando segundo o curso desse mundo (v. 2)
Andando de acordo com o príncipe das potestades do ar. (v. 2)
Do espírito que agora opera (v. 2)
Nos filhos de desobediência (v. 2)
Nos desejos da carne (v. 3)
Fazendo a vontade da carne e dos pensamentos (v. 3)
Éramos por natureza filhos da ira (v. 3)
Gentios na carne (v. 11)
Chamados incircuncisão (v. 11)
Que estáveis sem Cristo (v. 12)
Estranhos aos concertos da promessa (v. 12)
Separados da Comunidade de Israel (v. 12)
Sem esperança (v. 12)
Sem Deus no mundo (v. 12)
Estando longe (vs. 13,17)
Estrangeiros e forasteiros (v. 19)

O Homem Crente (pela Graça)
Vivificado (v. 1)
Grande amor de Deus (v. 4)
Salvo pela graça (v. 5)
Vivificado junto com Cristo (v. 5)
Ressuscitado juntamente com Ele (v. 6)
Assentado nos lugares celestiais (v. 6)
Para mostrar as abundantes riquezas da sua graça (v. 7)
Salvos pela fé (v. 8)
Pela sua benignidade para conosco (v. 7)
Pela graça de Deus (v. 8)
Somos feitura Sua (v. 10)
Criados em Cristo para as boas obras (v. 10)
Andando nelas (v. 10)
Chegando perto pelo sangue de Cristo (v. 13)
Agora em Cristo Jesus (v. 13)
Ele é a nossa paz (v. 14)
De ambos os povos fez um (v. 14)
Um novo homem (v. 15)
Matando as inimizades (v. 16)
Reconciliando com Deus pela Cruz (v. 16)
Evagelizando a paz aos de perto e aos de longe (v. 17)
Com acesso ao Pai pelo Espírito (v. 18)
Não mais estrangeiros e forasteiros (v. 19)
Mas concidadãos dos Santos (v. 19)
Da família de Deus (v. 19)
Edificados sobre o fundamento dos Apóstolos e profetas (v. 20)
De que Cristo é a pedra de esquina (v. 20)
Cresce para templo santo no Senhor (v. 21)
Byron Elrod — Puplit Helps

EXISTEM CARACTERÍSTICAS ANIMAIS NA NATUREZA HUMANA?


Há no coração de cada um de nós um verdadeiro zoológico. Por que isto? Bem, algumas de nossas atitudes características são comummente associadas com certos animais.
— Há o tigre — Algumas pessoas, se pudessem escolher, gostariam de ser como este magnífico senhor das selvas — poderoso, feroz e temido por muitos.
— Há o macaco — Quão tolos nós somos às vezes — quão perversos, curiosos e imitadores.
— O jumento — como nós representa o aspecto teimoso de nossa personalidade. Outras pessoas podem nos chamar de “cabeçudos” mas nós dizemos que isso é força de caráter.
— Há o pavão — Como nós gostamos de abrir e mostrar nossas bonitas penas! Orgulho é a razão de muitos de nossos problemas e nós frequentemente nos tornamos o arquiteto de nossas próprias misérias. 
Deixemos nossos corações e mentes serem transformados (II Cor. 5:17) a ponto de amarmos o Senhor Jesus e a Sua igreja rendendo a Ele um trabalho efetivo e aos nossos irmãos.
John R. Brabham

DIFÍCIL MAS COMPENSADOR.

Normalmente as coisas mais difíceis na vida são também as mais importantes e pagam os maiores dividendos. Desculpar-se; Admitir um erro; Pedir conselho; Perdoar e esquecer; E ser diligente em tudo. 
The Core

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 22)

Mateus 26-28

Mateus 26

 (1) E ACONTECEU que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: (2) Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado. (3) Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. (4) E consultaram-se mutuamente para prenderem Jesus com dolo e o matarem. (5) Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo. (6) E, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, (7) Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com ungüento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa. (8) E os seus discípulos, vendo isto, indignaram-se, dizendo: Por que é este desperdício? (9) Pois este ungüento podia vender-se por grande preço, e dar-se o dinheiro aos pobres. (10) Jesus, porém, conhecendo isto, disse-lhes: Por que afligis esta mulher? pois praticou uma boa ação para comigo. (11) Porquanto sempre tendes convosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre. (12) Ora, derramando ela este ungüento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento. (13) Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua. (14) Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes, (15) E disse: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata, (16) E desde então buscava oportunidade para o entregar. (17) E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? (18) E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. (19) E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa. (20) E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze. (21) E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair. (22) E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, Senhor? (23) E ele, respondendo, disse: O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair. (24) Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido. (25) E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi? Ele disse: Tu o disseste. (26) E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. (27) E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; (28) Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (29) E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai. (30) E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras. (31) Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. (32) Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia. (33) Mas Pedro, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei. (34) Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás. (35) Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja mister morrer contigo, não te negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo. (36) Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. (37) E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. (38) Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. (39) E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. (40) E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? (41) Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. (42) E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. (43) E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. (44) E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. (45) Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. (46) Levantai-vos, partamos; eis que é chegado o que me trai. (47) E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. (48) E o que o traía tinha-lhes dado um sinal, dizendo: O que eu beijar é esse; prendei-o. (49) E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. (50) Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam. (51) E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. (52) Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. (53) Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos? (54) Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça? (55) Então disse Jesus à multidão: Saístes, como para um salteador, com espadas e varapaus para me prender? Todos os dias me assentava junto de vós, ensinando no templo, e não me prendestes. (56) Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas. Então, todos os discípulos, deixando-o, fugiram. (57) E os que prenderam a Jesus o conduziram à casa do sumo sacerdote Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. (58) E Pedro o seguiu de longe, até ao pátio do sumo sacerdote e, entrando, assentou-se entre os criados, para ver o fim. (59) Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte; (60) E não o achavam; apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas, não o achavam. Mas, por fim chegaram duas testemunhas falsas, (61) E disseram: Este disse: Eu posso derrubar o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias. (62) E, levantando-se o sumo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti? (63) Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. (64) Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. (65) Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. (66) Que vos parece? E eles, respondendo, disseram: É réu de morte. (67) Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, (68) Dizendo: Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu? (69) Ora, Pedro estava assentado fora, no pátio; e, aproximando-se dele uma criada, disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu. (70) Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. (71) E, saindo para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. (72) E ele negou outra vez com juramento: Não conheço tal homem. (73) E, daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente também tu és deles, pois a tua fala te denuncia. (74) Então começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou. (75) E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente.

Mateus 27

 (1) E, CHEGANDO a manhã, todos os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos do povo, formavam juntamente conselho contra Jesus, para o matarem; (2) E maniatando-o, o levaram e entregaram ao presidente Pôncio Pilatos. (3) Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, (4) Dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. (5) E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar. (6) E os príncipes dos sacerdotes, tomando as moedas de prata, disseram: Não é lícito colocá-las no cofre das ofertas, porque são preço de sangue. (7) E, tendo deliberado em conselho, compraram com elas o campo de um oleiro, para sepultura dos estrangeiros. (8) Por isso foi chamado aquele campo, até ao dia de hoje, Campo de Sangue. (9) Então se realizou o que vaticinara o profeta Jeremias: Tomaram as trinta moedas de prata, preço do que foi avaliado, que certos filhos de Israel avaliaram, (10) E deram-nas pelo campo do oleiro, segundo o que o Senhor me determinou. (11) E foi Jesus apresentado ao presidente, e o presidente o interrogou, dizendo: És tu o Rei dos Judeus? E disse-lhe Jesus: Tu o dizes. (12) E, sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. (13) Disse-lhe então Pilatos: Não ouves quanto testificam contra ti? (14) E nem uma palavra lhe respondeu, de sorte que o presidente estava muito maravilhado. (15) Ora, por ocasião da festa, costumava o presidente soltar um preso, escolhendo o povo aquele que quisesse. (16) E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás. (17) Portanto, estando eles reunidos, disse-lhes Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado Cristo? (18) Porque sabia que por inveja o haviam entregado. (19) E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele. (20) Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus. (21) E, respondendo o presidente, disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás. (22) Disse-lhes Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado. (23) O presidente, porém, disse: Mas que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado. (24) Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso. (25) E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos. (26) Então soltou-lhes Barrabás, e, tendo mandado açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado. (27) E logo os soldados do presidente, conduzindo Jesus à audiência, reuniram junto dele toda a coorte. (28) E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlate; (29) E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus. (30) E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana, e batiam-lhe com ela na cabeça. (31) E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado. (32) E, quando saíam, encontraram um homem cireneu, chamado Simão, a quem constrangeram a levar a sua cruz. (33) E, chegando ao lugar chamado Gólgota, que se diz: Lugar da Caveira, (34) Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber. (35) E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes. (36) E, assentados, o guardavam ali. (37) E por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. (38) E foram crucificados com ele dois salteadores, um à direita, e outro à esquerda. (39) E os que passavam blasfemavam dele, meneando as cabeças, (40) E dizendo: Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desce da cruz. (41) E da mesma maneira também os príncipes dos sacerdotes, com os escribas, e anciãos, e fariseus, escarnecendo, diziam: (42) Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e crê-lo-emos. (43) Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus. (44) E o mesmo lhe lançaram também em rosto os salteadores que com ele estavam crucificados. (45) E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona. (46) E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (47) E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Este chama por Elias, (48) E logo um deles, correndo, tomou uma esponja, e embebeu-a em vinagre, e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber. (49) Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo. (50) E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. (51) E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras; (52) E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados; (53) E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos. (54) E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto, e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era o Filho de Deus. (55) E estavam ali, olhando de longe, muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galiléia, para o servir; (56) Entre as quais estavam Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. (57) E, vinda já a tarde, chegou um homem rico, de Arimatéia, por nome José, que também era discípulo de Jesus. (58) Este foi ter com Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse dado. (59) E José, tomando o corpo, envolveu-o num fino e limpo lençol, (60) E o pôs no seu sepulcro novo, que havia aberto em rocha, e, rodando uma grande pedra para a porta do sepulcro, retirou-se. (61) E estavam ali Maria Madalena e a outra Maria, assentadas defronte do sepulcro. (62) E no dia seguinte, que é o dia depois da Preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos, (63) Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei. (64) Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dentre os mortos; e assim o último erro será pior do que o primeiro. (65) E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes. (66) E, indo eles, seguraram o sepulcro com a guarda, selando a pedra.

Mateus 28

 (1) E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. (2) E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. (3) E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve. (4) E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos. (5) Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. (6) Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. (7) Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito. (8) E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos. (9) E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. (10) Então Jesus disse-lhes: Não temais; ide dizer a meus irmãos que vão à Galiléia, e lá me verão. (11) E, quando iam, eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes todas as coisas que haviam acontecido. (12) E, congregados eles com os anciãos, e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados, (13) Dizendo: Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram. (14) E, se isto chegar a ser ouvido pelo presidente, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança. (15) E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje. (16) E os onze discípulos partiram para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes tinha designado. (17) E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. (18) E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. (19) Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; (20) Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

DEVOCIONAL PARA HOJE

VERSÍCULO:
   No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor. -- 1 João 4:18

PENSAMENTO:
   O que há de temer desde que Deus enviou o Filho dele para nos redimir?  O que há de temer desde que não podemos ser separados do amor que Deus tem por nós em Cristo Jesus?  O que há de temer senão nós mesmos, e Deus derramou seu Espírito nos nossos corações para nos assegurar e nos fortalecer na nossa fraqueza! Ao amar Deus e seus filhos, somos lembrados do amor dEle por nós, que é muito além do nosso amor para com os outros.  Invés de correr dele de medo, nos prostramos perante ele em gratidão, sabendo que quem ouve as nossas petições (orações) é o mesmo que nos ama e anseia acalmar nossos temores.

ORAÇÃO:
   Amoroso Pai, obrigado por eu poder te reverenciar sem temer sua ira.  Obrigado por eu poder respeitar sua palavra e ao mesmo tempo não sentir terror perante minhas iniqüidades.  Que seu amor em mim produza uma semelhança à sua santidade, justiça, pureza e misericória - mais do que todas as leis, ameaças e julgamentos em conjunto.  Eu oro no poderoso nome de Jesus, que me resgatou do pecado e derramou seu amor em mim.

http://www.iluminalma.com/dph/4/0222.html

21 fevereiro 2014

GRANDE OBRA NECESSITA URGENTE


CARPINTEIROS - Para serrar a madeira da incompreensão e arrancar os pregos do orgulho, do ódio e do egoísmo.
PEDREIROS - Para assentar os tijolos da construção do amor...
SERVENTES - Para preparar a massa da boa vontade derramando sobre a areia do sofrimento o cimento da fé e o cal da compreensão...
ENCANADOR - Para canalizar a água viva na direção daqueles que tem sede de conhecimento...
ELETRICISTA - Para ligar a corrente positiva da fé, estendendo a luz a todos que se acham nas trevas...
APRENDIZES - Vagas sempre abertas para os de boa vontade e de qualquer idade...
MESTRES - NÃO HÁ VAGAS - Temos o maior de todos eles: JESUS!!
(Retirado do B. D. da I.B. de Foz do Iguaçu - PR)

VITÓRIA CERTA NAS ORAÇÕES

Texto: Atos 12
Como tem sido o seu viver o seu dia a dia em suas orações? Você tem orado continuamente? Você tem orado com fé e com certeza que o seu objetivo seja alcançado, ou você tem orado com dúvida, com incerteza de que você vai obter a vitória. Quantas vezes você tem sofrido no dia que está vivendo hoje, pensando nos afazeres do dia de amanhã. Quantas vezes, quando temos que passar pelo médico, fazer um exame amanhã ou talvez depois de uma semana, mês. Ficamos sofrendo hoje, mais preocupados ainda de saber o resultado do exame, se positivo ou negativo. Qual seria a sua reação se você soubesse que seria executado no dia seguinte? Será que você conseguiria dormir tranqüilo, sem nenhuma preocupação?
Vejamos um exemplo de um homem de fé, que ao mesmo tempo trás uma lição para nossas vidas:
Herodes, que maltratava os cristãos, matando Tiago irmão de João, e vendo que isto agradava aos judeus, mandou prender a Pedro, para apresentá-lo ao povo depois da Páscoa. Vemos que, quando Pedro estava preso, sendo vigiado pelos soldados, a igreja fazia contínua oração por ele a Deus (v. 5), e ele não estava preocupado com o amanhã. Pedro dormia bastante e a igreja orava. Vejamos no v. 7 o resultado de suas orações. Veio o anjo do Senhor e tocando a Pedro na ilharga o despertou. Pedro não temia o que viria no dia seguinte, e quando Pedro saiu , viu que era real o que estava acontecendo, estava livre da prisão.
Assim deve ser o nosso viver a cada dia. Devemos agir procurando viver o melhor para Deus hoje, sem nos preocuparmos com o que virá amanhã. Porque não sabemos o que virá ou acontecerá amanhã.
Muitas vezes preocupamos com um problema que não existe.
Nivaldo Ribeiro da Silva

TESTEMUNHAR, EIS A QUESTÃO

“Testemunhar: dar testemunho sobre, confirmar, comprovar, manifestar”
O Depoimento conteste de duas testemunhas, era suficiente pela lei de Moisés, para comprovar o crime e setenciar o réu até a morte, (Nm. 35:30). Mas as sanções eram terríveis, condenatórias, para as falsas testemunhas, (Dt. 19:15-19).
Jesus diz: Vós sereis minhas testemunhas, (At. 1:8). Mas a que preço?
Nos dias atuais, em meio a tantas violências, ninguém que ser testemunha. Os teles-jornais apresentam, simplesmente negando o ser testemunha em defesa da própria vida. Poderíamos concluir então: eis a questão. Mas não é este ponto conclusivo. A Bíblia e a história registram o testemunho de servos de Jesus que expuseram suas vidas testemunhando dEle.
Diante de uma realidade tão contundente os discípulos de Jesus exclamaram: “Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” (At. 4:20). Somos testemunhas do Senhor Jesus. O nosso testemunho deverá ser verdadeiro, fruto de uma comunhão verdadeira com Ele. Em nosso viver diário precisamos demonstrar um Cristo vivo, vitorioso sobre nossos pecados, Senhor de nossas vidas, Senhor no céu e na terra.
A testemunha tem muito mais que teoria, tem uma experiência de vida. Não se pode testemunhar de Jesus, se não se tiver uma experiência viva, real com Ele.
O salvo por Jesus deverá fazer do testemunho um estilo de vida. Isto é: viver naturalmente, testemunhando com palavras e atos, em todos os momentos e lugares. Eis a questão.
Pr. Romildo Nunes Mendes

DESPERTANDO A FÉ

É comum ouvirmos que uma pessoa está fora de si. Na verdade, há verdade, há pelo menos quatro situações em que a pessoa fica fora de si. A primeira é quando toma uma pancada na cabeça; a segunda é quando a pessoa toma uma anestesia; a terceira é quando é acometido de uma enfermidade; a quarta é quando a pessoa está endemoninhada.
Lendo a história do Filho Pródigo contada por Jesus em Lucas 15:11 a 24, vemos que aquele rapaz vivia numa situação completamente fora dele, e, com isso, pôde experimentar toda a sorte de pecados, gastando tudo dissolutamente, perdendo tudo o que havia conquistado quando estava na casa paterna. Esta parábola contada por Jesus é a história da humanidade, e, principalmente do mundo atual. O pecado levou o mundo a viver dissolutamente, sem regras, sem medir as conseqüências, sem sentir que sua vida está num declínio moral, ético e espiritual.
Mas, aquele rapaz deu algo que muito nos chama a atenção. Ele caiu em si, sentiu o peso do pecado, sentiu a amargura da vida, viu que estava perecendo, morrendo, sem vida, sem razão. Agora, caindo em si. Ele toma uma decisão: a de voltar à casa do pai. Grande decisão; ele sabia da bondade do pai, sabia que havia grande fartura na casa paterna. Ele não apenas decidiu, mas colocou a sua decisão em ação, voltou e fez algo de extraordinário em sua vida. Ao ver o pai, ele se surpreendeu porque o pai o viu primeiro e então ao chegar confessou-lhe o pecado e o pai o perdoou e o recebeu gostoso.
Leitor amigo, esta metáfora é repetida nas vidas daqueles que caem em si, que reconhecem o seu pecado, que voltam para Deus e são recebidos gostoso. Você já caiu na realidade de seu pecado? Ou continua vivendo longe da casa paterna, gastando sua vida, seus recursos, sua saúde, e nunca parou para dar balanço em sua vida?
Faça como o moço da parábola, volta-te para Deus porque Ele é rico em perdoar. Não hesite, não pense em parentes, amigos, colegas, pois eles não podem lhe conceder o perdão, não podem lhe dar uma razão em seu viver. Deus pode, Deus quer, agora só depende de você cair na realidade. Sua vida de pecados leva-o num chiqueiro da vida; Deus quer te libertar e dar razão ao teu viver.
Pr. Antônio Albino do Carmo