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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

26 de jun de 2013

VISÃO MONOCULAR

Com a bengala, o homem ia achando seu caminho pela rua. Observei seus olhos privados da visão, e minha alma se comoveu. Um homem cego! Que figura patética! Aprisionado — afastado de tanta beleza que outras pessoas admiram, e impossibilitado de enxergar os amigos! Cegueira — o epítome da tristeza!
No entanto, existe uma cegueira mais trágica do que a cegueira física. O drama da cegueira moral e espiritual deixa o coração em frangalhos. O estigmatismo moral e espiritual é tão espalhado que praticamente nos assustamos ao encontrar alguém que veja claramente não apenas a cegueira do mundo, mas também a sua própria cegueira.
Conta-se que um rico muito pão-duro tinha catarata nos dois olhos, e foi ao médico. Quando o oftalmologista explicou que poderia remover as cataratas, a primeira pergunta do muquirana foi: “Quanto vai custar?” Ao saber que eram cem dólares cada olho, ele respondeu: “Limpe só um olho, pois não preciso dos dois pra contar meu dinheiro; prefiro poupar a grana que usaria pra consertar o outro”.
Pode ser que sintamos desdém por um homem que valorize tão pouco seus olhos. Mas não nos apressemos em nosso julgamento, pois talvez estejamos na mesma situação condenatória.
Será que valorizamos a visão clara quando nos deparamos com a lei de Deus? Ansiamos por conhecer mais completamente a vontade de Deus revelada na Bíblia? Ou será que hesitamos em descobrir toda a verdade, pois temos medo que ela interrompa nossos planos? Será que fechamos, propositadamente, um olho para as coisas que sabemos que Deus exige de nós? Se fechamos, será que somos muito melhores do que o pão-duro da história acima?
Examinemos a oração do salmista, onde ele diz: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Sl 119.18). Ele pediu que Deus abrisse seus dois olhos para que enxergasse as coisas maravilhosas da lei de Deus.
Será que igual ao pão-duro, não perguntamos: “Quanto vai custar?” É verdade que o Grande Médico não cobra para nos abrir os olhos, mas teremos de abandonar os prazeres mundanos e os desejos pecaminosos, e este é o preço que temos de pagar. Talvez nos custe o que o mundo chama de lucro. Isso nos levará a obedecer aos mandamentos de Deus, não porque somos forçados, mas por causa do poder do amor.
O salmista afirma que há coisas maravilhosas na lei de Deus, e elas estão ali, mesmo que não as enxerguemos. O salmista reconhece outro fato. Ele não tinha poder para abrir seus próprios olhos, e enxergar essas maravilhas. Não podia fazer a operação de seus próprios olhos, mas estava disposto a deixar que Deus fizesse a cirurgia. 
Desejar ver claramente requer uma atitude cristã que poucos têm — honestidade absoluta em querer realizar o que Deus nos pedir. Preconceito é desonestidade. O próprio Jesus deu as costas ao preconceito. Será que é tão difícil orar como o salmista: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei”? O custo não será nada perto da beleza que contemplaremos.
Muitos cristãos preferem ter visão monocular, pois temem que a lei divina exija que façam algo que não queiram fazer, se tiverem os dois olhos abertos.
Bendito é o homem que deseja ter os dois olhos abertos, e pede que Deus os abra.
(A.S. Christenson - Bible Advocate)

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