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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

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Culto de Ação de Graças

28 de fev de 2014

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 10, dia 28)

Lucas 1-3

Lucas 1

 (1) TENDO, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, (2) Segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, (3) Pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; (4) Para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado. (5) Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel. (6) E eram ambos justos perante Deus, andando sem repreensão em todos os mandamentos e preceitos do Senhor. (7) E não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e ambos eram avançados em idade. (8) E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante de Deus, na ordem da sua turma, (9) Segundo o costume sacerdotal, coube-lhe em sorte entrar no templo do Senhor para oferecer o incenso. (10) E toda a multidão do povo estava fora, orando, à hora do incenso. (11) E um anjo do Senhor lhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso. (12) E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. (13) Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João. (14) E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, (15) Porque será grande diante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Espírito Santo, já desde o ventre de sua mãe. (16) E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, (17) E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto. (18) Disse então Zacarias ao anjo: Como saberei isto? pois eu já sou velho, e minha mulher avançada em idade. (19) E, respondendo o anjo, disse-lhe: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado a falar-te e dar-te estas alegres novas. (20) E eis que ficarás mudo, e não poderás falar até ao dia em que estas coisas aconteçam; porquanto não creste nas minhas palavras, que a seu tempo se hão de cumprir. (21) E o povo estava esperando a Zacarias, e maravilhava-se de que tanto se demorasse no templo. (22) E, saindo ele, não lhes podia falar; e entenderam que tinha tido uma visão no templo. E falava por acenos, e ficou mudo. (23) E sucedeu que, terminados os dias de seu ministério, voltou para sua casa. (24) E, depois daqueles dias, Isabel, sua mulher, concebeu, e por cinco meses se ocultou, dizendo: (25) Assim me fez o Senhor, nos dias em que atentou em mim, para destruir o meu opróbrio entre os homens. (26) E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, (27) A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. (28) E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres. (29) E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras, e considerava que saudação seria esta. (30) Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. (31) E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. (32) Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; (33) E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. (34) E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? (35) E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. (36) E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril; (37) Porque para Deus nada é impossível. (38) Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela. (39) E, naqueles dias, levantando-se Maria, foi apressada às montanhas, a uma cidade de Judá, (40) E entrou em casa de Zacarias, e saudou a Isabel. (41) E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo. (42) E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. (43) E de onde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? (44) Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre. (45) Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas. (46) Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, (47) E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; (48) Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, (49) Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome. (50) E a sua misericórdia é de geração em geração Sobre os que o temem. (51) Com o seu braço agiu valorosamente; Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações. (52) Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes. (53) Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos. (54) Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia; (55) Como falou a nossos pais, Para com Abraão e a sua posteridade, para sempre. (56) E Maria ficou com ela quase três meses, e depois voltou para sua casa. (57) E completou-se para Isabel o tempo de dar à luz, e teve um filho. (58) E os seus vizinhos e parentes ouviram que tinha Deus usado para com ela de grande misericórdia, e alegraram-se com ela. (59) E aconteceu que, ao oitavo dia, vieram circuncidar o menino, e lhe chamavam Zacarias, o nome de seu pai. (60) E, respondendo sua mãe, disse: Não, porém será chamado João. (61) E disseram-lhe: Ninguém há na tua parentela que se chame por este nome. (62) E perguntaram por acenos ao pai como queria que lhe chamassem. (63) E, pedindo ele uma tabuinha de escrever, escreveu, dizendo: O seu nome é João. E todos se maravilharam. (64) E logo a boca se lhe abriu, e a língua se lhe soltou; e falava, louvando a Deus. (65) E veio temor sobre todos os seus vizinhos, e em todas as montanhas da Judéia foram divulgadas todas estas coisas. (66) E todos os que as ouviam as conservavam em seus corações, dizendo: Quem será, pois, este menino? E a mão do Senhor estava com ele. (67) E Zacarias, seu pai, foi cheio do Espírito Santo, e profetizou, dizendo: (68) Bendito o Senhor Deus de Israel, Porque visitou e remiu o seu povo, (69) E nos levantou uma salvação poderosa Na casa de Davi seu servo. (70) Como falou pela boca dos seus santos profetas, desde o princípio do mundo; (71) Para nos livrar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam; (72) Para manifestar misericórdia a nossos pais, E lembrar-se da sua santa aliança, (73) E do juramento que jurou a Abraão nosso pai, (74) De conceder-nos que, Libertados da mão de nossos inimigos, o serviríamos sem temor, (75) Em santidade e justiça perante ele, todos os dias da nossa vida. (76) E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, Porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; (77) Para dar ao seu povo conhecimento da salvação, Na remissão dos seus pecados; (78) Pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, Com que o oriente do alto nos visitou; (79) Para iluminar aos que estão assentados em trevas e na sombra da morte; A fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. (80) E o menino crescia, e se robustecia em espírito. E esteve nos desertos até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel.

Lucas 2

 (1) E ACONTECEU naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse (2) (Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria). (3) E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. (4) E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), (5) A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. (6) E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. (7) E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. (8) Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (9) E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor. (10) E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: (11) Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. (12) E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. (13) E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: (14) Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens. (15) E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para o céu, disseram os pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos fez saber. (16) E foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura. (17) E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita; (18) E todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam. (19) Mas Maria guardava todas estas coisas, conferindo-as em seu coração. (20) E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito. (21) E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. (22) E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor (23) (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); (24) E para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos. (25) Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. (26) E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. (27) E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei, (28) Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse: (29) Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra; (30) Pois já os meus olhos viram a tua salvação, (31) A qual tu preparaste perante a face de todos os povos; (32) Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel. (33) E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam. (34) E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado (35) (E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. (36) E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; (37) E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia. (38) E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém. (39) E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré. (40) E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. (41) Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; (42) E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. (43) E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe. (44) Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos; (45) E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele. (46) E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. (47) E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. (48) E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos. (49) E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? (50) E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. (51) E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas. (52) E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.

Lucas 3

 (1) E NO ano quinze do império de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos presidente da Judéia, e Herodes tetrarca da Galiléia, e seu irmão Filipe tetrarca da Ituréia e da província de Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene, (2) Sendo Anás e Caifás sumos sacerdotes, veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias. (3) E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados; (4) Segundo o que está escrito no livro das palavras do profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; Endireitai as suas veredas. (5) Todo o vale se encherá, E se abaixará todo o monte e outeiro; E o que é tortuoso se endireitará, E os caminhos escabrosos se aplanarão; (6) E toda a carne verá a salvação de Deus. (7) Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? (8) Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão. (9) E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo. (10) E a multidão o interrogava, dizendo: Que faremos, pois? (11) E, respondendo ele, disse-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, faça da mesma maneira. (12) E chegaram também uns publicanos, para serem batizados, e disseram-lhe: Mestre, que devemos fazer? (13) E ele lhes disse: Não peçais mais do que o que vos está ordenado. (14) E uns soldados o interrogaram também, dizendo: E nós que faremos? E ele lhes disse: A ninguém trateis mal nem defraudeis, e contentai-vos com o vosso soldo. (15) E, estando o povo em expectação, e pensando todos de João, em seus corações, se porventura seria o Cristo, (16) Respondeu João a todos, dizendo: Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das alparcas; esse vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. (17) Ele tem a pá na sua mão; e limpará a sua eira, e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga. (18) E assim, admoestando-os, muitas outras coisas também anunciava ao povo. (19) Sendo, porém, o tetrarca Herodes repreendido por ele por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe, e por todas as maldades que Herodes tinha feito, (20) Acrescentou a todas as outras ainda esta, a de encerrar João num cárcere. (21) E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu; (22) E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo. (23) E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli, (24) E Heli de Matã, e Matã de Levi, e Levi de Melqui, e Melqui de Janai, e Janai de José, (25) E José de Matatias, e Matatias de Amós, e Amós de Naum, e Naum de Esli, e Esli de Nagaí, (26) E Nagaí de Máate, e Máate de Matatias, e Matatias de Semei, e Semei de José, e José de Jodá, (27) E Jodá de Joanã, e Joanã de Resá, e Resá de Zorobabel, e Zorobabel de Salatiel, e Salatiel de Neri, (28) E Neri de Melqui, e Melqui de Adi, e Adi de Cosã, e Cosã de Elmadã, e Elmadã de Er, (29) E Er de Josué, e Josué de Eliézer, e Eliézer de Jorim, e Jorim de Matã, e Matã de Levi, (30) E Levi de Simeão, e Simeão de Judá, e Judá de José, e José de Jonã, e Jonã de Eliaquim, (31) E Eliaquim de Meleá, e Meleá de Mená, e Mená de Matatá, e Matatá de Natã, e Natã de Davi, (32) E Davi de Jessé, e Jessé de Obede, e Obede de Boaz, e Boaz de Salá, e Salá de Naassom, (33) E Naassom de Aminadabe, e Aminadabe de Arão, e Arão de Esrom, e Esrom Perez, e Perez de Judá, (34) E Judá de Jacó, e Jacó de Isaque, e Isaque de Abraão, e Abraão de Terá, e Terá de Nacor, (35) E Nacor de Seruque, e Seruque de Ragaú, e Ragaú de Fáleque, e Fáleque de Éber, e Éber de Salá, (36) E Salá de Cainã, e Cainã de Arfaxade, e Arfaxade de Sem, e Sem de Noé, e Noé de Lameque, (37) E Lameque de Matusalém, e Matusalém de Enoque, e Enoque de Jarete, e Jarete de Maleleel, e Maleleel de Cainã, (38) E Cainã de Enos, e Enos de Sete, e Sete de Adão, e Adão de Deus.

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