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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

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Culto de Ação de Graças

15 de mar de 2014

Leitura Cronológica Anual da Bíblia (Mês 11, dia 12)

Atos 6-9
Atos 6

 (1) ORA, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano. (2) E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. (3) Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. (4) Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. (5) E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia; (6) E os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos. (7) E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé. (8) E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. (9) E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos libertinos, e dos cireneus e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão. (10) E não podiam resistir à sabedoria, e ao Espírito com que falava. (11) Então subornaram uns homens, para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus. (12) E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo contra ele, o arrebataram e o levaram ao conselho. (13) E apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei; (14) Porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu. (15) Então todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.

Atos 7

 (1) E DISSE o sumo sacerdote: Porventura é isto assim? (2) E ele disse: Homens, irmãos, e pais, ouvi. O Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão, estando na Mesopotâmia, antes de habitar em Harã, (3) E disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à terra que eu te mostrar. (4) Então saiu da terra dos caldeus, e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora. (5) E não lhe deu nela herança, nem ainda o espaço de um pé; mas prometeu que lhe daria a posse dela, e depois dele, à sua descendência, não tendo ele ainda filho. (6) E falou Deus assim: Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão, e a maltratariam por quatrocentos anos. (7) E eu julgarei a nação que os tiver escravizado, disse Deus. E depois disto sairão e me servirão neste lugar. (8) E deu-lhe a aliança da circuncisão; e assim gerou a Isaque, e o circuncidou ao oitavo dia; e Isaque a Jacó; e Jacó aos doze patriarcas. (9) E os patriarcas, movidos de inveja, venderam José para o Egito; mas Deus era com ele. (10) E livrou-o de todas as suas tribulações, e lhe deu graça e sabedoria ante Faraó, rei do Egito, que o constituiu governador sobre o Egito e toda a sua casa. (11) Sobreveio então a todo o país do Egito e de Canaã fome e grande tribulação; e nossos pais não achavam alimentos. (12) Mas tendo ouvido Jacó que no Egito havia trigo, enviou ali nossos pais, a primeira vez. (13) E na segunda vez foi José conhecido por seus irmãos, e a sua linhagem foi manifesta a Faraó. (14) E José mandou chamar a seu pai Jacó, e a toda a sua parentela, que era de setenta e cinco almas. (15) E Jacó desceu ao Egito, e morreu, ele e nossos pais; (16) E foram transportados para Siquém, e depositados na sepultura que Abraão comprara por certa soma de dinheiro aos filhos de Emor, pai de Siquém. (17) Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito; (18) Até que se levantou outro rei, que não conhecia a José. (19) Esse, usando de astúcia contra a nossa linhagem, maltratou nossos pais, a ponto de os fazer enjeitar as suas crianças, para que não se multiplicassem. (20) Nesse tempo nasceu Moisés, e era mui formoso, e foi criado três meses em casa de seu pai. (21) E, sendo enjeitado, tomou-o a filha de Faraó, e o criou como seu filho. (22) E Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios; e era poderoso em suas palavras e obras. (23) E, quando completou a idade de quarenta anos, veio-lhe ao coração ir visitar seus irmãos, os filhos de Israel. (24) E, vendo maltratado um deles, o defendeu, e vingou o ofendido, matando o egípcio. (25) E ele cuidava que seus irmãos entenderiam que Deus lhes havia de dar a liberdade pela sua mão; mas eles não entenderam. (26) E no dia seguinte, pelejando eles, foi por eles visto, e quis levá-los à paz, dizendo: Homens, sois irmãos; por que vos agravais um ao outro? (27) E o que ofendia o seu próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz sobre nós? (28) Queres tu matar-me, como ontem mataste o egípcio? (29) E a esta palavra fugiu Moisés, e esteve como estrangeiro na terra de Midiã, onde gerou dois filhos. (30) E, completados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor no deserto do monte Sinai, numa chama de fogo no meio de uma sarça. (31) Então Moisés, quando viu isto, se maravilhou da visão; e, aproximando-se para observar, foi-lhe dirigida a voz do Senhor, (32) Dizendo: Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés, todo trêmulo, não ousava olhar. (33) E disse-lhe o Senhor: Tira as alparcas dos teus pés, porque o lugar em que estás é terra santa. (34) Tenho visto atentamente a aflição do meu povo que está no Egito, e ouvi os seus gemidos, e desci a livrá-los. Agora, pois, vem, e enviar-te-ei ao Egito. (35) A este Moisés, ao qual haviam negado, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz? a este enviou Deus como príncipe e libertador, pela mão do anjo que lhe aparecera na sarça. (36) Foi este que os conduziu para fora, fazendo prodígios e sinais na terra do Egito, e no Mar Vermelho, e no deserto, por quarenta anos. (37) Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: O Senhor vosso Deus vos levantará dentre vossos irmãos um profeta como eu; a ele ouvireis. (38) Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar. (39) Ao qual nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram e em seu coração se tornaram ao Egito, (40) Dizendo a Arão: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque a esse Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu. (41) E naqueles dias fizeram o bezerro, e ofereceram sacrifícios ao ídolo, e se alegraram nas obras das suas mãos. (42) Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: Porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios No deserto por quarenta anos, ó casa de Israel? (43) Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia. (44) Estava entre nossos pais no deserto o tabernáculo do testemunho, como ordenara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto. (45) O qual, nossos pais, recebendo-o também, o levaram com Josué quando entraram na posse das nações que Deus lançou para fora da presença de nossos pais, até aos dias de Davi, (46) Que achou graça diante de Deus, e pediu que pudesse achar tabernáculo para o Deus de Jacó. (47) E Salomão lhe edificou casa; (48) Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: (49) O céu é o meu trono, E a terra o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis? diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? (50) Porventura não fez a minha mão todas estas coisas? (51) Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais. (52) A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas; (53) Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes. (54) E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra ele. (55) Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; (56) E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus. (57) Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele. (58) E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo. (59) E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. (60) E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.

Atos 8

 (1) E TAMBÉM Saulo consentiu na morte dele. E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos. (2) E uns homens piedosos foram enterrar Estêvão, e fizeram sobre ele grande pranto. (3) E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão. (4) Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra. (5) E, descendo Filipe à cidade de Samaria lhes pregava a Cristo. (6) E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia; (7) Pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. (8) E havia grande alegria naquela cidade. (9) E estava ali um certo homem, chamado Simão, que anteriormente exercera naquela cidade a arte mágica, e tinha iludido o povo de Samaria, dizendo que era uma grande personagem; (10) Ao qual todos atendiam, desde o menor até ao maior, dizendo: Este é a grande virtude de Deus. (11) E atendiam-no, porque já desde muito tempo os havia iludido com artes mágicas. (12) Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres. (13) E creu até o próprio Simão; e, sendo batizado, ficou de contínuo com Filipe; e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito. (14) Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João. (15) Os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo (16) (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido; mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus). (17) Então lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo. (18) E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, (19) Dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo. (20) Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. (21) Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus. (22) Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade, e ora a Deus, para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; (23) Pois vejo que estás em fel de amargura, e em laço de iniqüidade. (24) Respondendo, porém, Simão, disse: Orai vós por mim ao Senhor, para que nada do que dissestes venha sobre mim. (25) Tendo eles, pois, testificado e falado a palavra do Senhor, voltaram para Jerusalém e em muitas aldeias dos samaritanos anunciaram o evangelho. (26) E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para o lado do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta. (27) E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração, (28) Regressava e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías. (29) E disse o Espírito a Filipe: Chega-te, e ajunta-te a esse carro. (30) E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês? (31) E ele disse: Como poderei entender, se alguém não me ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse. (32) E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca. (33) Na sua humilhação foi tirado o seu julgamento; E quem contará a sua geração? Porque a sua vida é tirada da terra. (34) E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro? (35) Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus. (36) E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? (37) E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. (38) E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou. (39) E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho. (40) E Filipe se achou em Azoto e, indo passando, anunciava o evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesaréia.

Atos 9

 (1) E SAULO, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote. (2) E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns deste Caminho, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém. (3) E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. (4) E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? (5) E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. (6) E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer. (7) E os homens, que iam com ele, pararam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém. (8) E Saulo levantou-se da terra, e, abrindo os olhos, não via a ninguém. E, guiando-o pela mão, o conduziram a Damasco. (9) E esteve três dias sem ver, e não comeu nem bebeu. (10) E havia em Damasco um certo discípulo chamado Ananias; e disse-lhe o Senhor em visão: Ananias! E ele respondeu: Eis-me aqui, Senhor. (11) E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e vai à rua chamada Direita, e pergunta em casa de Judas por um homem de Tarso chamado Saulo; pois eis que ele está orando; (12) E numa visão ele viu que entrava um homem chamado Ananias, e punha sobre ele a mão, para que tornasse a ver. (13) E respondeu Ananias: Senhor, a muitos ouvi acerca deste homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém; (14) E aqui tem poder dos principais dos sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome. (15) Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. (16) E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome. (17) E Ananias foi, e entrou na casa e, impondo-lhe as mãos, disse: Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou, para que tornes a ver e sejas cheio do Espírito Santo. (18) E logo lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e recuperou a vista; e, levantando-se, foi batizado. (19) E, tendo comido, ficou confortado. E esteve Saulo alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco. (20) E logo nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus. (21) E todos os que o ouviam estavam atônitos, e diziam: Não é este o que em Jerusalém perseguia os que invocavam este nome, e para isso veio aqui, para os levar presos aos principais dos sacerdotes? (22) Saulo, porém, se esforçava muito mais, e confundia os judeus que habitavam em Damasco, provando que aquele era o Cristo. (23) E, tendo passado muitos dias, os judeus tomaram conselho entre si para o matar. (24) Mas as suas ciladas vieram ao conhecimento de Saulo; e como eles guardavam as portas, tanto de dia como de noite, para poderem tirar-lhe a vida, (25) Tomando-o de noite os discípulos o desceram, dentro de um cesto, pelo muro. (26) E, quando Saulo chegou a Jerusalém, procurava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam, não crendo que fosse discípulo. (27) Então Barnabé, tomando-o consigo, o trouxe aos apóstolos, e lhes contou como no caminho ele vira ao Senhor e lhe falara, e como em Damasco falara ousadamente no nome de Jesus. (28) E andava com eles em Jerusalém, entrando e saindo, (29) E falava ousadamente no nome do Senhor Jesus. Falava e disputava também contra os gregos, mas eles procuravam matá-lo. (30) Sabendo-o, porém, os irmãos, o acompanharam até Cesaréia, e o enviaram a Tarso. (31) Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo. (32) E aconteceu que, passando Pedro por toda a parte, veio também aos santos que habitavam em Lida. (33) E achou ali certo homem, chamado Enéias, jazendo numa cama havia oito anos, o qual era paralítico. (34) E disse-lhe Pedro: Enéias, Jesus Cristo te dá saúde; levanta-te e faze a tua cama. E logo se levantou. (35) E viram-no todos os que habitavam em Lida e Sarona, os quais se converteram ao Senhor. (36) E havia em Jope uma discípula chamada Tabita, que traduzido se diz Dorcas. Esta estava cheia de boas obras e esmolas que fazia. (37) E aconteceu naqueles dias que, enfermando ela, morreu; e, tendo-a lavado, a depositaram num quarto alto. (38) E, como Lida era perto de Jope, ouvindo os discípulos que Pedro estava ali, lhe mandaram dois homens, rogando-lhe que não se demorasse em vir ter com eles. (39) E, levantando-se Pedro, foi com eles; e quando chegou o levaram ao quarto alto, e todas as viúvas o rodearam, chorando e mostrando as túnicas e roupas que Dorcas fizera quando estava com elas. (40) Mas Pedro, fazendo sair a todos, pôs-se de joelhos e orou: e, voltando-se para o corpo, disse: Tabita, levanta-te. E ela abriu os olhos, e, vendo a Pedro, assentou-se. (41) E ele, dando-lhe a mão, a levantou e, chamando os santos e as viúvas, apresentou-lha viva. (42) E foi isto notório por toda a Jope, e muitos creram no Senhor. (43) E ficou muitos dias em Jope, com um certo Simão curtidor.

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