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24 novembro 2012

Justus Henry Nelson


 Justus Henry Nelson (J.H.N.) [5, 26, 60, 90, 132, 134, 284, 326, 346, 365, 377, 415, 481, 484] nasceu em 1849 no Estado de Winsconsin, EUA, trabalhou aproximadamente 45 anos na Amazônia. Preparou-se para o trabalho missionário na Faculdade de Lawrence no seu Estado e na Faculdade de Teologia da Universidade de Boston, Massachusetts. Em 1879 iniciou seu trabalho missionário, chegando à Missão da Igreja Metodista Episcopal. Enquanto aguardava, preparou-se como enfermeiro e dentista, para melhor atender às necessidades do povo que vivia nos locais para onde seria destinado. No dia 19 de Junho de 1880 desembarcou, juntamente com sua esposa, no porto de Belém do Pará.
  Nelson desligou-se da sua missão e trabalhou independentemente a maior parte do tempo em que esteve aqui no Brasil. Fundou o periódico “O Apologista Christão”. Foi redator e escritor, elaborando muitos artigos apologéticos. Traduziu muitos sermões de John Wesley. Escreveu artigos para “A Bíblia” e “O Christão.” Justus Nelson traduziu vários hinos e artigos que foram enviados para serem publicados em outras publicações evangélicas.
  Sua ousadia provocou hostilidades e perseguições. Sua primeira escola foi completamente destruída em razão de um incêndio provocado. Foi preso em 1892, ficando detido por três meses e meio. A febre amarela levou dois dos seus colaboradores mais chegados, seu irmão John e uma professora. Quase também não resistiu e morreu. A implantação de igrejas, educação, trabalho social e hinologia, são apenas algumas áreas em que Justus Nelson desenvolvia seu trabalho, e será sempre lembrado por sua extrema dedicação e zelo, além de cuidar do aspecto espiritual do povo.
  Morreu de pneumonia viral em Portland, EUA, aos 86 anos de idade, em 6 de fevereiro de 1937. Sua contribuição para a hinodia evangélica brasileira é inegável. Além de traduzir diversos hinos, produziu, ele mesmo, vários textos e melodias. Seus hinos estão entre os mais cantados e queridos do país e fazem parte de vários hinários. 

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/06/hc091-nvea-luz.html

ONDE ENCONTRAR A FELICIDADE VERDADEIRA?


Não é na descrença. Voltaire foi um incrédulo dos mais ferrenhos. Ele escreveu: “Quem me dera não ter nascido”.
Não é nos prazeres. Se houve alguém que se esbaldou nos prazeres essa pessoa foi Lord Byron. Ele escreveu: “O verme, o cancro e o sofrimentos são meus e de mais ninguém”.
Não é no dinheiro. Jay Gold, um americano milionário, afirmou no leito de morte: “Sou a pessoa mais infeliz deste mundo”.
Não é na posição social e na fama. Lord Beaconsfield usufruiu até demais destas duas coisas. Ele escreveu: “A juventude é um erro; a vida adulta é uma batalha; a velhice é uma lástima”.
Não é no sucesso militar. Alexandre, o Grande, conquistou o mundo de seus dias. Depois de fazer isto, chorou em sua barraca, porque, disse ele: “Não há mais nada a ser conquistado”.
Onde, então, encontramos a felicidade? A resposta é simples: “Somente em Cristo”. Ele garantiu: “Mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará” (Jo 16.22).
(Clarence Edward Macartney)

DEVOCIONAL PARA HOJE 24/11/2012


VERSÍCULO:
   Ele [Barnabé] era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé; e muitas pessoas foram acrescentadas ao Senhor.  -- Atos 11:24

PENSAMENTO:
   Barnabé era um homem bom! Por quê? Por muitas razões. Mas, a chave é que ele era cheio de fé e do Espírito Santo. Isso não deve nos surpreender. Quando o Espírito Santo habita em nós, ele opera produzindo o fruto o Espírito (Gálatas 5:22-23) e conformando-nos ao caráter de Cristo (2 Coríntios 3:18). Não é de maravilhar que a influência de Barnabé foi tão grande nas vidas daqueles que viviam em Antioquia; sua vida estava sob a influência do Espírito de Deus!

ORAÇÃO:
   Querido Pai Celestial, quero que a minha vida tenha influência para o bem do Evangelho e o crescimento do seu Reino. Ofereço-me ao Senhor como sacrifício vivo, pedindo que o Senhor me conforme à natureza do seu Filho Jesus e produza em mim o fruto do seu Espírito. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1124.html

23 novembro 2012

Conferência de Aniversário



Amados irmãos e amigos, a Igreja Batista Regular de Ipanguaçu se sente honrada em convidá-los para neste ultimo final de semana do decorrente mês (24-25/11) a participarem da nossa conferência de aniversário, na oportunidade também estaremos dando graças ao nosso Deus por tudo o que Ele tem feito por esta igreja.

História do hino 488 – Cada vez mais


Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):
  “Um cavalheiro, viajando na China, encontrou em Macau um grupo de jogadores, numa sala no fundo do andar superior de um hotel. À mesa mais próxima à sua, estava um americano de cerca de vinte anos jogando com um homem de idade.
  Enquanto o homem de cabelos grisalhos embaralhava as cartas, o jovem, de maneira descuidada cantou uma estrofe de “Tão Grato Me é Lembrar”, com uma melodia muito patética. Vários jogadores olharam surpresos ao ouvir o canto. O velho, que estava embaralhando as cartas, encarou firmemente o companheiro de jogo e atirou o maço de cartas debaixo da mesa.
  ‘Onde aprendeu esta música?’ perguntou. O jovem fez de conta que não sabia que havia cantado.
  -’Bem, não faz mal,’ disse o velho, ‘eu acabo de jogar meu último jogo, e isto é o fim. As cartas podem ficar aí até o Dia do Julgamento, e eu nunca vou ajuntá-las.’
  Havia ganho cem dólares no jogo; tirou o dinheiro do bolso, e, dando-o ao jovem, disse:
  -’Harry, aqui está o seu dinheiro; leve-o e faça o bem com ele; eu o farei com o meu.’
O viajante seguiu-o escada abaixo, e à porta, ainda ouviu o idoso senhor falando a respeito do cântico, que o jovem cantara. Muito mais tarde, um senhor em Boston recebeu uma carta do homem de Macau, na qual ele declarava haver-se tornado um ‘cristão trabalhador’, e que seu jovem amigo também havia renunciado ao jogo e vícios semelhantes.”
  Este cântico foi composto em um pequeno quarto no terceiro andar, em uma manhã de domingo, em 1852, após a autora haver regressado da igreja. A srtª Carey tinha então vinte e oito anos de idade. Ela morreu em Newpot, Rhode Island, dezenove anos mais tarde.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_442.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

História do hino 112 – Vencendo vem Jesus


 Foi no outono de 1861 que a escritora Julia Wad Howe e seu marido, médicos a serviço do governo dos Estados Unidos, mudaram-se para Washington D.C., capital. Julia, abolicionista, mas pacifista, angustiou-se ao ver a atmosfera de ódio e as preparações frenéticas para uma guerra entre os Estados. Dia após dia as tropas passaram por sua porta, cantando John Brown’s Body (O Corpo de John Brown), canção de melodia contagiante que contava a história da morte de John Brown, com alguns dos seus filhos, num violento esforço individual para acabar com a escravidão. Um dia, enquanto ouviam as tropas cantando, um visitante do casal, o pastor da sua igreja anterior, conhecendo a sua habilidade de poetisa, virou-se para Julia e a desafiou: “Porque a senhora não escreve palavras decentes para aquela melodia?” “Farei isto!” respondeu Julia. As palavras vieram a ela antes do novo amanhecer. A senhora Howe relata:
  “Acordei na penumbra da madrugada, e enquanto esperava a aurora, as linhas do poema começaram a se entrelaçar na minha mente. Disse a mim mesma, ‘Preciso me levantar e escrever estes versos, para não tornar a dormir e perde-los!’ Então me levantei e no escuro achei uma pena desgastada, que me lembrei de ter usado o dia anterior . Rabisquei os versos quase sem olhar o papel.”
  Assim nasceram palavras decentes e empolgantes para aquela melodia muito conhecida, que surgira nos Camp Meetings do Sul anos antes da guerra civil. Em pouco tempo, todo o Norte estava cantando a letra de Julia Ward Howe. O hino foi publicado no periódico mensal Atlantic Monthly (Revista Mensal Atlântico) em Boston, Estado de Massachusetts, em fevereiro de 1862. Conta-se que a primeira vez que o presidente Lincoln ouviu o hino, chorou e pediu: “Cante-o mais uma vez.”
  Ao longo dos anos, o hino perdeu qualquer resquício de partidarismo e tornou-se um dos hinos mais amados dos Estados Unidos. Arranjos maravilhosos deste hino foram feitos por compositores de renome e cantados nos momentos mais solenes do país. Foi cantado na posse do Presidente Lyndon Johnson, e, tornando-se internacional, no culto funerário de Winston Churchill, como planejado por ele mesmo.
  O nome desta melodia americana, BATTLE HYMN (Hino da Batalha), vem das primeiras palavras do título do hino no original. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_152.htm, que cita  Pitrwsky, Ricardo. In: Paula, Isidoro Lessa de, Early Hymnody in Brazilian Baptist Churchs, Fort Word, School of Church Music, Southwestern.

DEVOCIONAL PARA HOJE 23/11/2012


VERSÍCULO:
   Pois recebi do Senhor o que também lhes entreguei: Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim”. -- 1 Coríntios 11:23-24

PENSAMENTO:
   Lembre de Jesus! Lembre do seu grande sacrifício. Lembre do seu amor incomparável por você! Lembre dele através da Santa Ceia! Lembre de Jesus!

ORAÇÃO:
   Ó Pai, muito obrigado por Jesus! Obrigado por me abençoar com uma refeição espiritual que me lembra de novo que Jesus morreu, oferecendo seu corpo e sangue como o sacrifício reconciliador pelos meus pecados. Obrigado por me dar o dia da sua ressurreição como o dia em que posso lembrar poderosamente deste grande sacrifício e ansiar o grande dia de reunião que sua ressurreição tem assegurado para seus filhos. No nome de Jesus eu oro. Amém. 
http://www.iluminalma.com/dph/4/1123.html

22 novembro 2012

Formatura 2012 - SIBB


O corpo docente do Seminário e Instituto Batista Bereiano - SIBB e os concluintes 2012 convidam irmãos, familiares e amigos para assistirem a solenidade de formatura e culto de ação de graças.

Data e Horário: 30/11/2012 às 19:00

Local: IBR do Alto - Av Seny Fialho - Pajuçara, 100 - Natal/RN

Pregador: Pr Israel Florêncio de Lima - (Pastor da Igreja Batista de Cachoeirinha - Manaus/AM)



DEVOCIONAL PARA HOJE 22/11/2012

VERSÍCULO:
   Como anel de ouro em focinho de porco, assim é a mulher bonita, mas indiscreta. -- Provérbios 11:22

PENSAMENTO:
   Pegar o que é fisicamente lindo e profaná-lo é um pecado. É igual a desperdiçar um grande talento ou dom que alguém recebe para abençoar outros, mas não tem nem idéia por que Deus o deu. Não importa qual dom temos recebido, seja ele beleza física, talento atlético, intelecto, uma personalidade charmosa, ou qualquer outra coisa, devemos sempre lembrar que Deus nos abençoou com essas coisas para que abençoemos outros e O honremos!

ORAÇÃO:
   Querido Deus, por favor, perdoe-me pelas vezes em que não tenho usado meus dons e habilidades para abençoar outros e honrar ao Senhor. Por favor, dê-me um propósito renovado enquanto procuro viver para a Sua glória e para abençoar outros com a sua graça. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1122.html

História do hino 112 – Vencendo vem Jesus


Foi no outono de 1861 que a escritora Julia Wad Howe e seu marido, médicos a serviço do governo dos Estados Unidos, mudaram-se para Washington D.C., capital. Julia, abolicionista, mas pacifista, angustiou-se ao ver a atmosfera de ódio e as preparações frenéticas para uma guerra entre os Estados. Dia após dia as tropas passaram por sua porta, cantando John Brown’s Body (O Corpo de John Brown), canção de melodia contagiante que contava a história da morte de John Brown, com alguns dos seus filhos, num violento esforço individual para acabar com a escravidão. Um dia, enquanto ouviam as tropas cantando, um visitante do casal, o pastor da sua igreja anterior, conhecendo a sua habilidade de poetisa, virou-se para Julia e a desafiou: “Porque a senhora não escreve palavras decentes para aquela melodia?” “Farei isto!” respondeu Julia. As palavras vieram a ela antes do novo amanhecer. A senhora Howe relata:
  “Acordei na penumbra da madrugada, e enquanto esperava a aurora, as linhas do poema começaram a se entrelaçar na minha mente. Disse a mim mesma, ‘Preciso me levantar e escrever estes versos, para não tornar a dormir e perde-los!’ Então me levantei e no escuro achei uma pena desgastada, que me lembrei de ter usado o dia anterior . Rabisquei os versos quase sem olhar o papel.”
  Assim nasceram palavras decentes e empolgantes para aquela melodia muito conhecida, que surgira nos Camp Meetings do Sul anos antes da guerra civil. Em pouco tempo, todo o Norte estava cantando a letra de Julia Ward Howe. O hino foi publicado no periódico mensal Atlantic Monthly (Revista Mensal Atlântico) em Boston, Estado de Massachusetts, em fevereiro de 1862. Conta-se que a primeira vez que o presidente Lincoln ouviu o hino, chorou e pediu: “Cante-o mais uma vez.”
  Ao longo dos anos, o hino perdeu qualquer resquício de partidarismo e tornou-se um dos hinos mais amados dos Estados Unidos. Arranjos maravilhosos deste hino foram feitos por compositores de renome e cantados nos momentos mais solenes do país. Foi cantado na posse do Presidente Lyndon Johnson, e, tornando-se internacional, no culto funerário de Winston Churchill, como planejado por ele mesmo.
  O nome desta melodia americana, BATTLE HYMN (Hino da Batalha), vem das primeiras palavras do título do hino no original. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_152.htm, que cita  Pitrwsky, Ricardo. In: Paula, Isidoro Lessa de, Early Hymnody in Brazilian Baptist Churchs, Fort Word, School of Church Music, Southwestern.

Leila Naylor Morris


Leila Naylor Morris [190, 226, 474] nasceu no dia 15 de Abril de 1862 em Pennsville, Ohio e faleceu no dia 23 de Julho de 1929  em Auburn, New York (na casa da sua filha). Encontra-se enterrada em McConnelsville, Ohio. Quando criança, Leila morou em Malta e McConnelsville, Ohio. Em 1881, casou-se com Charles H. Morris. Era muito ativa na igreja Metodista, participando dos encontros campais e escrevendo cânticos, tendo sido autora de mais de 1000 cânticos evangélicos. Quando seus olhos apresentaram problemas e a sua visão ficou fraca, seu filho construiu um quadro negro que ultrapassava os padrões normais de tal forma que permitisse continuar seu trabalho, compondo hinos. 

Fonte: http://sites.google.com/site/vieirademelo/leilanaylormorris

RECIPIENTE APROVADO


O escritor Greg Heisler fez uma analogia muito apropriada sobre o relacionamento entre a santidade do pregador e sua eficácia na pregação:
Enquanto enchia o tanque do carro, um cartaz junto à bomba de gasolina me chamou a atenção. Dizia o seguinte:
“Cuidado! Para evitar acidentes, carregue gasolina apenas em recipientes aprovados”. Basicamente, o cartaz estava avisando que nem tudo é apropriado para o transporte de gasolina.
Em relação ao Espírito Santo e a pregação, creio que Deus coloca um aviso semelhante no recipiente que transporta a Palavra e o Espírito: “Cuidado! Para evitar acidentes, a pregação deve vir de um coração e de recipientes que tenham sido aprovados por Deus”. A pregação liderada pelo Espírito considera o pregador um vaso ou recipiente que transporta a Palavra e o Espírito à congregação.
Será que alguém não poderia acusar você de estar transportando o Espírito num “recipiente não aprovado”?
(Steve D. Eutsler)

Pérolas Diárias 22 de Novembro


"Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei." Gálatas 5.18
Por que em muitos filhos de Deus demora tanto até que acontece uma clara tomada de poder pelo Espírito Santo em suas vidas? Tomemos como exemplo a política, para entender melhor esse assunto. Muitos governos não têm liberdade de ação porque no país não existe um partido político que detém a maioria. Na vida de muitos filhos de Deus não acontece uma clara tomada de poder pelo Espírito Santo porque em seu coração não existe "decisão por maioria" para o Espírito Santo. Desarmonia interior surge porque várias forças disputam a hegemonia na vida dessas pessoas, e tais forças podem ser orgulho, inveja, presunção, fofocas ou outros vícios obscuros que procuram assumir o domínio em sua vida. O Espírito Santo não age com violência! Ele governa, mas quando duvidamos, Ele se retrai. Quando o Espírito Santo não pode dominar o coração de um filho de Deus, não traz apenas desarmonia interior como conseqüência, mas também exteriormente se notam as seqüelas. Por isso sua vida de fé é uma luta constante. Isso se observa em muitos filhos de Deus. Seguir o caminho do Senhor se torna um grande esforço, e isso é justamente o contrário daquilo que o Senhor quer dar. Quando o Espírito Santo governa a vida de uma pessoa, seguir o Seu caminho não é uma obrigação, mas uma felicidade.

21 novembro 2012

SONHOS QUE NUNCA SE REALIZARÃO


1. O sonho das nações de destruir Israel nunca se realizará (Jr 31.35,36; Is 29.8).
2. O sonho de viver separado do mundo e nunca ser perseguido nunca se realizará (2Co 6.14-18; 1Jo 2.115-17; Tg 4.4; Rm 12.1-2; 2Tm 3.12).
3. O sonho do avivamento sem sacrifício nunca se realizará (2Cr 7.14 — quatro coisas que temos de fazer para que o avivamento aconteça).
4. O sonho de conquistar almas à parte da compaixão nunca se realizará (Mt 9.36; Rm 10.1; Sl 126.5,6; Is 66.7,8).
5. O sonho do discipulado sem disciplina nunca se realizará (Lc 9.57-62).
6. O sonho da salvação sem o arrependimento nunca se realizará (Lc 5.2;13.3; 2Pe 3.9; At 20.21).
(Bobby K. Carden)

Robert Hawkey Moreton


Dado o interesse histórico tomamos a liberdade de reproduzir o texto publicado no periódico Portugal Evangélico de 1971 – Samuel R. Pinheiro (webmaster). Esboço Biográfico De Um Pioneiro – Robert Hawkey Moreton [14, 27, 33, 88, 232, 241, 350, 358, 468, 521, 548, 558, 569].
  No ano de 1844 nasceram dois meninos: um em Janeiro, na cidade de Buenos Aires, e outro em Novembro, no Porto. Apesar da grande distância que os separava na altura do seu nascimento – um oceano -, as suas vidas estavam destinadas a confluir duma maneira extraordinária no estabelecimento e desenvolvimento do Obra Evangélica em Portugal. Ambos eram ingleses, mas ambos dedicaram as suas vidas e entregaram os seus corações a Portugal. O primeiro, Robert Hawkey Moreton, jaz em solo português no Cemitério Britânico de St. James, no Porto; o outro, James Cassels, mais tarde naturalizou-se português, tomando o nome de Diogo, nome pelo qual é mais conhecido e honrado. Faleceu em 1923, e jaz sepultado em Vila Nova de Gaia.
  É sobre a vida do primeiro destes dois grandes vultos que agora escrevemos estas breves palavras. Robert Hawkey Moreton, como dissemos, nasceu em Buenos Aires, Argentina, no dia 10 de Janeiro de 1844; o seu pai, também Robert, tinha emigrado de casa paterna, outro Robert, da Cornualha, antes de 1830. A família regressou a Inglaterra em 1861, possivelmente para evitar que Robert Hawkey tivesse que prestar serviço militar no exército argentino, e fixaram residência em Helston, Cornualha.
  O jovem Robert começou a estudar medicina no Hospital de S. Bartolomeu («Bart’s»), Londres, mas, ouvindo a chamada para o ministério da Igreja Metodista Wesleyana, entrou no Seminário de Richmond, Londres, em 1864, e após três anos lá, foi nomeado pastor à prova para o circuito de Helston , Cornualha, passando depois para St. Colomb, Ilhas Scilly (Sorlingas), onde se encontrou com a sua futura esposa, Agnes Banfield. Terminado o seu período de prova, foi ordenado ministro em plena conexão na Igreja Metodista Wesleyana, em 3 de Agosto de 1870, na Conferência Anual, na cidade de Burslem, Inglaterra. No mesmo ano ofereceu-se para o serviço missionário, mas a sua oferta em princípio não foi aceite. Mais tarde no mesmo ano, em Novembro, a Sociedade Missionária Metodista Wesleyana convidou-o a trabalhar em Portugal, onde ocasião de oportunidade se estava a abrir – em consequência dos seus conhecimentos de espanhol (!), língua que já tinha usado ao distribuir tratados entre os marinheiros espanhóis nas docas do Tamisa, em Londres.
  Chegou ao Porto no dia 16 de Fevereiro de 1871 com a sua noiva, com quem casara três semanas antes. Exerceu o seu ministério aqui até à sua morte em 1917, quarenta e três anos no ministério activo e três em aposentação. Logo nos primeiros dias ele soube o que era sofrer perseguição popular, chegando muitas vezes a casa, depois de tentar pregar, coberto de lama; mas ele sobreviveu a esta fase, e tornou-se muito respeitado e estimado; através dos anos os seus dons como pregador, ensinador, administrador e organizador foram bem exercidos. O seu Metodismo foi do tipo clássico; ele edificou tudo na base da reunião de classe, e só admitia pessoas como membros depois do devido, e às vezes demorado, período de prova por parte de cada candidato. Cartões de membros meticulosamente escritos pela sua própria mão – e a sua letra continuou meticulosa até ao fim – datam do primeiro ano do seu ministério cá em Portugal; a sua pregação sobre a procura da perfeição cristã atraiu muitos, incluindo alguns piedosos católicos romanos que estavam a procurar o mesmo caminho. Traduziu uma quantidade de hinos para o português e colaborou na compilação de uma sucessão de hinários; introduziu o sistema de solfejo tónico em Portugal; traduziu algumas obras populares, algumas meio-polémicas, tais como «O Convento Desmascarado» da ex-freira Edith O’Gormon, e «O Padre, a Mulher e o Confessionário» do ex-padre Chiniquy; escreveu muitos artigos e tratados de controvérsia. Foi, também, durante quatro anos, director de «A Reforma». Sofreu progressivamente durante todos os longos anos que viveu em Portugal, de asma brônquica, que em certo sentido foi parte do sacrifício que ele fez ao dedicar-se à obra do Senhor no Norte de Portugal.
  Seu filho, também Robert, foi durante alguns anos secretário da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em Lisboa, e um seu neto, que também foi ministro metodista, foi morto na segunda guerra mundial. Robert Hawkey Moreton jaz, com sua esposa e um dos seus filhos, no Cemitério Britânico do Porto. R. I. P.

ALBERT ASPEY

Fonte: http://www.portalevangelico.pt/noticia.asp?id=3404,que cita Texto extraído da revista “PORTUGAL Evangélico” – órgão oficial das Igrejas Metodistas e Presbiterianas de Portugal – 1º semestre de 1971

História do hino 371 – Rocha eterna


 Este hino de louvor e oração a Cristo, a “Rocha Eterna”, que morreu por nós, cujo sangue nos lava, e que oferece “perdão, pureza e salvação”, é um dos hinos mais difundidos e amados no mundo inteiro. Era o costume de Augustus Toplady escrever hinos para sua congregação cantar após o seu sermão. Este hino foi registrado depois do seu sermão sobre Gênesis 12:5. O tema principal da vida deste pastor anglicano era a suficiência da morte de Cristo para a nossa salvação. Toplay queria que todos entendessem bem que “nem trabalho, nem penar” contribuem para a nossa salvação, e que “nada eu tenho a te ofertar”; quem simplesmente crer nEle subirá para o céu e verá Seu rosto em glória!
  Há diversas histórias sobre a inspiração da frase “Rocha Eterna”, mas uma pesquisa cuidadosa revela a mais provável. No prefácio do hinário Hymns on the Lord’s Supper (Hinos sobre a Ceia do Senhor), publicado por Charles Wesley em 1745, foram citadas algumas linhas de um sermão intitulado O Sacramento e Sacrifício do Cristão pelo dr. Daniel Brevint:
  “Não deixe que meu coração arda com menos zelo, para segui-lO e servi-lO agora enquanto o pão está quebrado na mesa, do que ardiam os corações dos Teus discípulos quando quebraste o pão em Emaús, Ó Rocha de Israel, Rocha de Salvação, Rocha ferida e partida por mim.(…) Não deixe que minha alma tenha menos sede do que se eu estivesse com [Teu povo] no Monte Horebe, onde jorrou o santo sangue das feridas do meu Salvador.”
   A grande semelhança de fraseologia de Toplady no original dá crédito a esta posição, Toplady publicou uma estrofe deste hino em 1775, em The Gospel Magazine (A Revista do Evangelho), da qual era editor, juntamente com um artigo intitulado A Vida é uma Viagem. Depois de apresentar uma série de perguntas e respostas que demonstravam que a Inglaterra jamais poderia pagar sua dívida nacional, comparou isso com o homem e seus pecados. Calculou quantos pecados um homem poderia cometer até certas idades – até 20 anos, 30, 40, etc. Chegando aos 80, o total seria de 2.522.890.000.Então apresentou a única solução, a que Cristo oferece, citando Gálatas 3.13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;”.(…) “Isto, não somente contrabalançará, mas infinitamente sobrebalançará todos os pecados de todo o mundo que crê.”
  A poesia completa de quatro estrofes apareceu na mesma revista, em março de 1776. Este hino tem sido o consolo de pessoas em todos os continentes. Albert, o príncipe-Consorte da rainha Vitória, recebeu grande consolação dele e pediu que fosse cantado no seu culto fúnebre. Foi cantado nos funerais do primeiro ministro da Grã-Bretanha, William Gladstone. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_195.htm, que cita Gospel Magazine, março de 1776, in: Julianm John, A Dictionary of Hymnology, Dover Edition,New York, Dover Publications, 1957

CONSUMIDOS PELAS COISAS DE DEUS


As coisas de Deus consomem sua vida? Observe rapidamente estes exemplos:
Perguntaram à tia Vertie qual era o significado de “orar sem cessar”. Ela respondeu: “Significa exatamente o que está dizendo”.
E a tia continuou: “Quando me visto de manhã, agradeço a Deus por me vestir da retidão de Cristo. Quando me lavo de manhã, peço que Deus me limpe dos meus pecados”.
“Quando tomo o café da manhã, agradeço a Deus por ele ser o Pão da Vida. Quando limpo a casa, peço que Deus seja misericordioso e limpe do pecado todas as casas do mundo.”
“Ao conversar com as pessoas durante o dia, peço que Deus as salve e faça-as crescer em Jesus, e que supra suas necessidades.”
“Ao ver desconhecidos ou grupos de pessoas nas ruas da cidade, oro pela salvação do mundo inteiro.”
E a lista continuaria. A tia Vertie orava o dia inteiro, usando os acontecimentos do cotidiano como lembretes da oração necessária para alcançar o mundo para Cristo. Que modo de vida! Uma vida digna de ser chamada cristã!
(Leadership Ministries - Practical Illustrations)

DEVOCIONAL PARA HOJE 21/11/2012


VERSÍCULO:
   Disse Marta a Jesus: “Senhor, se estivesses aqui meu irmão não teria morrido.” -- João 11:21

PENSAMENTO:
   Se você já ficou ao lado da cova de um ente querido, provavelmente o seguinte pensamento passou pela sua mente – se estivesse aqui, Senhor! Onde está Jesus na hora da dor? Por que ele não pode estar presente para nos ajudar? Há duas respostas cruciais para lembrarmos. Primeiro, Jesus está conosco nos momentos de perda e luto. A Igreja é o Corpo de Jesus e cada ato de bondade, apoio, conforto e ajuda representa Jesus para aliviar nossa dor. Segundo, ao passo que talvez ele tenha permitido nosso ente querido passar desta vida para a próxima, ele tem sido a presença duradoura e constante para cada cristão que morreu fisicamente. Paulo nos lembra que quando um cristão morre, ele ou ela parte para estar com Cristo (2 Coríntios 5:6-7; Filipenses 1:21-23) e a presença amorosa de Deus nunca é perdida com aquela pessoa (Romanos 8:35-39).

ORAÇÃO:
   Santo Pai, por favor, ajude-me a ver a presença de Jesus ministrando nas minhas horas de perda e luto. Ajude-me a vê-lo na presença confortante do Espírito Santo que habita em mim. Ajude-me a vê-lo nos atos de amor e bondade do seu povo para me ajudar. Além disso, querido Pai, por favor, ajude-me a ver as maneiras em que eu posso servir como a presença de Jesus para alguém que está sofrendo. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1121.html

20 novembro 2012

História do hino 132 – Ebenézer


 O autor deste hino, Robert Robinson, nascido em 1735, descendia de família humilde. Com a idade de 14 anos foi mandado a Londres, por sua mãe viúva, para aprender o ofício de barbeiro. Seu instrutor descobriu que ele era mais dado à leitura do que à profissão. Enquanto em Londres, assistiu a reuniões realizadas pelo grande evangelista George Whitefield, converteu-se e começou a estudar para o ministério. Nos últimos anos de sua vida tornou-se leviano, mas certa ocasião, enquanto viajava para outra cidade, encontrou uma senhora que fez com que se lembrasse de seus conhecimentos de religião. Ela acabara de ler esse hino e pediu sua opinião sobre ele, após contar-lhe das bênçãos que lhe trouxera ao coração. Ele procurou esquivar-se mudando de assunto, mas a senhora, que não sabia com quem estava falando, voltou logo ao hino, expressando sua grande admiração por ele. Robinson tão agitado ficou que não tinha mais forças para controlar sua emoção e disse: “Senhora, eu sou o pobre infeliz que compôs esse hino muitos anos atrás, e daria mil dólares, se os tivesse, para gozar dos mesmos sentimentos que eu tinha então.” 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_214

História do hino 508 – Terra feliz


 Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):
  “O sr. Bennett, autor deste cântico famoso no mundo inteiro, diz o seguinte a respeito de sua origem: Em 1861 fui residir na cidadezinha de Elkhorn, Wisconsin, terra do compositor J. P. Webster; dentro em pouco associei-me a ele na produção de músicas impressas em folhas soltas, e outros trabalhos musicais. No verão ou outono do ano de 1867 iniciamos o trabalho do “The Signet Ring”. Um dos cânticos escritos para aquele livro foi “Terra feliz’. O sr. Webster, como muitos outros músicos, tinha uma natureza excessivamente sensível e nervosa, e era sujeito a períodos de depressão, durante os quais, encarava a vida no seu lado escuro.
  Eu estava tão acostumado com suas peculiaridades que ao encontrá-lo, ao primeiro olhar poderia dizer se ele estava numa de suas fases de melancolia; descobri que poderia animá-lo e fazê-lo sair dessas fases dando-lhe uma nova melodia ou cântico com que se ocupar. Numa ocasião, ele veio ao meu local de trabalho, andou até a lareira, e virou-me as costas, sem falar. Eu estava escrevendo e lhe disse: -“Webster, que é que há?”
-“Nada, respondeu ele, tudo vai melhorar aos poucos” (by and by). A idéia veio-me à mente como um raio, e eu respondi:
- “Doce aos poucos! Será que isto não daria um bom cântico?” (O título do cântico em inglês é ‘Sweet By-and-by’, que traduzido literalmente seria ‘Doce aos Poucos’, ou ‘Suave aos Poucos).
- “Talvez desse”, retorquiu com indiferença.
  Rapidamente escrevi as três estrofes e o coro. Neste meio tempo, dois amigos, o sr. N.    H. Carswell e o sr. S. E. Bright, entraram. Entreguei o cântico ao sr. Webster. Ao lê-lo, seus olhos brilharam, e modificou-se sua atitude. Dirigindo-se a uma escrivaninha, começou a escrever notas rapidamente. Depois pediu ao sr. Bright que lhe alcançasse seu violino, e então tocou a melodia. Em poucos momentos mais havia escritos as notas para quatro vozes.
  Creio que não se passaram mais do que trinta minutos desde a hora que tomei minha pena para escrever as palavras, até a hora em que os dois cavalheiros, o sr. Webster e eu estávamos entoando o cântico, como apareceu em ‘The Signet Ring’. Enquanto cantávamos, o sr. R. R. Crosby entrou. Após ouvir por um pouco de tempo, disse com lágrimas nos olhos: – ‘Este cântico será imortal’. Creio que foi logo usado em público, pois, em duas semanas, crianças já o cantavam nas ruas.”
  No ano seguinte os editores de ‘The Signet Ring’ distribuíram um grande número de circulares, anunciando o novo hinário, nas quais havia seleções dos cânticos, entre elas, Terra Feliz. Estas circulares tornaram este cântico logo apreciado pelo público, estimulando a aquisição do hinário. Perto do fim do ano o cântico foi publicado em folhas soltas. Agora pode ser encontrado em várias compilações de músicas, na América, e diz um jornal: ‘foi traduzido para inúmeras línguas estrangeiras, e é cantado em toda a parte debaixo do sol’. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_572.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista.

“NÃO TE ABANDONAREI!”


Deus está conosco quando sofremos. Posso afirmar que nenhuma dor atinge o coração ou afeta o corpo sem que Jesus esteja sofrendo-a conosco. 
Você sente as dores da pobreza? Ele não tinha “onde descansar a cabeça”. Você padece as dores da morte? Jesus chorou junto ao túmulo de Lázaro. Você foi caluniado por causa da justiça, e isto
abateu seu espírito? Jesus afirmou: “Afrontas me quebrantaram o coração” (Sl 69.20).
Você foi traído? Não se esqueça de que um amigo íntimo de Jesus o vendeu pelo preço de um escravo.
Em que mares tumultuosos você foi lançado que também não agitou o barco de Jesus? Nunca um vale foi tão escuro, tão profundo e, aparentemente, tão intransitável, que ao se encurvar, você não tenha descoberto os passos do Crucificado!
Nos fogos e nos rios, no frio da noite e sob o sol escaldante, ele clama: “Estou contigo. Não desfaleças, pois sou tanto o seu companheiro quanto o seu Deus!”
(C. H. Spurgeon)

DEVOCIONAL PARA HOJE 20/11/2012


VERSÍCULO:
   O Senhor detesta os perversos de coração, mas os de conduta irrepreensível dão-lhe prazer. -- Provérbios 11:20

PENSAMENTO:
   Ai, ai, certamente eu não gostaria de fazer parte da lista de coisas que Deus detesta! Tais coisas são uma abominação a Ele. O que é um coração perverso? É um coração que permite que o maligno, impureza, avareza, desonestidade e violência controlem as atitudes, pontos de vista e opiniões de uma pessoa. Jesus nos lembra que um coração perverso aparece nas ações externas da pessoa. Como mudar o nosso coração? Vindo a Deus com arrependimento, confessando a nossa aliança com o maligno e pedindo para Deus nos purificar e nos fazer novos pelo seu Espírito Santo.

ORAÇÃO:
   Crie em mim, ó Deus, um coração puro e renove a presença do seu Espírito Santo dentro de mim. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1120.html

19 novembro 2012

Albert Midlane


O sr. Albert Midlane (1825-1909) [171, 522], nascido no dia 23 de janeiro de 1825, na Ilha de Wight, no sul da Inglaterra. Ele era o filho mais novo do casal James e Fanny Midlane. Ele teve a ventura de ter uma mãe profundamente espiritual e uma irmã devotada às coisas de Deus. Ele relembra os momentos em que sua mãe o levava para um lugar bem sossegado do seu quarto e fazia-o ajoelhar-se com ela, enquanto orava fervorosamente para que Deus derramasse as suas bênçãos em todas e quaisquer circunstâncias. Sua influência levou-o bem cedo a pensar profundamente na sua condição de pecador perante Deus. Assim, bem cedo, experimentou a bênção da salvação, numa reunião de oração dos professores da Escola Dominical, e, logo em seguida, foi batizado na Igreja Batista de Castlehold, em Newport.
  Aos 23 anos de idade, depois de muitos exercícios espirituais, congregou com um grupo de irmãos numa assembléia sem denominação. Trabalhou como empregado e, mais tarde, como empregador, ganhando a boa amizade dos seus empregados, por mais de 50 anos. Mas o principal interesse do sr. Albert Midlane estava nas coisas do Senhor. Deu muito do seu tempo no trabalho da Escola Dominical, pregando o Evangelho, dentro e fora, ao ar livre, e ensinando a Palavra de Deus. Desde cedo e até o fim, dedicou-se a este ministério e, três meses antes de sua morte, ainda foi visto, com 84 anos de idade, pregando ao ar livre, em Newport, perante uma multidão, falando-Ihes das coisas eternas.
  Além de tudo, Albert Midlane foi um talentoso escritor de hinos. Primeiramente, foi encorajado pelo seu professor da Escola Dominical e, depois, por um irmão chamado Thomas Binney, que residia próximo dele. Publicou cerca de 1.000 hinos e poesias durante a sua vida; o primeiro, quando tinha apenas 17 anos de idade, e o último, por ocasião do seu 84° aniversário. Muitos dos seus hinos foram escritos durante a sua meditação em redor das ruínas dum velho castelo, chamado Carisbrooks. Aqueles momentos de solidão deram-lhe ocasião para compor os mais belos hinos.
  Midlane amava muito as crianças e foi um exemplar professor da Escola Dominical. Compôs muitos hinos para serem cantados pelas crianças, tais como: Deus abençoa nossa Escola Dominical, O Brilhante Céu Azul, A ovelhinha que se desgarrou, etc. Mas o que ficou mais conhecido, mundialmente, foi: Jesus e as crianças. É muito lindo. Fala do Amigo, do Lar, do Descanso, do Cântico e das Bênçãos do Senhor. Infelizmente, não conheço o nome do tradutor para o português. A música é IN MEMORIAM, de John Stainer (1840-1901). 

Fonte: http://www.uniaonet.com/osemeador.htm

O PASTOR QUE PERDEU OS FILHOS


Robert James era lavrador e pastor batista na zona rural do estado americano de Missouri.
Certo dia um cachorro perdido foi parar no quintal da casa do pastor. O animal, sendo de boa índole e brincalhão, logo se tornou a alegria dos dois filhos do pastor, que também se afeiçoou a ele.
Os três ficaram visivelmente chateados ao saber que uma família nova na cidade havia perdido seu cachorro. A descrição do animal desaparecido combinava perfeitamente com o cachorro de quem haviam passado a gostar tanto — sua cauda inteiramente preta tinha três fios de pelos brancos.
Não querendo devolver o animal, os três armaram um esquema: tingir com graxa de sapato os três pelos brancos.
Quando o dono do cachorro apareceu, todos perceberam que o animal o reconheceu imediatamente.
“Mas este não pode ser o seu cachorro”, o pastor argumentou sutilmente.
“Ele não tem nenhum pelo preto na cauda.”
A família James ficou com o cachorro, mas o pastor perdeu os seus filhos. Os meninos cresceram e se tornaram dois dos mais famosos bandidos dos Estados Unidos: Frank e Jesse James.
(Opening the Word)

HUMILDADE E GLÓRIA


Na vida terrena de Jesus Cristo, sempre que algum acontecimento revelava mais enfaticamente que o normal sua condição de humildade, logo a seguir vem algo indicando a majestade de sua glória.
Por exemplo, ele nasceu como um bebezinho frágil, mas anjos anunciaram seu nascimento. Ele foi colocado numa manjedoura, porém uma estrela cintilou acima do estábulo, e trouxe sábios de um país longínquo com ouro, incenso e mirra.
Jesus se sentou exausto junto a um poço e pediu água a uma mulher da cidade, mas ofereceu a ela a água da vida. Jesus, exausto, se deitou para dormir na poupa de um barquinho, mas acordou para dar uma ordem à tempestade, e ela se acalmou. Ele chorou ao lado do túmulo de Lázaro, porém arremeteu sua voz ao recôndito da tumba, e o morto, todo enfaixado, saiu para fora,
(Alexandre MacLaren)