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"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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Culto de Ação de Graças

23 de dez de 2013

POR QUE JESUS VEIO AO MUNDO?

Nesta época do ano, quando meditamos na vinda do Senhor Jesus Cristo ao mundo, seria bom que as pessoas que o conhecem e amam relembrassem o motivo de o Salvador ter feito isso.
“Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer” (Jo 1.18). Nos dias do Antigo Testamento, as pessoas sabiam um pouco sobre Deus. O salmista menciona que os céus declaram a glória de Deus e o firmamento revela as obras de suas mãos (19.1),
No entanto, existe mais a ser conhecido do que a natureza nos mostra. Jesus, quando andou entre nós, revelou tudo completamente. Na verdade, ele afirmou: “Eu sou Deus revelado; eu sou Deus visível”.
Quem quiser conhecer a Deus e entender algo a respeito de sua natureza e obra, terá de estudar os quatro evangelhos, pois eles apresentam Jesus Cristo, o Filho único de Deus, revelado como Emanuel, “Deus conosco”.
Enquanto vivia no mundo, Jesus se apresentou dizendo: “Quem me vê a mim vê ao Pai” (Jo 14.9). Se queremos saber como Deus é, tudo o que precisamos fazer é estudar as palavras, as obras e as atitudes de seu Filho.
Permitamos, então, que essa verdade domine nossas mentes à época do Natal; ou seja, que Cristo veio como o ápice da revelação do Pai. A palavra encarnação significa “tornar-se carne”. Assim, ao nascer, Cristo se tornou Deus manifestado em carne. E não nos esqueçamos de que Jesus não apenas revelou e refletiu o Senhor Deus — ele era Deus.
Ele veio para realizar a obra expiatória por meio da qual os seres humanos, alienados de Deus por causa de seus pecados, pudessem viver eternamente em sua santa presença. Para que esse relacionamento bendito fosse possível, Cristo, o Imaculado, veio ao mundo morrer por nós. Ele podia dizer como ninguém jamais poderia: “Dou a minha vida... Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou” (Jo 10.17,18).
Ainda assim, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23), e esse salário tem de ser pago. A justiça tem de ser feita. Penalidades têm de ser cumpridas. Nenhum ser mortal conseguiria preencher os requisitos da lei divina; porém o Senhor Jesus Cristo, Deus Encarnado, tornou-se o Substituto dos pecadores, e na cruz do Calvário o pecado do mundo foi lançado sobre ele.
Desde aquele dia, a mensagem de Deus aos pecadores tem sido a de que creiam em Cristo, pois ele morreu para nossa justificação.
Por mais estranho que pareça, Jesus nasceu para morrer. Ele deixou os palácios de marfim não para ser um exemplo a seguirmos, mas para morrer em lugar dos pecadores como o Substituto Imaculado. Ele se revestiu de nossa humanidade para tomar sobre si o fardo e a maldição de nosso pecado.
Não nos esqueçamos de que ele nasceu Salvador e que a própria Maria reconheceu essa verdade fantástica ao cantar: “Meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lc 1.47).
A encarnação, crucificação e ressurreição de nosso Senhor Jesus formam uma tríade da verdade sobre a qual jamais nos cansamos de meditar.
No ventre virginal de Maria, o corpo humano de Jesus tomou forma.
No túmulo virginal de José de Arimateia, o corpo glorificado de Jesus foi preparado.
O Espírito Santo foi o responsável por esses dois milagres. Por meio de seu corpo esmagado, Cristo tornou possível a nossa salvação; por meio de sua ressurreição, ele nos garantiu esta salvação.
Talvez este seja nosso último natal. Quem sabe? Você está pronto? Caso não esteja, por que não encher o coração de Jesus de felicidade ao se entregar a ele sem reserva nenhuma? Faça o Natal de Jesus muito feliz! Entregue-se a ele como presente!
Dr. Louis T. Talbot
(Sword of the Lord)

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