VISITE A IGREJA BATISTA REGULAR EBENÉZER

"A Igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade" C.H. Spurgeon

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R. José Severiano Câmara, 244 - Centro - João Câmara/RN

TERÇA:.........................Sociedade Masculina -.................19:30hs.
..........................................Sociedade Feminina -...................19:30hs.
QUARTA:.....................Culto de Oração -.........................19:30hs.
SÁBADO:......................Projeto Boas Novas -..................15:30hs.
..........................................Culto da Mocidade -....................19:30hs.
DOMINGO:..................Escola Bíblica Dominical -..........08:00hs.
..........................................Culto Oficial -..............................19:00 hs.

Culto de Ação de Graças

25 de jan de 2015

OPINIÃO FORMADA OU UMA METAMORFOSE AMBULANTE?


O “maluco beleza”, Raul Seixas, marcou uma geração por sua lucidez em entender os sistemas de pensamento que o rodeavam a ponto de questioná-los e influenciar outros no mesmo sentido. Fazia isso através de suas composições e interpretações semeadoras de cosmovisões.
O termo cosmovisão é tradução da palavra alemã Weltanschauung, que significa "modo de olhar o mundo" (welt, "mundo"; schauen, "olhar"). “É um conjunto de pressuposições [hipóteses que podem ser verdadeiras, parcialmente verdadeiras ou inteiramente falsas] que sustentamos [consciente ou inconscientemente, consistente ou inconsistentemente] sobre a formação básica do nosso mundo.” (James W. Sire).
De forma genial, Nancy Pearcy define cosmovisão como um mapa mental que nos diz como navegar de modo eficaz no mundo. E são muitas as opções para os viajantes: positivismo, liberalismo, marxismo, humanismo, pós-modernismo etc. Alguns destes mapas, obsoletos para uns, sempre úteis para outros.  
Esses muitos “ismos” servem como uma “caixa de ferramentas filosóficas abarrotada de termos e conceitos”, montando um padrão de ideia e comportamento humanos. Observemos, em síntese, o perfil de um deles, o pós-modernismo – uma das de ferramentas filosóficas mais utilizadas em nossos dias.
Uma alternativa ao pensamento moderno, ainda que hoje, anda em paralelo. Trata-se de um conceito muito amplo, ainda em construção, mas que já tem desconstruído muitas estruturas de pensamento, redefinindo conceitos e reinterpretando leituras de mundo.
O Pós-Modernismo é, principalmente, uma abordagem epistemológica (trata da natureza e a justificativa para o conhecimento/verdade). Busca a resposta para perguntas do tipo: Como sabemos o que sabemos? Como saber se o que sabemos é verdade?  O filósofo cristão J. P. Moreland explica que esse mapa mental, representa uma forma de relativismo cultural sobre coisas como a verdade, a realidade, a razão, os valores, o significado linguístico, o 'eu' e outras noções.
Comemora a queda dos pilares absolutos e erguem fortes bases fincadas no relativismo ou pluralismo como sustentação da mentalidade humana. Sua versão religiosa, em síntese, se manifesta nos chavões: “Fé é, por definição, individual e subjetiva!” ou “Qualquer crença é a verdade, se ela for verdadeira para mim!”. Uma rejeição enfática a qualquer afirmação de verdade absoluta.
            Diante disso, o crente precisa ter em mente uma cosmovisão bíblica. Ser capaz de ler o mundo com as lentes da fé cristã e quando navegar em mares desconhecidos não se deixar levar por qualquer onda de pensamentos, muitos dos quais contrariam a verdade de Deus. Ter a convicção de que os princípios revelados na Bíblia são atemporais, superiores à opinião pública e independem do veredicto de “intelectuais orgânicos” para serem considerados relevantes.
Nesse sentido, o primeiro capítulo do livro de Daniel torna-se uma ferramenta bíblica útil, ao explicar como ele e seus companheiros venceram uma difícil batalha entre cosmovisões. Uma trajetória que serve de referencial para uma mentalidade que conduz a um comportamento para a glória de Deus.
No meio de uma geração que se corrompia, Daniel possuía valores absolutos. O fato de não ter sido devorado na cova dos leões é admirável; mas outro fato também é digno de nota: Daniel não deixou que as cosmovisões que o rodeavam devorassem sua mentalidade, tornando-se mais uma presa do sistema de pensamento babilônico.
O império babilônico era o mais poderoso da época, e a capital Babilônia a cidade sede de um panteão de divindades (idolatria), capital mundial da astrologia e feitiçaria, berço de uma das sete maravilhas do mundo antigo (os Jardins suspensos da Babilônia). Um polo científico do mundo de então. E Daniel era um jovem de reconhecida capacidade intelectual; mas não foi por meio de um “ciências sem fronteiras” do governo de Israel que ele chegou até a Babilônia. Historicamente, era o momento em que as mãos do rei Nabucodonosor tomavam conta de grande parte do mundo antigo em disputa, mas, soberanamente a mão de Deus disciplinava seu povo, Israel, com o triste Cativeiro babilônico.
Quando aconteceu uma seleção do governo (concorridíssimo e de alto nível), Daniel foi um dos poucos aprovados. Daniel entendia o mundo sem absorver o mundanismo. Não demonizou a cultura em si, mas vigiou para não cair nas armadilhas de um ambiente que “jaz no maligno”. Ele rejeitou as “finas iguarias do rei”, porque se deliciava diariamente com alimento da preciosa comunhão pessoal com Deus. Não adotou um mapa mental babilônico, pois não queria se afastar do Senhor.
No ano 539 a.C, o império babilônico ruiu, derrotado pelo exército Persa. Mas, na guerra de cosmovisões, Daniel permaneceu firme na fidelidade a Deus, vencendo os conflitos ideológicos, num campo minado de ideias antibíblicas.
Assim como Daniel, em qualquer geração deste lado da vida, um crente precisará manter-se firme numa cosmovisão bíblica diante de outras leituras de mundo que, de maneira parcial ou inteiramente, ameaçam nosso compromisso com a glória de Deus. Principalmente nesse nosso mundo pós-moderno que elogia com entusiasmo o perfil “metamorfose ambulante” e deprecia com militância os que mantêm “uma velha opinião formada” sobre quase tudo.
(Pr. Charles Bronson)

NÃO SE ENTERRA PECADOS VIVOS

Ralph Sockman disse: “Não podemos enterrar um pecado vivo no túmulo do esquecimento”(How to believe [Como acreditar], p.181). É verdade que não devemos nos punir com o remorso por causa de pecados que já foram lavados pelo sangue de Cristo, mas também não podemos nos dar ao luxo de racionalizá-los com a tentativa do esquecimento.
Fico impressionado com o jeito de o homem moderno imitar as tentativas de Davi ao se deparar com as conseqüências de seus pecados no caso Beteseba. Tudo começou com um relacionamento sexual ilícito. Ao perceber que o caso complicou-se por causa de uma gravidez indesejada, Davi arquitetou um plano desonesto, e mal sucedido, de uma visita conjugal. A essa altura, a bola de neve estava tão grande que Davi jogou a moralidade para o alto e deu ordens para que Urias fosse colocado na linha de frente da batalha, onde a morte era certa.
Ao receber o recado de Joabe, confirmando a morte de Urias, Davi deu início à tentativa de enterrar seu pecado no túmulo do esquecimento. Seu recado a Joabe é uma ordem clássica de insensibilidade. “Não te pareça isto mal aos teus olhos; pois a espada tanto consome este como aquele” (2 Samuel 11.25). Em outras palavras, Davi estava dizendo: “Estamos guerreando, Joabe. Cumpra sua tarefa. Não esquente a cabeça por causa de um soldado estrangeiro e mercenário, que morreu na batalha”.
Davi tentou esquecer todo aquele negócio sórdido. Ele mandou que Beteseba fosse morar com ele e concentrou sua atenção nos negócios do reino. No entanto, a culpa da imoralidade continuava dentro dele. Isso explica o fato de ele não ter acabado com a vida de Natã. Alguém menos digno, como Acabe por exemplo, teria matado o profeta. Davi ouviu pacientemente a história perspicaz de Natã sobre uma ovelhinha. Aos poucos, o profeta foi tirando as camadas protetoras do esquecimento que Davi tinha colocado sobre o coração, e finalmente explodiu: “Você é o homem!” Quando a verdade desnudou seu segredo, Davi nada pôde fazer a não ser confessar: “Pequei diante do Senhor”.
Pecados não confessados não podem ser encobertos, não importa quantas camadas de esquecimentos bem tecidos coloquemos sobre eles. Graça, perdão e bênçãos de Deus o aguardam, não importa quão terríveis tenham sido seus erros. Mas só para aqueles que confessam suas culpas e as depositam aos pés da cruz de Cristo, onde encontram perdão.
(Norman L. Bales em Pulpit Helps)

TERMINE O SERVIÇO!

Algumas pessoas são bem sucedidas no início de seus projetos mas fracassam na continuação deles!
George é um dínamo no começo de um trabalho. Vive falando nele, sonha com ele, compra todos os tipos de ferramentas e livros que o ajudem a fazer o serviço direito.
Uma semana depois já está ficando entediado. Igual a um pneu que se esvazia lentamente, ele fica murcho e acaba se desinteressando totalmente pelo que começou.
A casa de George vive entulhada de projetos inacabados. Fico imaginando se ele já teve o prazer de completar alguma coisa.
Não posso afirmar que sempre termino o que começo, todavia já experimentei a alegria de completar alguns projetos difíceis. Já escalei montanhas e senti a emoção de chegar ao topo. Sinto a mesma coisa quando termino de cortar a grama. Poder sentar, relaxar e apreciar o trabalho concluído me dá muita satisfação.
Acho que Deus se sente muito feliz quando completamos um serviço ou alcançamos um alvo. Se alguém duvidar, é só admirar a natureza. O que Deus fez depois que terminou sua obra? Afirmou que havia feito algo bom (Gênesis 1.31). E o que dizer do brado triunfante de Cristo na cruz? “Está consumado”(João 19.30)!
Terminar o que começamos faz parte da natureza divina que recebemos. Não fomos criados para abandonar nossas responsabilidades e compromissos. Desagradamos a Deus quando deixamos um rasto de trabalhos incompletos atrás de nós. Fomos criados para chegar ao término da corrida.
Muitos cristãos iniciam muito bem a vida espiritual, mas esfriam logo depois, e diminuem a marcha. Parece que perdem o interesse, que se desviam do caminho. 
Jesus avisou esses seguidores que eles não são “aptos” para o reino de Deus (Lucas 9.62). Consideremos também as palavras duras que ele falou aos crentes mornos de Laodicéia: “Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Apocalipse 3.16).
Jesus se interessa pelo começo das coisas, mas também está preocupado com a seqüência delas. Ele deseja que seus seguidores o acompanhem até o fim. Ele quer terminar o que começou em suas vidas.
Quando Jesus bradou: “Está consumado”, referia-se ao plano da salvação. Nada mais é necessário. Ele pagou o preço todo. Ele salva por inteiro. 
No entanto, aplicar esta salvação plena a cada fraqueza e disfunção da vida não é um evento que acontece apenas uma vez no altar de oração. Com certeza, o começo é crucial, mas é apenas o começo.
Ao tomar conta de nossa vida, Jesus inicia um trabalho que só estará terminado no dia de sua volta (Filipenses 1.6). Até lá, somos convocados a nos juntar a ele no processo de santificação, que, aos poucos, coloca todas as facetas de nossa personalidade sob seu critério divino (Filipenses 2.12, 13). Isto é o processo de adaptação a que Paulo se refere em Romanos 8.29, e o processo transformador do qual ele fala em Romanos 12.2.
Peco ao fazer votos sérios e esquecer-me deles assim que a emoção do momento se dissipa. Começar parece muito fácil. O difícil é prosseguir, dia após dia, em cooperação com o Espírito Santo, para que sua vontade se aperfeiçoe em minha vida.
Sei que se o obedecer, pela fé, em meu viver diário, vai chegar uma hora em que poderei olhar para trás e dizer como o apóstolo Paulo “Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé” (2 Timóteo 4.7).
Além de me sentir realizado pessoalmente, estarei pronto a entrar no Céu e receber o toque final do pincel redentor de Deus.
Lá, então, clamarei: “Está consumado!”, e Ele me ouvirá.
G. Roger Schoenhals 
(The Evangelical Beacon)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 3, dia 21)

1 Samuel 1-3

1 Samuel 1

 (1) HOUVE um homem de Ramataim-Zofim, da montanha de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efrateu. (2) E este tinha duas mulheres: o nome de uma era Ana, e o da outra Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha. (3) Subia, pois, este homem, da sua cidade, de ano em ano, a adorar e a sacrificar ao SENHOR dos Exércitos em Siló; e estavam ali os sacerdotes do SENHOR, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli. (4) E sucedeu que no dia em que Elcana sacrificava, dava ele porções a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos, e a todas as suas filhas. (5) Porém a Ana dava uma parte excelente; porque amava a Ana, embora o SENHOR lhe tivesse cerrado a madre. (6) E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre. (7) E assim fazia ele de ano em ano. Sempre que Ana subia à casa do SENHOR, a outra a irritava; por isso chorava, e não comia. (8) Então Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou eu melhor do que dez filhos? (9) Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do SENHOR. (10) Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. (11) E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha. (12) E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o SENHOR, Eli observou a sua boca. (13) Porquanto Ana no seu coração falava; só se moviam os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada. (14) E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. (15) Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR. (16) Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora. (17) Então respondeu Eli: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste. (18) E disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste. (19) E levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o SENHOR, e voltaram, e chegaram à sua casa, em Ramá, e Elcana conheceu a Ana sua mulher, e o SENHOR se lembrou dela. (20) E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e deu à luz um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao SENHOR. (21) E subiu aquele homem Elcana com toda a sua casa, a oferecer ao SENHOR o sacrifício anual e a cumprir o seu voto. (22) Porém Ana não subiu; mas disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o SENHOR, e lá fique para sempre. (23) E Elcana, seu marido, lhe disse: Faze o que bem te parecer aos teus olhos; fica até que o desmames; então somente confirme o SENHOR a sua palavra. Assim ficou a mulher, e deu leite a seu filho, até que o desmamou. (24) E, havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e levou-o à casa do SENHOR, em Siló, e era o menino ainda muito criança. (25) E degolaram um bezerro, e trouxeram o menino a Eli. (26) E disse ela: Ah, meu senhor, viva a tua alma, meu SENHOR; eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, para orar ao SENHOR. (27) Por este menino orava eu; e o SENHOR atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito. (28) Por isso também ao SENHOR eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao SENHOR foi pedido. E adorou ali ao SENHOR.

1 Samuel 2

 (1) ENTÃO orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao SENHOR, o meu poder está exaltado no SENHOR; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. (2) Não há santo como o SENHOR; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus. (3) Não multipliqueis palavras de altivez, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus de conhecimento, e por ele são as obras pesadas na balança. (4) O arco dos fortes foi quebrado, e os que tropeçavam foram cingidos de força. (5) Os fartos se alugaram por pão, e cessaram os famintos; até a estéril deu à luz sete filhos, e a que tinha muitos filhos enfraqueceu. (6) O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. (7) O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. (8) Levanta o pobre do pó, e desde o monturo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo. (9) Os pés dos seus santos guardará, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas; porque o homem não prevalecerá pela força. (10) Os que contendem com o SENHOR serão quebrantados, desde os céus trovejará sobre eles; o SENHOR julgará as extremidades da terra; e dará força ao seu rei, e exaltará o poder do seu ungido. (11) Então Elcana foi a Ramá, à sua casa; porém o menino ficou servindo ao SENHOR, perante o sacerdote Eli. (12) Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao SENHOR. (13) Porquanto o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, estando-se cozendo a carne, vinha o moço do sacerdote, com um garfo de três dentes em sua mão; (14) E enfiava-o na caldeira, ou na panela, ou no caldeirão, ou na marmita; e tudo quanto o garfo tirava, o sacerdote tomava para si; assim faziam a todo o Israel que ia ali a Siló. (15) Também antes de queimarem a gordura vinha o moço do sacerdote, e dizia ao homem que sacrificava: Dá essa carne para assar ao sacerdote; porque não receberá de ti carne cozida, mas crua. (16) E, dizendo-lhe o homem: Queime-se primeiro a gordura de hoje, e depois toma para ti quanto desejar a tua alma, então ele lhe dizia: Não, agora a hás de dar, e, se não, por força a tomarei. (17) Era, pois, muito grande o pecado destes moços perante o SENHOR, porquanto os homens desprezavam a oferta do SENHOR. (18) Porém Samuel ministrava perante o SENHOR, sendo ainda jovem, vestido com um éfode de linho. (19) E sua mãe lhe fazia uma túnica pequena, e de ano em ano lha trazia, quando com seu marido subia para oferecer o sacrifício anual. (20) E Eli abençoava a Elcana e a sua mulher, e dizia: O SENHOR te dê descendência desta mulher, pela petição que fez ao SENHOR. E voltavam para o seu lugar. (21) Visitou, pois, o SENHOR a Ana, que concebeu, e deu à luz três filhos e duas filhas; e o jovem Samuel crescia diante do SENHOR. (22) Era, porém, Eli já muito velho, e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel, e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação. (23) E disse-lhes: Por que fazeis tais coisas? Pois ouço de todo este povo os vossos malefícios. (24) Não, filhos meus, porque não é boa esta fama que ouço; fazeis transgredir o povo do SENHOR. (25) Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o SENHOR, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar. (26) E o jovem Samuel ia crescendo, e fazia-se agradável, assim para com o SENHOR, como também para com os homens. (27) E veio um homem de Deus a Eli, e disse-lhe: Assim diz o SENHOR: Não me manifestei, na verdade, à casa de teu pai, estando eles ainda no Egito, na casa de Faraó? (28) E eu o escolhi dentre todas as tribos de Israel por sacerdote, para oferecer sobre o meu altar, para acender o incenso, e para trazer o éfode perante mim; e dei à casa de teu pai todas as ofertas queimadas dos filhos de Israel. (29) Por que pisastes o meu sacrifício e a minha oferta de alimentos, que ordenei na minha morada, e honras a teus filhos mais do que a mim, para vos engordardes do principal de todas as ofertas do meu povo de Israel? (30) Portanto, diz o SENHOR Deus de Israel: Na verdade tinha falado eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém agora diz o SENHOR: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão desprezados. (31) Eis que vêm dias em que cortarei o teu braço e o braço da casa de teu pai, para que não haja mais ancião algum em tua casa. (32) E verás o aperto da morada de Deus, em lugar de todo o bem que houvera de fazer a Israel; nem haverá por todos os dias ancião algum em tua casa. (33) O homem, porém, a quem eu não desarraigar do meu altar será para te consumir os olhos e para te entristecer a alma; e toda a multidão da tua casa morrerá quando chegar à idade varonil. (34) E isto te será por sinal, a saber: o que acontecerá a teus dois filhos, a Hofni e a Finéias; ambos morrerão no mesmo dia. (35) E eu suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o meu coração e a minha alma, e eu lhe edificarei uma casa firme, e andará sempre diante do meu ungido. (36) E será que todo aquele que restar da tua casa virá a inclinar-se diante dele por uma moeda de prata e por um bocado de pão, e dirá: Rogo-te que me admitas a algum ministério sacerdotal, para que possa comer um pedaço de pão.

1 Samuel 3

 (1) E O JOVEM Samuel servia ao SENHOR perante Eli; e a palavra do SENHOR era de muita valia naqueles dias; não havia visão manifesta. (2) E sucedeu, naquele dia, que, estando Eli deitado no seu lugar (e os seus olhos começavam a escurecer, pois não podia ver), (3) E estando também Samuel já deitado, antes que a lâmpada de Deus se apagasse no templo do SENHOR, onde estava a arca de Deus, (4) O SENHOR chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui. (5) E correu a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei eu, torna a deitar-te. E foi e se deitou. (6) E o SENHOR tornou a chamar outra vez a Samuel, e Samuel se levantou, e foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei eu, filho meu, torna a deitar-te. (7) Porém Samuel ainda não conhecia ao SENHOR, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do SENHOR. (8) O SENHOR, pois, tornou a chamar a Samuel terceira vez, e ele se levantou, e foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Então entendeu Eli que o SENHOR chamava o jovem. (9) Por isso Eli disse a Samuel: Vai deitar-te e há de ser que, se te chamar, dirás: Fala, SENHOR, porque o teu servo ouve. Então Samuel foi e se deitou no seu lugar. (10) Então veio o SENHOR, e pôs-se ali, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel. E disse Samuel: Fala, porque o teu servo ouve. (11) E disse o SENHOR a Samuel: Eis que vou fazer uma coisa em Israel, a qual todo o que ouvir lhe tinirão ambos os ouvidos. (12) Naquele mesmo dia suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado contra a sua casa, começarei e acabarei. (13) Porque eu já lhe fiz saber que julgarei a sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque, fazendo-se os seus filhos execráveis, não os repreendeu. (14) Portanto, jurei à casa de Eli que nunca jamais será expiada a sua iniqüidade, nem com sacrifício, nem com oferta de alimentos. (15) E Samuel ficou deitado até pela manhã, e então abriu as portas da casa do SENHOR; porém temia Samuel relatar esta visão a Eli. (16) Então chamou Eli a Samuel, e disse: Samuel, meu filho. E disse ele: Eis-me aqui. (17) E ele disse: Qual é a palavra que te falou? Peço-te que não ma encubras; assim Deus te faça, e outro tanto, se me encobrires alguma palavra de todas as que te falou. (18) Então Samuel lhe contou todas aquelas palavras, e nada lhe encobriu. E disse ele: Ele é o SENHOR; faça o que bem parecer aos seus olhos. (19) E crescia Samuel, e o SENHOR era com ele, e nenhuma de todas as suas palavras deixou cair em terra. (20) E todo o Israel, desde Dã até Berseba, conheceu que Samuel estava confirmado por profeta do SENHOR. (21) E continuou o SENHOR a aparecer em Siló; porquanto o SENHOR se manifestava a Samuel em Siló pela palavra do SENHOR.

DEVOCIONAL PARA HOJE 25/01/2015

VERSÍCULO:
   “Mas Pedro e João lhes responderam: Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos”. -- Atos 4:19-20

PENSAMENTO:
   Não podemos nos conter de falar sobre o que temos experimentado em Jesus. Não conseguimos ficar calados sobre o que ouvimos. Nenhum governo, nenhuma ameaça consegue calar a voz de Deus através do povo dele. A nossa fé e o nosso relacionamento com Cristo transbordam de nós, e por isso testemunhamos. Quando compartilhamos a nossa fé desta forma, a autenticidade do nosso testemunho pode ser rejeitada ou ridicularizada, porém não apagada. Temos experimentado a obra de Deus nas nossas vidas. Como ousaríamos ficar calados? Não podemos!

ORAÇÃO:
   Deus das nações, dê palavras de verdade e poder para seus ministros e missionários, especialmente nas horas que enfrentam hostilidade e menosprezo. Por favor, ajude-me a saber como alcançar os perdidos ao meu redor. Ajuda-me a saber como encorajar nossos lideres espirituais na sua obra de fazer estratégias para alcançar os perdidos no nosso mundo. No nome de Jesus, o sacrifício de expiação de todos os meus pecados, eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0124.html

24 de jan de 2015

TRABALHO E RIQUEZA

Logo antes de morrer um fazendeiro disse para seus dois filhos, “Minha fazenda e campos são suas em partes iguais. Deixo para vocês algum dinheiro. Mas a maior parte do meu tesouro se encontra em algum lugar no chão. Não é mais do que 18 polegadas da superfície. Eu lamento que tenha esquecido exatamente onde ele está.”
Após terem-no enterrado, os filhos cavaram cada polegada do chão procurando pelo tesouro enterrado, mas falharam não encontrando-o. “Até que tenhamos passado por todas as tribulações em volta do sol”, disse um deles, “vamos semear nos buracos que fizemos” . “Grande”, replicou o outro, e eles repartiram uma gorda colheita. No outono voltaram a cavar procurando pelo tesouro novamente, mas sem melhores resultados. Devido ao fato de seus campos serem melhores cavados do que de seus vizinhos, eles repetiram a farta colheita. Ano após ano continuaram a procura. Somente quando estavam velhos e experientes é que entenderam o que seu pai havia dito:
“Riqueza vem como resultado do trabalho”.
(Sword of the Lord)


CONSTRUINDO UM LAR


Uma jovem olhava sua mãe lavando as louças sujas. Ela perguntou: “Mãe, a senhora não se cansa de lavar louças?” Sua mãe replicou: “Eu não estou lavando louças; estou construindo um lar.”
(Espada do Senhor)

É PRECISO PREPARAR-SE

“E disse-me: Filho do homem, vai, entra na casa de Israel, e dize-lhe as minhas palavras.” — Ezequiel 3.4.
Quase todos os cristãos têm a oportunidade de falar de Deus em uma ocasião ou outra. Mesmo quem não foi chamado para o trabalho específico do ministério é convidado a falar na igreja ou a um grupo de jovens; para ensinar uma classe da EBD ou dirigir um estudo devocional. Todos nós devemos saber como nos preparar para falar em nome de Deus. A Bíblia adverte: “Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém ministrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém” (1 Pedro 4.11).
Devemos estar atentos às oportunidades de ministrar em nome de Jesus, especialmente por meio de palavras. Devemos falar como representantes de Deus, e confiar que o Senhor vai agir por nosso intermédio.
A Bíblia relata muitas histórias sobre pessoas a quem Deus chamou para falar a grupos ou a indivíduos. Acredito que a história de Ezequiel é a que mais nos ajuda no preparo do testemunho falado. O relato de sua chamada encontra-se nos capítulo 1-3 de seu livro. Leia-os e descubra os seis passos da preparação para falarmos em nome de Deus.
1. Com a ajuda de Deus, você pode realizar o trabalho!
Leia cuidadosamente as palavras de Ezequiel em 2.1-2: “E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo. Então entrou em mim o espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé, e ouvi o que me falava”.
O capítulo 1 descreve uma surpreendente visão que Deus deu a Ezequiel na Babilônia. No final do capítulo, o profeta está prostrado diante da glória do Senhor. Deus fala com Ezequiel: “Põe-te em pé, e falarei contigo”. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, o Espírito Santo entrou nele e o colocou em pé, para que ouvisse a Deus. O que Deus ordenou que Ezequiel fizesse, o Espírito Santo o levou a fazer! Na visão, Ezequiel viu “seres vivos”e “rodas”. O significados dessas coisas é assunto para outro estudo, no entanto um aspecto da visão se aplica ao que aconteceu a Ezequiel. A Bíblia esclarece: “Para onde o espírito queria ir, iam” (1.20).
Foi o Espírito de Deus que fez as coisas acontecerem! O mesmo se dará com você. O Espírito o capacitará a cumprir a ordem de Deus. Não recuse uma oportunidade de falar. Não perca a chance de dar um testemunho. Seja lá o que for que Deus o mande fazer, tente obedecer, e confie que o Espírito vai capacitá-lo a realizar a obra. Deposite sua confiança total no Espírito, e não na carne, mesmo que a ordem seja “ponha-se de pé”.
2. Não tema.
Ezequiel foi admoestado a não temer seus ouvintes. “E tu, ó filho do homem, não os tema, nem temas as suas palavras; ainda que sejam sarças e espinhos para contigo, e tu habites com escorpiões, não
temas as suas palavras, nem te assustes com os seus rostos, porque são casa rebelde” (Ezequiel 2.6).
Ezequiel 2.3-8 lida com o medo. A congregação de Ezequiel lhe daria medo, humanamente falando. Eram pessoas “rebeldes” contra Deus, “prevaricadores” e “obstinados de coração” (vs.3 -4). Ezequiel seria atacado por suas “palavras” e “seus rostos” (v.6). Ezequiel iria ter a impressão de estar vivendo entre “sarça e espinhos” e “entre escorpiões”, mas não deveria ter medo (v.6). A Palavra de Deus teria de ser pregada no poder do Espírito Santo, “quer ouçam ou deixem de ouvir” (v.5). “…hão de saber que esteve no meio deles um profeta” (v.5). Com uma missão tão importante assim, o profeta não precisa morrer de medo! Se você sabe que Deus o enviou a dizer alguma coisa, deixe o medo de lado!
3. Alimente-se da Palavra.
O capítulo 2 termina e o 3 começa com Ezequiel comendo o rolo das Escrituras. “Filho do Homem, come o que achares” (Ezequiel 3.1).
É claro que Ezequiel ainda estava vivenciando a visão, mas não podemos deixar passar o significado de se comer o rolo (2.9—3.11). Precisamos nos alimentar da Palavra de Deus se quisermos estar preparados a distribuí-la aos outros.
“Disse-me mais: Filho do homem, mete no teu coração todas as minhas palavras que te hei de dizer, e ouve-as com os teus ouvidos. Eia pois, vai aos do cativeiro, aos filhos do teu povo, e lhes falarás, e lhes dirás: Assim diz o Senhor Jeová, quer ouçam quer deixem de ouvir” (Ezequiel 3.10-11).
Estude a Bíblia diariamente para sua própria nutrição espiritual. “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo” (1 Pedro 2.2). É por intermédio do trabalho dele em sua vida, pela Palavra, que Deus lhe dará a capacidade de preencher as necessidades das outras pessoas. Os pastores deveriam estudar a Bíblia pensando mais no benefício das almas do que na preparação de suas mensagens. No estudo devocional, você irá entrever verdades e assuntos que Deus deseja que sejam transmitidos aos outros. Faça anotações ao ler diariamente a Bíblia. Mantenha um arquivo sobre temas bíblicos que poderão ser utilizados futuramente em sermões e estudos devocionais.
4. Fique a sós com Deus até que suas mãos estejam sobre você.
Leia cuidadosamente em Ezequiel 3.12-14 o que aconteceu ao profeta. Ele teve outra experiência impressionante com o Espírito Santo. O profeta relata que o Espírito de Deus “me levantou e me levou”, e “a mão do Senhor era forte sobre mim”. Quando o Espírito o transportou para Tel-Abibe, Ezequiel diz que “eu fui mui triste, no ardor do meu espírito”. Deus havia feito no coração do profeta algo que tem de acontecer a qualquer pessoa antes que ela fale efetivamente por Deus. O Senhor fez com que o coração e a mente de Ezequiel sentissem o mesmo que Ele sobre a mensagem! Deus estava zangado com a rebelião de seu povo. A mensagem deveria ser de advertência, repleta de “lamentações, suspiros e ais”(Ezequiel 2.10). Depois disso, o profeta podia sentir a perversidade da rebeldia do povo e como era justo o castigo de Deus.
Quando alguém se coloca diante de um grupo e tem certeza de que a mensagem veio de Deus, e se sente impulsionado a transmiti-la do jeito que Deus quer, essa pessoa será um mensageiro fiel e bem sucedido. Antes de falar, passe tempo a sós com Deus, em oração, até que a mão do Senhor esteja sobre você no que diz respeito à entrega da mensagem. Prepare suas anotações, todavia prepare também seu coração.
5. Ponha-se na pele deles.
Pelo jeito, parecia que Ezequiel estava pronto para falar ao povo, mas na verdade não estava. O versículo 15 do capítulo 3 nos alerta sobre algo que precisa acontecer antes que estejamos prontos para falar em nome de Deus. “E vim aos do cativeiro, a Tel-Abibe, que moravam junto ao rio Quebar, e eu morava onde eles moravam; e fiquei ali sete dias, pasmado no meio deles”.
A mensagem deveria ser pregada ao povo de Tel-Abibe primeiro. Contudo, antes de pregar, o profeta Ezequiel precisou passar uns dias junto aos seus ouvintes. A compaixão é vital para o sucesso da pregação. Intere-se da situação de seus ouvintes. Imagine o que significa para eles ouvir suas mensagens. Sem dúvida, aquele povo era maldoso, pois Deus o chamou de rebeldes, transgressores, desavergonhados e corações endurecidos. Mas Ezequiel também era humano e estava sujeito, assim como nós, às mesmas tentações e fraquezas que eles. Se o profeta ficasse “sete dias no meio deles” onde o povo estava, seria informado do que precisava saber antes de falar em nome do Senhor. Ezequiel ficou “pasmado” com o que descobriu naqueles dias importantes. A ira de seu espírito foi balanceada pela compaixão de seu coração. 
Sempre que falo a um grupo de crianças, chego mais cedo e caminho ajoelhado pelo salão (não em atitude de oração) mas para ver o local e o púlpito da mesma perspectiva dos pequeninos. Alguns domingos de manhã, antes de as pessoas chegarem à igreja, sento-me no último banco e fico imaginando como é ouvir minhas mensagens daquele lugar. Nunca pregue sem que o zelo esteja imergido em compaixão. Medite na situação de seus ouvintes e ponha-se no lugar deles por alguns instantes.

6. Assuma sua responsabilidade
Ezequiel 3.16-21 não deixa dúvidas de como é tremenda a responsabilidade de se falar em nome de Deus e ser representante dele. Com certeza vocês já leram estes versículos antes, todavia será bom fazê-lo novamente. De acordo com a Bíblia, o homem que fala em nome de Deus é um “atalaia” e tem a grande responsabilidade de proteger o povo. Se o vigia, em cima do muro, avistasse o perigo se aproximando para atacar a cidade, deveria soar o alarme. O aviso é dado ao vigia do Senhor: “...e tu da minha boca ouvirás a palavra, e os avisará da minha parte.”
Ao descobrirmos na Palavra de Deus qualquer coisa que as pessoas devem ouvir, nossa obrigação é falar com elas. Já que os pecadores estão condenados ao inferno, se não se entregarem a Cristo, sabemos que é nossa responsabilidade avisá-los! Quem fala em nome de Deus deve se colocar ante o povo com a forte convicção da responsabilidade que tem sobre os ombros. O destino e o futuro dos seres humanos estão em jogo. O mensageiro não pode se calar por medo de ser ofendido.
O pregador que seguir o exemplo de Ezequiel será bem sucedido. Deus fará de você um transmissor eficiente de sua mensagem, desde que tenha se preparado bem para falar em nome dele.

(Dr. Richard Flanders é pastor batista em Vassar, Michigam - EUA.)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 3, dia 20)

Rute 1-4 

Rute 1

 (1) E SUCEDEU que, nos dias em que os juízes julgavam, houve uma fome na terra; por isso um homem de Belém de Judá saiu a peregrinar nos campos de Moabe, ele e sua mulher, e seus dois filhos; (2) E era o nome deste homem Elimeleque, e o de sua mulher Noemi, e os de seus dois filhos Malom e Quiliom, efrateus, de Belém de Judá; e chegaram aos campos de Moabe, e ficaram ali. (3) E morreu Elimeleque, marido de Noemi; e ficou ela com os seus dois filhos, (4) Os quais tomaram para si mulheres moabitas; e era o nome de uma Orfa, e o da outra Rute; e ficaram ali quase dez anos. (5) E morreram também ambos, Malom e Quiliom, ficando assim a mulher desamparada dos seus dois filhos e de seu marido. (6) Então se levantou ela com as suas noras, e voltou dos campos de Moabe, porquanto na terra de Moabe ouviu que o SENHOR tinha visitado o seu povo, dando-lhe pão. (7) Por isso saiu do lugar onde estivera, e as suas noras com ela. E, indo elas caminhando, para voltarem para a terra de Judá, (8) Disse Noemi às suas noras: Ide, voltai cada uma à casa de sua mãe; e o SENHOR use convosco de benevolência, como vós usastes com os falecidos e comigo. (9) O SENHOR vos dê que acheis descanso cada uma em casa de seu marido. E, beijando-as ela, levantaram a sua voz e choraram. (10) E disseram-lhe: Certamente voltaremos contigo ao teu povo. (11) Porém Noemi disse: Voltai, minhas filhas. Por que iríeis comigo? Tenho eu ainda no meu ventre mais filhos, para que vos sejam por maridos? (12) Voltai, filhas minhas, ide-vos embora, que já mui velha sou para ter marido; ainda quando eu dissesse: Tenho esperança, ou ainda que esta noite tivesse marido e ainda tivesse filhos, (13) Esperá-los-íeis até que viessem a ser grandes? Deter-vos-íeis por eles, sem tomardes marido? Não, filhas minhas, que mais amargo me é a mim do que a vós mesmas; porquanto a mão do SENHOR se descarregou contra mim. (14) Então levantaram a sua voz, e tornaram a chorar; e Orfa beijou a sua sogra, porém Rute se apegou a ela. (15) Por isso disse Noemi: Eis que voltou tua cunhada ao seu povo e aos seus deuses; volta tu também após tua cunhada. (16) Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus; (17) Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti. (18) Vendo Noemi, que de todo estava resolvida a ir com ela, deixou de lhe falar. (19) Assim, pois, foram-se ambas, até que chegaram a Belém; e sucedeu que, entrando elas em Belém, toda a cidade se comoveu por causa delas, e diziam: Não é esta Noemi? (20) Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso. (21) Cheia parti, porém vazia o SENHOR me fez tornar; por que pois me chamareis Noemi? O SENHOR testifica contra mim, e o Todo-Poderoso me tem feito mal. (22) Assim Noemi voltou, e com ela Rute a moabita, sua nora, que veio dos campos de Moabe; e chegaram a Belém no princípio da colheita das cevadas.

Rute 2

 (1) E TINHA Noemi um parente de seu marido, homem valente e poderoso, da família de Elimeleque; e era o seu nome Boaz. (2) E Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo, e apanharei espigas atrás daquele em cujos olhos eu achar graça. E ela disse: Vai, minha filha. (3) Foi, pois, e chegou, e apanhava espigas no campo após os segadores; e caiu-lhe em sorte uma parte do campo de Boaz, que era da família de Elimeleque. (4) E eis que Boaz veio de Belém, e disse aos segadores: O SENHOR seja convosco. E disseram-lhe eles: O SENHOR te abençoe. (5) Depois disse Boaz a seu moço, que estava posto sobre os segadores: De quem é esta moça? (6) E respondeu o moço, que estava posto sobre os segadores, e disse: Esta é a moça moabita que voltou com Noemi dos campos de Moabe. (7) Disse-me ela: Deixa-me colher espigas, e ajuntá-las entre as gavelas após os segadores. Assim ela veio, e desde pela manhã está aqui até agora, a não ser um pouco que esteve sentada em casa. (8) Então disse Boaz a Rute: Ouve, filha minha; não vás colher em outro campo, nem tampouco passes daqui; porém aqui ficarás com as minhas moças. (9) Os teus olhos estarão atentos no campo que segarem, e irás após elas; não dei ordem aos moços, que não te molestem? Tendo tu sede, vai aos vasos, e bebe do que os moços tirarem. (10) Então ela caiu sobre o seu rosto, e se inclinou à terra; e disse-lhe: Por que achei graça em teus olhos, para que faças caso de mim, sendo eu uma estrangeira? (11) E respondeu Boaz, e disse-lhe: Bem se me contou quanto fizeste à tua sogra, depois da morte de teu marido; e deixaste a teu pai e a tua mãe, e a terra onde nasceste, e vieste para um povo que antes não conheceste. (12) O SENHOR retribua o teu feito; e te seja concedido pleno galardão da parte do SENHOR Deus de Israel, sob cujas asas te vieste abrigar. (13) E disse ela: Ache eu graça em teus olhos, senhor meu, pois me consolaste, e falaste ao coração da tua serva, não sendo eu ainda como uma das tuas criadas. (14) E, sendo já hora de comer, disse-lhe Boaz: Achega-te aqui, e come do pão, e molha o teu bocado no vinagre. E ela se assentou ao lado dos segadores, e ele lhe deu do trigo tostado, e comeu, e se fartou, e ainda lhe sobejou. (15) E, levantando-se ela a colher, Boaz deu ordem aos seus moços, dizendo: Até entre as gavelas deixai-a colher, e não a censureis. (16) E deixai cair alguns punhados, e deixai-os ficar, para que os colha, e não a repreendais. (17) E esteve ela apanhando naquele campo até à tarde; e debulhou o que apanhou, e foi quase um efa de cevada. (18) E tomou-o, e veio à cidade; e viu sua sogra o que tinha apanhado; também tirou, e deu-lhe o que sobejara depois de fartar-se. (19) Então disse-lhe sua sogra: Onde colheste hoje, e onde trabalhaste? Bendito seja aquele que te reconheceu. E relatou à sua sogra com quem tinha trabalhado, e disse: O nome do homem com quem hoje trabalhei é Boaz. (20) Então Noemi disse à sua nora: Bendito seja ele do SENHOR, que ainda não tem deixado a sua beneficência nem para com os vivos nem para com os mortos. Disse-lhe mais Noemi: Este homem é nosso parente chegado, e um dentre os nossos remidores. (21) E disse Rute, a moabita: Também ainda me disse: Com os moços que tenho te ajuntarás, até que acabem toda a sega que tenho. (22) E disse Noemi a sua nora: Melhor é, filha minha, que saias com as suas moças, para que noutro campo não te encontrem. (23) Assim, ajuntou-se com as moças de Boaz, para colher até que a sega das cevadas e dos trigos se acabou; e ficou com a sua sogra.

Rute 3

 (1) E DISSE-LHE Noemi, sua sogra: Minha filha, não hei de buscar descanso, para que fiques bem? (2) Ora, pois, não é Boaz, com cujas moças estiveste, de nossa parentela? Eis que esta noite padejará a cevada na eira. (3) Lava-te, pois, e unge-te, e veste os teus vestidos, e desce à eira; porém não te dês a conhecer ao homem, até que tenha acabado de comer e beber. (4) E há de ser que, quando ele se deitar, notarás o lugar em que se deitar; então entrarás, e descobrir-lhe-ás os pés, e te deitarás, e ele te fará saber o que deves fazer. (5) E ela lhe disse: Tudo quanto me disseres, farei. (6) Então foi para a eira, e fez conforme a tudo quanto sua sogra lhe tinha ordenado. (7) Havendo, pois, Boaz comido e bebido, e estando já o seu coração alegre, veio deitar-se ao pé de um monte de grãos; então veio ela de mansinho, e lhe descobriu os pés, e se deitou. (8) E sucedeu que, pela meia-noite, o homem estremeceu, e se voltou; e eis que uma mulher jazia a seus pés. (9) E disse ele: Quem és tu? E ela disse: Sou Rute, tua serva; estende pois tua capa sobre a tua serva, porque tu és o remidor. (10) E disse ele: Bendita sejas tu do SENHOR, minha filha; melhor fizeste esta tua última benevolência do que a primeira, pois após nenhum dos jovens foste, quer pobre quer rico. (11) Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa. (12) Porém agora é verdade que eu sou remidor, mas ainda outro remidor há mais chegado do que eu. (13) Fica-te aqui esta noite, e será que, pela manhã, se ele te redimir, bem está, que te redima; porém, se não quiser te redimir, vive o SENHOR, que eu te redimirei. Deita-te aqui até amanhã. (14) Ficou-se, pois, deitada a seus pés até pela manhã, e levantou-se antes que pudesse um conhecer o outro, porquanto ele disse: Não se saiba que alguma mulher veio à eira. (15) Disse mais: Dá-me a capa que tens sobre ti, e segura-a. E ela a segurou; e ele mediu seis medidas de cevada, e lhas pôs em cima; então foi para a cidade. (16) E foi à sua sogra, que lhe disse: Como foi, minha filha? E ela lhe contou tudo quanto aquele homem lhe fizera. (17) Disse mais: Estas seis medidas de cevada me deu, porque me disse: Não vás vazia à tua sogra. (18) Então disse ela: Espera, minha filha, até que saibas como irá o caso, porque aquele homem não descansará até que conclua hoje este negócio.

Rute 4

 (1) E BOAZ subiu à porta, e assentou-se ali; e eis que o remidor de que Boaz tinha falado ia passando, e disse-lhe: Ó fulano, vem cá, assenta-te aqui. E desviou-se para ali, e assentou-se. (2) Então tomou dez homens dos anciãos da cidade, e disse: Assentai-vos aqui. E assentaram-se. (3) Então disse ao remidor: Aquela parte da terra que foi de Elimeleque, nosso irmão, Noemi, que tornou da terra dos moabitas, está vendendo. (4) E eu resolvi informar-te disso e dizer-te: Compra-a diante dos habitantes, e diante dos anciãos do meu povo; se a hás de redimir, redime-a, e se não a houveres de redimir, declara-mo, para que o saiba, pois outro não há senão tu que a redima, e eu depois de ti. Então disse ele: Eu a redimirei. (5) Disse porém Boaz: No dia em que comprares a terra da mão de Noemi, também a comprarás da mão de Rute, a moabita, mulher do falecido, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herança. (6) Então disse o remidor: Para mim não a poderei redimir, para que não prejudique a minha herança; toma para ti o meu direito de remissão, porque eu não a poderei redimir. (7) Havia, pois, já de muito tempo este costume em Israel, quanto a remissão e permuta, para confirmar todo o negócio; o homem descalçava o sapato e o dava ao seu próximo; e isto era por testemunho em Israel. (8) Disse, pois, o remidor a Boaz: Toma-a para ti. E descalçou o sapato. (9) Então Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois hoje testemunhas de que tomei tudo quanto foi de Elimeleque, e de Quiliom, e de Malom, da mão de Noemi, (10) E de que também tomo por mulher a Rute, a moabita, que foi mulher de Malom, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herança, para que o nome do falecido não seja desarraigado dentre seus irmãos e da porta do seu lugar; disto sois hoje testemunhas. (11) E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas; o SENHOR faça a esta mulher, que entra na tua casa, como a Raquel e como a Lia, que ambas edificaram a casa de Israel; e porta-te valorosamente em Efrata, e faze-te nome afamado em Belém. (12) E seja a tua casa como a casa de Perez (que Tamar deu à luz a Judá), pela descendência que o SENHOR te der desta moça. (13) Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho. (14) Então as mulheres disseram a Noemi: Bendito seja o SENHOR, que não deixou hoje de te dar remidor, e seja o seu nome afamado em Israel. (15) Ele te será por restaurador da alma, e nutrirá a tua velhice, pois tua nora, que te ama, o deu à luz, e ela te é melhor do que sete filhos. (16) E Noemi tomou o filho, e o pôs no seu colo, e foi sua ama. (17) E as vizinhas lhe deram um nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E deram-lhe o nome de Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi. (18) Estas são, pois, as gerações de Perez: Perez gerou a Hezrom, (19) E Hezrom gerou a Rão, e Rão gerou a Aminadabe, (20) E Aminadabe gerou a Naassom, e Naassom gerou a Salmom, (21) E Salmom gerou a Boaz, e Boaz gerou a Obede, (22) E Obede gerou a Jessé, e Jessé gerou a Davi.

DEVOCIONAL PARA HOJE 24/01/2015

VERSÍCULO:
   “Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.  E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”.  -- 2 Coríntios 5:14-15

PENSAMENTO:
   O que é que lhe motiva a fazer o que faz? O que lhe incentiva a realizar, cumprir ou procurar ainda mais?  Paulo disse que o amor era a força que o compelia. O que aconteceria nas nossas vidas se o amor fosse verdadeiramente O fator que nos compelisse na nossa motivação e comportamento? E se o nosso desejo de amar aqueles que não conhecem a graça salvífica de Jesus se tornasse nosso maior motivo de evangelismo? Ele morreu para que fosse assim! Que não o desapontemos!

ORAÇÃO:
   Deus da eternidade, por favor, esteja comigo na minha busca de deixar o amor ser a minha maior motivação na vida. Quero mostrar meu amor e gratidão a Jesus por tudo que ele fez para me salvar. Quero viver para Jesus para que outros possam saber que ele é o Senhor da minha vida. Que minhas palavras e vida mostrem o seu amor aos outros, para que possam experimentá-lo e conhecê-lo. Por favor, abençoe-me enquanto persigo este alvo. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0123.html

23 de jan de 2015

SANTOS INSTANTÂNEOS?!?

Vivemos na era dos instantâneos. Há café instantâneo, chá instantâneo, sopa instantânea, abridores elétricos que abrem latas num piscar de olhos etc. Pessoas que vivem num ambiente desenvolvido e próspero, se não totalmente rico, querem que as coisas aconteçam rapidamente. Gostamos de ver casas e escritórios serem erguidos o mais depressa possível. Ficamos “soltando fumaça” com a lentidão em que as rodovias são construídas. Nas lojas, queremos a mercadoria neste instante. Se precisarmos encomendar algum produto, a primeira pergunta que fazemos é: “Quanto tempo vai demorar?”
Pastores, e membros também, desejam igrejas instantâneas. Queremos ver a igreja crescendo rapidamente, por causa de nosso cuidado com as almas perdidas. Para muitos de nós, os números representam almas salvas dos pecados e potencialmente seguras na eternidade. Alegramo-nos em constatar que as ofertas aumentam a olhos vistos pois, pelo menos para um bom número de pessoas, isto é um barômetro de crescimento espiritual. O pressuposto implícito é que se as contribuições aumentam rapidamente a espiritualidade também está se aprofundando. A teoria baseada em números é, quase sempre, fácil de ser demonstrada no papel e impossível de ser provada na realidade. Isto é especialmente verdade no reino espiritual.
Muitas pessoas ao se tornarem crentes esperam se transformar imediatamente em santos maduros, completos e perfeitos. E muitas vezes é isto que os outros também esperam que aconteça. Muitas vezes, a expectativa é que todas as tentações, fraquezas e pecados sejam vencidos milagrosamente, e que nos tornemos santos instantaneamente — em todos os sentidos da palavra. Quando isto não acontece, algumas pessoas ficam desesperadas e abandonam tudo, voltando à vida de pecados.
A Bíblia declara que o cristianismo, ou seja, o viver cristão, é um processo de crescimento. Em Efésios 4.15 Paulo ensina que a verdade deve ser falada em amor e que ... “cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. Em 1 Pedro 2.2, o apóstolo diz: “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificados, para que por ele vades crescendo”. Lemos em 2 Pedro 3.18: “ Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém”. O crescimento não é um processo instantâneo. Não se faz cristãos instantâneos como se faz sopa instantânea. O crescimento é um processo constante de desenvolvimento, e que leva tempo! Os recém convertidos não devem ficar desencorajados porque não são tão amadurecidos quanto os cristãos mais antigos. O princípio que deve ser lembrado por todos nós é: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecidos” (Gálatas 6.9).Lembre-se de que em assunto de maturidade, tanto para igreja como para indivíduos, não há “santidade repentina”.

(D. Gene West em Pulpit Helps)

RESOLUÇOES PARA O ANO NOVO

Não irei aonde não possa levar Jesus Cristo comigo. Não direi nada que não queira que ele ouça. Não farei nada que não queira que ele saiba.
(Pulpit Helps)

AUTO-EXAME

Por mais de 200 anos, os seguidores de John Wesley fizeram a si mesmos as 22 perguntas abaixo, em sua hora devocional particular.
Será que estou, consciente ou inconscientemente, dando a impressão de ser melhor do que realmente sou?
Resumindo, sou um hipócrita?
Sou honesto em tudo que faço e falo, ou exagero?
Guardo os segredos que me são confiados?
Sou uma pessoa de confiança?
Sou escravo das roupas, dos amigos, do trabalho e dos vícios?
Preocupo-me demais com minha imagem, sofro de auto-piedade e vivo me justificando?
A Bíblia foi real na minha vida hoje?
Deixo que ela fale comigo diariamente?
Tenho prazer em orar?
Quando foi a última vez que testemunhei da minha fé?
Oro sobre como devo gastar meu dinheiro?
Vou dormir na hora certa para levantar na hora certa?
Estou sendo desobediente a Deus em alguma coisa?
Insisto em fazer algo, mesmo contra minha consciência?
Estou sendo derrotado em alguma área da vida?
Sou invejoso, impuro, mal humorado, super sensível, crítico ou desleal?
Como gasto meu tempo livre? 
Sou orgulhoso?
Agradeço a Deus porque não sou igual aos outros, especialmente igual ao fariseu que desprezou o publicano?
Existe alguma pessoa a quem eu tema; despreze; critique; desrespeite; de quem eu não goste ou contra quem me ressinta? Se existir, estou tentando resolver a situação?
Vivo lamentando ou resmungando?
Cristo é real para mim?
(Robert A. Bowman - Pulpit Helps)

PRIORIDADES PARA O ANO NOVO

Decido colocar Cristo antes da igreja e a igreja antes da praia ou do churrasco com os amigos.
Decido colocar o espiritual antes do material e o eterno antes do temporário.
Decido colocar a Palavra de Deus antes da opinião dos outros.
Decido colocar Cristo antes da doutrina.
Decido colocar a oração antes dos prazeres.
Decido colocar Cristo, o Salvador, antes de Cristo, o mestre.
Decido caminhar mais pela fé e confiança, e menos por vista e razão.
Decido viver mais para doar do que para receber.
Decido lutar mais para ser bom do que para ser grande.
Decido colocar mais de Deus e menos de mim em meu trabalho.
(Pulpit Helps)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 3, dia 19)

Juízes 19-21

Juízes 19

 (1) ACONTECEU também naqueles dias, em que não havia rei em Israel, que houve um homem levita, que, peregrinando aos lados da montanha de Efraim, tomou para si uma concubina, de Belém de Judá. (2) Porém a sua concubina adulterou contra ele, e deixando-o, foi para a casa de seu pai, em Belém de Judá, e esteve ali alguns dias, a saber, quatro meses. (3) E seu marido se levantou, e foi atrás dela, para lhe falar conforme ao seu coração, e para tornar a trazê-la; e o seu moço e um par de jumentos iam com ele; e ela o levou à casa de seu pai, e, vendo-o o pai da moça, alegrou-se ao encontrar-se com ele. (4) E seu sogro, o pai da moça, o deteve, e ficou com ele três dias; e comeram e beberam, e passaram ali a noite. (5) E sucedeu que ao quarto dia pela manhã, de madrugada, ele levantou-se para partir; então o pai da moça disse a seu genro: Fortalece o teu coração com um bocado de pão, e depois partireis. (6) Assentaram-se, pois, e comeram ambos juntos, e beberam; e disse o pai da moça ao homem: Peço-te que ainda esta noite queiras passá-la aqui, e alegre-se o teu coração. (7) Porém o homem levantou-se para partir; mas seu sogro o constrangeu a tornar a passar ali a noite. (8) E, madrugando ao quinto dia pela manhã para partir, disse o pai da moça: Ora, conforta o teu coração. E detiveram-se até já declinar o dia; e ambos juntos comeram. (9) Então o homem levantou-se para partir, ele, e a sua concubina, e o seu moço; e disse-lhe seu sogro, o pai da moça: Eis que já o dia declina e a tarde já vem chegando; peço-te que aqui passes a noite; eis que o dia já vai acabando, passa aqui a noite, e que o teu coração se alegre; e amanhã de madrugada levanta-te a caminhar, e irás para a tua tenda. (10) Porém o homem não quis ali passar a noite, mas levantou-se, e partiu, e chegou até defronte de Jebus (que é Jerusalém), e com ele o par de jumentos albardados, como também a sua concubina. (11) Estando, pois, já perto de Jebus, e tendo-se já declinado muito o dia, disse o moço a seu senhor: Vamos agora, e retiremo-nos a esta cidade dos jebuseus, e passemos ali a noite. (12) Porém disse-lhe seu senhor: Não nos retiraremos a nenhuma cidade estranha, que não seja dos filhos de Israel; mas iremos até Gibeá. (13) Disse mais a seu moço: Vamos, e cheguemos a um daqueles lugares, e passemos a noite em Gibeá ou em Ramá. (14) Passaram, pois, adiante, e caminharam, e o sol se lhes pôs junto a Gibeá, que é cidade de Benjamim. (15) E retiraram-se para lá, para passarem a noite em Gibeá; e, entrando ele, assentou-se na praça da cidade, porque não houve quem os recolhesse em casa para ali passarem a noite. (16) E eis que um velho homem vinha à tarde do seu trabalho do campo; e era este homem da montanha de Efraim, mas peregrinava em Gibeá; eram porém os homens deste lugar filhos de Benjamim. (17) Levantando ele, pois, os olhos, viu a este viajante na praça da cidade, e disse o ancião: Para onde vais, e donde vens? (18) E ele lhe disse: Viajamos de Belém de Judá até aos lados da montanha de Efraim, de onde sou; porquanto fui a Belém de Judá, porém agora vou à casa do SENHOR; e ninguém há que me recolha em casa, (19) Todavia temos palha e pasto para os nossos jumentos, e também pão e vinho há para mim, e para a tua serva, e para o moço que vem com os teus servos; de coisa nenhuma há falta. (20) Então disse o ancião: Paz seja contigo; tudo quanto te faltar fique ao meu cargo; tão-somente não passes a noite na praça. (21) E levou-o à sua casa, e deu pasto aos jumentos; e, lavando-se os pés, comeram e beberam. (22) Estando eles alegrando o seu coração, eis que os homens daquela cidade (homens que eram filhos de Belial) cercaram a casa, batendo à porta; e falaram ao ancião, senhor da casa, dizendo: Tira para fora o homem que entrou em tua casa, para que o conheçamos. (23) E o homem, dono da casa, saiu a eles e disse-lhes: Não, irmãos meus, ora não façais semelhante mal; já que este homem entrou em minha casa, não façais tal loucura. (24) Eis que a minha filha virgem e a concubina dele vo-las tirarei fora; humilhai-as a elas, e fazei delas o que parecer bem aos vossos olhos; porém a este homem não façais essa loucura. (25) Porém aqueles homens não o quiseram ouvir; então aquele homem pegou da sua concubina, e lha tirou para fora; e eles a conheceram e abusaram dela toda a noite até pela manhã, e, subindo a alva, a deixaram. (26) E ao romper da manhã veio a mulher, e caiu à porta da casa daquele homem, onde estava seu senhor, e ficou ali até que se fez claro. (27) E, levantando-se seu senhor pela manhã, e abrindo as portas da casa, e saindo a seguir o seu caminho, eis que a mulher, sua concubina, jazia à porta da casa, com as mãos sobre o limiar. (28) E ele lhe disse: Levanta-te, e vamo-nos, porém ela não respondeu; então, levantando-se o homem a pôs sobre o jumento, e foi para o seu lugar. (29) Chegando, pois, à sua casa, tomou um cutelo, e pegou na sua concubina, e a despedaçou com os seus ossos em doze partes; e enviou-as por todos os termos de Israel. (30) E sucedeu que cada um que via aquilo dizia: Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito, até ao dia de hoje; ponderai isto, considerai, e falai.

Juízes 20

 (1) ENTÃO todos os filhos de Israel saíram, e a congregação se ajuntou, perante o SENHOR em Mizpá, como se fora um só homem, desde Dã até Berseba, como também a terra de Gileade. (2) E os principais de todo o povo, de todas as tribos de Israel, se apresentaram na congregação do povo de Deus; quatrocentos mil homens de pé que tiravam a espada (3) (Ouviram, pois, os filhos de Benjamim que os filhos de Israel haviam subido a Mizpá). E disseram os filhos de Israel: Falai, como sucedeu esta maldade? (4) Então respondeu o homem levita, marido da mulher que fora morta, e disse: Cheguei com a minha concubina a Gibeá, cidade de Benjamim, para passar a noite. (5) E os cidadãos de Gibeá se levantaram contra mim, e cercaram a casa de noite; intentaram matar-me, e violaram a minha concubina, de maneira que morreu. (6) Então peguei na minha concubina, e fi-la em pedaços, e a enviei por toda a terra da herança de Israel; porquanto fizeram tal malefício e loucura em Israel. (7) Eis que todos sois filhos de Israel; dai aqui a vossa palavra e conselho. (8) Então todo o povo se levantou como um só homem, dizendo: Nenhum de nós irá à sua tenda nem nenhum de nós voltará à sua casa. (9) Porém isto é o que faremos a Gibeá: procederemos contra ela por sorte. (10) E de todas as tribos de Israel, tomaremos dez homens de cada cem, e cem de cada mil, e mil de cada dez mil, para providenciarem mantimento para o povo; para que, vindo ele a Gibeá de Benjamim, lhe façam conforme a toda a loucura que tem feito em Israel. (11) Assim ajuntaram-se contra esta cidade todos os homens de Israel, unidos como um só homem. (12) E as tribos de Israel enviaram homens por toda a tribo de Benjamim, dizendo: Que maldade é esta que se fez entre vós? (13) Dai-nos, pois, agora aqueles homens, filhos de Belial, que estão em Gibeá, para que os matemos, e tiremos de Israel o mal. Porém os filhos de Benjamim não quiseram ouvir a voz de seus irmãos, os filhos de Israel. (14) Antes os filhos de Benjamim se ajuntaram das cidades em Gibeá, para saírem a pelejar contra os filhos de Israel. (15) E contaram-se naquele dia os filhos de Benjamim, das cidades, vinte e seis mil homens que tiravam a espada, afora os moradores de Gibeá, de que se contaram setecentos homens escolhidos. (16) Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais atiravam com a funda uma pedra em um cabelo, e não erravam. (17) E contaram-se dos homens de Israel, afora os de Benjamim, quatrocentos mil homens que tiravam da espada, e todos eles homens de guerra. (18) E levantaram-se os filhos de Israel, e subiram a Betel; e consultaram a Deus, dizendo: Quem dentre nós subirá primeiro a pelejar contra Benjamim? E disse o SENHOR: Judá subirá primeiro. (19) Levantaram-se, pois, os filhos de Israel pela manhã, e acamparam-se contra Gibeá. (20) E os homens de Israel saíram à peleja contra Benjamim; e os homens de Israel ordenaram a batalha contra eles, ao pé de Gibeá. (21) Então os filhos de Benjamim saíram de Gibeá, e derrubaram por terra, naquele dia, vinte e dois mil homens de Israel. (22) Porém esforçou-se o povo, isto é, os homens de Israel, e tornaram a ordenar a peleja no lugar onde no primeiro dia a tinham ordenado. (23) E subiram os filhos de Israel, e choraram perante o SENHOR até à tarde, e perguntaram ao SENHOR, dizendo: Tornar-me-ei a chegar à peleja contra os filhos de Benjamim, meu irmão? E disse o SENHOR: Subi contra ele. (24) Chegaram-se, pois, os filhos de Israel aos filhos de Benjamim, no dia seguinte. (25) Também os de Benjamim no dia seguinte lhes saíram ao encontro fora de Gibeá, e derrubaram ainda por terra mais dezoito mil homens, todos dos que tiravam a espada. (26) Então todos os filhos de Israel, e todo o povo, subiram, e vieram a Betel e choraram, e estiveram ali perante o SENHOR, e jejuaram aquele dia até à tarde; e ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas perante o SENHOR. (27) E os filhos de Israel perguntaram ao SENHOR (porquanto a arca da aliança de Deus estava ali naqueles dias; (28) E Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, estava perante ele naqueles dias), dizendo: Tornarei ainda a pelejar contra os filhos de Benjamim, meu irmão, ou pararei? E disse o SENHOR: Subi, que amanhã eu to entregarei na mão. (29) Então Israel pôs emboscadas em redor de Gibeá. (30) E subiram os filhos de Israel ao terceiro dia contra os filhos de Benjamim, e ordenaram a peleja junto a Gibeá, como das outras vezes. (31) Então os filhos de Benjamim saíram ao encontro do povo, e desviaram-se da cidade; e começaram a ferir alguns do povo, atravessando-os, como das outras vezes, pelos caminhos (um dos quais sobe para Betel, e o outro para Gibeá pelo campo), uns trinta dos homens de Israel. (32) Então os filhos de Benjamim disseram: Estão derrotados diante de nós como dantes. Porém os filhos de Israel disseram: Fujamos, e desviemo-los da cidade para os caminhos. (33) Então todos os homens de Israel se levantaram do seu lugar, e ordenaram a peleja em Baal-Tamar; e a emboscada de Israel saiu do seu lugar, da caverna de Gibeá. (34) E dez mil homens escolhidos de todo o Israel vieram contra Gibeá, e a peleja se agravou; porém eles não sabiam o mal que lhes tocaria. (35) Então feriu o SENHOR a Benjamim diante de Israel; e destruíram os filhos de Israel, naquele dia, vinte e cinco mil e cem homens de Benjamim, todos dos que tiravam a espada. (36) E viram os filhos de Benjamim que estavam feridos; porque os homens de Israel deram lugar aos benjamitas, porquanto estavam confiados na emboscada que haviam posto contra Gibeá. (37) E a emboscada se apressou, e acometeu a Gibeá; e a emboscada arremeteu contra ela, e feriu ao fio da espada toda a cidade. (38) E os homens de Israel tinham um sinal determinado com a emboscada, que era fazer levantar da cidade uma grande nuvem de fumaça. (39) Viraram-se, pois, os homens de Israel na peleja; e já Benjamim começava a ferir, dos homens de Israel, quase trinta homens, pois diziam: Já infalivelmente estão derrotados diante de nós, como na peleja passada. (40) Então a nuvem de fumaça começou a se levantar da cidade, como uma coluna; e, virando-se Benjamim a olhar para trás de si, eis que a fumaça da cidade subia ao céu. (41) E os homens de Israel viraram os rostos, e os homens de Benjamim pasmaram; porque viram que o mal lhes tocaria. (42) E viraram as costas diante dos homens de Israel, para o caminho do deserto; porém a peleja os apertou; e os que saíam das cidades os destruíram no meio deles. (43) E cercaram aos de Benjamim, e os perseguiram, e à vontade os pisaram, até diante de Gibeá, para o nascente do sol. (44) E caíram de Benjamim dezoito mil homens, todos estes sendo homens valentes. (45) Então viraram as costas, e fugiram para o deserto, à penha de Rimom; colheram ainda deles pelos caminhos uns cinco mil homens; e de perto os seguiram até Gidom, e feriram deles dois mil homens. (46) E, todos os que caíram de Benjamim, naquele dia, foram vinte e cinco mil homens que tiravam a espada, todos eles homens valentes. (47) Porém seiscentos homens viraram as costas, e fugiram para o deserto, à penha de Rimom; e ficaram na penha de Rimom quatro meses. (48) E os homens de Israel voltaram para os filhos de Benjamim, e os feriram ao fio da espada, desde os homens da cidade até aos animais, até a tudo quanto se achava, como também a todas as cidades, quantas acharam, puseram fogo.

Juízes 21

 (1) ORA, tinham jurado os homens de Israel em Mizpá, dizendo: Nenhum de nós dará sua filha por mulher aos benjamitas. (2) Veio, pois, o povo a Betel, e ali ficou até à tarde diante de Deus; e todos levantaram a sua voz, e prantearam com grande pranto, (3) E disseram: Ah! SENHOR Deus de Israel, por que sucedeu isto, que hoje falte uma tribo em Israel? (4) E sucedeu que, no dia seguinte, o povo, pela manhã se levantou, e edificou ali um altar; e ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. (5) E disseram os filhos de Israel: Quem de todas as tribos de Israel não subiu à assembléia do SENHOR? Porque se tinha feito um grande juramento acerca dos que não fossem ao SENHOR em Mizpá, dizendo: Morrerá certamente. (6) E arrependeram-se os filhos de Israel acerca de Benjamim, seu irmão, e disseram: Cortada é hoje de Israel uma tribo. (7) Como havemos de conseguir mulheres para os que restaram deles, pois nós temos jurado pelo SENHOR que nenhuma de nossas filhas lhes daríamos por mulher? (8) E disseram: Há algumas das tribos de Israel que não subiram ao SENHOR a Mizpá? E eis que ninguém de Jabes-Gileade viera ao arraial, à assembléia. (9) Porquanto, quando se contou o povo, eis que nenhum dos moradores de Jabes-Gileade se achou ali. (10) Então a assembléia enviou para lá doze mil homens dos mais valentes, e lhes ordenou, dizendo: Ide, e ao fio da espada feri aos moradores de Jabes-Gileade, e às mulheres e aos meninos. (11) Porém isto é o que haveis de fazer: A todo o homem e a toda a mulher que se houver deitado com um homem totalmente destruireis. (12) E acharam entre os moradores de Jabes-Gileade quatrocentas moças virgens, que não tinham conhecido homem; e as trouxeram ao arraial, a Siló, que está na terra de Canaã. (13) Então toda a assembléia enviou, e falou aos filhos de Benjamim, que estavam na penha de Rimom, e lhes proclamou a paz. (14) E ao mesmo tempo voltaram os benjamitas; e deram-lhes as mulheres que haviam guardado com vida, das mulheres de Jabes-Gileade; porém estas ainda não lhes bastaram. (15) Então o povo se arrependeu por causa de Benjamim; porquanto o SENHOR tinha feito brecha nas tribos de Israel. (16) E disseram os anciãos da assembléia: Que faremos acerca de mulheres para os que restaram, pois foram destruídas as mulheres de Benjamim? (17) Disseram mais: Tenha Benjamim uma herança nos que restaram, e não seja destruída nenhuma tribo de Israel. (18) Porém nós não lhes poderemos dar mulheres de nossas filhas, porque os filhos de Israel juraram, dizendo: Maldito aquele que der mulher aos benjamitas. (19) Então disseram: Eis que de ano em ano há solenidade do SENHOR em Siló, que se celebra para o norte de Betel do lado do nascente do sol, pelo caminho alto que sobe de Betel a Siquém, e para o sul de Lebona. (20) E mandaram aos filhos de Benjamim, dizendo: Ide, e emboscai-vos nas vinhas. (21) E olhai, e eis aí as filhas de Siló a dançar em rodas, saí vós das vinhas, e arrebatai cada um sua mulher das filhas de Siló, e ide-vos à terra de Benjamim. (22) E será que, quando seus pais ou seus irmãos vierem a litigar conosco, nós lhes diremos: Por amor de nós, tende compaixão deles, pois nesta guerra não tomamos mulheres para cada um deles; porque não lhas destes vós, para que agora ficásseis culpados. (23) E os filhos de Benjamim o fizeram assim, e levaram mulheres conforme ao número deles, das que arrebataram das rodas que dançavam; e foram-se, e voltaram à sua herança, e reedificaram as cidades, e habitaram nelas. (24) Também os filhos de Israel partiram dali, cada um para a sua tribo e para a sua família; e saíram dali, cada um para a sua herança. (25) Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos.

DEVOCIONAL PARA HOJE 23/01/2015

VERSÍCULO:
   “Quando vos levarem às sinagogas e perante os governadores e as autoridades, não vos preocupeis quanto ao modo por que respondereis, nem quanto às coisas que tiverdes de falar. Porque o Espírito Santo vos ensinará, naquela mesma hora, as coisas que deveis dizer”. -- Lucas 12:11-12

PENSAMENTO:
   Quando mais precisamos de ajuda, Jesus promete nos dar as palavras que precisamos. Através dos séculos, esta promessa sustentou as pessoas que estavam sendo perseguidas. Ajudou-as a saber que não estavam sozinhas e que não precisavam  se preocupar em ter a resposta perfeita ao enfrentar uma audiência hostil. Esta mesma promessa sustenta cristãos hoje, quer perseguidos pelo governo, ou ao enfrentando hostilidade de descrentes, no trabalho, na escola, ou em casa. Quando enfrentamos nossos inimigos, sabemos que não estamos sozinhos. Nosso Salvador está conosco.

ORAÇÃO:
   Amoroso Deus, preciso da sua força e da ajuda do Espírito Santo quando falar com pessoas que se opõe a sua mensagem de salvação. Quero que as suas palavras, e não  as minhas, sejam o que outras pessoas ouvem no momento crucial de confronto. Por favor, dê-me sabedoria para saber quando falar, o que dizer e quando ficar quieto. No nome de Jesus eu oro. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/0122.html

22 de jan de 2015

CETICISMO

Um menininho depois de assistir a Escola Dominical, foi perguntado por sua mãe sobre o que ele aprendera. Sua resposta:
“Nós ouvimos sobre um homem chamado Moisés. Ele foi atrás das linhas e salvou os israelitas. Então ele chegou ao Mar Vermelho e chamou seus engenheiros e eles construíram um ponte. Depois deles atravessarem, eles viram tanques inimigos aproximando, então ele usou seu walkietalkie e chamou o quartel-general, e eles mandaram aviões de bombardeio e eles bombardearam a ponte. Então os israelitas prosseguiram.”
“Agora, filho, não foi nem um pouco assim, foi?”
“Bem, não exatamente. Mas, se eu te contar como a professora disse que isto realmente aconteceu, você também não acreditaria!”
(Sword Scrapbook)

O PASTOR FAZ PARTE DA FAMÍLIA

Quem é, de verdade, esse pastor? Ele é mesmo o que parece? Para alguns, o pastor é o epítome da santidade, da grandeza, da austeridade, do inacessível.
Para outros, ele é um enigma. Por que alguém vai querer ser um pregador, receber um salário menor que a maioria dos membros da igreja, ter que dar satisfações para uma diretoria ou um grupo de gente que, às vezes, briga e, muitas vezes, se recusa a concordar com ele? Ter que ficar de prontidão 24 horas por dia, sete dias por semana, e até precisar interromper as férias? Tudo isso quando podia estar fazendo outras coisa?
Muitas pessoas acham que é o pastor a quem viúvas e doentes devem procurar quando precisam de uma carona para ir ao médico ou ao supermercado comprar um litro de leite.
Alguns o vêem como realmente é: o pastor do rebanho, a extensão da família. Algumas vezes é ele quem decide os problemas entre os membros de uma família ou grupos da igreja. Ele é o pai que aconselha nas situações mais difíceis.
Seus ombros são largos o bastante para que casais com problemas sérios no casamento possam neles chorar. Seu coração é bastante gentil e sensível para comemorar as conquistas dos pequeninos e entender os probleminhas.
É ele a pessoa que muitas famílias gostam de convidar para celebrações especiais, e é apresentado como “nosso pastor”, o que significa que as pessoas esperam que ele as represente diante de Deus e represente Deus diante delas!
Quando alguém recebe uma promoção no trabalho, telefona para o pastor e dá-lhe a boa notícia; é ele quem recebe as más notícias também. O pastor é convidado para formaturas e até mesmo para recitais e programas infantis das escolas.
Ele é o primeiro a ser chamado quando há um acidente de ônibus escolar ou de carros particulares. Ele se junta aos familiares nas salas de espera dos hospitais, e oferece o ombro para que chorem, ou segura-lhes as mãos, relembrando-os que Deus continua no controle de tudo, e encoraja-os a não entrarem em pânico quando o “medo repentino” chega.
Ele é a pessoa da família que vai aos hospitais oferecer conforto quando uma doença fatal é diagnosticada, ou conversa com o enfermo que ainda precisa da salvação.
A notícia: “O bebê vai nascer! Estamos a caminho da maternidade!”, é dada a ele.
O pastor tenta, com a orientação de Deus, tornar-se uma extensão das famílias dos novos convertidos, e convida-os para uma refeição em sua casa e ajuda-os a se sentirem parte da família de Deus. É ele quem recebe o aviso da morte de um ente querido de um membro da igreja, e sua força e presença são necessárias para que os enlutados se lembrem de que Deus preparou uma pessoa para confortá-los.
Os parentes também devem ser amigos uns dos outros, e muitas vezes o pastor faz o papel de irmão mais velho, o amigo a quem os segredos podem ser contados porque todos sabem que nada do que lhe foi dito será revelado. Esse irmão-amigo nunca se esquecerá de orar quando a família estiver passando por uma situação delicada, e precisar de uma atenção especial de Deus.
A família de Deus transcende nossos relacionamentos de sangue. Ela é tão especial que ultrapassa as barreiras de língua, cultura, raça, e status econômico e cultural. Em Mateus 19.29, Jesus afirma que se tivermos que abandonar nossa própria família, ele nos dará outra cem vezes maior.
O verdadeiro pastor não é um grande ditador, mas alguém humilde que se identifica (se torna um) com suas ovelhas, do mesmo modo como Cristo se identificou conosco e tornou-se como nós.
O pastor é parte da família, e sua fidelidade é mais importante hoje do que jamais foi, e sua recompensa é maior do que nunca!

Joy Jones
(Contact, agosto de 85 Pulpit Helps)

INVOCAÇÃO

Perdão Senhor, se eu vacilo
Mas como viver traqüilo
Vendo tudo que se vê?
Vendo o riso do incréu
Quando eu falo do teu céu
Quando eu falo a quem não crê?

Como viverei tranqüilo
Se o mundo não é aquilo
Que eu sonhei quando criança?
Quando tudo era brinquedo
Da vida não tinha medo,
Em tudo tinha confiança?

Como não terei tristeza
Vendo a miséria, a pobreza,
Vendo tanta estupidez?
Vendo o mundo entorpecido
E o plebeu sempre esquecido,
Delirar na embriaguez’
Como olhar indiferente

Ao infeliz indigente
Que na rua estende a mão?
Que ao cego titubeante
No seu sofrer incessante
Numa eterna escuridão?

Tranqüilo, com que direito?
Se me puseste no peito
Um coração a vibrar?
No corpo, a alma soluça
Quando o cérebro debruça
Sobre os olhos para olhar?

Mas como viver tranqüilo
Perdão senhor se eu vacilo!

Rosemeire de Oliveira Sancho

“SEJA FORTE”

I. Seja forte no Salvador, o único que nos pode ajudar (Salmo 24.8).
II. Seja forte na Verdade, sem nada lhe acrescentar (Apocalipse 22.18).
III. Seja forte em Sua Retidão, pois é inteiramente justo (2 Coríntios 5.21).
IV. Seja forte na obediência, não importa o custo (João 2.5).
V. Seja forte em sua Nulidade; o Senhor é suficiente (1 Coríntios 12.9).
VI. Seja forte em Sua Mansidão, pois não maltrata a gente (Salmo 18.35).
(Pulpit Helps)

Plano de Leitura Bíblica em um Ano (Mês 3, dia 18)

Juízes 16-18

Juízes 16

 (1) E FOI Sansão a Gaza, e viu ali uma mulher prostituta, e entrou a ela. (2) E foi dito aos gazitas: Sansão entrou aqui. Cercaram-no, e toda a noite lhe puseram espias à porta da cidade; porém toda a noite estiveram quietos, dizendo: Até à luz da manhã esperaremos; então o mataremos. (3) Porém Sansão deitou-se até à meia-noite, e à meia-noite se levantou, e arrancou as portas da entrada da cidade com ambas as umbreiras, e juntamente com a tranca as tomou, pondo-as sobre os ombros; e levou-as para cima até ao cume do monte que está defronte de Hebrom. (4) E depois disto aconteceu que se afeiçoou a uma mulher do vale de Soreque, cujo nome era Dalila. (5) Então os príncipes dos filisteus subiram a ela, e lhe disseram: Persuade-o, e vê em que consiste a sua grande força, e como poderíamos assenhorear-nos dele e amarrá-lo, para assim o afligirmos; e te daremos, cada um de nós, mil e cem moedas de prata. (6) Disse, pois, Dalila a Sansão: Declara-me, peço-te, em que consiste a tua grande força, e com que poderias ser amarrado para te poderem afligir. (7) Disse-lhe Sansão: Se me amarrassem com sete vergas de vimes frescos, que ainda não estivessem secos, então me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem. (8) Então os príncipes dos filisteus lhe trouxeram sete vergas de vimes frescos, que ainda não estavam secos; e amarraram-no com elas. (9) E o espia estava com ela na câmara interior. Então ela lhe disse: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. Então quebrou as vergas de vimes, como se quebra o fio da estopa ao cheiro do fogo; assim não se soube em que consistia a sua força. (10) Então disse Dalila a Sansão: Eis que zombaste de mim, e me disseste mentiras; ora declara-me agora com que poderias ser amarrado. (11) E ele disse: Se me amarrassem fortemente com cordas novas, que ainda não houvessem sido usadas, então me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem. (12) Então Dalila tomou cordas novas, e o amarrou com elas, e disse-lhe: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. E o espia estava na recâmara interior. Então as quebrou de seus braços como a um fio. (13) E disse Dalila a Sansão: Até agora zombaste de mim, e me disseste mentiras; declara-me pois, agora, com que poderias ser amarrado? E ele lhe disse: Se teceres sete tranças dos cabelos da minha cabeça com o liço da teia. (14) E ela as fixou com uma estaca, e disse-lhe: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão: Então ele despertou do seu sono, e arrancou a estaca das tranças tecidas, juntamente com o liço da teia. (15) Então ela lhe disse: Como dirás: Tenho-te amor, não estando comigo o teu coração? Já três vezes zombaste de mim, e ainda não me declaraste em que consiste a tua força. (16) E sucedeu que, importunando-o ela todos os dias com as suas palavras, e molestando-o, a sua alma se angustiou até a morte. (17) E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca passou navalha pela minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem. (18) Vendo, pois, Dalila que já lhe descobrira todo o seu coração, mandou chamar os príncipes dos filisteus, dizendo: Subi esta vez, porque agora me descobriu ele todo o seu coração. E os príncipes dos filisteus subiram a ter com ela, trazendo com eles o dinheiro. (19) Então ela o fez dormir sobre os seus joelhos, e chamou a um homem, e rapou-lhe as sete tranças do cabelo de sua cabeça; e começou a afligi-lo, e retirou-se dele a sua força. (20) E disse ela: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. E despertou ele do seu sono, e disse: Sairei ainda esta vez como dantes, e me sacudirei. Porque ele não sabia que já o SENHOR se tinha retirado dele. (21) Então os filisteus pegaram nele, e arrancaram-lhe os olhos, e fizeram-no descer a Gaza, e amarraram-no com duas cadeias de bronze, e girava ele um moinho no cárcere. (22) E o cabelo da sua cabeça começou a crescer, como quando foi rapado. (23) Então os príncipes dos filisteus se ajuntaram para oferecer um grande sacrifício ao seu deus Dagom, e para se alegrarem, e diziam: Nosso deus nos entregou nas mãos a Sansão, nosso inimigo. (24) Semelhantemente, vendo-o o povo, louvava ao seu deus; porque dizia: Nosso deus nos entregou nas mãos o nosso inimigo, e ao que destruía a nossa terra, e ao que multiplicava os nossos mortos. (25) E sucedeu que, alegrando-se-lhes o coração, disseram: Chamai a Sansão, para que brinque diante de nós. E chamaram a Sansão do cárcere, que brincava diante deles, e fizeram-no estar em pé entre as colunas. (26) Então disse Sansão ao moço que o tinha pela mão: Guia-me para que apalpe as colunas em que se sustém a casa, para que me encoste a elas. (27) Ora estava a casa cheia de homens e mulheres; e também ali estavam todos os príncipes dos filisteus; e sobre o telhado havia uns três mil homens e mulheres, que estavam vendo Sansão brincar. (28) Então Sansão clamou ao SENHOR, e disse: Senhor DEUS, peço-te que te lembres de mim, e fortalece-me agora só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filisteus, pelos meus dois olhos. (29) Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre elas, com a sua mão direita numa, e com a sua esquerda na outra. (30) E disse Sansão: Morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela havia; e foram mais os mortos que matou na sua morte do que os que matara em sua vida. (31) Então seus irmãos desceram, e toda a casa de seu pai, e tomaram-no, e subiram com ele, e sepultaram-no entre Zorá e Estaol, no sepulcro de Manoá, seu pai. Ele julgou a Israel vinte anos.

Juízes 17

 (1) E HAVIA um homem da montanha de Efraim, cujo nome era Mica. (2) O qual disse à sua mãe: As mil e cem moedas de prata que te foram tiradas, por cuja causa lançaste maldições, e de que também me falaste, eis que esse dinheiro está comigo; eu o tomei. Então lhe disse sua mãe: Bendito do SENHOR seja meu filho. (3) Assim restituiu as mil e cem moedas de prata à sua mãe; porém sua mãe disse: Inteiramente tenho dedicado este dinheiro da minha mão ao SENHOR, para meu filho fazer uma imagem de escultura e uma de fundição; de sorte que agora to tornarei a dar. (4) Porém ele restituiu aquele dinheiro à sua mãe; e sua mãe tomou duzentas moedas de prata, e as deu ao ourives, o qual fez delas uma imagem de escultura e uma de fundição, que ficaram em casa de Mica. (5) E teve este homem, Mica, uma casa de deuses; e fez um éfode e terafins, e consagrou um de seus filhos, para que lhe fosse por sacerdote. (6) Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos. (7) E havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita, e peregrinava ali. (8) E este homem partiu da cidade de Belém de Judá para peregrinar onde quer que achasse conveniente. Chegando ele, pois, à montanha de Efraim, até à casa de Mica, seguindo o seu caminho, (9) Disse-lhe Mica: Donde vens? E ele lhe disse: Sou levita de Belém de Judá, e vou peregrinar onde quer que achar conveniente. (10) Então lhe disse Mica: Fica comigo, e sê-me por pai e sacerdote; e cada ano te darei dez moedas de prata, e vestuário, e o sustento. E o levita entrou. (11) E consentiu o levita em ficar com aquele homem; e o moço lhe foi como um de seus filhos. (12) E Mica consagrou o levita, e aquele moço lhe foi por sacerdote; e esteve em casa de Mica. (13) Então disse Mica: Agora sei que o SENHOR me fará bem; porquanto tenho um levita por sacerdote.

Juízes 18

 (1) NAQUELES dias não havia rei em Israel; e nos mesmos dias a tribo dos danitas buscava para si herança para habitar; porquanto até àquele dia entre as tribos de Israel não lhe havia caído por sorte sua herança. (2) E enviaram os filhos de Dã, da sua tribo, cinco homens dentre eles, homens valorosos, de Zorá e de Estaol, a espiar e reconhecer a terra, e lhes disseram: Ide, reconhecei a terra. E chegaram à montanha de Efraim, até à casa de Mica, e passaram ali a noite. (3) E quando eles estavam junto da casa de Mica, reconheceram a voz do moço, do levita; e dirigindo-se para lá, lhe disseram: Quem te trouxe aqui? Que fazes aqui? E que é que tens aqui? (4) E ele lhes disse: Assim e assim me tem feito Mica; pois me tem contratado, e eu lhe sirvo de sacerdote. (5) Então lhe disseram: Consulta a Deus, para que possamos saber se prosperará o caminho que seguimos. (6) E disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que seguis está perante o SENHOR. (7) Então foram-se aqueles cinco homens, e chegaram a Laís; e viram que o povo que havia no meio dela estava seguro, conforme ao costume dos sidônios, quieto e confiado; nem havia autoridade alguma do reino que por qualquer coisa envergonhasse a alguém naquela terra; também estavam longe dos sidônios, e não tinham relação com ninguém. (8) Então voltaram a seus irmãos, a Zorá e a Estaol, os quais lhes disseram: Que dizeis vós? (9) E eles disseram: Levantai-vos, e subamos contra eles; porque examinamos a terra, e eis que é muitíssimo boa. E vós estareis aqui tranqüilos? Não sejais preguiçosos em irdes para entrar a possuir esta terra. (10) Quando lá chegardes, vereis um povo confiado, e a terra é larga de extensão; porque Deus vo-la entregou nas mãos; lugar em que não há falta de coisa alguma que há na terra. (11) Então partiram dali, da tribo dos danitas, de Zorá e de Estaol, seiscentos homens munidos de armas de guerra. (12) E subiram, e acamparam-se em Quiriate-Jearim, em Judá; então chamaram a este lugar Maané-Dã, até ao dia de hoje; eis que está por detrás de Quiriate-Jearim. (13) E dali passaram à montanha de Efraim; e chegaram até a casa de Mica. (14) Então responderam os cinco homens, que foram espiar a terra de Laís, e disseram a seus irmãos: Sabeis vós também que naquelas casas há um éfode, e terafins, e uma imagem de escultura e uma de fundição? Vede, pois, agora o que haveis de fazer. (15) Então se dirigiram para lá, e chegaram à casa do moço, o levita, em casa de Mica, e o saudaram. (16) E os seiscentos homens, que eram dos filhos de Dã, munidos com suas armas de guerra, ficaram à entrada da porta. (17) Porém subindo os cinco homens, que foram espiar a terra, entraram ali, e tomaram a imagem de escultura, o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, ficando o sacerdote em pé à entrada da porta, com os seiscentos homens que estavam munidos com as armas de guerra. (18) Entrando eles, pois, em casa de Mica, e tomando a imagem de escultura, e o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, disse-lhes o sacerdote: Que estais fazendo? (19) E eles lhe disseram: Cala-te, põe a mão na boca, e vem conosco, e sê-nos por pai e sacerdote. É melhor ser sacerdote da casa de um só homem, do que ser sacerdote de uma tribo e de uma família em Israel? (20) Então alegrou-se o coração do sacerdote, e tomou o éfode, e os terafins, e a imagem de escultura; e entrou no meio do povo. (21) Assim viraram, e partiram; e os meninos, e o gado, e a bagagem puseram diante de si. (22) E, estando já longe da casa de Mica, os homens que estavam nas casas junto à casa de Mica, reuniram-se, e alcançaram os filhos de Dã. (23) E clamaram após os filhos de Dã, os quais viraram os seus rostos, e disseram a Mica: Que tens, que tanta gente convocaste? (24) Então ele disse: Os meus deuses, que eu fiz, me tomastes, juntamente com o sacerdote, e partistes; que mais me resta agora? Como, pois, me dizeis: Que é que tens? (25) Porém os filhos de Dã lhe disseram: Não nos faças ouvir a tua voz, para que porventura homens de ânimo mau não se lancem sobre vós, e tu percas a tua vida, e a vida dos da tua casa. (26) Assim seguiram o seu caminho os filhos de Dã; e Mica, vendo que eram mais fortes do que ele, virou-se, e voltou à sua casa. (27) Eles, pois, tomaram o que Mica tinha feito, e o sacerdote que tivera, e chegaram a Laís, a um povo quieto e confiado, e os feriram ao fio da espada, e queimaram a cidade a fogo. (28) E ninguém houve que os livrasse, porquanto estavam longe de Sidom, e não tinham relações com ninguém, e a cidade estava no vale que está junto de Bete-Reobe; depois reedificaram a cidade e habitaram nela. (29) E chamaram-lhe Dã, conforme ao nome de Dã, seu pai, que nascera a Israel; era, porém, antes o nome desta cidade Laís. (30) E os filhos de Dã levantaram para si aquela imagem de escultura; e Jônatas, filho de Gérson, o filho de Manassés, ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos danitas, até ao dia do cativeiro da terra. (31) Assim, pois, estabeleceram para si a imagem de escultura, que fizera Mica, por todos os dias em que a casa de Deus esteve em Siló.