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IMAGINAR SUA PRÓPRIA RELIGIÃO
Deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida, e de quem são todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.
Não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu... um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera
(Daniel 5:23; Isaías 64:4)
Uma grande loja de Paris vendeu milhares de amuletos em um mês. “Essa paixão pelos amuletos satisfaz uma verdadeira necessidade espiritual. Cremos cada vez menos em Deus; e, por outro lado, cada vez mais em nossa própria sorte. Com o amuleto cada um elabora sua própria religião”, comenta um responsável pelas vendas. O homem incrédulo rejeita voluntariamente a Deus e os valores cristãos. Então tenta preencher seu vazio “criando sua própria religião”, conforme sua própria medida, irracional, maleável, sem compromisso, mas que no final das contas traz apenas desilusão, decepção e, às vezes, conduz a um engajamento perigoso com o ocultismo.
Essa “verdadeira demanda de espiritualidade” corresponde, na realidade, ao que constitui o valor e a nobreza do homem, quer dizer, a possibilidade de estar num relacionamento com Deus, seu Criador. Se você está procurando proteção e felicidade, nós proclamamos não uma nova religião e sim uma boa nova: o Deus vivo e verdadeiro está interessado em você. Ele te conhece, te ama tal como você é; Ele deseja dar-lhe uma solução e uma ajuda concreta para sua vida cotidiana. Lendo a Bíblia você descobrirá o verdadeiro Deus. Dê um passo até Ele, com toda sinceridade, e Ele se revelará a você. Esse encontro mudará o curso da sua vida.
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Como Jesus
Leitura Bíblica: Marcos 5.35-42
Por que todo este alvoroço e lamento? A criança não está morta, mas dorme (Mc 5.39).
Enquanto Jesus conversava com o pai da criança, chegaram alguns e disseram: “Ela morreu, nada mais adianta”. Esta é a experiência humana. A morte é o ponto final, lugar onde tudo falha, a esperança acaba. Só resta chorar. Mas a reação de Jesus (verso em destaque) revela que sua visão da morte é completamente diferente – ele a chama de sono.
Em 1 Coríntios 15, o apóstolo Paulo diz que Jesus “ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dentre aqueles que dormiram” (v.20). Ora, além da menina nesta narrativa, o Senhor ressuscitou pelo menos outras duas pessoas (Lázaro e o filho da viúva). Como, então, ele pode ser “o primeiro”?
Nenhuma dessas três pessoas continua viva. Mais cedo ou mais tarde tornaram a morrer. Contudo Jesus ressuscitou em uma condição completamente diferente deste corpo sujeito às leis da biologia e física. Logo após a ressurreição, no caminho de Emaús, ele desapareceu da vista dos discípulos. Adentrou uma sala com portas e janelas trancadas onde alguns dos seus estavam reunidos. Foi visto por mais de 500 testemunhas oculares e ascendeu aos céus. No Apocalipse, é visto resplandecente, glorificado. E continua vivíssimo à destra do Pai, porém pode estar onde dois ou três se reunirem em seu nome. Definitivamente sua ressurreição foi muito diferente das demais.
Ele é as primícias, mas nós também seremos ressuscitados à sua semelhança, com corpos capazes de viver em uma dimensão completamente distinta da experiência atual. Nem é possível imaginar como será. Durante toda vida, a morte paira sobre nossas cabeças como um abutre. Começamos cada dia sem saber como (e se) terminará. Como é possível viver? Ou se vive inebriado com substâncias e distrações para não perceber o óbvio, ou se crê em Cristo e descansa em sua promessa: quando voltar, seremos despertados do sono. – MHJ
Pai querido, não nos deixe perder de vista o glorioso destino que o Senhor nos prometeu!
https://www.transmundial.com.br/presente-diario/como-jesus/
Verdadeiramente livre
Leia: João 8:31-37 | A Bíblia em um ano: Salmo 132–134; 1 Coríntios 11:17-34
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. v.36
Olaudah Equiano (1745–96) tinha apenas 11 anos ao ser sequestrado e vendido como escravo. Ele foi levado da África Ocidental às Índias Ocidentais, de lá para a colônia de Virgina e, depois, Inglaterra. Aos 20 anos, comprou sua própria liberdade, ainda carregando as cicatrizes emocionais e físicas do tratamento desumano que havia sofrido.
Incapaz de desfrutar de sua liberdade enquanto outros ainda eram escravos, Equiano se tornou ativo no movimento para abolir a escravidão na Inglaterra. Ele escreveu sua autobiografia (algo inédito para um ex-escravo naquela época), na qual relatou o horrível tratamento dado aos escravos.
Quando Jesus veio, travou uma batalha por todos nós, escravos e incapazes de lutar por nós mesmos. Nossa escravidão não é exterior. Somos acorrentados por nossa própria fragilidade e pecado. Jesus disse: “…todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:34-36).
Onde quer que tal liberdade pareça inaudita, Suas palavras precisam ser declaradas. Podemos ser libertos de nossa culpa, vergonha e desesperança. Confiando em Jesus, podemos ser verdadeiramente livres!
O preço de nossa libertação do pecado foi pago com o sangue de Jesus.
por Bill Crowder
https://paodiario.org/2018/08/31/verdadeiramente-livre/
28 agosto 2018
UM HOMEM DE CIÊNCIA E DE FÉ
Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Sou a luz do mundo.
Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade
(João 1:9; 9:5; 1 Timóteo 2:3-4)
Michael Faraday (1791-1867) foi chamado de “pai da eletricidade”, pois suas descobertas abriram o caminho para a produção da corrente elétrica. Seus conhecimentos eram bastante rudimentares quando chegou como aprendiz à oficina de um encadernador de livros. Sua paixão pela ciência surgiu como fruto da leitura de livros científicos com os quais trabalhava. Como se destacava pelas suas aptidões excepcionais, foi aceito por um laboratório, onde exerceu uma atividade fecunda.
Grande era também sua fé em Deus. Geralmente fazia referências à Bíblia e dizia que o plano de salvação era tão claro que todo o mundo poderia entendê-lo. “A eletricidade só é proveitosa para essa terra, mas a salvação de Deus conserva seu valor por toda a eternidade”, costumava dizer. Sua humildade estava acompanhada duma grande compaixão pelas pessoas. Um dia o viram chorando segurando sua Bíblia. – Está doente?, lhe perguntaram. – Não, o que me aflige é ver que os homens se desviam enquanto têm esse livro para guiá-los. A ciência e a fé não são incompatíveis. Ainda que muitas vezes se desconheça esse fato, muitos grandes cientistas foram homens de fé. Tiveram fé no Deus Criador e no Deus Salvador. A fé no Senhor Jesus Cristo leva consigo certezas que dizem respeito tanto ao presente quanto ao futuro eterno.
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Intenção
Leitura Bíblica: Jeremias 29.10-14
Sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o SENHOR, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro (Jr 29.11).
A mensagem registrada no texto de hoje foi enviada aos judeus que estavam cativos na Babilônia e esperavam uma libertação rápida de Deus. Jerusalém ainda não havia sido destruída e eles confiavam na presença do templo em sua terra, crendo que logo retornariam. Devido à demora divina, muitos devem ter duvidado das boas intenções do Senhor, pois ele não atendia seus desejos. Preferiam acreditar em falsos profetas (que anunciavam uma restauração da nação em pouco tempo) do que em Jeremias, que profetizava que o cativeiro duraria 70 anos e ainda dizia que Deus tinha bons planos para eles.
Deus nos ama imensamente e tem boas intenções em relação à nossa vida. Às vezes ele diz um “não” para algo que queremos muito, como a libertação de um sofrimento físico, de uma doença ou de um sério incômodo; uma resposta rápida de emprego, ou algo que pensamos que será bom para nós. Isto é típico do nosso modo de pensar pós-moderno em que desejamos tudo instantaneamente, de preferência para ontem. Alguém já disse: “Às vezes precisamos dizer um ‘não’ para o que é bom para poder dizer ‘sim’ para o que é melhor”. Penso que Deus também age assim em relação aos seus filhos. Quando diz “não”, é porque lá na frente ele quer dar algo que sabe ser melhor para nós. Enquanto isso, usa o sofrimento e a adversidade para moldar quem vive com ele, exercitar sua paciência e provar sua fé para que busque sinceramente a presença divina. Assim, quando chegar o momento certo, o cristão estará pronto para receber de suas graciosas mãos o que realmente lhe fará bem.
Precisamos crer nas boas intenções de Deus em relação a nós, no seu amor e na sua misericórdia. É esta confiança que fará com que nos aproximemos dele, em plena certeza de fé e humildade. – CTK
Confiar nas boas intenções de Deus enche nossa vida de paz e de esperança em um futuro melhor.
https://www.transmundial.com.br/presente-diario/intencao/
Dando um nome a Deus
Leia: Gênesis 16:1-13 | A Bíblia em um ano: Salmos 123–125; 1 Coríntios 10:1-18
Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê? v.13
Em seu livro O Deus que eu não entendo (Ultimato, 2011) Christopher Wright observa que uma pessoa improvável é uma das primeiras a dar um nome a Deus. É Agar!
A história de Agar lança um olhar perturbadoramente honesto sobre a história humana. Anos antes, Deus disse a Abrão e Sarai que eles teriam um filho, e Sarai só ficou mais velha e impaciente. Para “ajudar” Deus, ela recorre a um costume daquela época. Ela dá a seu marido sua escrava Agar, que engravida.
Previsivelmente, surge uma discórdia. Sarai maltrata Agar, que foge. Sozinha no deserto, ela encontra o anjo do Senhor, que lhe faz uma promessa surpreendentemente semelhante à anterior — a Abrão (Gênesis 15:5). “…Multiplicarei sobremodo a tua descendência, de maneira que, por numerosa, não será contada “ (16:10). O anjo dá ao filho de Agar o nome Ismael — ”Deus escuta” (v.11). Em resposta, essa escrava de uma cultura com vários deuses, incapazes de ver ou ouvir, dá a Deus o nome “Tu és Deus que vê” (v.13).
O Deus que nos vê é o Deus dos heróis impacientes e dos fugitivos impotentes. Ele é o Deus dos ricos e bem-relacionados, bem como dos pobres e solitários. Ele ouve, vê e cuida, extrema e profundamente, de cada um de nós.
Deus nos vê com olhos compassivos.
por Tim Gustafson
https://paodiario.org/2018/08/28/dando-um-nome-a-deus/
27 agosto 2018
COM O QUE ENCHEMOS NOSSA MENTE?
E peço isto: que o vosso amor cresça ainda mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo (Filipenses 1:9-10)
Aqui está o balanço duma semana de notícias televisivas em francês, por meio dos cinco canais estatais: 670 assassinatos, 15 violações, 848 brigas, 419 tiroteios com explosão, 14 sequestros, 11 assaltos a mão armada, 8 suicídios, 27 atos de tortura... (Science et Vie Junior, dezembro de 2004) o autor do artigo se pergunta sobre os efeitos de tais imagens sobre o telespectador. Não fazem tais imagens que o telespectador se acostume com a violência? Não corremos o risco de fazer aqueles que cometem tais atos crerem que não são responsáveis?
Ainda que as opiniões sobre esses temas sejam muito variadas, podemos pensar perfeitamente que, se os meios de comunicação em sua busca por audiência nos apresentam tantas cenas violentas e imorais, é precisamente porque o homem se alegra vendo-as ou reproduzindo-os desmascarando assim seu triste estado moral.
O cristão é chamado por Deus para fugir do mal, e é responsável por governar sua mente. “Como a cidade derrubada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espírito” (Provérbios 25:28). Por outro lado, a Bíblia nos convida a ocupar-nos com coisas sadias. “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4:8).
Não nos deixemos contaminar pelo ambiente corrompido do mundo.
https://boasemente.com.br/
Tarefa diária
Leitura Bíblica: Salmo 128.1-6
Então o homem sai para o seu trabalho, para o seu labor até o entardecer (Sl 104.23).
Conta-se a história de um turista que visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um mosaico enorme. Havia uma grande parede vazia à frente do artista. O visitante perguntou: “Você não fica preocupado com todo este espaço que você precisa cobrir? Não fica aflito pensando no tempo que vai levar para terminar o serviço?” O artista respondeu simplesmente: “Eu sei o que consigo fazer em um dia. A cada manhã, marco a área em que trabalharei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Um dia o mosaico estará terminado.”
Atente para esta frase do artista: “Eu sei o que consigo fazer em um dia”. Eis algo que é problema para muitas pessoas: elas não sabem o que podem fazer a cada dia. Uns utilizam mal o potencial e as habilidades que têm em mãos. Outros entram em pânico, tentando fazer muito mais do que sua capacidade permite. Há muita gente por aí que vive para trabalhar. Gastam todo seu tempo e toda a sua saúde para, como dizem, “dar uma vida boa à família” – e acabam não convivendo com essa família. E ainda há aqueles que se acomodam e cedem à preguiça, alegando que “trabalho não é tudo na vida” e que é preciso aproveitá-la ao máximo.
O texto da leitura bíblica apresenta a perspectiva de Deus: o problema não é o trabalho em si ou a família ou o descanso. Para ser realmente feliz, é preciso temer o Senhor, isto é, viver para ele. Quando a pessoa faz isso, o restante de sua vida encontra seu devido lugar. É claro que devemos ser cuidadosos quanto ao nosso trabalho, pedir a Deus sabedoria para definir o que será feito a cada dia, sem se preocupar com o que ainda falta e ficará para depois. É preciso preencher as horas do dia com dedicação e diligência. Mas, acima de tudo, é necessário temer o Senhor, pois só quem anda em seus caminhos saberá discernir corretamente suas prioridades! – HSG
O temor ao Senhor é o melhor critério para definir nossas prioridades no trabalho e no descanso
https://www.transmundial.com.br/presente-diario/tarefa-diaria/
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