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19 novembro 2012

TESTEMUNHOS HISTÓRICOS SOBRE JESUS CRISTO


Anjos no Céu: “O Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11).
Pai no Céu: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17).
João Batista: “Eis aqui o Cordeiro de Deus” (Jo 1.36).
Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16).
João, o apóstolo: “A resplandecente estrela da manhã” (Ap 22.16).
Tomé: “Senhor meu, e Deus meu” (Jo 20.20).
Paulo: “Cristo Jesus, o Senhor” (2Co 4.5).
O que você acha de Cristo, o Único que pode salvá-lo de seus pecados? Confie nele hoje mesmo!
(Hugh McCoy, evangelista)

APANHANDO E APRENDENDO!


Um lavrador cristão estava no quintal quando viu um não crente passando com uma manada de porcos.
“Aonde você vai com esses porcos?”, ele perguntou educadamente.
“Vou vendê-los na feira”, foi a resposta.
“Depois, vou gastar o dinheiro comprando tudo o que sempre quis.”
“Você quer dizer, se Deus quiser”, corrigiu o cristão.
“Não foi nada disso que eu quis dizer”, o incrédulo respondeu com grosseria. “Vou fazer exatamente o que tenho vontade, e pronto.”
Mais tarde, o cristão ficou surpreso ao ver o mesmo homem cambaleando pela estrada, todo machucado e em farrapos.
“O que aconteceu com você?”, o lavrador quis saber, todo preocupado.
“Fui atacados por ladrões no meio da estrada; eles roubaram meus porcos, e ainda me bateram”, foi a dolorosa resposta.
“O que você vai fazer agora?”, quis saber o bondoso lavrador.
“Vou pra casa, se Deus quiser.”
(Sword of the Lord)

DEVOCIONAL PARA HOJE 19/11/2012


VERSÍCULO:
   Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. -- Deuteronômio 11:19

PENSAMENTO:
   Moisés nos dá três mensagens cruciais sobre os mandamentos de Deus. Primeiro, como pais, é nossa responsabilidade ensiná-los aos nossos filhos – não é responsabilidade do governo, ou das escolas, nem das nossas igrejas. Segundo, devemos ensiná-los no dia a dia da nossa rotina como família. Terceiro, devemos ensiná-los continuamente, tanto com as nossas palavras como com as nossas vidas enquanto os estamos criando.

ORAÇÃO:
   Ó Senhor Deus, por favor, abençoe-me na minha busca de compartilhar a minha fé com outros, especialmente os da minha família. Por favor, abençoe-me com um testemunho fiel a eles, as palavras certas na hora certa e a coragem e sensibilidade de dar meu testemunho com um respeito amoroso e a coragem de viver como um forte exemplo cristão para meus filhos e netos. No nome de Jesus eu oro. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1119.html

18 novembro 2012

Entrevista com Daniel B. Alves


 Esta é uma entrevista com o irmão Daniel Barbosa Alves no site Crentebatista, ele é o regente da Primeira Igreja Batista em Olinda, Nilópolis-RJ, ele é o irmão que aparece na maioria dos vídeos.

Crentebatista: “O que lhe levou a gravar e postar todos os hinos do Cantor Cristão e demais hinos de outros hinários?”
Daniel: “O que me levou a fazer este trabalho foi a decepção de ver os pastores sendo os principais culpados por esta decadência dos hinos sacros.”

C.B.: “Desde quando você trabalha com música?”
D. B. A.: “Desde os meus 23 anos, hoje estou com 45, acho que uns 22 anos mais ou menos.”

C.B.: “O que lhe levou aprender música?”
D. B. A.: “Eu olhava as partituras dos hinários e não entendia nada, queria conhecer todos os hinos do Cantor Cristão, isto me levou ao interesse da musica.”

C.B.: “Quais têm sido as maiores dificuldades com esta iniciativa de gravação?”
D. B. A.: “O equipamento não muito adequado, luta do inimigo usando pessoas pra dizer que estes hinos são de velho.”

C.B.: “Você levou quanto tempo para gravar os hinos do Cantor Cristão?”
D. B. A.: “Aproximadamente 8 meses, pretendo gravar novamente com som de piano isto para o futuro.”

C.B.: “Em que hora do dia geralmente o irmão grava?”
D. B. A.: “Parte da manha, quando saio do trabalho, levo quase o dia todo, pelo menos 12 a 13 horas, e gravo uns 10 hinos por dia.”

C.B.: “Quem é o instrumentista que lhe acompanha?”
D. B. A.: “Note Worth Composer, um programa, copio nota por nota, do hinário, e passo para este programa ele toca e eu canto.”

C.B.: “Quais seus hinos prediletos?”
D. B. A.: “Todos, mas tem o hino 342, do Cantor, a minha cruz.”

C.B.: “Qual a mensagem que você deixa para os leitores?”
D. B. A.: “A maior, e melhor, maneira de sentir a presença de Deus é quando se louva de coração um hino congregacional, de preferência do Cantor Cristão.”

C.B.: “Caso tenha ficado algo que o irmão queira falar ou responder fique à vontade em formular e responder a pergunta ou comentar sobre algo.”
D. B. A.: “São vocês que me fazem continuar, tudo começou numa brincadeira no Orkut, que coloquei um hino, por colocar, e deu certo, e tendo a decepção de ver os hinos morrerem resolvi fazer isso, tem no Orkut os desenhos referentes aos hinos do Cantor Cristão, que fiz, quem quiser adicionar é hinario (arroba) hotmail (ponto) com, meu nome Daniel Barbosa Alves. Muito obrigado por todos que tem acessado meu árduo trabalho e os que no futuro também irão acessar, muito obrigado.”

    Quero lembrar que ele, o irmão Daniel, tem posto no Youtube todos os hinos do Cantor Cristão, particularmente fiquei impressionado com algo, eu pensei que ele fosse acompanhado por algum instrumentista, mas, como falado,  é um programa, que o acompanha, posteriormente ele me falou que para por cada nota do hino dura entre 20 e 30 minutos, se multiplicarmos este período por 581, pois é o número de hinos que tem no Cantor Cristão, então chegamos perto do tempo gasto por ele, pois ainda há o tempo de gravação de cada hino, período cantado, por tudo isso, peço aos leitores que se lembre dele nas suas orações.
Fonte: http://crentebatista.wordpress.com/2010/04/21/entrevista-com-daniel-b-alves/

EBD 18/11/2012


1 E 2 CORÍNTIOS
1 CORÍNTIOS
ESBOÇO


IV.      Matrimônio: 7:1-40
A.      O problema do matrimônio e celibato (permanecendo sozinho para propósitos espirituais): 7:1-9
1. A aprovação da vida celibatária: 7:1
2. Instruções que envolvem a vida casada: 7:2-6
a.    A razão para preferir o matrimônio: 7:2
b.    A natureza das relações matrimoniais: 7:2
c.    Os deveres na relação matrimonial: 7:3-4
d.    A Regulação das relações do sexo: 7:5-6
3. O reconhecimento do matrimônio e celibato como apropriado: 7:7
4. Conselho ao solteiro: 7:8-9
B.          O problema do matrimônio e separação: 7:10-16
1. A ordem aos casais cristãos: 7:10-11
a.    A Autoridade para a ordem: 7:10
b.    O conteúdo da ordem: 7:10-11
2. Uma ordem àqueles em matrimônio misto: 7:12-16
a.    A Natureza da ordem: 7:12
b.    O conteúdo da ordem: 7:12-16
(1)     A separação não deve ser causada pelo crente: 7:12-14
(2)     A separação quando causada pelo incrédulo: 7:15-16
C.          A vida do crente e a posição terrena: 7:17-24
1. O princípio básico da vida para o crente: 7:17
2. A aplicação do princípio à vida: 7:18-24
a.    O princípio aplicado para formar distinções religiosas: 7:18-20
b.    O princípio aplicado ao estado social dos crentes: 7:21-24
D.          Conselho acerca do solteiro: 7:25-40
1. Conselho acerca das virgens: 7:25-35
a.    A natureza do conselho: 7:25-27
b.    A razão para o conselho: 7:28-31
c.    A Liberdade que resulta de seu conselho: 7:33-35
2. Conselho aos pais das filhas em idade para casar: 7:36-38
a.    Condições quando o matrimônio deve ser permitido: 7:36
b.       Condições quando a permissão para casar deve ser negada: 7:37
c.    Os dois são apropriados: 7:38
3. Conselho às viúvas: 7:39-40
V.        A Comida Oferecida aos Ídolos: 8:1-11:1
A.          A relação do amor com o conhecimento: 8:1-13
1. A necessidade para o amor com o conhecimento: 8.1-3
2. A demanda para liberdade através do conhecimento: 8:4-8
a.    Liberdade para comer: 8:4-6
b.    O perigo de um irmão mais débil: 8:7
c.    A comida não determina a relação com Deus: 8:8
3. Advertindo contra levar um irmão mais débil a pecar: 8:9-12
a.    A advertência àqueles com o conhecimento: 8:9
b.    O efeito deste conhecimento: 8:10
c.    As conseqüências de agir no conhecimento: 8:11-12
d.    A restrição voluntária da liberdade: 8:13
B.          O exemplo de Paulo da restrição voluntária da liberdade: 9:1-27
1. Sua autoridade como um apóstolo: 9:1-3
2. Seus direitos como um apóstolo: 9:4-12
a.    Os direitos exigidos: 9:4-7
b.    A justificação de sua demanda: 9:8-12
3. Suas razões para renunciar estes direitos: 9:12-23
a.    Eles não impediriam o Evangelho: 9:12-14
b.    Dá-lhe espaço para vangloriar-se: 9:15-18
c.    Permite-lhe que ganhe mais a Cristo: 9:19-23
4. Um apelo para eles seguirem seu exemplo: 9:24-27
C.      A história de Israel como uma advertência contra o abuso da liberdade: 10:1-13
1. A lembrança da história de Israel: 10:1-5
a.    Privilégios de Israel: 10:1-4
b.    O destino de Israel: 10:5
2. As advertências da história de Israel: 10:6-10
a.    Lições na história de Israel: 10:6-10
(1)     A advertência geral contra a cobiça: 10:6
(2)     Exemplos específicos: 10:7-10
b.    A importância das experiências de Israel: 10:11
3. A advertência àqueles sob provações: 10:12-13
a.    Compreendam o perigo de cair: 10:12
b.    O estímulo àqueles que são tentados: 10:13
4. O apelo para evitar a idolatria: 10:14-22
a.    Fuja da idolatria: 10:14
b.    O argumento contra a participação: 10:15-22
(1)     O destinatário do argumento: 10:15
(2)     A importância da participação: 10:16-22
Continua na próxima semana!

História dos hinos


Chegou ao fim hoje a postagem de hinos do Cantor Cristão, estou alegre com o resultado final e pelas palavras de incentivo que recebi, na pessoa de Rogério Ferreira, um dos leitores assíduos do blog, gostaria de agradecer a todos internautas. Amanhã, começo uma nova fase, que terminará no dia 10.06.10, onde serão publicadas as histórias de alguns hinos, bem como a biografia de alguns autores/tradutores/compositores. Nesta fase peço colaboração dos irmãos, que me poderão ajudar das seguintes maneiras: a) me enviando a história da composição de um dos hinos; b) me enviando uma história interessante ou um fato histórico sobre qualquer dos hinos; c) me falando qual o título original de um hino, pois há sites especializados, nos quais, se eu souber o título original do hino, poderei ler e traduzir. Peço, no entanto, que, em qualquer dos casos, me envie a fonte para dar os devidos créditos.

  A seguir tem a relação dos hinos que já tenho história são: 7, 8, 14, 30, 31, 39, 44, 46, 50, 60, 62, 79, 75, 82, 92, 97, 101, 108, 112, 132, 135, 137, 143, 147, 148, 151, 154, 155, 159, 160, 161, 175, 176, 188, 195, 198, 222, 259, 266, 274, 281, 283, 287, 289, 291, 294, 296, 301, 303, 304, 306, 314, 327, 328, 329, 343, 344, 347, 349, 354, 359, 366, 371, 375, 377, 379, 386, 390, 394, 398, 401, 406, 407, 416, 419, 421, 422, 437, 465, 466, 476, 488, 496, 508, 514, 542, 565, 566, 574, 578, 579. Meu email é professorobert (arroba) yahoo (ponto) com, é só por o sinal invés da palavra.

  A idéia desta fase é, ao mostrar as histórias dos e dos homens, conhecer das dificuldades que muitos enfrentaram, e apesar das adversidades foram servos frutíferos, desse modo encorajar os servos de Deus, da atualidade, a fazerem o mesmo, frutificar sempre e isso para a glória de Deus. Relebrando que para ouvir os hinos (me refiro aos hinos e nao biografia o história) basta passar o mouse sobre o link, daí abrirá uma janela, é só preciso clicar no play, daí se poderá ver a letra e ouvir o áudio, ainda é possível mover essa janela, que abre, para tanto é só passar o mouse na barra superior, daí vai aparecer uma seta apontando para cima/baixo/esquerda/direita, com isso é só mover a janela, como visto nem é preciso clicar no link, o que fará o internauta sair do blog e ir para o Youtube.

DEVOCIONAL PARA HOJE 18/11/2012


VERSÍCULO:
   Ouvindo isso, não apresentaram mais objeções e louvaram a Deus, dizendo: “Então, Deus concedeu arrependimento para a vida até mesmo aos gentios!” -- Atos 11:18

PENSAMENTO:
   Quebrar barreiras sociais e culturais nunca é fácil. Com a graça de Deus, o seu Espírito não nos deixa nos conformar com os nossos preconceitos. Pelo contrário, somos desafiados, levados e forçados a quebrar a ignorância do ódio racial e cultural. Vamos ser o tipo de pessoa que se regozija e louva a Deus com a queda de cada barreira  que divide as pessoas. Vamos prosseguir até que a promessa triunfal do Evangelho seja cumprida: “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus.” (Gálatas 3:28)

ORAÇÃO:
   Santo Deus, eu peço que o Senhor abençoe todos aqueles em todos os cantos da terra que estão tentando cruzar barreiras culturais, lingüísticas e nacionalistas para compartilhar a graça de Jesus com aqueles que não conhecem o Senhor e não honram seu Filho com Senhor. No nome de Jesus eu oro. Amém. 
http://www.iluminalma.com/dph/4/1118.html



 

17 novembro 2012

História do Cantor Cristão


O Cantor Cristão é um hinário (um livro contendo um conjunto de hinos, músicas cristãs tradicionais de várias épocas) da Igreja Batista publicado pela Juerp (Junta de Educação Religiosa e Publicações/criada pela CBB – Convenção Batista Brasileira, em 1907). Em sua totalidade o Cantor Cristão contém 581 hinos de edificação a Deus. Hinário das Igrejas Batistas do Brasil – O Cantor Cristão é uma rica herança pertencente aos batistas brasileiros. O hinário, o segundo dos evangélicos brasileiros (o primeiro, Salmos e Hinos, foi publicado em 1861), publicado em 1891 e a sua edição inicial continha somente 16 hinos, compilados por Salomão Luiz Ginsburg (1867- 1927), auxiliado pelo missionário metodista George Benjamin Nind (1860-1932), que trabalhou em Pernambuco (1882-1892).

  As edições se sucederam, sendo sempre acrescidas de hinos novos. Em 1921 saiu a 17ª edição do hinário, já com 571 hinos, dos quais 102 eram de autoria ou tradução de Salomão Luiz Ginsburg (nascido na Polônia em 6 de agosto de 1867 – chegou no Brasil em 31 de março de 1927/ foi um ministro evangélico e um missionário batista no Brasil). Três anos mais tarde, em 1924, o hinário saiu pela primera vez com música, pois até então só continha as letras com os hinos. Desde que Salomão Luiz Ginsburg editou o Cantor Cristão em 1891, muitas outras pessoas ilustres tem prestado a sua colaboração. Willian Edwin Entzminger (72 hinos), Henri Maxwell Wright (61 hinos), Manoel Avelino de Souza (29 hinos) e Ricardo Pitrowsky (23 hinos) são os que mais letras ou traduções fizeram no atual Cantor Cristão.

  Salomão Ginsburg chegou ao Brasil no dia 10 de junho de 1890. Este judeu convertido deu uma das mais notáveis contribuições dos batistas brasileiros, O Cantor Cristão, publicado em primeira edição em 1891 (somente um ano após a sua chegada). No atual Cantor, 104 hinos levam o nome de Salomão Ginsburg, a maioria destes sendo traduções. Mesmo hoje, no Hinário para o Culto Cristão, há 30 hinos que levam o nome de Ginsburg. William Edwin Entzminger, que serviu no Brasil nos anos 1891-1930 é outro missionário que grandemente contribuiu para a hinódia dos batistas brasileiros. No atual Cantor Cristão, há 72 hinos assinados por ele, sendo 16 destes originais. O Hinário para o Culto Cristão ainda retém 21 hinos de Entzminger. O amor deste missionário pelo Brasil se salienta em dois hinos dele que são os mais cantados por nosso povo.

  Um destes é Oração pela pátria, hino que o saudoso pr. José dos Reis Pereira chamou “A Marselhesa dos batistas brasileiros”. O outro hino também tem um teor patriótico. Realmente, é uma experiência inesquecível ouvir uma congregação de batistas brasileiros cantar com seu incomparável entusiasmo, “Ah! Se eu tivesse mil vozes para o Brasil encher com os louvores de Cristo, que singular prazer!”. Outros missionários que também cooperaram com o Cantor Cristão foram Robert Neighbor, que atuou no Brasil somente de 1893-1895, mas contribuiu com cinco traduções e um hino original. Arthur Beriah Deter (1901-1940), quatro traduções; Albert L. Dunstan (1900-1937), três traduções; Otis Pendleton Maddox (1905-1945), uma tradução.

  Uma das bênçãos que Deus nos deu e que jamais podemos abandonar é o nosso amado Cantor Cristão. Eu acredito que os hinos do Cantor Cristão nos trás maravilhosas e gratificantes mensagens, e certamente foram escritas e deixadas a nós, por homens inspirados pelo Espírito Santo de Deus, em seus momentos de angústias e tribulações; e também em momentos dos quais precisavam tomar decisões que dependiam só e unicamente da vontade de Deus. Não se trata de um substituto da Palavra de Deus, mas é sim, sem dúvida alguma, um complemento que nos fala do verdadeiro amor de Cristo, dos verdadeiros cristãos, das nossas falhas, do modo como devemos proceder estando na posição de servos livres do Senhor, de como podemos ser santos. São hinos extraídos e baseados na Palavra de Deus.

  A 36ª edição é histórica, pois pela primeira vez o Cantor Cristão saiu completamente documentado e com vários índices que farão dele um hinário muito mais útil. Nos fins do ano de 2004, quando a JUERP começou a programar a celebração que deveria marcar o ano de 2007, com o centenário da Convenção Batista Brasileira, esta direção resolveu encomendar à sua área de música, uma nova edição do Cantor Cristão, edição 37ª, pois afinal, 35 anos teriam se passado desde a última revisão feita. Que o Cantor Cristão seja útil para o engrandecimento do evangelho nesta grande nação brasileira.

1ª. edição – 1891 – com 16 hinos lançada em julho/agosto de 1891, em Recife (PE).
2a. edição – 1891 – com 23 hinos, lançada em novembro de 1891, em Salvador (BA).
4ª. edição – 1893 – com 63 hinos, lançada em Niterói (RJ), em setembro de 1893.
5a. edição – 1894 – com 113 hinos, impressa na Tipografia Evangélica Batista, em Salvador (BA)
6ª. edição – 1896 – Ginsburg trabalhou em Campos (RJ) de outubro de 1893 a setembro de 1900. Com 153 hinos, lançada em Campos (RJ).
7ª. edição – 1898 – com 210 hinos, impressa na Tipografia “As Boas Novas”, em Campos (RJ).
8ª. edição – 190l – lançada com os 210 hinos da 7ª. edição, acrescida de 15 hinos de Ira David Sankey (1840-1908); esgotada em setembro de 1902.
9ª. edição – 1902 – com 224 hinos. No prelo, em setembro de 1902; lançamento anunciado para dezembro de 1902; esgotada em agosto de 1903.
10ª. edição – 1903 – Editada pela Casa Publicadora Batista, no Rio de Janeiro (DF), com 225 hinos. Os exemplares do Cantor Cristão foram depositados nas residências dos missionários J. J. Taylor, A. L. Dunstan, Z. C. Taylor, S. L. Ginsburg, Eurico Nelson e J. E. Hamilton.

11a. edição – 1907 – Desde outubro de 1906 preparada por Ginsburg em Recife (PE), que solicitou aos leitores de OJB hinos novos para o Cantor Cristão. Com 300 hinos e respectivo índice, pronta para impressão em fevereiro de 1907; lançada em junho de 1907, por ocasião da organização da Convenção Batista Brasileira; quase esgotada em fevereiro de 1910; de Recife (PE) foi enviada ao Rio de Janeiro (DF) para ser impressa na Casa Publicadora Batista. De 1900 até outubro de 1909, Ginsburg trabalhou no campo batista pernambucano.
12. edição – 1911 – Durante os dez primeiros anos de OJB (1901-1911) somente a letra dos hinos era publicada. No início da década de 1910 começaram a surgir as letras com as respectivas músicas, enquanto não era possível publicar a edição musicada do Cantor Cristão, o que só aconteceria em 1924.

  Com 400 hinos, preparada por Ginsburg, em Salvador (BA), desde janeiro de 1910. Com os lucros da edição, Ginsburg planejava publicar o Cantor Cristão com Música. Ficou a 12ª. edição pronta para impressão em fevereiro de 1911. Em março deste ano, foi lançado um Suplemento, com 70 hinos, anunciado em A Mensagem, p. 29. Editada em Salvador (BA), mas impressa no Porto (Portugal), com índice dos assuntos, a 12ª. edição foi distribuída na assembléia da Convenção Batista Brasileira, em Campos (RJ), em junho de 1911, quando Ginsburg foi eleito relator da Comissão de Elaboração da edição musicada do hinário, integrada por W. E. Entzminger, O. P. Maddox, E. Paranaguá e A. Joyce. A Convenção Batista Brasileira adotou oficialmente o Cantor Cristão como hinário da Denominação Batista no Brasil. O Cantor Cristão com Música seria impresso na Alemanha, num formato semelhante ao do Salmos e Hinos.

  Ginsburg tinha informado, no periódico da Comissão de Evangelização da Bahia (A Mensagem, p. 46) que os originais da 12ª. edição achavam-se nas oficinas gráficas em Portugal e comentou: “ … os hinos passaram ao cadinho de uma crítica rigorosa e, desse modo, estão, sob o ponto de vista doutrinário, dignos de apreciação … as métricas e linguagem dos hinos correspondem a toda expectativa … o belo arranjo do índice de assuntos auxiliará muito aos diretores das reuniões”.

  Em 20 anos (1891-1911) foram vendidos 65 mil exemplares do Cantor Cristão para 10 mil membros em 140 igrejas batistas existentes no Brasil. Na década 1911-1920 dobrou o número de batistas no Brasil. A década de maior crescimento numérico dos Batistas correspondeu à década de maior número de letras e/ou músicas de hinos publicadas em O Jornal Batista! Em 1920, a tiragem semanal de OJB era de 5 mil exemplares!

13ª. edição – 1912 – Em fevereiro de 1912, Salomão Luiz Ginsburg (1867-1927) foi a Portugal para contratar com a Tipografia Mendonça (Porto, Portugal) a impressão desta edição.
14ª. edição – 1914 – Enquanto não ficava pronta, foi lançado um folheto com 42 hinos no vos. Editada com 450 hinos no Rio de Janeiro (DF), mas impressa no Porto (Portugal). Pela segunda vez, o Cantor Cristão continha índice de assuntos.

  Na assembléia da Convenção Batista Brasileira, no Rio de Janeiro, em junho de 1914, foi distribuído um “souvenir” com hinos publicados em O Jornal Batista. Nessa assembléia foi eleita a Comissão do Hinário: S. L. Ginsburg, W. E. Entzminger e O. P. Maddox; revisores gramaticais: Adalbert Nicholl e Amelia Joyce; Ginsburg reeleito para a relatoria; eles confessaram: “ainda não é o que almejávamos que fosse”.

  Foi anunciada a impressão do Cantor Cristão com Música, a ser lançado na assembléia da CBB em 1915; a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) prejudicou os planos de Ginsburg.

15ª. edição – 1917 – Anunciado o lançamento para o fim do ano de 1916 ou princípio de 1917. Ginsburg afastou-se da Comissão do Hinário, possivelmente por discordar de Entzminger a respeito da edição do Cantor Cristão com Música; eles trabalharam juntos (1914-1920) na administração da Casa Publicadora Batista, mas nem sempre concordaram na elaboração do hinário.

16ª. edição – 1918 – Preparada em plena Primeira Guerra Mundial. Impressa com 500 hinos nas oficinas gráficas da Casa Publicadora Batista, no Rio de Janeiro (DF). Esgotada em outubro de 1919.

17a. edição – 1921 – A CBB tinha convidado, em 1920, Manoel Avelino de Souza, Ricardo Pitrowsky e Emma Paranaguá para a revisão das letras dos hinos e a publicação desta edição; com a substituição de E. Paranaguá por W. E. Entzminger, foi feita nova revisão. Continha 571 hinos. Foram impressos 15 mil exemplares. Lançada em março de 1921; esgotada em dezembro de 1922.

18a. edição – 1924 – Precedida pela coletânea de hinos evangelísticos, a ser usada até a publicação da 18ª. edição, esta estava em preparo desde 1922; continha só letras de 578 hinos. Impressa e lançada no Rio de Janeiro (DF).

1a. edição com música – 1924 – Planejada durante 13 anos (1911-1924). Em 1922 foram comprados os tipos com sinais musicais. A Casa Publicadora Batista encarregou Ricardo Pitrowsky de preparar a la. edição com música; ele apresentou proposta de emendas das letras dos hinos. Desde 1922 estava sendo impressa, por partes, nas oficinas gráficas da CPB, no Rio de Janeiro (DF). Continha 578 hinos. Em fevereiro de 1923 foi lançado o primeiro fascículo, com 51 hinos.

2ª. e 3ª. edições com música – 1930 e 1935 – Como ensinou Henriqueta Rosa, “edição é o lançamento de uma obra; se esta sofrer revisão e/ou acréscimo, e for reeditada, será uma nova edição; porém, se se tratar de uma simples reimpressão em tudo idêntica à anterior, sem qualquer alteração, será denominada tiragem”. Por não termos em mãos estes hinários de 1930 e 1935, não estamos em condições de saber se eram realmente edições ou tiragens.

28ª. e 29ª. edições – 1941 e 1954 – Idem, em relação aos hinários de 1930 e 1935.
30ª. edição – 1956 – Ainda com 578 hinos, editada pela Casa Publicadora Batista e impressa em suas oficinas gráficas (Rua Silva Vale, 781, Tomaz Coelho), no Rio de Janeiro (DF).

31ª. edição – 1958 – Conforme determinação da assembléia convencional de 1958, foi distribuída entre líderes da CBB para apreciação em caráter experimental. Editada e impressa pela Casa Publicadora Batista. A Comissão Revisora (Manoel Avelino de Souza, Ricardo Pitrowsky, Moysés Silveira e Alberto Portella) propôs à CBB que no Cantor Cristão fossem conservados 460, sendo suprimidos 118 hinos da 18ª. edição (1924); a revisão não foi bem recebida; durante 13 anos (1958-1971), o Cantor Cristão ficou praticamente intocado e desconhecido pelo público batista.

32a. e 33ª. edições – Entre 1958 e 1963, houve circulação restrita aos líderes da Convenção Batista Brasileira.
34ª. edição – 1964 – Com 580 hinos, tendo sido elaborada por Manoel Avelino de Souza e Ricardo Pitrowsky, foi revista por Werner Kaschel, José dos Reis Pereira e Mário Barreto França, em janeiro de 1963, para corrigir a linguagem e atualizar a ortografia. Impressa pela CPB no Rio de Janeiro.

35ª. edição – Não sabemos se era realmente uma edição ou uma tiragem. As sucessivas impressões, que alteraram os textos dos hinos, talvez não possam ser consideradas edições. Em 1968, Joan Riffey Sutton fez intensa pesquisa hinológica.

36a. edição – 1971 – Elaborada pela Comissão integrada, até 1962, por Manoel Avelino de Souza (1886-1962) e Ricardo Pitrowsky (1891-1965), foi revista por Werner Kaschel, José dos Reis Pereira e Mário Barreto França, assessorados por Bill Ichter na parte da documentação. Continha 581 hinos. Editada pela JUERP e impressa na CPB, no Rio de Janeiro (RJ). Características: acréscimo de índices e documentação hinológica.

  Na Apresentação, redigida em julho de 1971, Bill Ichter informou: os hinos estão todos com ortografia atualizada. A lei no. 5.765, sancionada em 18 de dezembro de 1971, aprovou alterações na ortografia da língua portuguesa. Observação: com a supressão de quatro hinos e adaptação na letra de 17 hinos, a 36ª. edição do Cantor Cristão foi adotada, em 1974, pela Convenção Baptista Portuguesa.

4ª. edição com música – 1971 – Publicada sob a supervisão do Departamento de Música da JUERP, dirigido por Bill Ichter, que foi auxiliado por Henriqueta Rosa Fernandes Braga, Antônio Azeredo Coutinho e Ivo Augusto Seitz. Impressa pela CPB. Continha 581 hinos e 8 índices. Reproduzia as músicas e as letras da 34ª. edição (1964). Características: correção da harmonia e introdução de novos termos musicais e novos cabeçalhos.

37ª. edição – 2007 – Editada pela JUERP (Rio de Janeiro, RJ) e impressa pela Geográfica (Santo André, SP). Contém 581 hinos. Lançada em janeiro de 2007. Preparada pela comissão integrada por Leila Christina Gusmão dos Santos (relatora), Marilene Coelho (letras) e Marcelo Yamazaki Carvalho (musicografia). Talvez a mais importante tarefa tenha sido a verificação da métrica dos hinos. 

Fonte: http://www.letras.com.br/biografia/cantor-cristao

A beleza e a adoração


Alguns tempos atrás, um pastor postou os seguintes parágrafos no seu blog (http://romulomonteiro.blogspot.com.br/2009/03/estetica-divina-ou-opiniao-propria.html):

Muitas das discussões quanto à estética são tão ou mais acaloradas do que as discussões envolvendo ética e moral. Talvez uma das razões esteja no fato de que a grande maioria das pessoas não entende as relações entre essas duas áreas e, principalmente, suas distinções. Muitos discutem estética como se fosse ética ou moral. Ou seja, discutem questões subjetivas com se fossem objetivas.

A igualdade pressuposta (e confusa) entre a moral e estética pode ser exemplificada colocando adjetivos morais e éticos em temas estéticos. Observe: “Esse quadro renascentista está ERRADO!” ou, “Essa arquitetura é PECAMINOSA”, “A gravata do pastor é INIQUA”, “O modelo do carro do irmão João é IMPURO; ou, sendo mais positivo, “ESSA cor é SANTA”; “Esse instrumento é “de Deus”, “a estampa da roupa da irmã é VIRTUOSA”.

Para o cristão, a discussão torna-se mais acalorada, porque ele fala “em nome de Deus”. Não são poucas as vezes que, com a mesma força que se combate a fornicação (questão ética, proposicional, clara nas Escrituras), declara-se que uma determinada música (questão estética) não é santa, não é “de Deus”. A questão aqui é “Deus tem um gosto”?, ou, “Qual a estética divina?”, “Deus gosta mais de azul ou branco?”, ou “Qual o estilo musical de Deus?”, “Aonde Deus revelou Seu gosto?”; “Deus tem UM gosto musical?”, “Dois? Três….?; “Existe objetividade no gosto?”

Eu tenho duas perguntas. Primeiro, assista o vídeo:

 

e depois responda: esta música é bonita ou feia? E a minha opinião reflete apenas o meu gosto, ou será que a música é objetivamente feia?

Segundo, devemos apresentar coisas feias a Deus?
Mark A. Swedberg

Miopia de coração


“Ouvindo-o Jesus, disse-lhe: Uma coisa ainda te falta: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me” (Lucas 18:22)

Quando Jesus proferiu estas palavras, sabemos com certeza que Ele não estava dizendo que precisamos dar todas as nossas posses aos pobres para ser salvo. A Bíblia repetida e claramente ensina que a salvação é de graça e não vem pelas obras.

Então, o que Jesus estava dizendo? Provavelmente Jesus estava pregando a lei ao jovem rico para ele perceber sua necessidade da graça. Este jovem achava que ele tinha guardado toda a lei e que, portanto, seria salvo por méritos próprios. Cristo estava lhe mostrando que fracassara miseravelmente no quesito mais básico à salvação: ele não amava Deus de todo o coração. Havia algo ao qual ele se apegava com mais fervor e apreço do que a Deus: suas posses.

Ao reler este relato ontem, pensei: e eu? Não preciso dar todas as minhas posses aos pobres para ser salvo, mas sou salvo para abandonar meus falsos deuses e amar a Deus de todo o coração. Será que eu O amo assim?

Vejo que tenho mil e uma desculpas para não dar aos pobres: Ele vai gastar isso com drogas. Eu preciso deste computador ou aquele celular ou esse livro para desenvolver meu trabalho a Deus; se eu der certa quantia ao necessitado, ficarei sem. Só sei que, no final das contas, acabo dando apenas o que sobra. Ai, coração que ama as coisas deste mundo!

O que piora a situação é a promessa de Jesus: “E terás tesouro nos céus”. Acho que a nossa riqueza hoje seria inconcebível ao jovem rico. Ele não teria como imaginar as coisas que nós tomamos por direito hoje: casas de diversos cômodos, carros, armários cheios de roupas, frutas e legumes exôticas importados, telefones, TVs, DVDs, computadores, aviões, um mês de férias, etc., etc. Quanto mais inconcebíveis são os tesouros dos céus! E nós aqui tão preocupados com um pouquinho de pobreza temporária.

Que Deus nos perdoe e transforme nosso coração míope.
Mark A. Swedberg

Não brinque com Deus


Deus é terrível. Ou seja, Ele é digno do nosso terror, do nosso medo. Normalmente Ele não mostra Sua ira, nem defende a Sua santidade, isso porque Ele também é longânimo. Mas, às vezes Ele tira o véu e O enxergamos em toda a Sua santidade e sentimos o calor da Sua justa ira.

A longanimidade de Deus é enganosa: ela pode nos levar a uma falsa segurança. Asafe explica:

Se vês um ladrão, tu te comprazes nele e aos adúlteros te associas. Soltas a boca para o mal, e a tua língua trama enganos. Sentas-te para falar contra teu irmão e difamas o filho de tua mãe. Tens feito estas coisas, e eu me calei; pensavas que eu era teu igual. (Sl 50:18-21)

Mas, um dia, Deus diz: “Chega!” E a ira dele cai como um raio. São dias como esses que enxergamos quem Deus realmente é e aprendemos que Ele não é de brincadeira.

A história de 2 Samuel 6 é um relato de um desses dias. Davi, após anos de perseguição e paciência está finalmente recebendo a recompensa. Ele foi coroado rei sobre Israel, conquistou a cidade de Jerusalém, estabeleceu ali a sua capital e ganhou duas vitórias sobre os inimigos mais implacáveis de Israel. Só faltava uma coisa para completar sua exaltação e alegria: a arca da aliança.

Num dia de grande festa, Davi e trinta mil pessoas foram buscar a arca em Baalá. Colocaram-na sobre um carro novo e partiram numa grande parada de celebração ao Senhor. Foi aí que aconteceu a tragédia: os bois tropeçaram, a arca correu perigo de cair, Uzá estendeu a mão para estabilizar a arca e Deus o matou por seu sacrilégio. Deus não é de brincadeira!

Esta história não foi colocada na Bíblia só para nos entreter. Foi colocada para nos ensinar. Veja algumas lições que podemos tirar dela.

1. Não se pode tratar Deus de forma comum. Algo profano é algo comum, cotidiano. A nossa vida é uma vida profana, e não há nenhum pecado nisto. Comemos e bebemos, rimos, chamamos pessoas por apelidos, brincamos com nossos filhos, acariciamos nossa esposa, sentamos na sala vestidos só de bermuda, assistindo TV com nossos amigos. O pecado acontece quando tratamos Deus assim. Ele não é comum. Quando Moisés se aproximou de Deus na sarça ardente, Deus lhe mandou tirar as sandálias. Quando Nadabe e Abiú queimaram incenso com fogo normal e não com fogo santo, Deus os matou. E quando Uzá toucou na arca, que é o lugar onde Deus se revelava pessoalmente à nação de Israel, Deus também o matou.

Nós fazemos a mesma coisa quando não nos preocupamos com a roupa que vestimos quando nos apresentamos perante Ele. Fazemos a mesma coisa quando O chamamos de “Paizinho”. Fazemos a mesma coisa quando só O estimamos como um amigo de coração.

2. Não se pode adorar a Deus com formas mundanas. O problema fundamental de Davi e sua comitiva foi que não carregaram a arca corretamente. Deus mandou carregar a arca no ombro, sustentada por duas varas compridas. Eles a carregaram numa carroça. Onde aprenderam isto? Com os filisteus. Ao introduzir formas mundanas na sua adoração, pagaram o preço.

E nós? Também desacatamos a Deus quando O adoramos com formas musicais, formas arquitetônicas e formas artísticas que não dão a Deus o seu devido respeito, exaltação e santidade.

3. Não se pode ignorar a Deus. Talvez a maior lição que aprendemos é esta. Deus não pode ser adorado quando queremos, do jeito que queremos. Ele não aceita ser um mero acréscimo às nossas vidas normais. A morte de Uzá é um lembrete vívido de que Deus exige atenção. E não só atenção: Ele exige ser o centro e foco das nossas vidas. Ele quer ser amado, servido e temido. Ele quer ser tratado como realmente é: santo.

É só ficar em frente à congregação para saber que não levamos Deus a sério. Cantamos hinos, mas muitos lábios não se mexem. Oramos, mas muitos olhos não se fecham. Pregamos, mas muitos estão olhando pela janela ou conversando com seus vizinhos. Seus pensamentos estão longe de Deus. Vieram só para cumprir tabela.

Ai de nós! Esse Deus que matou Uzá na Sua fúria é o verdadeiro Deus. Teremos um dia ficar nus na Sua presença. O que você vai dizer naquele dia?
Mark A. Swedberg

DEVOCIONAL PARA HOJE 17/11/2012


VERSÍCULO:
   “Ai do pastor imprestável, que abandona o rebanho! Que a espada fira o seu braço e fure seu olho direito! Que o braço seque completamente, e fique totalmente sego o seu olho direito!” -- Zacarias 11:17

PENSAMENTO:
   Ao passo que não gostamos de ouvir más noticias, nem o pronunciamento de julgamento contra outros, tem hora que é necessário. Jesus foi o nosso cordeiro sacrificial e também nosso Pastor Mestre. Quando os pastores terrestres das suas ovelhas não liderarem fielmente, Ele exigirá justiça. Isto serve como uma advertência a todos que lideram, que devem fazê-lo fiel e carinhosamente. Também é um conforto para aqueles que foram abusados por líderes mundanos – Deus enxugará suas lágrimas e fará justiça àqueles que têm abusado da mordomia do seu chamado pastoral.

ORAÇÃO:
   Ó Senhor, meu Pastor, obrigado por me liderar, guiar e nutrir. Por favor, levante na sua Igreja líderes de consciência, coragem e compaixão para pastorear suas ovelhas e liderá-las com o coração de Jesus. Se eu puder ser usado nesta capacidade, por favor, use-me, querido Pai, para abençoar seu povo e servir com coração puro. No nome de Jesus, meu Bom Pastor. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/4/1117.html

16 novembro 2012

Inteligência ou fé?


Antes de darmos o próximo passo e deixar a Bíblia desvendar um pouco mais de Cristo — falando da sua humanidade — é preciso dizer algo importante. Não adianta alguém procurar entender tudo o que está envolvido nas verdades que têm sido colocadas até aqui (e outras das quais ainda falaremos). Na realidade, isso seria impossível para qualquer pessoa, pois no exato momento em que compreendesse de maneira total e perfeita, teria deixado as limitações humanas e se tornado como o próprio Deus.

Em lugar nenhum a Bíblia exige que a pessoa entenda tudo o que está revelado. Embora o entendimento seja utilizado no processo de salvação, ninguém é salvo pela inteligência ou capacidade de compreender, mas pela fé. Basta crer. Abraão, que é o pai da fé, foi justificado tão somente porque creu nas promessas divinas que lhe foram feitas.

Sendo assim, para iniciar um processo de relacionamento pessoal com Jesus, é condição fundamental aceitar que ele é Deus. Para quem não consegue acreditar nisso, o caminho é orar humildemente e pedir que o Pai celestial, com a sua misericórdia, dê essa convicção.

Extraído do livro Quem É Ele, Afinal?
http://www.editorabatistaregular.com.br/pracateologiadet.asp?codigo=14

História do hino 496 – Rio da vida


Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos): Numa tarde mormacenta, em julho de 1864, o dr. Lowry estava assentado à sua escrivaninha em Elliott Place, Brooklyn, quando as palavras do cântico Rio da vida lhe vieram à mente. Ele as escreveu rapidamente, e então sentou-se diante de seu órgão e compôs a melodia que agora é cantada em todas as Escolas Dominicais do mundo. Falando a respeito do cântico disse ele:
  “É música de banda, tem movimento de marcha, e por esta razão tornou-se tão popular, mas eu mesmo não lhe dou muito valor. Apesar disso, tenho ficado comovido em várias ocasiões ao ouvi-lo. Indo de Harrisburg a Lowisburg, certa vez, eu estava em um vagão cheio de lenhadores meio bêbados. De repente, um deles começou a cantar: ‘Rio da vida’, e eles o cantaram muitas vezes, repetindo o coro de uma forma selvagem e exuberante. Não pensei muito na música ao ouvir aqueles cantores, mas pensei que o espírito do cântico, e suas palavras tão frívolamente cantadas, poderiam ficar no coração destes homens descuidados, e influenciar-lhes a vida e finalmente elevá-los a realizar a esperança expressa no cântico. Outro fato em relação ao cântico foi evidenciado durante o centenário de Robert Raikes. Eu estava em Londres, e havia ido em uma reunião no Old Baily para ver alguns dos mais famosos obreiros de Escolas Dominicais de todo o mundo. Estavam presentes representantes da Europa, Ásia e América; sentei-me bem atrás, sozinho. Após vários sermões feitos em diversas línguas, eu estava prestes a sair, quando o presidente da reunião anunciou que o autor do cântico Rio da vida estava presente e chamou-me para frente, pelo nome. Homens aplaudiram, e senhoras abanaram seus lenços quando fui para a plataforma. Foi um tributo ao cântico, mas, eu senti, depois que tudo acabou, que havia feito algo de bom no mundo.” 

História relacionada

  Uma senhora americana, que havia recebido permissão para visitar o hospital militar do Cairo logo após terem trazidos homens feridos em uma escaramuça, escreveu:
“As três horas que pudemos ficar lá foram cheias de trabalho para o coração e as mãos. Um jovem soldado de um regimento da Escócia, atraiu meu interesse especial. Ele havia perdido um membro, e o médico dissera que ele não sobreviveria àquela noite. Parei perto do seu leito para ver se havia algo que pudesse fazer por ele. Estava deitado, com os lhos fechados, e ao moverem-se seus lábios, pude ouvi-lo murmurar ‘Mamãe, mamãe’. Mergulhei meu lenço numa bacia de água gelada e banhei-lhe a testa que ardia em febre.”
- “Oh, isto é bom:” disse ele, abrindo os olhos. Vendo-me inclinada sobre ele, tomou minha mão e a beijou. “Muito obrigado, minha senhora; isto me faz lembrar de minha mãe.”
“Perguntei-lhe se poderia escrever para sua mãe. Ele respondeu-me que não, pois o cirurgião havia prometido fazê-lo, mas pediu-me que cantasse para ele. Hesitei por um momento, e olhei ao redor. Os últimos raios de sol incidindo sobre o Nilo chamaram minha atenção e me fizeram pensar no rio como cujas correntes alegram a Cidade de Deus. Comecei a cantar baixinho: ‘Rio da vida’. Vi cabeças erguerem-se ansiosas para ouvir melhor, e logo mais, vozes de tenor e baixo fracas e trêmulas uniram-se ao coro:
Esse gozo nós teremos,
Por Jesus, o bom Senhor
Para sempre viveremos
Com o nosso Redentor
“Quando acabamos o cântico, olhei para a face do menino, pois ele não tinha mais do que vinte anos, e perguntei: ‘Você estará lá?!’”
“Sim, eu estarei, pelo que o Senhor Jesus fez por mim”, respondeu ele, com seus olhos azuis brilhando, enquanto uma luz que nunca incidiu sobre mar ou terra irradiava em sua face. Lágrimas encheram meus olhos, ao pensar naquela mãe, naquele distante lar na Escócia, atenta, esperando por notícias de seu filho soldado, que estava nos últimos momentos de vida num hospital egípcio.
“Volte, minha senhora, volte” eu ouvi por todos os lados ao deixar a barraca hospital. Eu voltei, mas não encontrei mais meu menino escocês, pois ao amanhecer ele descansara. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_553.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

História do hino 379 – Laços benditos


O dr. John Fawcett era o pastor de uma pequena igreja em Wainsgate, e foi chamado para uma igreja maior em Londres, em 1772. Ele aceitou o chamado, e pregou o seu sermão de despedida. As carroças estavam carregadas com os seus livros e mobília, e tudo estava preparado para a sua partida, quando os seus paroquianos rodearam-no e com lágrimas em seus olhos pediram-lhe que ficasse. Sua esposa disse: “Oh, John, John, eu não posso agüentar isso”. – “Nem eu”, exclamou o bom ministro, “nós não iremos. Descarreguem as carroças e ponham todas as coisas nos lugares em que estavam antes.”. Sua decisão foi saudada com grande alegria por seu povo, e ele escreveu as palavras deste cântico em comemoração ao acontecimento.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_603

DEVOCIONAL PARA HOJE 16/11/2012


VERSÍCULO:
   Em vez disso, esperavam eles uma pátria melhor, isto é, a pátria celestial. Por essa razão Deus não se envergonha de ser chamado o Deus deles, e lhes preparou uma cidade. -- Hebreus 11:16

PENSAMENTO:
   O capítulo 11 do livro de Hebreus está cheio de lembranças dos grandes heróis da fé do passado. Eles estavam procurando um lugar melhor; um lugar celestial. Deus preparou tudo para eles e tem orgulho de ser o Deus deles. Jesus também nos prometeu em João 14 que preparos estão sendo realizados para a nossa chegada no nosso lar celestial. Se Deus está ansiando a nossa chegada, certamente ansiamos estar com ele também. Que cada um deseje esse país celestial!

ORAÇÃO:
   Obrigado, querido Pai, por tudo que o Senhor tem feito para me salvar. Obrigado por não se envergonhar de mim. Obrigado por preparar a minha chegada ao lar com o Senhor. Com tanta coisa boa para meu futuro, peço que possa viver uma vida vitoriosa, porque sou confiante na sua graça, perdoado por causa do sacrifício de Jesus e capacitado para ser santo pelo seu Espírito. No nome de Jesus. Amém. 

http://www.iluminalma.com/dph/4/1116.html

15 novembro 2012

Pescadores de Homens



Quando Jesus chamou quatro homens de seu trabalho regular como pescadores para se tornarem Seus discípulos, Ele disse: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.19). Pescadores de homens é uma bela figura de linguagem para descrever aqueles que ganham almas.
Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu os irmãos Simão e André, que lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram. Pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes. E logo os chamou. Deixando eles no barco a seu pai Zebedeu com os empregados, seguiram após Jesus” (Mc 1.16-20).
Verdadeiramente, esses homens se ligaram ao chamado de Jesus, pois Marcos diz que eles largaram seu barco com o restante da tripulação ainda dentro dele e O seguiram imediatamente.
Eles estavam acostumados a trabalhar com as redes, às quais tinham que dar manutenção diária para poderem jogá-las ao mar. Além do próprio barco, as redes eram seu instrumento de trabalho mais importante. Quando jogamos nossas redes para pescar almas, há verdades importantes que precisamos aplicar – como vemos nas redes desses pescadores.
Teça as Redes Com Diligência
Nesses versículos, dois irmãos, Tiago e João, estavam remendando suas redes, amarrando os nós nas cordas para consertá-las. Você alguma vez já pensou no que é uma rede? É apenas um punhado de furos amarrados uns aos outros. Não é nada importante. Exatamente o que somos – um grupo de pessoas nada importantes. Mas, se ajuntarmos muitas pessoas nada importantes, elas se tornam poderosas.
Assim como uma rede é tecida e entrelaçada, as pessoas são tecidas e entrelaçadas umas junto com as outras; e aí há um poder tremendo. Tecidos juntos na unidade do Espírito, nós realizamos muito mais do que qualquer indivíduo sozinho poderia fazer por si mesmo. Há poder na cooperação. Você faz uma pesca muito mais bem sucedida com uma rede do que sozinho, com um anzol e uma linha. Precisamos aprender que não somos apenas independentes, mas somos também interdependentes. Juntos, nós nos damos as mãos e trabalhamos em unidade para abarcar o mundo.
Conserte a Rede Imediatamente
Não podemos viajar pelo mar da humanidade e manter a rede dentro do barco. Temos que descer e jogar a rede por Jesus.
Devemos nos entristecer quando alguma coisa acontece com a rede. Quando uma rede se rompe, quando há um buraco ou um rombo, alguns dos peixes que deveríamos pegar escapam. Este é o motivo por que o Diabo vai querer rasgar nossas redes, causar um rombo nas amizades sempre que ele puder. Quando ocorre um rasgo, qual é o nosso dever? Gálatas 6.1 nos diz: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado”.
A palavra corrigi-o é a mesma palavra querestaurar usada para consertar uma rede. Aqueles dentre nós que fazemos parte de um grupo, ou uma equipe, precisamos nos apressar, com brandura, para consertar a rede.
Trabalhe na Rede Obedientemente
Em Lucas 5.4-5, vemos Jesus ensinando a Seus discípulos (e nos ensinando também) alguns princípios que eles tinham de entender, uma vez que deveriam se tornar pescadores de homens. Jesus veio a eles na praia e aconselhou a Simão: “Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar. Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a tua palavra lançarei as redes”.
Não quer dizer que eles fossem preguiçosos. Eles haviam trabalhado. Mas estiveram labutando incansavelmente durante a noite toda, trabalhando febrilmente na energia da carne. Eles estavam pescando sem o poder do Senhor.
Dá trabalho pescar, mas é preciso muito mais do que trabalho para ser bem-sucedido.“Mestre, havendo trabalhado a noite toda, nada apanhamos”. Observe que o lamento se refere a “nós” [nós trabalhamos e nós não apanhamos] e ao fato de não terem conseguido “nada”. Em João 15.5, Jesus diz “Sem mim nada podeis fazer”. Se você sai para ser um ganhador de almas, mas não ora, se você trabalha na energia da carne, você certamente fracassará. Devemos depender do Senhor.
Aqui, em umas poucas palavras temos uma história de fracasso, fé e sucesso. Fracasso:“Havendo trabalhado a noite toda, nada apanhamos” (Lc 5.5). Fé: “Mas sob a tua palavra lançarei as redes” (v.5). Sucesso: “Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes” (v. 6).
Não creio que esse relato esteja na Bíblia meramente como uma história sobre peixes ou que Simão se gabaria sobre o tanto de peixes que pescou. Ela está ali para nosso benefício. Nós também somos tecidos juntos; devemos depender somente de Jesus quando jogamos nossas redes para trazer nelas muitas almas para Ele.
Dá trabalho pescar, mas é preciso muito mais do que trabalho para ser bem-sucedido.
Nós também devemos começar. Alguém disse que o cristão comum preferiria ser o zelador do aquário a ser um pescador de homens. Não podemos viajar pelo mar da humanidade e manter a rede dentro do barco. Temos que descer e jogar a rede por Jesus.
Você poderá ouvir alguém dizer: “Eu só quero que as pessoas olhem para a minha vida, e então elas vão querer ser cristãs”. Olha aqui, amigo, as pessoas não são salvas por causa da sua vida; elas são salvas por causa da morte de Jesus. Elas não precisam ver que pessoa maravilhosa você é. Elas precisam saber quão maravilhoso Jesus é.
Lave as Redes Continuamente
Antes que Jesus instruísse Simão a jogar sua rede, Ele “viu dois barcos junto à praia do lago; mas os pescadores, havendo desembarcado, lavavam as redes” (v.2). Um daqueles barcos pertencia a Simão. Ele estava trabalhando, lavando suas redes. Qualquer rede, por boa que seja, vai catar entulhos. Se você não lavar a rede, eis o que vai acontecer:
• Ela vai passar mau cheiro para o seu barco. A rede pega peixes mortos, algas e barro do fundo do mar ou do rio – conseqüentemente, todas essas coisas são trazidas para dentro do barco.
• As cordas vão apodrecer. Se você permitir que imundícies emporcalhem sua rede, ela finalmente vai apodrecer e se desintegrar.
• O trabalho vai ficar mais difícil. A rede é feita para ser quase que invisível e para escorregar livremente dentro da água.
• Ela vai espantar os peixes. Os peixes podem ver a sujeira na rede até de uma longa distância.
Cada pessoa deve adotar as características de um pescador, tendo compaixão daquelas almas que estão perdidas e coragem para dar o primeiro passo e jogar a rede.
Algumas pessoas têm medo de lavar as redes, pensando que as coisas que estão nelas simplesmente fazem parte delas. Nós nos tornamos zelosos daquele estado de coisas, amedrontados de mudar nossos planos feitos por homens. Quando nos mantemos fazendo alguma coisa porque sempre a fizemos, e temos medo de lavar as redes para procedermos a uma limpeza em nossa organização, então chegamos a um lugar perigoso. Precisamos continuamente de revisão, reavaliação e recomendação, limpando constantemente a rede e mantendo nossa vida limpa e pura, lavando todo o lixo do pecado e toda atividade desnecessária.
 
Cuide-se para nunca chegar a adorar a rede. A coisa mais valiosa não é a rede; são as almas. Nós adoramos a rede quando a lealdade ao nosso programa significa mais do que lealdade à Palavra de Deus. Adorar algo que não seja o Deus Todo-Poderoso é idolatria. Que Deus nos guarde de fazer tal coisa.
Jogue Sua Rede
Que maravilhoso é unir coração e mãos com as pessoas ao redor do mundo e amar esse mundo para Jesus Cristo. Para fazer isso cada pessoa deve adotar as características de um pescador, tendo compaixão daquelas almas que estão perdidas e coragem para dar o primeiro passo e jogar a rede.
Certa vez um homem sábio disse: “Quando pescamos peixes, os tiramos de uma linda vida e os trazemos para a morte; mas quando pescamos homens, os tiramos da morte e lhes apresentamos uma linda vida”. (Adrian Rogers - Israel My Glory -http://www.chamada.com.br)

DEVOCIONAL PARA HOJE 15/11/2012


VERSÍCULO:
   Tudo o que o Senhor tinha ordenado a seu servo Moisés, Moisés ordenou a Josué, e Josué obedeceu, sem deixar de cumprir nada de tudo o que o Senhor tinha ordenado a Moisés.-- Josué 11:15

PENSAMENTO:
   Josué é um dos meus heróis favoritos da Bíblia. Ele foi um grande servo para Moisés. Ele recusou ser persuadido pelos seus colegas ou pela multidão quando foi espião na Terra Prometida. Ele seguiu os passos de um grande líder e foi um grande líder – uma tarefa difícil! Josué foi vigoroso e vital até na velhice. Acima de tudo, Josué foi obediente a Deus e fez tudo que Deus ordenou que fizesse, e também o que Deus tinha ordenado a Moisés. Em outras palavras, Josué foi fiel.

ORAÇÃO:
   Ó Senhor Deus, meu Aba Pai, quando a história da minha vida for contada, que eu seja achado fiel em tudo que o Senhor tem pedido de mim. Quero servi-lo com um coração dedicado e uma vida que traz a devida glória e louvor ao Senhor. No nome de Jesus eu oro. 
http://www.iluminalma.com/dph/4/1115.html



 

Deus ou Baal?


Numa noite de doença e solidão, o C.S. Lewis ouviu palavras que ninguém, muito menos uma criança de oito anos de idade, quer ouvir:

—A mamãe está com câncer.

Houve uma cirurgia, uma aparente convalescença, a volta da doença, palavras sussurradas, médicos, remédios — mas tudo por nada. A sua mãe tinha câncer irreversível.

Quando a doença estava em fase terminal, o Lewis se pôs a orar. Ele aprendera que as orações feitas com fé seriam atendidas, então decidiu crer pela força da vontade que Deus faria um milagre. E conseguiu. Só que não adiantou. Sua mãe morreu mesmo assim.

É fácil imaginar que tamanha decepção destruiria sua fé em Deus. Mas não. E Lewis explica por que não:

A crença à qual eu mesmo me havia induzido era irreligiosa demais para que seu fracasso provocasse qualquer revolução religiosa. Eu havia abordado a Deus, ou minha idéia de Deus, sem amor, sem espanto, até sem temor. Ele deveria, na imagem mental que eu fazia desse milagre, aparecer não como Salvador ou Juiz, mas meramente como mágico; e quando já tivesse feito o que dele se exigia, eu supunha que ele iria simplesmente... ora, ir embora.

Esse parágrafo me acertou como um balde de água congelada. Quantas e quantas vezes tratamos Deus como se fosse um mágico e a oração como se fosse uma magia! Ora-mos com muito vigor, mas sem temor, amor, ou espanto. Porém, ao contrário do Lewis, não temos a clareza mental para perceber que somos irreligiosos.

Não é de se admirar que Deus permanece distante e mudo. É fato que Deus está per-to. É nele que “vivemos e nos movemos e existimos.” Ele é “um socorro bem presente nas tribulações”. Mas, se O tratarmos como Baal, que não esperemos Ele responder como Iavé.

O que fazer? Precisamos amá-lo. Mas, para amá-lo precisamos conhecê-lo. E para conhecê-lo teremos que ficar horas, ou até dias O contemplando. Só, que ao contemplarmos Ele como realmente é, cairemos aos Seus pés tomados de temor e espanto. 

Por Mark A. Swedberg

Publicado no site da Editora Batista Regular - http://www.editorabatistaregular.com.br/pracateologiadet.asp?codigo=4

Como Conhecer a Deus?


14 novembro 2012

FAÇA O SEU MELHOR PARA DEUS


Tudo o que vier à sua mão para fazer, faça com excelência. Deus não não tem prazer no trabalho relaxado e displicente. Devemos fazer tudo para a glória de Deus. Devemos fazer tudo em nome de Jesus e dando por isso graças a Deus Pai. Todas as nossas ações precisam também visar o bem das pessoas. Seja qual for a sua atividade, sendo lícita e ética, sendo boa e agradável a Deus, faça com alegria.
Hernandes Dias Lopes

O QUE É CASAMENTO?

Nossa sociedade está confusa e os valores morais estão de pernas para o ar. Mais do que uma permissividade perigosa, assistimos, estarrecidos, uma gritante inversão de valores. Chamam luz de trevas e trevas de luz. Aplaudem o erro e escarnecem da virtude. Nossa sociedade parece não discernir mais a questão do gênero, quando se trata de casamento. Casamento sempre foi uma legítima relação entre um homem e uma mulher. Foi assim que Deus fez e determinou. Deus criou o homem e a mulher, o macho e a fêmea. E disse que casamento é a união entre um homem e uma mulher. Porém, o homem, na sua loucura, quer ser mais sábio do que Deus e está invertendo as coisas, legitimando a relação de homem com homem e mulher com mulher. Por mais que a sociedade contemporânea estimule essa prática; por mais que as autoridades constituídas reconheçam e até aprovem essa união, ela está em total discordância com os princípios de Deus. Casamento é uma instituição divina firmada sobre três colunas: é uma relação heterossexual, monogâmica e monossomática (Gênesis 2.24).

Hernandes Dias Lopes

Da cabeça ao coração


Leitura: Salmo 119:9-16 
Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti. —Salmo 119:11
Quando eu era criança, minha professora de piano era uma defensora da memorização. Ser capaz de tocar uma peça sem erro não era suficiente, e eu tinha de tocar várias peças impecavelmente, de memória. Seu raciocínio era não querer que, quando solicitados a tocar, seus alunos dissessem: “Desculpe, não trouxe essa música.”
Como criança, também memorizei passagens da Bíblia, incluindo o Salmo 119:11. Devido à minha compreensão limitada, acreditava que a simples memorização me afastaria do pecado. Dediquei-me a memorizar versículos e até ganhei, como prêmio, um livro de histórias da Bíblia.
Embora memorizar a Bíblia seja um bom hábito a ser desenvolvido, não é a memorização que nos impede de pecar. Como descobri logo após meus esforços vitoriosos, ter as palavras das Escrituras em minha mente fez pouca diferença em meu comportamento. Na verdade, em vez de vitória sobre o pecado, o conhecimento isolado gerou sentimentos de culpa.
Finalmente, percebi que a Palavra de Deus tinha de disseminar-se por todo o meu ser. Eu precisava internalizar as Escrituras, escondê-las “em meu coração” da maneira como um músico faz com uma peça de música. Eu tinha de viver a Bíblia tanto quanto pudesse citá-la. À medida que a Palavra de Deus se dissemina das nossas mentes aos nossos corações, o pecado perde seu poder sobre nós.
—JAL
Permita que a Palavra de Deus preencha sua memória, dirija seu coração e guie sua vida.

NOSSO ANDAR DIÁRIO/NOSSO PÃO DIÁRIO
07/11/2012

Salomão Luiz Ginsburg


Salomão Luis Ginsburg, [7, 21, 22, 24, 37, 44, 46, 47, 56, 65, 69, 71, 89, 106, 107, 110, 111, 120, 124, 125, 126, 129, 140, 142, 147, 161, 163, 168, 171, 176, 184, 189, 194, 196, 197, 198, 200, 212, 215, 217, 218, 223, 226, 227, 233, 234, 243, 255, 263, 264, 269, 272, 287, 288, 295, 297, 301, 303, 310, 322, 325, 331, 333, 337, 339, 344, 345, 354, 356, 364, 369, 382, 389, 400, 401, 406, 410, 420, 426, 427, 429, 431, 432, 434, 435, 436, 437, 440, 445, 446, 449, 457, 462, 470, 471, 474, 475, 480, 487, 500, 517, 529, 552] de origem judaica, filho de um rabino, nasceu próximo a Suwalki, Polônia, em 6 de agosto de 1867. Dos 6 aos 14 anos, viveu em Koenigsberg, Alemanha, na casa de um tio materno, onde recebeu educação aprimorada. Quando voltou para casa, não concordou com a orientação paterna, pois este queria que ele se tornasse rabino e se casasse com uma jovem de 12 anos. Resolveu fugir. Foi para Londres e lá se converteu a Cristo. Começou a sofrer perseguições. Expulso da casa de outro tio com quem morava, foi deserdado e considerado morto pela família.
  Depois de vagar pelas ruas de Londres, Ginsburg foi convidado para o “Abrigo dos Judeus Convertidos”, permanecendo ali por três anos. Manifestando o desejo de pregar, estudou mais três anos na Escola de Treinamento Missionário Regions Beyond, em Londres. Teve grande alegria em compartilhar a sua fé, mesmo em face de perseguição. Numa ocasião foi terrivelmente espancado e deixado como morto num barril de lixo.
  Sentindo-se chamado para obra missionária, Ginsburg foi convidado por Sarah Kalley para vir ao Brasil. No caminho, passou seis meses em Portugal para estudar a língua; passagem encurtada pela sua publicação de panfletos apologéticos que causaram furor em altos círculos eclesiásticos do país. Como Paulo em Damasco, seus irmãos tiveram de mandá-lo fora do lugar antes que algo drástico acontecesse com ele.
  Chegando ao Rio de Janeiro em 1890, Salomão Ginsburg filiou-se à Igreja Evangélica Fluminense. Dirigia uma congregação da igreja e se sustentava vendendo Bíblias. Em novembro de 1891, depois de estudar a fundo o que a Bíblia dizia sobre o Batismo, foi batizado por imersão na Primeira Igreja Batista da Bahia, por Dr. Z. C. Taylor. Logo depois foi ordenado como pastor . Em 1892, foi comissionado missionário da Junta de Richmond. Ginsburg pastoreou a Primeira Igreja Batista do Recife, PE, Bahia [e também em] Campos e Niterói, RJ, além de trabalhar em Mato Grosso e Goiás, sempre evangelizando, sempre implantado igrejas. Por amor a Cristo, sofreu perseguições e prisões, mas nunca desfaleceu.
  Ginsburg casou-se com Carrie Bishop, que fora instrumento na sua chamada missionária, mas, após 4 meses de casados, ela faleceu na Bahia, vitima de febre amarela. Em segundas núpcias, casou-se com Emma Morton, missionária da Junta de Richmond. Tiveram sete filhos. Salomão Ginsburg fundou o Seminário Teológico Batista do Norte, foi secretário-cerrespondente-tesoureiro da Junta de Missões Nacionais e interessou-se pela evangelização dos índios. Colaborou com vários jornais evangélicos e escreveu em periódicos seculares. Foi também colportor, vendendo Bíblias em várias cidades do Brasil.
  Nos trabalhos de evangelização ao ar livre, Ginsburg usava um harmônio e seu grande talento musical. Escreveu muitos hinos belos e espirituais. O primeiro hino que traduziu foi Chuvas de Bênçãos, enquanto esperava para desembarcar pela primeira vez no Brasil. Depois de mudar-se para Recife, PE, publicou, em 1891, um hinário com 16 hinos, que chamou de O Cantor Cristão. Nos anos seguintes, continuou a adicionar hinos seus e de outros hinistas, até que, na 11ª edição constavam 106 hinos de sua autoria. O Pastor Manuel Avelino de Souza o chamou de “o Davi dos batistas brasileiros” cujos hinos são “verdadeiras mensagens e belas experiências cristãs, e (…) estão profundamente arraigados na alma dos crentes”. 

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_113